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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O que junho (2013) prescreveu para setembro (2014)? - Ana Maria Prestes -Portal Vermelho

O que junho (2013) prescreveu para setembro (2014)? - Portal Vermelho

O que junho (2013) prescreveu para setembro (2014)? Ana Maria Prestes *

Pegue um monte de jovens inteligentes, conectados e bem intencionados moradores dos grandes centros urbanos do Brasil.
Use a grande mídia para ressoar suas justas reivindicações por melhoria da qualidade de vida - especialmente nas grandes cidades - direitos básicos e ampliação do acesso a bens de consumo.

Incentive a profusão de propostas sem ordenamento ou método de exposição, fazendo com que todas pareçam ser importantes no mesmo nível e passíveis de serem ajustadas ao sabor dos ventos. O importante é propor, sem medir consequências.

Refresque na memória da garotada o mantra anti-política e anti-partidos entoado em seus ouvidos, desde o berço, no calor da queda do muro de Berlim e ao longo da neoliberal década de 90.

Desperte o que ainda há de mais conservador nas salas de estar da família brasileira e prometa sua redenção com a extinção dos vermelhos ateus que estão ocupando o governo central.

Acene aos jovens com neologismos políticos: "democracia de alta intensidade", "Estado mobilizador" e "incidência da sociedade civil" como componentes de um programa mudancista de poder.

Escolha para representar este programa alguém que "não tenha partido", “não queira ser candidato(a)”, "não obedeça hierarquia", "não tenha programa fechado", proponha "governar com todos" e abomine os métodos leninistas de organização política e tudo que remeta à "velha política". Afinal, a “nova política” é horizontalista.

Faça-os acreditar que a “nova política” é financiada por muitos que contribuem com pouco e não por poucos que contribuem com muito. E se há os que contribuem com muito é porque são empresas ungidas por serem vocacionadas pelo “social” e o “desenvolvimento sustentável”, quase filantrópicas.

Transmita tudo ao vivo e espetacularmente pelos grandes meios de comunicação e você terá uma adesão “espontânea”, massiva, comovida e quase embriagada por algum tempo.

Nota da autora: como o tempo da política é próprio, não se sabe a durabilidade do engodo...



* Ana Maria Prestes é Doutora em Ciência Política pela UFMG. Membro do Comitê Central do PCdoB.

Dilma conclama povo brasileiro a defender o Pré-Sal e o Desenvolvimento - Programa de 06 de setembro de 2014

domingo, 7 de setembro de 2014

Morre em Brasília o jornalista comunista Luiz Aparecido - Portal Vermelho

Perdemos um seguidor ontem, o Luiz Aparecido, um camarada de luta que fará muita falta.



Luiz, estamos aqui, camarada, bandeira erguida, na luta!



Paulo Vinícius





Morre em Brasília o jornalista comunista Luiz Aparecido - Portal Vermelho
Morreu neste sábado (6), em Brasília, o jornalista Luiz Aparecido, militante revolucionário e comunista há cinco décadas. Aparecido militou na Aliança Libertadora Nacional, organização revolucionária dirigida por Carlos Marighella, na Ação Popular e, desde o início dos anos 1970, no Partido Comunista do Brasil. Durante a ditadura militar foi preso e torturado.



Aparecido militou em São Paulo, Espírito Santo, onde foi dirigente do Comitê Estadual, e Brasília. Nas fileiras comunistas, Aparecido militou em São Paulo, Espírito Santo, onde foi dirigente do Comitê Estadual, e Brasília. Em diferentes períodos, atuou na imprensa partidária, no jornal A Classe Operária e na revista Princípios. Ultimamente, era blogueiro e colaborador ativo do Portal Vermelho, como um dos responsáveis pela sucursal de Brasília. Foi durante décadas um colaborador ativo da frente de agitação e propaganda do Partido.

Cientista social e jornalista, acumulou larga experiência em veículos da imprensa nacional e em assessorias institucionais. Trabalhou nos Diários Associados de São Paulo, no grupo de revistas Manchete, no Metronews e GuaruNews de São Paulo, no Jornal de Brasília e na Câmara dos Deputados, como assessor de imprensa e parlamentar de vários deputados federais. Atuou na Secretaria de Comunicação do governo do Distrito Federal, na gestão do ex-governador Cristovam Buarque, diretor do Diário Oficial do Espírito Santo e assessor especial do gabinete na gestão do ex-governador Gerson Camata. Também foi ativista de campanhas eleitorais, coordenando as campanhas para governador de Max Mauro e Albuíno Azeredo, no Espírito Santo. Foi assessor da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, entre 2003 e 2008.

Aparecido foi um inquieto polemista, um combatente da luta de ideias, um incansável militante. Compreendia o Partido como instrumento da luta de classes. Nos debates ideológicos sempre defendeu a perspectiva socialista das lutas do povo brasileiro, o ideal comunista e o caráter do Partido como organização de vanguarda e de combate da classe trabalhadora.

