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domingo, 10 de março de 2013

Renato Rabelo no funeral de Chávez: Nunca vi nada parecido antes - Portal Vermelho

Renato Rabelo no funeral de Chávez: Nunca vi nada parecido antes - Portal Vermelho

“O que está ocorrendo na Venezuela é impressionante e demonstra o que representou Hugo Chávez para Venezuela e para o mundo”, declarou Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB, em entrevista à TV Vermelho. O dirigente comunista compôs a comitiva de brasileiros que acompanhou a presidenta Dilma Rousseff nas cerimônias de homenagem a Chávez. Ao falar sobre o que viu em Caracas, ele se emociona.

Renato Rabelo narra o que presenciou na Venezuela e frisa que a mobilização popular é algo nunca visto antes na América Latina.

Saiba mais:
Vermelho presta sua homenagem ao comandante Hugo Chávez

sábado, 9 de março de 2013

Chávez: Los que mueren por la vida no pueden llamarse muertos - Paulo Vinícius Silva


"Los que mueren por la vida no pueden llamarse muertos"
Ali Primera

Paro às vezes e vem essa constatação dolorida, esse vazio, o Chávez morreu...

Não tenho ainda escrito sobre isso, por pura falta de tempo e a certeza de que é preciso refletir. Mas essa tristeza me dá quando sinto que aquela luz, sim, aquela luz que se refletia tão fortemente em todos e todas que partilhamos das mesmas certezas, aquela luz se apagou.

Mas aí, o choro, o punho erguido, a palavra Revolução, dita em tantas bocas, de tantos lugares no mundo, mas sobretudo na Venezuela, aos milhões, animam-me. Dizia o João Amazonas, em pleno domínio neoliberal, que eram tempos de trevas ainda, mas que o século XXI seria um tempo de trevas e luz. Primeiro treva, muita treva, e um ou outro ponto de luz, como era o caso de Cuba.

E ele dizia que a luta do povo, o socialismo, por ser uma necessidade objetiva da vida, ia retomar seu lugar no novo século, com outras luzes, inicialmente uma aqui - Chávez - outra acolá. E fomos vendo, nas ruas, nos governos, as luzes lutando para assombrar tanta treva. E chegamos aqui. E é uma dor lancinante essa de ver o apagar de uma luz tão bonita, e importante para nós.

O próprio fato de nós, brasileiros, sentirmos a perda de um presidente da Venezuela, já é em si um sinal de que a mudança caminha e fortemente. Quando isso chegaria até nós, no passado, com a política do colonialismo e do imperialismo a nos separar de nossos irmãos latino-americanos?! Chávez nos deu isso, e com carinho e coragem, pranteamo-lo. Mas, apenas por ahora, como ele diria. Porque ele também chorava, ria, cantava, dançava, sofria, ele era uma pessoa como nós, e que agigantou-se pela tarefa histórica que não recusou, e que aceitou até o último segundo em vida, e além.

Chávez é bandeira. Mesmo a vela tímida e bruxuleante tem o poder de acender  inúmeras outras.

Observemos, portanto, admirados, quanta luz  das lágrimas de homens e mulheres, nos cerros, nos locais de trabalho e estudo, na Venezuela e alhures, lágrimas de compromisso com o sonho de Bolívar, de Martí, de tantos próceres, sonho a que Chávez deu espinha, estrutura, coração, razão, porque ele mesmo foi instrumento de um povo que lutava atomizado e nele reconheceu sua dignidade e potencialidades. Há que ver essas luzes todas, e enfim sorrir, porque a vida é isso mesmo, né? Curtinha. Em especial para as pessoas boas, que fazem falta porque fazem o mundo avançar. E as coisas ruins acontecem às pessoas boas.

