sábado, 5 de junho de 2021
segunda-feira, 29 de março de 2021
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020
A crise de segurança no Ceará e o atentado a Cid Gomes pelos tweets - compreenda o que aconteceu
Mais um episódio do Brasil miliciano. https://t.co/4fz1TAhJ3u— JornalismoWando (@JornalismoWando) February 19, 2020
A caminho de Sobral (CE), Cid Gomes explicou por que estava indo para lá. "Estou chocado ao ver cenas de quem devia dar segurança para o povo promovendo a insegurança, a desordem", falou. "Vamos definir coletivamente uma solução para dar paz para Sobral", pediu #Metrópoles pic.twitter.com/aoPY09FDYC— Metrópoles (@Metropoles) February 19, 2020
Senador Cid Gomes (PDT), sobre vídeo de viaturas mandando fechar o comércio em Sobral: "Eu tô aqui desarmado, e vou enfrentar quem armado estiver, sob o custo da minha vida. Mas ninguém vai fazer o que esses bandidos estão fazendo aqui em Sobral" (Foto: Veríssimo Barroso) pic.twitter.com/8QNrt64Ah7— Carlos Mazza (@CCMazza) February 19, 2020
O ex-governador do Ceará Cid Gomes levou um tiro de bala de borracha, nesta quarta-feira (19/2), e foi encaminhado para um hospital. Em Sobral (CE), o senador estava em cima de uma retroescavadeira quando foi atingido. Pessoas que estavam no local filmaram a cena #Metrópoles pic.twitter.com/ZSNxM48O31— Metrópoles (@Metropoles) February 19, 2020
Meu irmao Cid Gomes foi vitima de dois tiros de arma de fogo por parte de policiais militares amotinados e mascarados em Sobral, nossa cidade. Até aqui as informações médicas são de que as balas não atingiram órgãos vitais apesar de terem mirado seu peito esquerdo. (...)— Ciro Gomes (@cirogomes) February 19, 2020
Boletim médico atualizado! pic.twitter.com/erkubZxRlo— Cid Gomes (@senadorcidgomes) February 19, 2020
Equipes do Cotar ocupam quartel em que Cid Gomes foi baleado https://t.co/HSn4vamfk0 pic.twitter.com/31ExJqb4fU— Diário do Nordeste (@diarioonline) February 20, 2020
Cid Gomes enfrentou o motim de uma corporação armada que, sob a inspiração de Bolsonaro, se comporta como uma milícia e ameaça o estado brasileiro. Fez bem. O Brasil tem que parar as milícias. É preciso coragem para isso.— Evilázio (@Evilzio5) February 20, 2020
Fotógrafo alega ter sido roubado por policial mascarado em Sobral, na confusão que o Cid Gomes se envolveu... tempos sombrios pic.twitter.com/ecJI2FcpmG— Nathalia Danielle (@Nathalia_D97) February 19, 2020
Secretário diz que encapuzados que atacaram batalhões no Ceará 'se autointitulam como policiais militares' | Ceará | G1 https://t.co/62RMTP0b2m
— 🚩 sonia 🚩 (@sonia_divinaa) February 20, 2020
Manifesto minha solidariedade ao Sen. Cid Gomes vítima de um atentado na cidade de Sobral.— Inácio Arruda (@inacioarruda) February 20, 2020
Vídeo flagra a dolosa tentativa de homicídio contra o senador.— Walter Augusto✊🏼🌹 (@WalterAugustoF) February 20, 2020
Detalhe, a retroescavadeira estava parada. pic.twitter.com/11iWe2Fewa
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Temer recorre às Forças Armadas. Há perigo na esquina. Não somos vândalos, somos trabalhadores! Renata Mielli
Em uma guerra existem dois exércitos. O que se viu hoje, em Brasília, não se pareceu nada com uma guerra. Foi um massacre. Policiais armados e orientados a reprimir manifestantes atacaram sem cerimônia trabalhadores e trabalhadoras que estavam na Esplanada dos Ministérios neste dia 24 de maio.
#OcupaBrasília foi um movimento organizado por um amplo leque de entidades com o objetivo de protestar contra as Reformas da Previdência e Trabalhista e em defesa da convocação de eleições diretas para presidência da República.
Mas o Brasil não é mais uma democracia e manifestações não são bem-vindas no país que está sob um governo golpista há 377 dias. A escalada autoritária é galopante.
Ao editar um decreto, com validade até 31 de maio, para “garantir a Lei e a Ordem no Distrito Federal”, convocando as Forças Armadas para restringir e reprimir as manifestações, Michel Temer abre um novo e ainda mais grave capítulo na história do golpe em curso no país. Se até o momento os militares ocupavam uma cadeira de espectadores dos acontecimentos, agora foram chamados para agir como protagonistas. E a história do Brasil mostra que quando um militar sai do quartel tudo pode acontecer.