Foi um ser humano generoso e de alegria contagiante. Bem humorado e satírico, conseguia ser boquirroto e gozador sem ofender ninguém. Viveu torrencialmente os 66 anos que completaria no próximo dia nove de setembro. Deixa saudade em todos os que o conheceram e tiveram o privilégio do seu convívio de entranhado e solidário amigo.

Natural de Penápolis (SP), deixou reservado em seu coração corintiano um espaço de honra para o time que gostava de chamar de CAP (Clube Atlético Penapolense).

Da Redação do Vermelho



sábado, 6 de setembro de 2014

Vídeo: Olgamir 65180, a voz da Educação Pública na Câmara Distrital!

Dilminha, com beijinho no ombro deixa Globo falando sozinha - Paulo Vinícius Silva

Dilminha deu o seu recado para a Globo. O espanto geral demonstra o gesto de coragem. Como diria o Lulinha, "nunca na história desse país", um candidato a presidente havia deixado a Globo falando sozinha. Dilminha não foi. Ão Ão Ão:  fala aqui com a minha mão! Não se entenda o gesto como covardia. Muito ao contrário. Foi um ato de dignidade, um grito de independência, que se reafirmou pelo beijo no ombro total de sequer dar satisfação.

Motivos para esse ato de dignidade não faltam. Dilma foi interrompida 21 vezes em 15 minutos, no Jornal Nacional! Na "entrevista" as perguntas de tão afirmativas duraram 6 minutos - de 15 min!
Dilminha viu aquele dedo atrevido da moleca contra ela dentro do Palácio do Planalto! Dilminha viu o Babonner mandando ela se calar! Dilminha respondeu tudo, mesmo assim. Tinha que ter dado uns gritos. Mas Dilminha não precisa disso. Deu o seu recado, classuda, mas não voltou.
Nem deu satisfação. #AiqueorgulhomeuDeus.

Não foi ser entrevistada por quem se dispôs a subsidiar a análise da conjuntura eleitoral brasileira para a embaixada do Tio Sam.

É claríssima a nostalgia dessa minoria do Partido da Imprensa Golpista, saudades do tempo em que, mancomunados com os ditadores, mandavam e desmandavam no país. Saudades dos tempos em que suas calúnias levaram Vargas ao beco aparentemente sem saída da renúncia. Mas Vargas, com seu gesto trágico, impôs um monumental drible, uma resposta fulminante, dando a vida por sua honra e pela dignidade do país. Ecos daquele fatídico agosto parecem ter tocado Dilminha. E ela, sem tanto dramatismo, mas com admirável jogo de corpo, deu um tapa com luva de pelica que estremeceu os corredores da Vênus Platinada. A Presidenta não pode se prestar às farsas de uma imprensa que trama como partido por voltar a qualquer custo ao centro do poder.

Só Dilma é inaceitável pro Partido da Imprensa Golpista.
Só Dilma é inaceitável para os parasitas da especulação em cima da taxa SELIC, definida pelo Banco Central. Dilminha já mostrou que a farra vai acabar.
Só Dilma enfrenta o Obama e denuncia a espionagem!
Só Dilma impulsiona o Pré Sal para  revolucionar a Educação e a Saúde!
Só Dilma defenderá a Petrobrás e a Amazônia da ganância do imperialismo!
Só Dilma enfrenta a crise com mais empregos!
Só Dilma defende a Reforma Política Democrática que quer retirar o poder de empresários e do processo eleitoral!

Êh, Dilma! Que Coração Valente!

Impulsionemos a luta do povo pela Reforma Política e pela Democratização da Mídia!

Não passará o cavalo de tróia do neoliberalismo! Mudar não é andar pra trás!

Com Dilma, a defesa dos direitos e empregos dos trabalhadores e trabalhadoras


Do site da Dilminha
Os governos Lula e Dilma se destacaram na defesa dos direitos dos trabalhadores. Nesses doze anos, foram aprovadas 23 leis de proteção aos trabalhadores brasileiros.

A mais recente é a lei sancionada por Dilma que inclui o pagamento de adicional de periculosidade para mototaxistas, motoboys e motofretistas. Essa é uma medida que ajusta a legislação trabalhista às necessidades contemporâneas de um segmento de trabalhadores que enfrenta diversos perigos e até risco de vida.

Mas essa é apenas uma de muitas medidas que representam uma política real de proteção dos trabalhadores, uma das marcas principais do governo Dilma, em continuidade às políticas do governo Lula.

No governo Dilma, os trabalhadores tiveram conquistas históricas, como a lei que instituiu a política permanente de aumento real do salário mínimo. Essa valorização do salário mínimo é uma das ações que contribuiu para a mudança do perfil da sociedade brasileira, hoje uma nação de classe média.

“Eu não fui eleita e nem serei reeleita para reduzir salário de trabalhador, para tirar emprego de trabalhador nem para colocar nosso país de joelhos diante de quem quer que seja. Não sou uma pessoa pretensiosa, posso não acertar sempre, como qualquer ser humano, e posso não agradar a todos em todo o tempo. Mas vocês podem ter certeza de uma coisa: eu não traio meus princípios nem meus compromissos”, disse Dilma. 