Mas às vezes, em meio à finitude desesperante dessa nossa passagem por aqui, é possível fazer muito mais,e ele fez, cravando-se com sorriso, coragem, ternura e razão nos corações e mentes de milhões. Que vida admirável, que bom termos tido essa chance, que exemplo para o que ainda podemos fazer de nós mesmos por aqui! Brilha, brilha ainda a luz do Comandante Chávez. E é para o combate que somos chamados. Ele, afinal, mostrou: dá para fazer. A História está aí, aberta para a coragem, o sonho, a utopia, o socialismo do século XXI, possível, parecido com a gente, difícil, cheio de problemas, mas cheio também de possibilidades novas, criadoras, lindas, em especial nesse momento em que a humanidade precisa tanto de sonhos e utopias. Não é pouco para a vida de uma pessoas. Alvíssaras! E obrigado, Chávez, amigo querido. Obrigado povo venezuelano, que nos deu Simón Bolívar e ajudou a quebrar as cadeias do colonialismo, e agora pariu Chávez, na hora em que mais a humanidade precisava. O resto é com os povos, porque a Revolução é tarefa de milhões. E há milhões nas ruas da Venezuela dispostos a fazê-la, defendê-la, que lindo!

Portanto, digamos e cantemos, como Ali Primera, tão cantado por Chávez e pela Revolução Bolivariana:

"Los que mueren por la vida no pueden llamarse muertos"



 F#
  Los que mueren por la vida no pueden llamarse muertos
 F#
  y a partir de este momento es prohibido llorarlos

F# B
  Que se callen los redobles en todos campanarios
 B
  vamos pu' pa'l carajo que para amanecer
                                 C#7         F#
  no hacen falta gallinas sino cantar de gallos


 B                    F#
  Ellos no serán bandera
           C#7           F#
  para abrazarnos con ella
 B                    F#
  y el que no la pueda alzar
         C#7         F#
  que abandone la pelea
 B                    F#
  no es tiempo de recular
          C#7          F#
  ni de vivir de leyendas


   F#
   Canta, canta compañero
           C#7         F#
   que tu voz sea disparo

   que con las manos del pueblo
              C#7       F#
   no habrá canto desarmado
   F#
   Canta, canta compañero
           C#7         F#
   canta, canta compañero

   canta, canta compañero
           C#7         F#
   que no calle tu canción

   Si te falta bastimento
           C#7     F#
   tienes ese corazón
  B                      F#
   que tiene latir de bongo
  B                     F#
   color de vino ancestral

   Viene tu cuenca de lucha
               C#7         F#
   cabalgando un viento austral

   Canta, canta compañero
          C#7         F#    F#
   Canta, canta compañero


 F#
   Canta, canta compañero
           C#7         F#
   que tu voz sea disparo

   que con las manos del pueblo
              C#7       F#7
   no habrá canto desarmado
   F#
   Canta, canta compañero
           C#7         F#
   canta, canta compañero

   canta, canta compañero
           C#7         F#
   que no calle tu canción

   Si te falta bastimento
           C#7     F#
   tienes ese corazón
  B                      F#
   que tiene latir de bongo
  B                     F#
   color de vino ancestral

   Viene tu cuenca de lucha
               C#7         F#
   cabalgando un viento austral

   Canta, canta compañero
          C#7         F#
   Canta, canta compañero

   los que mueren por la vida
         C#7         F#
   no pueden llamarse muertos

   Canta, canta compañero
           C#7         F#  F#
   canta, canta compañero

  F#
   Canta, canta compañero
          C#7         F#
   que no calle tu canción

   Si te falta bastimento
          C#7         F#
   tienes ese corazón

   Canta, canta compañero
           C#7         F#
   canta,  canta compañero



SINDIJUS: Na Venezuela, até o STF é eleito pelo povo!


Enquanto, no Brasil, sindicatos e movimentos sociais continuam lutando pela democratização do Judiciário, que insistem em manter a indicação dos ministros dos tribunais superiores mediante o apontamento do dedo político, na “ditadura da Venezuela”, os ministros do STF são eleitos pelo voto do povo.

Será que a Venezuela é uma “ditadura antidemocrática”, como anda propagando a mídia burguesa em todo o mundo – em especial a do Brasil – ou será que os setores conservadores, que mantém a hegemonia dos seus interesses na comunidade internacional, estão incomodados e distorcem o conceito de ditadura para desqualificar o poder que está nas mãos do povo venezuelano?