Além de tornar pública a sua covardia, Temer demonstra com esta medida que não tem autoridade para dirigir o país. Sua base política está conflagrada e a sociedade está a ponto de explodir. Sem apoio, lhe resta a força bruta.
Temer abusou de sua autoridade, utilizou um recurso excepcional para conter uma manifestação pacífica. Não nos enganemos com as edições e narrativas da mídia hegemônica. Não houve confronto, houve ataque. Não houve vandalismo, houve repressão e resistência.
Simplesmente porque não há confronto entre uma arma de fogo e um cano de PVC, usado para hastear bandeiras. A polícia atirou abertamente para acertar os manifestantes. Não eram tiros para o alto, com o intuito de dispersar. E muitos nem foram de balas de borracha. Cavalos, cachorros, cacetetes, spray de pimenta, um arsenal militar foi despejado contra trabalhadores e trabalhadoras, com o claro objetivo de tentar impedir um ato histórico, com cerca de 200 mil pessoas.
Liberdade de expressão na UTI
O direito ao protesto é reconhecido internacionalmente pelo sistema internacional de direitos humanos. Em documento publicado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos em 2005, a relatoria para a liberdade de expressão sublinha:
“que a participação da sociedade através da manifestação pública é importante para a consolidação da vida democrática das sociedades. Em geral, está como o exercício da liberdade de expressão e da liberdade de reunião, se reveste de um interesse social imperativo, que dá ao Estado uma margem ainda mais estreita para justificar a limitação deste direito. Neste sentido, as regulamentações para fins do direito à reunião não podem ter motivações para proibir a reunião ou a manifestação”.
E continua:
Deste modo, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos já manifestou que “os governos não podem invocar uma das restrições legítimas da liberdade de expressão, como a manutenção da “ordem pública”, com o objetivo de suprimir um ‘direito garantido pela Convenção ou para denaturalização ou privar do conteúdo real’. Se isto ocorre, a restrição aplicada desta maneira não é legítima. Não se pode considerar o direito de reunião ou manifestação como sinônimo de desordem para restringir o direito de per se.
Foi exatamente isso o que aconteceu nesta quarta-feira, quando o governo ilegítimo de Michel Temer baixou o decreto autoritário para “garantir a Lei e a Ordem no Distrito Federal”. Ao fazê-lo, o governo descumpre os tratados internacionais dos quais é signatário.
O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação já vem denunciando, desde outubro de 2016, o aumento vertiginoso dos casos de violação à liberdade de expressão. Mais de 50 casos foram denunciados pela campanha Calar Jamais! E isso, certamente, é apenas a ponta de um iceberg gigante que vem corroendo a livre manifestação do pensamento, o direito à reunião e à manifestação.
Lutar não é vandalismo
A criminalização dos movimentos sociais e da luta do povo brasileiro é um instrumento poderoso utilizado pelos meios de comunicação hegemônicos para deslegitimar manifestações e colocar a população contra atos e protestos.
Um dos recursos usados pela mídia é o de tentar distinguir os trabalhadores e trabalhadoras que participam de protestos do povo.
Como? Um exemplo bem didático é comparar o tratamento dispensado pela mídia às manifestações pelo Fora Dilma das manifestações contra as Reformas. Nas primeiras, os âncoras de telejornais definiam os participantes como o povo nas ruas exercendo sua cidadania, protestos familiares com a presença de crianças. Tudo lindo e maravilhoso. Nas segundas, os mesmos âncoras definiam os participantes como “militantes”, “sindicalistas”, e é comum ouvir a frase: não é o povo que está nas ruas, são os militantes. E as manchetes focam nas depredações e não na repressão brutal da polícia.
Nesta quarta-feira tentaram transformar cerca de 200 mil pessoas em vândalos.
Fôssemos todos vândalos, não teria sobrado tijolo sobre tijolo, vidraça sobre vidraça. Não, não somos vândalos e a luta do povo brasileiro por seus direitos não é vandalismo. Vandalismo é rasgar a Constituição, vandalismo é dilapidar o patrimônio público para depois vendê-lo a preço de banana, vandalismo é vender as terras brasileiras para estrangeiros, vandalismo é destruir a Saúde Pública, a Educação.
Vandalismo é demolir um edifício com pessoas dentro. Vandalismo é atirar contra trabalhadores rurais. Vandalismo não, assassinato.
O dia 24 de maio nos deixa um alerta: Há perigo na esquina. E só o povo na rua pode nos proteger.