Dilma também sancionou a ampliação do aviso prévio de 30 para 90 dias e a lei que criou a Certidão Negativa de Débito Trabalhista.

Além das leis específicas, outras políticas do governo contribuem diretamente para a melhoria das condições trabalhistas. Um bom exemplo é o Pronatec, que matriculou mais de 8 milhões de pessoas em cursos técnicos e de qualificação em mais de 400 áreas do conhecimento.

“Nós teremos um novo País se tivermos uma geração de técnicos”, afirmou Dilma. “A meta do Pronatec era de 8 milhões de alunos em dezembro, mas alcançamos em agosto. Estamos prevendo que na continuidade do Pronatec serão mais 12 milhões de matrículas asseguradas”.

Reforma Política Já! Chega de empresário mandar nas eleições! Participe do Plebiscito em 07 de setembro!

Dilma apoia plebiscito popular por Constituinte Exclusiva pela Reforma Política


A presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, declarou nesta terça-feira (2) apoio à mobilização que ocorre até o dia 7 de Setembro e reúne 416 entidades em torno da realização de Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva pela Reforma Política, 90 delas no Dia da Independência.
“Pela importância da Reforma Política, por tudo o que ela carrega, pelo fato de ser necessário uma transformação de todas as instituições, a participação popular é uma questão fundamental. Sem ela não se fará Reforma Política no Brasil”, afirmou a presidenta, durante caminhada em São Bernardo do Campo (SP).
A presidenta disse que no dia 7 de setembro votará no plebiscito e receberá as propostas dos movimentos sociais para reforma política. “É uma questão fundamental para o futuro do nosso País. Se nós queremos de fato um processo democrático, e que este processo democrático resulte em transformações no nosso País, que garantam uma governabilidade muito melhor, mais efetiva, nós precisamos da reforma política”, defendeu Dilma.
Dilma explicou que a reforma política tem conteúdo eleitoral e também propõe mudanças no papel das instituições, e que por isso é fundamental a participação popular. Rousseff. “É a participação por meio de consulta popular para que a gente possa de fato construir as condições para que o País adote uma Reforma Política, a mais ampla e democrática, que assegure transparência e que assegure a preservação dos interesses da população, do povo brasileiro, em relação ao uso da coisa pública”.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

MC Fluido mostra a real face da farsa de Blabarina - rap imperdível!

A eleição de 2014, a economia e as ameaças neoliberais aos bancos públicos - Paulo Vinícius Silva

Criança, vi a inflação mensal de até 89% ao mês. Com uma verdadeira guerra econômica e midiática em curso, vê-se uma pressão monstruosa para impor um ajuste neoliberal ao país, independentemente de quem ganhe, vemos o terrorismo midiático em economia, chantageando o país e o governo, querendo um nome dos bancos estrangeiros para comandar a Fazenda, sob a "gravíssima" situação de uma inflação está em 0,25% ao mês!

E no programa de governo da candidata Marina está claro o seu rumo. Com uma mão, dá a "independência" ao Banco Central, um eufemismo para dizer que a imprensa golpista e o "mercado" - que ganham com os juros SELIC altos - terão o Banco Central dependente deles para ampliar o patamar dos juros que afetam o cartão de crédito, as prestações da casa, as prestações do carro, os juros dos financiamentos e do capital de giro das empresas e microempresas.

Depois de uma série de generalidades, inclusive dizendo que o spread é alto, que a SELIC é alta, olhe, colega bancário(a), correntista, microempresário(a), como o que diz Marina Silva nada tem com a constatação, porque propõe mais veneno, e não a cura da doença. Em seu Programa, exatamente na página 60, ela diz:
"devemos caminhar gradualmente para um sistema no qual o crédito público para empresas seja complementar, e não inibidor do sistema de crédito privado, focando em negócios com as seguintes características:
1) empresas pequenas e nascentes;
2) projetos inovadores ou com alto impacto social;
3) projetos de maturação muito longa que exijam alto volume de recursos,
como obras de infraestrutura.
Os subsídios ao crédito agropecuário e aos programas de habitação popular deverão continuar, mas com maior participação dos bancos privados, evitando subsídios não computados e ineficiências na alocação".

Traduzindo:
a) Marina propõe o que Dilma já fez, pois nunca os bancos receberam tanto povo e emprestaram tanto e a juros tão baixos às microempresas, aos microempreendedores que antes eram informais. Marina pretende retirar da Caixa e do Banco do Brasil as possibilidades mais atrativas de negócios, restringindo como jamais a possibilidade de ação dos bancos públicos para emprestar. Isso é a resposta do sistema financeiro privado à ação empreendida por Lula e Dilma através do Banco do Brasil, da Caixa e do BNDES, BASA e BNB para DIMINUIR OS JUROS que até então se cobravam. É ter diminuído o patamar dos juros que ela chama de fator "inibidor" aos bancos privados.