Enquanto isso, no Brasil, a classe trabalhadora precisa correr atrás do prejuízo de 513 anos de coronelismo nas cúpulas da justiça e democratizar o Judiciário, o único Poder que não tem nenhum controle da população e que se encontra anos luz atrás do venezuelano.

Síria agradece aos BRICS por impedir ataque do ocidente



NEW DELHI: Alta funcionária do regime sírio agradeceu aos países do grupo BRICS, na 6ª-feira, pelo apoio que, segundo ela, impediu a intervenção militar ocidental e a destruição do país.

Bouthaina Shaaban, conselheira do Gabinete de governo do presidente Bashar al-Assad, disse a jornalistas em New Delhi que Damasco é muito grata ao Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul.

“Graças a Deus há Rússia, China, Índia e Brasil, nos BRICS, que, pelo menos, têm conseguido introduzir racionalidade no que acontece hoje na comunidade internacional. Sem esses países, a Síria já teria tido o destino que teve a Líbia” – disse ela.

Shabaan, que se reuniu com o ministro de Relações Exteriores da Índia Salman Khurshid, está viajando pelas capitais dos países do bloco BRICS, organizando o apoio ao governo do presidente Bashar al-Assad da Síria.

“A Síria é extremamente grata à posição equilibrada dos países BRICS, e pelo apoio que tem dado ao povo e ao governo da Síria, mas parece-me que poderiam assumir posição mais proativa, na luta para encontrar uma solução para a crise na Síria,” disse ela.

“Parece-nos necessário que esses grandes países falassem mais na direção de por fim à violência e à agressão em curso contra os sírios e a Síria. Por muito que já tenham feito, os países BRICS, creio, podem fazer ainda mais.”

Rússia e China — países que são membros permanentes e votam no Conselho de Segurança da ONU – têm-se oposto muito eloquentemente contra o uso da dorça e qualquer intervenção externa para superar a crise na Síria, o que tem frustrado os EUA e seus aliados.

Moscou absolutamente não aprova a decisão de Washington de fornecer armas e apoio logístico às gangues armadas da oposição ao regime sírio, e continua a resistir aos norte-americanos, que querem ‘mudança de regime’ antes de que se iniciem conversações entre o governo e a oposição política.

A enviada do governo sírio ao ocidente atacou firmemente também os movimentos ‘diplomáticos’ e de propaganda ocidental que visam a forçar a derrubada do presidente Assad. Disse que “esses países que querem ‘mudança de regime’ à força, na Síria, são os mesmos que querem a destruição da Síria”.

sexta-feira, 8 de março de 2013

61º CONEG REUNIRÁ MAIS DE 500 LIDERANÇAS ESTUDANTIS EM SP | UNE - União Nacional dos Estudantes

61º CONEG REUNIRÁ MAIS DE 500 LIDERANÇAS ESTUDANTIS EM SP | UNE - União Nacional dos Estudantes

Mais de 500 DCEs, federações e executivas participam do fórum em São Paulo
O movimento estudantil brasileiro realiza nos próximos dias 8, 9 e 10 de março, em São Paulo, na Universidade Paulista (UNIP) – Campus Paraíso – um dos seus principais fóruns de discussão: o 61º Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG). O encontro vai reunir as principais lideranças de Diretórios Centrais e Uniões Estaduais de Estudantes, além de Executivas e Federações de cursos.
Nesta edição, o CONEG tem três grandes destaques: o diálogo com as entidades que participam da Jornada de Lutas da Juventude Brasileira, o 2º Seminário de Assistência Estudantil e a convocação para o 53º Congresso da UNE.
Além disso, convidados e participantes debaterão as prioridades dos estudantes brasileiros e iniciam as discussões sobre os assuntos que vão nortear a Jornada de Lutas de 2013 como a democratização dos meios de comunicação, a Reforma Agrária e o combate à violência contra a juventude negra.
“Vamos receber as principais e mais qualificadas lideranças e a nossa expectativa é muito grande para renovar as nossas bandeiras e para que os DCEs troquem experiências e possam retornar aos seus estados conectados com as lutas do movimento estudantil”, destacou Renan Alencar, diretor da UNE.
A programação terá início nesta sexta-feira (8/3) a partir da 14h e se estende ao longo de todo o fim de semana. No domingo, haverá um ato político e a plenária final. Qualquer estudante pode participar. Saiba como aqui.