#DiretasJá
#ForaTemer
#CalarJamais
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
terça-feira, 13 de outubro de 2015
domingo, 9 de novembro de 2014
Uma madrugada de terror em Belém do Pará - Chacina ignorada pelo PIG - Pragmatismo Político
Uma madrugada de terror em Belém
“Vamos fazer limpeza!”. O relato estarrecedor de uma blogueira que conta como foi a (inesquecível) madrugada de 4 para 5 de novembro de 2014 em Belém
Madrugada de 4 para 5 de novembro de 2014. Por volta de 21h no bairro da Terra Firme (TF) em Belém, ouvem-se fogos de artifício. Homenagem religiosa? Não. Festa de aparelhagem? Não. Partida decisiva entre Remo e Paysandu? Também não. O foguetório era a comemoração da morte de um cabo da polícia militar do Pará, miliciano, de licença médica e investigado pela corporação por associação “ao crime organizado” da capital paraense. Resultado: “vingança” da polícia militar em cima da favela. E o aviso foi bem nítido: “vamos fazer limpeza!”
Eu fui acordada pela minha mãe, em algum momento da madrugada, com a seguinte abordagem: “está tendo tiroteio pela cidade, tome cuidado, não saia de casa”. Eu não tenho televisão nem internet em casa, então voltei a dormir, tomada pela banalização que dei à expressão “tiroteio”. Ao amanhecer fui conferir as mensagens no aplicativo de mensagens para celular e li os depoimentos estarrecedores de meus colegas de trabalho, indignados, tomados pela dor e muito confusos com tantas versões.
Sem saber ao certo o que estava acontecendo, tomei um táxi e segui para a labuta. Ao chegar, fui abordada da portaria, aos corredores, aos colegas depondo: chacina em Belém! Acessei meu e-mail pessoal e uma amiga da Alemanha clamava por notícias: “preta, dá notícias, soubemos de uma chacina em Belém, é verdade…?”. Sim, infelizmente era.
Começamos a caça por informações, por fontes confiáveis, por alguma verdade. Passei a mão no telefone e liguei pra minha melhor fonte, uma amiga que mora na quebrada da TF: “Lu, vocês estão bem? A comunidade está bem? As crianças estão bem?”. Ao que ela responde: “Estamos vivos, sim. Mas não dormimos a noite toda. Foi horrível. Ficamos no meio do fogo cruzado. Pedi aos meus filhos que não voltassem pra casa, que dormissem por onde estivessem. Mataram um rapaz aqui na entrada da rua, ele não tava fazendo nada. Montes de homens encapuzados, carros sem placas, muita viatura também e moto. A gente sabe que eram os milicianos se vingando”.
SAIBA MAIS: Número de mortos de chacina em Belém pode chegar a 35
Reativei minha conta em uma das mídias sociais e também verifiquei outras informações: TF, Guamá, Jurunas, Bengui, Sideral, Marco … 20, 30, 100 mortos… Toque de recolher, vingança, continuação da chacina, bandido bom é bandido morto, gente inocente, bala perdida … Aguardem informações oficiais, informações oficiais, informações oficiais…. E as informações oficiais vinham das corporações militares, apenas. Nenhuma fala coletiva das favelas atingidas, nenhuma voz do lado de quem estava no centro desse filme de terror.
O repórter aparece no telejornal do meio-dia vestindo um colete à prova de balas, ao fundo uma viatura da polícia militar e lança: “por aqui está tudo tranquilo”. O telejornal segue obedecendo os discursos da ordem de quem está no poder: “vamos reforçar a segurança nas ruas, aumentar o número de viaturas em ronda”. E nada da favela falar. A única pessoa entrevistada, timidamente afirma: “todo mundo gostava do pm, ele vai fazer falta”. Controle de discursos?
Em um segundo momento liguei para minha família que mora no bairro do Guamá para conferir as informações de que estavam ateando fogo nos ônibus: “não é verdade, mas tem muito pm nas vielas, aqui em casa estamos de portas e janelas fechadas, já viste né, todo mundo bebe conosco, quem rouba, quem mata e os de farda, não temos como prestar contas disso, crescemos juntos”. E crescemos mesmo. Eu cursei universidade, o mano da porta esquerda bate carteira e o outro mano lá da ponte virou pastor. Favela sitiada, quarto de despejo. Imprensa lucrando audiencia. Juventude com o sangue exposto na calçada. Carne barata. Estado de opressão.
Novembro em Belém inicia homenageando a gente preta da cidade. Etnia predominante entre os mortos, especialmente da TF. Mas o mesmo estado está com a agenda cheia de eventos pelo dia da consciência negra. Consciência de folhinha: calendário promocional pra fazer anúncio de jornal e imprimir cartilha educativa.
Belém surgiu nos TTs do Brasil de uma mídia social. Figurou entre o quinto e o terceiro lugar com a hashtag #ChacinaemBelem. O Estado contabilizou 10 mortos, incluindo o pm. A favela ainda está contabilizando os corpos, além de contabilizar décadas de baculejo, interdição e rejeição. A polícia policia a favela. E quem policia a polícia?