b) Se ela, por um lado, permite ao BC aumentar a SELIC à vontade - com "independência" do Bano Central e sua gestão exclusiva por critérios  supostamente "técnicos" e com a ajuda da imprensa golpista, a consequência será necessariamente um aumento, e não redução da taxa SELIC, e um aumento do patamar dos juros e do spread bancário. Afinal, propõe diminuir o papel dos bancos públicos em emprestar para as empresas, para o agronegócio, para a agricultura familiar. Mas é um grande negócio para os bancos privados;

c) Com a perda da lucratividade nos bancos públicos, ver-se-á outra vez a campanha pela sua privatização. Já no programa de governo, a candidata neoliberal alfineta os bancos públicos: "ineficiências na alocação", "subsídios não computados" são acusações que negam o papel importantíssimo dos Bancos Públicos em impedir a crise de se apossar do Brasil. Marina nega a eficiência e o talento dos bancários dos bancos públicos, criadores de uma tecnologia competitiva em todo o mundo, sucessivamente vitoriosos(as) em seguidos resultados positivos, impulsionando o Microcrédito, o Cartão BNDES, os empréstimos dos Fundos Constitucionais. Tão eficientes e competitivos são os Bancos Públicos, que a candidata apoiada pela herdeira do Itaú, que coordena o seu Programa de Governo, propõe uma intervenção na política de crédito para prejudicá-los e "dar uma forcinha" para a banca privada.

Não há máscara, não há pudor. A candidata neoliberal Marina Silva investe contra os bancos públicos e propõe uma agenda que, na verdade, levará à redução do crédito, à ampliação dos juros e aos ataques a uma das principais bases da soberania brasileira, o sistema financeiro com o protagonismo público. Marina promete a volta de páginas da nossa história recente vividas pelos(as) funcionários(as) do BB, da CEF, BNB, BASA e dos bancos estaduais. Histórias tristes, de perseguições, suicídios, de profunda insatisfação com o trabalho, porque os bancários e bancárias sofrem duplamente nesse tipo de situação. Sofrem por serem levados ao desespero no trabalho, perseguindo metas inalcançáveis, enfrentando o enxugamento do quadro e a liquidação das instituições, porque é isso que se prepara com as medidas acima elencadas. E sofre porque com   juros altos é o bancário que cobra, é ele que vê a falência e o empobrecimento dos clientes. Com Lula e com Dilma ajudamos a realizar sonhos, de viver na casa própria, de estudar, de acesso ao conforto, ao lazer, à informação. É muito diferente de ser bancário para ver no olhar dos clientes o medo, o desemprego, a perda do que eles conquistaram com tanto sacrifício.

Não haja dúvidas para bancários e bancárias, nem para clientes: a agenda de Marina é contra os bancos públicos, é a favor dos bancos privados, levará aos juros mais altos, comprometerá o desenvolvimento do país, levará as famílias a uma situação de maior endividamento e as microempresas à insolvência.

Dilma é a única candidata que defende os interesses do Brasil, que são inseparáveis de sólidos e poderosos Bancos Públicos. Mas Dilma tem de mostrá-lo claramente aos bancários e bancárias que, às vésperas da sua campanha salarial nacional, extenuados pela imensa responsabilidades que sobre si recaíram, necessitam de maior valorização, de reconhecimento.

Apesar de os anos de Dilma e Lula terem recuperado os salários dos bancários dos bancos públicos, com aumentos superiores à inflação, a herança maldita de oito anos sem aumento salarial nos anos de FHC ainda levam a uma remuneração básica baixíssima para o papel da categoria bancária na sociedade. No entanto, essa constatação não pode nos levar a uma postura irresponsável que leve à própria liquidação desse patrimônio que são os bancos públicos, as grandes molas impulsionadoras do desenvolvimento. Na eleição, Marina assume claramente o lado dos especuladores e maiores inimigos dos bancos públicos. Por isso a campanha salarial de 2014, em plena eleição, terá uma especial complexidade política: é preciso defender a categoria e ao mesmo tempo defender o Brasil e os Bancos Públicos. E isso só será possível com Dilma.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

MUDAR PARA TRÁS, JAMAIS! Paulo Vinícius Silva

Pra você que acha que pensa, não importa como, nem o que, o importante é mudar.

Que tal uma mudança assim, tipo, você perder o emprego?

Voltarem as privatizações - aquelas de verdade, não falo de concessão de serviço que vai surgir, mas venda de estatais.

Esses pastores ou padres fanáticos de direita cada vez mais poderosos, com TV, deputado e governo, dizendo a todos como devem viver suas vidas, propagando o ódio, o preconceito, livres para defender barbaridades enquanto fazem seus negócios em nome de Deus.