PROGRAMAÇÃO
8 a 10 de março – São Paulo
Universidade Paulista – UNIP – Campus Paraíso (Rua Vergueiro, 1211)
Sexta-feira – 8 de Março
14h – 2º Seminário de Assistência Estudantil da UNE

Local: Salas do 8º andar da Unip
Mesa 1: Os desafios do Plano Nacional de Assistência Estudantil
Mesa 2: O desafio da implementação das cotas nas universidades federais
Mesa 3: Assistência Estudantil nas Instituições de Ensino Superior Privadas
18h – Intervalo
19h – Abertura oficial do 61º CONEG da UNE: “Políticas de assistência estudantil para estudantes mulheres”
Local: Auditório

Sábado – 9 de Março

9h – Grupos de discussão
Local: Salas do 1º e 2º andar da Unip
1. Movimento estudantil
2. Conjuntura política
3. Educação: universidades federais
4. Educação: universidades estaduais e municipais
5. Educação: universidades privadas
12h – Intervalo para almoço
14h – Debates
Local: Local: Salas do 1º e 2º andar da UNIP
Mesa 1: Os desafios do financiamento: 10% do PIB, 50% do Fundo Social do Pré-sal e 100% dos royalties do petróleo para educação
Mesa 2: A desnacionalização da universidade privada brasileira
Mesa 3: A democratização dos meios de comunicação
Mesa 4: A atualidade da luta pela Reforma Agrária no Brasil
Mesa 5: Trabalho Decente para Juventude
Mesa 6: Uma Reforma Política democrática para o Brasil
Mesa 7: Combate ao extermínio e violência da juventude negra
Domingo – 10 de Março
9h – Ato político: “Juventude na luta por um novo Brasil”
Local: Auditório
10h – Plenária Final
Local: Auditório
Cristiane Tada

Soldados israelenses atacam mesquita Al-Aqsa durante orações - Portal Vermelho

Soldados israelenses atacam mesquita Al-Aqsa durante orações - Portal Vermelho

Mais de 75 palestinos foram vítimas de um ataque israelense à Mesquita Al-Aqsa (em Jerusalém), durante as orações desta sexta-feira (8); uma das pessoas ficou gravemente ferida. Soldados israelenses dispararam também contra palestinos no norte da Faixa de Gaza.
Paramédicos informaram que mais de 75 palestinos que rezavam em Al-Aqsa, nas orações de sexta-feira (que são geralmente as mais atendidas das orações semanais nas mesquitas), após confrontos iniciados pela invasão de soldados à mesquita durante o tempo das orações.

Um senhor de idade, Abu-Kamel, que é um dos guardas na Mesquita de Al-Aqsa, junto com outros 14 palestinos que estavam rezando foram feridos por golpes dos soldados israelenses. Mohamed al-Gharableh, chefe da Associação Palestina de Paramédicos, disse que os soldados mantiveram os feridos barrados dentro da Mesquita por um longo tempo. Ele também disse que os soldados começaram a lançar gás lacrimogênio antes do final das orações.

Alguns palestinos estavam preparados para iniciar uma manifestação depois das orações em protesto contra ataques israelenses a estudantes da Sharia (lei islâmica) dentro da Mesquita, na semana passada. Milhares saíram às ruas em diversas cidades da Cisjordânia em manifestações.

Os protestos começaram depois do funeral de um jovem palestino, Hassan Asfour, que morreu nesta quinta-feira (7) dos ferimentos que sofreu durante os protestos da semana passada, contra os abusos e opressões israelenses a prisioneiros palestinos.

Entretanto, testemunhas disseram que tanques israelenses dispararam contra um jovem palestino, que ainda não foi identificado, e que foi atingido no peito. O porta-voz no ministro da Saúde em Gaza, Ashraf al-Qedra, confirmou a notícia.

Com Middle East Monitor
Da Redação do Vermelho

Viva o Dia Internacional da Mulher!