Uma mudança assim, tipo a volta daqueles discursos : " A crise internacional exige que...
- congelemos o salário mínimo
- aumentemos o tempo de aposentadoria
- cortemos na carne no serviço público, adiando concursos, demitindo,
- os trabalhadores precisam apertar os cintos, diminuir seus custos e "flexibilizar" a CLT, assim como permitir o "liberou geral" na terceirização
- e aqueles caras do FMI cagando regra pra economia brasileira
- e a Globo sorrindo, elogiando o governo, a Folha, o Estadão, o Jabour, o Merval, a Míriam, o Mainardi, todos sorrindo, felizes,

A VERDADEIRA MUDANÇA ESTÁ EM CURSO


Eu prefiro outro tipo de mudança, completar aquilo que Dilma começou e não pode parar, mudança de verdade, porque é diferente dos quase 500 anos em que os de sempre mandaram. Mudanças de verdade, como:

A exploração do Pré Sal impulsionar a Educação: 75% dos royaltiesCreche para os filhas do povo e melhores condições para as mães e os pais assumirem seus papeis, mais oportunidades para as mulheres poderem seguir estudando e trabalhando, mesmo depois de uma gravidez;
- A escola integral que ouvia Dilma prometer, e não foi agora, mas na reunião das juventudes em que ela pediu apoio para pressionar pela aprovação dos royalties para a educação. E ela disse: professor bem pago, laboratórios, escolas modernas e turno integral.
- Muitos mais negros e negras, indígenas e pobres nas universidades públicas, privadas, nos Institutos Federais de Tecnologia, mais 12 milhões de jovens e adultos tendo o direito de cursar o ensino profissionalizante e com mais exigências de qualidade;
- Mais ensino de pós, graduação, inclusive no exterior, como acontece com o Ciências Sem Fronteiras;
- Políticas de educação, saúde, emprego, cultura e esporte para a juventude, a fim de que a juventude possa ajudar o Brasil, e não padecer sob a dependência química, a violência e o abandono. Cadeia, estupro, morte não podem ser o modo como o Brasil trata seus adolescentes e jovens.

A exploração do Pré-Sal impulsionar a Saúde: 25% dos royalties- Ampliar ainda mais o investimento na saúde, que mesmo após os tucanos terem derrotado Lula, tirando a CPMF que ia para a saúde. SE já dobrou o investimento com a Dilma, imagina com o Pré-Sal;
- A continuidade do Mais Médicos e a construção de uma carreira mais sólida e comprometida com a saúde pública com os médicos, em especial aqueles e aquelas vindos do povo.

- A democratização da COMUNICAÇÃO e o fim das atuais capitanias hereditárias, que são o monopólio da imprensa oligopolista!

- O fim do financiamento de empresas e de manipulações da imprensa e institutos de pesquisa, interferindo nas eleições, com o Plebiscito da Reforma Política!

NÃO PODE MUDAR NEM A PAU

- a defesa do Banco do Brasil, da Caixa Econômica, do BASA, do BNB e da Petrobrás, do BNDES que só se fortaleceram com a Dilma e o Lula. Menos poder pros banqueiros, mais força pras empresas públicas que estão desenvolvendo o Brasil!
- a defesa do Brasil diante da cobiça dos EUA diante da Amazônia e do Pré-Sal, não se iluda, as duas candidaturas principais da direita, seja a clara - Aécio -, seja a encubada - Marina - não tem coragem como a Dilminha, nem tem compromisso de defender o Brasil. Lembre: a Dilma fez o Banco dos BRICS, peitou o Obama e denunciou que ele tava espionando a Petrobrás. Não se calou diante genocídio contra os palestinos.
- A valorização do salário mínimo, os aumentos acima da inflação, o aumento do poder de compra e o crédito barato, popular e produtivo para que a economia cresça, gere empregos e riqueza para todos.

A RESPONSABILIDADE DA ESQUERDA, DOS PATRIOTAS, DE QUEM DEFENDE A DEMOCRACIA É UNIR O POVO

Está claro o golpe que a direita, a imprensa golpista e os interesses do imperialismo armaram para a eleição de 2014. Precisamos nos unir para defender o Brasil, a democracia, os direitos, em especial o direito ao desenvolvimento e à independência do Brasil. Grande a responsabilidade de renovar a esperança e reencontrar a unidade para aprofundar as mudanças no Brasil. Isso não cabe apenas ao PT, é papel dos nacionalistas, democratas, movimentos sociais, de toda a esquerda.

Mudar mais não é mudar dando um passo atrás! Mudar mais é defender o Brasil, a democracia, a independência de nosso país. Mudar mesmo, só permitindo a Dilminha continuar o trabalho que tem feito para o Brasil dar um salto adiante!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

DILMA CONFRONTA PROMESSAS VAGAS E MOSTRA COMO SERÁ NOVO CICLO DE MUDANÇAS - MUDA MAIS

MUDA MAIS

Por: Equipe Dilma Rousseff - - Atualizado em 01/09/2014 - 20h47
Dilma levou suas propostas na tarde desta segunda (1) para o segundo debate entre candidatos a presidente. A presidenta levou propostas e resultados concretos, que confrontaram promessas vagas de adversários.

"O maior risco que uma pessoa pode correr é não se comprometer com nada. Ter só frases de efeito e frases genéricas. Quando se é presidente da República tem que se explicar como vai ser feito, porque você vai ter de fazer no dia seguinte", explicou. "Então não basta dizer que vai fazer uma lista de coisas sem dizer de onde vem o dinheiro. Não basta dizer que as coisas serão feitas assim ou assado".