 
 




quarta-feira, 6 de março de 2013

Vídeos: Chávez, porque temos te amado tanto - I



Enviado em 11/09/2008 (You Tube ContraBalboa)
El Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez, anunció este jueves la expulsión del país del embajador de los Estados Unidos en Venezuela, Patrick Duddy, dándole un plazo de 72 horas para que salga de Venezuela.


Hugo Chavez no Roda Viva - 15/03/2005


Presidente Chávez responde ao PIG brasileiro sobre o PIG Basileiro no Roda Viva

Enviado em 08/10/2011 You Tube posorio100·
Rodbexa rapea con el Comandante Chávez



You Tube MultimedioVTV·
Niño sorprende al presidente Chávez por su madurez en el Teatro



You Tube OcupaTV 01/10/2012
Hugo Chávez: "donos da Globo são filhotes do Império"

terça-feira, 5 de março de 2013

Há 60 anos, morreu Stálin, líder da União Soviética - Especial

Há 60 anos, morreu Stálin, líder da União Soviética - Portal Vermelho

Há exatos 60 anos, no dia 5 de março de 1953 morreu em Moscou o dirigente da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e do Partido Comunista da União Soviética. O país e os comunistas de todo o mundo sentiram então o profundo golpe. Desaparecia aquele que durante três décadas comandou a construção do socialismo no país em meio a graves contradições e conflitos.


Jossif Vissarionóvitch Djugashvili, o Stálin (Homem de Aço) nasceu em 21 de dezembro de 1879 em Gori, província de Tblissi, Geórgia, região da Transcaucásia. Era filho de um sapateiro e uma camponesa.

Como seminarista em Tblissi, Stálin conheceu a literatura marxista e filiou-se ao Partido Operário Social Democrata da Rússia no ano de sua fundação, em 1898.

A partir de então dedicou-se à atividade revolucionária, editando publicações clandestinas, redigindo textos e artigos e fazendo a propaganda do marxismo entre os operários.

Participou ativamente da luta operária a partir de 1905. No ano de 1912, na Conferência de Praga (antiga Tchecoslováquia), os bolcheviques decidem organizar-se em partido independente, afastando completamente os mencheviques e adotando o nome Partido Operário Social Democrata Russo (bolchevique).

Na época, Stálin estava na prisão, de onde fugiu pouco depois, participando com Lênin da criação do jornal Pravda (A Verdade). Indicado para dirigir o grupo bolchevique na Duma (parlamento russo), foi detido mais uma vez e enviado para a Sibéria, de onde só sairia com a revolução democrática de fevereiro de 1917, que pôs fim ao regime monárquico czarista.

A jornada de luta dos operários, que acontecia desde o início do ano de 1917, se amplia e obtém a adesão de um grande número de soldados sublevados em razão das precárias condições criadas pela Primeira Guerra Mundial.

Durante o período anterior à Revolução de Outubro, Stálin participou dos preparativos para a insurreição e integrou o grupo que conduziu o Comitê Militar Revolucionário. O levante começou no dia 23 de outubro (6 de novembro no calendário usado atualmente), à noite. No dia seguinte, rapidamente, as tropas revolucionárias tomaram os principais pontos de Petrogrado e o Palácio de Inverno, onde se tinha refugiado o governo provisório.

Quando o 2º Congresso dos Sovietes se instalou naquele mesmo dia, proclamou: “… apoiando-se na vontade da imensa maioria dos operários, soldados e camponeses e na insurreição triunfante levada a cabo pelos operários e a guarnição de Petrogrado, o Congresso toma em suas mãos o poder”.

Após a revolução, Stálin atua na condução do Partido e dos negócios do Estado. Durante a guerra civil desencadeada pela burguesia, destacou-se como estrategista militar.

Em 1936, o 18º Congresso dos Sovietes aprova uma nova Constituição da URSS, a Constituição do socialismo, garantindo não apenas liberdades formais como as constituições burguesas, mas amplíssimos direitos e liberdades aos trabalhadores, material e economicamente, assegurados por todo o sistema da economia socialista que não conhece as crises, a anarquia nem o desemprego.