O debate realizado por SBT, UOL, Folha de S. Paulo e Jovem Pan foi aberto pela presidenta. Depois de perguntar como Marina Silva cumprirá promessas que somam R$ 140 bilhões e ouvir uma resposta evasiva da candidata do PSB, Dilma lembrou que seu governo triplicou o investimento em Educação e dobrou o gasto com a Saúde, destacando a importância da lei que assegura que os royalties do pré-sal sejam destinados exatamente a esses dois setores. (Clique AQUI)

Dilma declarou que ainda há muito a ser feito no país. "Quero dizer que acredito que tem muita coisa para fazer no Brasil. Ainda falta muita coisa pra fazer no Brasil" apresentando suas metas para o que denominou de novo ciclo de mudanças e de desenvolvimento do país. (Clique AQUI)

Ela falou ainda sobre o desempenho do Brasil diante da crise internacional, e voltou a reforçar suas escolhas por preservar a política macroeconômicas sem desemprego e sem arrocho salarial, como ocorria no passado. (Clique AQUI)

HOMOFOBIA
Logo depois do debate, Dilma apresentou mais uma posição concreta, condenando a homofobia e defendendo sua criminalizarão. “Sou contra qualquer forma de violência contra pessoas. No caso específico da homofobia, acho que é uma ofensa ao Brasil. Então, fico triste de ver que temos grandes índices atingindo essa população. Acho que a gente tem que criminalizar a homofobia, que não é algo com o que a gente pode conviver”, afirmou Dilma. (Clique AQUI)
Veja abaixo alguns momentos de Dilma no debate:


"SEM APOIOS NÃO HÁ GOVERNO ESTÁVEL"

"PRÉ-SAL É PASSAPORTE PARA O FUTURO"

PARCERIA COM GOVERNOS ESTADUAIS



O assassino econômico (filme) - como a CIA opera para destruir a democracia e a independência pelo mundo

Gilson Caroni Filho: Jovens, vocês querem mesmo Marina? - Portal Vermelho


Gilson Caroni Filho: Jovens, vocês querem mesmo Marina? - Portal Vermelho
A simples leitura do programa de governo de Marina da Silva que, como todos sabem, foi escolhida pela "providência divina" e os acontecimentos recentes envolvendo as alterações no seu programa partidário permitem levar ao eleitorado jovem pontos fundamentais que revelam a natureza extremamente conservadora do eleitorado mais jovem.

Por Gilson Caroni Filho*, para o Vermelho
Comecemos pelas questões macroeconômicas:

1) Marina pretende dar autonomia para o BC. O que significa isso? Entregar o banco para o mercado financeiro. Não por acaso conta com o apoio de banqueiros em sua campanha.

2) No documento, consta que políticas fiscais e monetárias serão instrumentos de controle de inflação de curto prazo. Como podemos ler este ponto? Arrocho salarial e aumento nas taxas de desemprego.

3) O programa ainda menciona a diminuição de normas para o setor produtivo. Os mais açodados podem pensar em menos carga tributária e burocracia para as empresas. Não, trata-se de reduzir encargos trabalhistas com a supressão de direitos que facilitem as demissões. Há muito que a burguesia patrimonialista pede o fim da multa rescisória de 40% a ser paga a todo trabalhador demitido sem justa causa. O capital agradece.

4) Redução das prioridades de investimento da Petrobrás no pré-sal. O que significa? Abrir mão de uma decisão estratégica de obter investimentos para aplicar na Saúde e na Educação. Isso, meus amigos mais jovens, é música para hospitais privados, planos de saúde e conglomerados estrangeiros que atuam na educação. O que o grupo Galileo fez com a Gama Filho e Univercidade , aqui no Rio, é fichinha perto do que está por vir. Era com uma coisa desse tipo que vocês sonhavam quando foram às ruas em junho do ano passado?

5) Em vez do fortalecimento do Mercosul, o programa da candidata, que " quer fazer a nova política," prega o fortalecimento das relações bilaterais com os Estados Unidos e União Europeia.Vamos retroceder vinte anos e assistir a um aumento da desnacionalização da economia latino-americana. É isso que vocês querem?

6)Meus caros amigos, não sei se foi a providência divina quem derrubou o avião em que viajava Eduardo Campos. Mas o que a vice dele, uma candidata que está à direita de Aécio Neves, lhes oferece é o pão que o diabo amassou. Gosto da vida, gosto da juventude, mas, agora, cabe a vocês escolher o que desejam enfiar goela adentro. Não há mais ninguém inocente.

No campo dos costumes, cabem outras indagações. O Partido Socialista Brasileiro, que sempre teve uma agenda progressista, foi criado em 1947 .Ao ceder a pressões para lançar a candidatura de Marina da Silva, acabou. No lugar dele, surgiu um PSB capturado pelo "Rede" da candidata do Criador.

Pois bem, bastaram quatro tuitadas do Pastor Malafaia para o partido retirar de seu programa de governo o casamento civil igualitário. Se em quatro mensagens por twitter houve um retrocesso desse porte, imaginem em quatro anos de um eventual governo do consórcio Itaú-Assembléia de Deus. Descriminalização do aborto? Esqueçam. Descriminalização dos usuários de drogas? Nem pensar. No mínimo, procedimentos manicomiais para os dependentes. Pensem nos direitos conquistados pelas mulheres nos últimos anos sendo submetidos ao crivo de dogmas medievais. Nos homossexuais como anomalias apenas " toleradas", jamais como sujeitos de direitos.Sim, pois vislumbramos uma religião se transformando em política de Estado.