Enquanto os soviéticos comemoravam êxitos, os países capitalistas viviam profunda crise e Hitler já ocupava as nações vizinhas da Alemanha. Em relação à política externa, o Soviete Supremo orienta o país a continuar aplicando a política de paz e de fortalecimento das relações com todos os países, não permitindo que a URSS fosse arrastada a conflitos por provocadores, política amplamente defendida por Stálin na época.

Em 1941, após campanhas militares vitoriosas na Europa Ocidental e Central, a Alemanha de Hitler invade o território da URSS. A guerra contra a União Soviética durará cerca de 4 anos e meio e trará danos terríveis para o país. Mesmo assim, liderado por Stálin, o Exército Vermelho e o povo soviético rechaçam heroicamente a agressão nazista. Os invasores foram expulsos no fim de 1944 e completamente derrotados em maio de 1945. Uma epopeia que salvou não somente a URSS, mas toda a humanidade.

Stálin dedicou-se também ao trabalho teórico e ideológico, sistematizando e difundindo os princípios do marxismo-leninismo.

Sob sua direção, o socialismo se estabeleceu e a URSS conquistou imensos êxitos. Também cometeu graves erros, que estão entre os fatores que levaram à degenerescência do socialismo e à sua posterior derrota.

Da Redação do Portal Vermelho


Leia, assista e conheça mais!

-Con Motivo del 24º Aniversario de La Gran Revolución Socialista de Octubre de 1917 y en los comienzos de La Gran Guerra Patria Contra El Fascismo. (Youtube - gadjose)


Discurso de Stalin no final da 2ª Guerra Mundial (You Tube - redehistorica)


Último discurso de Stálin - Legendado em português (Youtube - PanEslavoBrasil)


Coletivizando: Revolução Russa de 1917 - textos de combate

Coletivizando: Marx, Cristóvão Colombo e a revolução de Outubro

Coletivizando: História e seus afins...: Stálin. "Quando a verdade se impõe"

Coletivizando: O que há no tal nome da tal cidade, “Stalingrado”?

Coletivizando: Moscou revive parada lendária de 1941 -

Coletivizando: O trotskismo, corrente política contra-revolucionária


Marxists.org - Trotskismo ou Leninismo? - Stálin



João Amazonas, a última entrevista - TV Câmara - Programa Memória Política (Youtube - pvss65)

PCdoB, com Aldo Rebelo, apresentou primeira proposta do fim de 14º e 15º salários - Portal Vermelho

PCdoB apresentou primeira proposta do fim de 14º e 15º salários - Portal Vermelho

Os deputados aprovaram, nesta quarta-feira (27), o projeto aprovado no Senado no ano passado, acabando com o 14º e 15º salários dos parlamentares. A líder do PCdoB, deputada Manuel D´Ávila (RS) foi uma das primeiras a se manifestar a favor da aprovação da matéria, dizendo que a primeira iniciativa para acabar com os benefícios foi feito pelo Partido Comunista do Brasil, em 2006, quando presidiu a Câmara com o hoje ministro do Esporte, Aldo Rebelo.
“O primeiro projeto que versa sobre o fim do 14º e do 15º salários é de iniciativa de um Presidente da Câmara dos Deputados, do deputado Aldo Rebelo”, disse Manuela, explicando que o projeto a ser examinado é o que foi aprovado no Senado para dar mais celeridade ao processo”.

“Nós deputados e deputadas do PCdoB votaremos a favor do fim do 14º e do 15º salários, porque já há sete anos acreditamos que esse é um benefício que nos diferencia dos trabalhadores brasileiros e que, como trabalhadores que somos, não merecemos nenhum direito a mais”, disse a líder.

Da Redação em Brasília
Márcia Xavier

sexta-feira, 1 de março de 2013

Um presente para o papa - Sobre Darcy, UnB, Jango, o PC e o Vaticano - Por Flávio Tavares




A coroação de Paulo VI [1963] havia tido, ainda, todo o fausto da opulência do poder medieval da Igreja... finda a cerimônia, o Papa recebeu, em audiência privada, a cada um dos chefes de Estado e deles recebeu presentes.

Jango ofertou-lhe uma caixa-estojo para as jóias vaticanas, esculpida em madeira nobre da Amazônia, austera e bela, sem dúvida o mais original dos presentes dados ao Papa.

O agnóstico Darcy Ribeiro teve a idéia e desenhou a caixa-estojo, executada na marcenaria da Universidade de Brasília pelas mãos hábeis do "seu" Manuel, "o gordo" Manuel Oliveira, que ele havia trazido de Minas Gerais. Em poucos dias, com a sua equipe de artesãos, o chefe da marcenaria concluiu tudo e o superego de Darcy cresceu ao ver aquela beleza.

Na biblioteca do Vaticano, ao recebê-la das mãos do Presidente do Brasil, o asceta Paulo VI olhou-a fascinado e pousou a mão direita sobre a tampa, como para tocar a maior selva do Planeta, transformada pela mão humana em caixa de jóias do Papa.

- Imploro a Deus para que continue a inspirar o autor desta obra de arte magnificamente bela! - disse o Papa, ao reter o olhar em cada detalhe, fazendo no ar o sinal-da-cruz sobre a caixa, como bênção.

No ano seguinte, Jango Goulart e Darcy Ribeiro já haviam partido para o exílio e eu estava ainda em atividade como professor da Universidade de Brasília, nos primeiros tempos da ditadura militar, quando "seu" Manuel contou-me "o segredo" da caixa de jóias de Paulo VI.

O chefe da marcenaria da UNB tinha orgulho do seu trabalho: durante três dias, quase sem dormir, havia serrado e esculpido um toro de pau-ferro, madeira dura das mais duras, resistente e insensível a cinzel e formão, para conseguir a forma e os traços. Os aprendizes lixaram, o Darcy trouxe o veludo vermelho-roxo do forro, as costureiras coseram as pregas. Antes de prender o forro com tachas de ouro, porém, “seu" Manuel teve a idéia de escrever "uma coisa" debaixo do pano almofadado, no fundo da caixa, uma espécie de marca.

- Ai eu me lembrei que, daqui a 150 ou 200 anos, as traças vão roer o forro de veludo e da caixa só vai restar a madeira, pois o pau-ferro é duro como aço, e o Papa e os cardeais vão ler tudo, lá no futuro. Fiz, então, um desenho com uma frase e gravei a fogo no fundo da caixa, num traço fino, parelho e nítido. Toda a equipe gostou e combinamos que era um segredo - disse.

Fez uma pausa e continuou:

- E fiquei imaginando a correria lá no Vaticano, daqui a uns séculos, com Papa, cardeal, padre, freira e até a Guarda Suíça espantados - explicou "seu" Manuel.

Perguntei, por perguntar, qual era o desenho e qual a escrita.

- A fogo, fiz bem bonita a foice e o martelo e escrevi "Viva o Partido Comunista", logo embaixo! - respondeu.


Em "O Dia em que Getúlio Matou Allende e outras novelas do poder", de Flávio Tavares.





Dica de Attila Vasconcelos

Povo venezuelano aprova Chávez e votaria em Maduro à sucessão - Portal Vermelho

Povo venezuelano aprova Chávez e votaria em Maduro à sucessão - Portal Vermelho

Se novas eleições presidenciais fossem convocadas na Venezuela, o vice-presidente do país, Nicolás Maduro, indicado por Hugo Chávez como seu sucessor, obteria 50% dos votos, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (26). 


Agência Efe
Vice-presidente venezuelano Nicolás Maduro  Vice-presidente venezuelano Nicolás Maduro venceria eleições hipotéticas para sucessão de Hugo Chávez
Segundo o estudo, o governador de Miranda, Henrique Capriles, derrotado pelo presidente venezuelano nas últimas eleições, realizadas em outubro do ano passado, seria a opção de 36% dos eleitores venezuelanos. Em um eventual pleito, porém, não há certeza de que Capriles seja novamente o candidato da coalizão opositora MUD (Mesa da Unidade Democrática).

Realizada entre os dias 16 e 23 de fevereiro pelo instituto de pesquisa Hinterlaces, a sondagem aponta ainda que 52% dos venezuelanos consideram que o mais conveniente para o país é que o próximo presidente seja chavista, no caso de que o Hugo Chávez não possa continuar exercendo suas funções.