É isso que vocês querem para o país? É isso que vocês querem para suas vidas e a dos filhos que vierem a ter? Em caso afirmativo, chamem Torquemada e me avisem: não quero ver ninguém ardendo em fogueiras. Tudo é força, mas só Malafaia é poder. Não acredito que vocês desejem isso.

Melhor, não quero acreditar.

*Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista do Portal Vermelho.




Marina é a velhíssima política - Paulo Vinícius Silva


Candidata de quem?

Marina não era candidata do Eduardo Campos. Marina não era a candidata do PSB.  Virou candidata devido à morte de Eduardo Campos. Ou seja, se Eduardo Campos fosse vivo ela jamais seria candidata. E a pressão para que fosse a candidata do PSB, eu, você, todo mundo viu: o Partido da Imprensa Golpista, os especuladores que apostam contra a economia brasileira, os porta-vozes do ecoimperialismo, que querem o Brasil sem condições de defender o Pré-Sal, que defendem a internacionalização da Amazônia, que defendem a autonomia do Banco Central do Estado (e, portanto, defendem a sua dependência dos especuladores que ganham sem trabalhar, com os juros da taxa SELIC).

A nova política do Paleolítico
E a "nova política" de Marina não tem fidelidade a partido nenhum. Ela mesma não está no quarto projeto partidário? Isso já existe há muito, né?

A "nova política" não tem lado: nem de esquerda, nem de direita. Não existe esse negócio de elite, o Chico Mendes e um herdeiro de um banco são ambos da elite - mas só o Chico Mendes foi assassinado, né? Mesmo sua identidade ambientalista foi abandonada, com acenos despudorados ao agronegócio - e não me refiro aos pequenos produtores, ou à agricultura brasileira que ganha pela inovação. Não, não. Beto Albuquerque é um consistente defensor - não muda de lado a qualquer minuto ou proposta - da liberação dos transgênicos, inclusive da Monsanto. Quem muda de lado, de partido, de posição, com facilidade, é Marina.


Marina é um passo atrás no Estado laico e um salto no colo do neoliberalismo.  Num infame episódio, ela mudou seu programa de governo por tweets ameaçadores do Pastor Malafaia, dando um passo atrás no reconhecimento do direito de quaisquer pessoas se unirem perante a lei e a sociedade e levarem a sua vida familiar, com acesso à construção de um patrimônio comum, plano de saúde, à própria família. Isso mostra que Marina não é tão escrupulosa em mudar de lado, mesmo quando isso afeta de modo tão doloroso a vida das pessoas. Ela se acovarda e as deixa expostas às pressões religiosas ilegítimas porque justificam a homofobia, as agressões, a humilhação, o status de cidadãos e cidadãs de segunda categoria. Ela levou um pito do Pastor, e mudou de lado, rapidinho. Se há um campo em que é preciso defender menos interferência do Estado e das religiões é esse. O que vem depois? Cura gay? Criacionismo nas escolas? Isso é a nova política?


A "nova política" contra o Desenvolvimento é caquética


Curioso quem defende o Estado a interferir na esfera mais íntima para excluir direitos, e depois  defende que um Banco por definição do Estado - o Banco Central - seja "independente". De quem, para que?

A principal "herança" de FHC e a principal coluna do "Plano Real" é a que vincula os juros da taxa SELIC ao pagamento da dívida pública - os títulos do tesouro são ligados a essa referência, assim como diversas aplicações financeiras. Ao mesmo tempo, a SELIC é a principal referência do crédito. Por que isso não mudou? Ora, porque existe imensa pressão para que essa forma de controlar a inflação continue, pois é graças a ela que mais de 40% do orçamento da União vai para os especuladores. Funciona assim: diante de qualquer risco ou propaganda de crescimento da inflação, aumenta-se a taxa SELIC. Aí a economia cresce menos, o crédito e o consumo ficam mais caros, e os especuladores ficam mais ricos. E como o consumo e o crescimento da economia diminui, a inflação também não cresce.

Você paga juros de cheque especial, de cartão de crédito, de financiamento de carro, de financiamento de casa, de compra de eletrodoméstico? Pois é. No mundo da independência do Banco Central, ao contrário da ação do Governo para BAIXAR os juros, teríamos somente as pressões dos "independentes" e dos "técnicos". Mas, quem são eles? Consultores dos grandes especuladores, bancos e instituições que são os principais beneficiários quando há ALTA dos juros. Marina defende a autonomia do Banco Central do Estado, mas na prática, aonde isso se aplica, é apenas o slogan da DEPENDÊNCIA do Banco Central dos grandes especuladores, como é o caso do Federal Reserve, o BC dos Estados Unidos. Essa proposta de BC independente tem pai e mãe, o PSDB, o DEM, o FHC. Foi o povo que nunca deixou que ela passasse. Em síntese: mais Estado na sua cama e vida pessoal, menos estado para impedir os especuladores de definirem quanto o povo paga em juros? Quer dizer que isso é nova política?

Para completar, o Programa de governo é coordenado pela herdeira do Itaú e na sua ekipekonômica vemos gente com as mesmas ideias da turma de FHC, que derrotamos.São essas ideias, caquéticas, que querem voltar. O neoliberalismo está desmoralizado no mundo afora, e eles querem implantar essa antiga  agenda que nos levaria à crise e ao desemprego, de mais juros e recessão. Eles atacam a Petrobrás e propõem medidas que prejudicarão o atual papel do BNDES, da Caixa, do BNB e do Banco do Brasil, as grandes ferramentas que impulsionam a economia brasileira para o futuro.

Finalmente cai a máscara que ocultava uma neoliberal encubada, que faz qualquer acordo por um projeto de poder, mesmo que ele seja o de colocar o Brasil à venda. Essa é a mais velha das políticas. Precisamos de um governo nacionalista, preparado para defender a Amazônia e o Pré-Sal da ganância estrangeira! Não podemos aceitar um passo atrás no desenvolvimento, infuenciada pelas ongs ambientalistas estrangeiras que servem à "internacionalização da Amazônia". Uma agenda que diz que o Pré-Sal não é tão importante assim, depois que a Dilma e os movimentos sociais conquistaram que 75% dos royalties do Pré-Sal e irão para a Educação e 25% irão para a saúde.

Vamos outra vez deixar os entreguistas terem nas mãos o futuro das riquezas do Brasil?

Na prática, a "nova política" de Marina será uma tragédia econômica para a juventude, que é a principal interessada no crescimento da economia com distribuição de renda e novas oportunidades. Se Dilma oferece PROUNI, REUNI, 8 milhões de vagas de cursos técnicos, Ciências Sem Fronteiras e e novas universidades e IFETs, a agenda de Marina em economia será de maiores juros, crescimento negativo e crise.

Dilma é a Presidenta, ela tem muitas responsabilidades, e muitos limites para o que deseja fazer, e também erra, ela é humana, não é uma líder messiânica, uma salvadora da pátria, nem candidata a santa. Mas Dilma Rousseff tem o mais importante numa Presidenta, ela tem lado, e o lado certo. Dilminha está do lado dos mais fracos, dos mais pobres, de quem mais precisa. Durante seu governo a fome ficou longe das casas mais humildes, e a agricultura familiar se fortaleceu. O povo mais pobre teve chances que nossos avós não tiveram, estudar, até no exterior. Dilma foi uma voz de coragem no mundo, não baixou a cabeça pros EUA. Ao contrário, fez a Copa das Copas, renovou nossos estádios, estradas, ferrovias e portos, gerou mais de 5 milhões de empregos, manteve a inflação controlada, aumentou o salário mínimo acima da inflação. Aprovou a lei que as centrais sindicais pediram, que garante que o salário mínimo cresce mais que a inflação, razão porque o salário mínimo pulou de 50 dólares aproximadamente em 2002 para mais de 350 dólares nesse ano. No governo de Dilma, o Banco do Brasil, a Caixa, o BNDES e a Petrobrás cresceram e se fortaleceram, tornando-se peças fundamentais do desenvolvimento do Brasil. Dilma Rousseff deu imenso protagonismo às mulheres, na política, nos programas sociais, no governo. Dilma além disso fez imensas obras de infraestrutura, complicadas e importantes, como a Transposição do Rio São Francisco, as Hidrelétricas e mesmo a exploração do Pré-Sal, obras que prepararão o Brasil para um novo tempo de desenvolvimento, democracia e justiça.

A nova política não chegará com os os velhos senhores. Sem enfrentar a imprensa golpista, o sistema financeiro parasita, as oligarquias políticas filhas do poder econômico, não tem nova política. Quem tem a coragem de mudar? Dilma tem essa coragem. Dilma tem lado. Não é à toa que ela não sorri, quando se vê cercada por hienas. Aquela cara da Dilma, na bancada do Jornal Nacional, diante dos xingamentos no Maracanã, diante dos juízes militares na Ditadura, é a cara certa. É a cara "verás que um filho teu não foge à luta". Dilminha sorri mesmo é quando está com o povo. Mas quando as mentiras são repetidas milhões de vezes até parecerem verdades, nessa hora não dá para sorrir. É a hora de o Brasil inteiro denunciar o golpe midiático em curso para restaurar o neoliberalismo no Brasil, para barrar a nossa independência, para barrar a democratização da comunicação, um golpe para manter os especuladores dando as cartas da economia, para dar mais poder para os fundamentalistas religiosos e para setores estrangeiros que querem dominar o Brasil.

Dilma sorri com o Brasil

Dilma Roussef é a única candidata em defesa do Brasil, da democracia, do avanço social, do combate às desigualdades, de uma Reforma Política que diminua os interesses de banqueiros e empresários sobre as eleições. Essas são as verdadeiras bandeiras da Nova Política, pois é com Dilma que estão as verdadeiras mudanças para o Brasil!


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