O presidente venezuelano regressou à Venezuela na semana passada, após mais de dois meses de tratamento contra um câncer em Havana, capital cubana. Atualmente internado no Hospital Militar Dr. Carlos Arvelo, em Caracas, o mandatário se reuniu com ministros e “esteve muito enérgico, com muito ânimo, força e vitalidade”, segundo Maduro.

Ainda de acordo com o estudo divulgado pela Hinterlaces, 65% dos venezuelanos qualificam a gestão de Chávez como positiva. Já os índices relacionados ao desempenho do vice-presidente mostram uma brecha menor, mas ainda expressiva, quando comparados aos do mandatário: 57% veem como positivo, contra 38% que o avaliam de “regular a ruim” e “ruim a muito ruim”.

O trabalho da oposição é visto negativamente por 56% dos venezuelanos, enquanto é visto como positivo para 29% dos entrevistados. Segundo Óscar Schemel, presidente da Hinterlaces, o estudo abrangeu de 900 a 1200 entrevistas, com pessoas em todo o país, e permite uma margem de erro de três pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Fonte: Opera Mundi

Farc propõem saída política para conflito armado na Colômbia  - Portal Vermelho

Farc propõem saída política para conflito armado na Colômbia  - Portal Vermelho

“As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia-Exército do Povo (Farc-EP) persistirão na necessidade de uma saída política dialogada ao conflito social e armado na Colômbia”, afirmou nesta quinta-feira (28) um integrante da delegação guerrilheira nas conversas.


Ricardo Téllez Ricardo Téllez, um dos participantes nos diálogos de paz com o governo colombiano
“Este processo deve ser cuidado pelos estudantes, camponeses, operários, donas de casas e todos os setores interessados em construir a paz”, destacou Ricardo Téllez, um dos participantes nos diálogos de paz com o governo colombiano.

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"Nós estamos propondo um cessar-fogo bilateral com observadores internacionais, estamos abertos e com vontade de aprofundar nesse tema", remarcou Téllez.

Antes de chegar a Cuba -comentou- muitas vozes clamavam por nosso extermínio físico, e não nos aterroriza a campanha na contramão de nossa presença na mesa de conversas, mas o governo é consciente de que a paz é necessária.

"O fato de que a delegação das Farc esteja em Havana tratando destes assuntos, é um passo gigantesco para nosso país, e vamos dá-lo pela paz nacional; disso não tenham a menor dúvida", sentenciou Téllez.

Além do tema agrário, a agenda para a aproximação lembrada pelas Farc e o governo inclui a participação política, o fim do conflito armado,  narcotráfico, a atenção às vítimas.

Veja o especial do Vermelho sobre os Diálogos de Paz 

Fonte: Prensa Latina

Relatório sírio revela que terroristas destruíram 2 mil escolas - Portal Vermelho

Relatório sírio revela que terroristas destruíram 2 mil escolas - Portal Vermelho

Cerca de 2 mil escolas foram destruídas na Síria por ataques e atos de terror cometidos pelos bandos armados que pretendem derrubar o governo de Bashar al-Assad, relatou nesta quinta-feira (28) o vice-ministro de Educação do país, Farah Suleiman al-Mutlak.


O vice-ministro denunciou também o assassinato de professores efetuado pelos mercenários, a sabotagem contra a Imprensa Nacional, contra a Escola de Alunos Destacados, os armazéns e caminhões que trabalham com livros didáticos e outros materiais escolares.

Durante uma conferência no Centro Cultural Sírio em Teerã, no Irã, al-Mutlak expôs os danos causados pela violência no meio escolar do país, segundo informou a agência de notícias síria, SANA.

O funcionário se referiu também à manutenção e ao desenvolvimento de vários projetos do Ministério da Educação que devem modernizar os programas de estudo e a educação pública.

Citou entre eles o plano de desenvolvimento do ensino e formação profissional e técnico, assim como o de expansão dos centros infantis, destacou a fonte.

Fonte: Prensa Latina

Dia 06, Centrais Sindicais e Movimentos Sociais em Brasília na 7ª Marcha da Classe Trabalhadora


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