Na noite do dia 5 havia silêncio na cidade. Silêncio e medo nas favelas. Terreiros fechados. Anunciei que visitaria a comunidade e de lá fui orientada: “não vem hoje, a pm está aqui”. E já vimos como a pm socorre mulher preta, né? Não porta-malas, hoje não. Hoje já choramos bastante.
Escrevo na madrugada do dia 5 pro dia 6. Me resta pedir ao meu pai Oxóssi que nos acolha em sua paciência.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Entidades estudantis buscam diálogo direto com a prefeitura - Portal Vermelho
As Entidades do Movimento Estudantil Organizado irão na manhã desta quinta-feira (12) protocolar ofício na Prefeitura Municipal de Teresina solicitando audiência com o prefeito Elmano Férrer
Marco Gomes
Cássio Borges, coordenador do DCE/UFPI
As Entidades do Movimento Estudantil Organizado: União Nacional dos Estudantes – UNE e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas – UBES junto com os Diretórios Centrais dos Estudantes - DCE’s da Universidade Federal do Piauí-UFPI, Instituto Federal do Piauí - IFPI, Faculdade Santo Agostinho - FSA, Centro de Ensino Unificado de Teresina - CEUT, Faculdade CET, as entidades secundaristas União Municipal dos Estudantes Secundaristas – UMES, União Metropolitana dos Estudantes Secundarista de Teresina – UMEST e Centro Colegial dos Estudantes Piauiense – CCEP e pela Legião das Vanguardas de Juventude – LVJ e a União da Juventude Socialista – UJS-PI, irão na manhã desta quinta-feira (12) protocolar ofício na Prefeitura Municipal de Teresina solicitando audiência com o prefeito Elmano Férrer para buscar solucionar o impasse com o movimento estudantil e de trabalhadores sobre as reivindicações referente ao sistema de transporte coletivo de Teresina. A decisão das entidades faz-se necessária pelo fato de que já procuram outras entidades para intermediar a conversa com prefeitura e até agora não obtiveram resposta.
Para Cássio Borges, coordenador do DCE-UFPI “a busca por uma negociação será uma das saídas para resolver a situação de caos instalada na cidade com a população indignada com o aumento da passagem que não pode ser justificada com a implementação dessa integração que não é plena e nem satisfatória à sociedade” argumenta. Borges, completa ainda que há mais de uma semana estudantes, trabalhadores e a população protestam e estão sendo massacrados pela polícia, sem perspectiva de verem esse problema solucionado.
De acordo com Antônio Fagner, diretor da União Brasileira de Estudantes Secundaristas – UBES “o movimento organizado apresentará suas reivindicações e propostas para solucionar a grave situação que se encontra Teresina com a implementação da integração e com o Sistema de Transporte Coletivo que está culminando na violência policial contra os manifestantes”.
A pauta de reivindicação das entidades é a seguinte: Revogação do aumento da passagem para R$ 1,90; Extinção imediata da cobrança da 2ª tarifa na Integração dos ônibus; Integração de 100% das linhas de ônibus da cidade inclusive as linha de Timon da Empresa 2 Irmãos; Integração Temporal de 2h; Implementação do Plano Diretor da Cidade e licitação das linhas de ônibus;
O movimento propõe ainda as seguintes alternativas para o sistema de transporte coletivo: Apresentação obrigatória da carteira de estudante ao passar com Cartão Passe Verde nos ônibus; Buscar subsídios do Governo Estadual e Federal para o Sistema de Transporte Coletivo da cidade; Integração na Praça da Bandeira do Metrô com os ônibus de Teresina; Retirada de itens que constam na Planilha e agregam valor a passagem como o salário dos empresários do SETUT (mais o lucro), manutenção das paradas finais de ônibus (não existem), e outros.
Novo vídeo do massacre em Teresina que agora tem oito presos políticos | Blog do Rovai
As manifestações dos estudantes continuam em Teresina e a cidade tem hoje 8 presos políticos. Todos garotos e garotas que estavam em manifestação contra o aumento da passagem e a integração de meia-pataca que o prefeito local propôs (leia o post abaixo para entender o contexto) e que foram massacrados ontem pela polícia.
Aliás, o vídeo abaixo é mais uma prova inconteste do massacre. Veja como policiais atiraram indiscriminadamente contra os jovens e como arrastaram pelos cabelos meninos e meninas.

Os oito presos políticos são:
Maria Helena Beatriz
Francisco Sá Batista
Maria do Socorro Santana de Sousa
Kevin Nogueira Fontes
Aluísio Sousa
Antônio Wilson Junior
Igor Galvão
Indieli de Sousa Pires
O delegado, Adail Bastos, que encaminhou os presos para a Casa de Custódia, os acusou dos crimes de formação de quadrilha, dano a patrimônio público desobediência e desacato a autoridade.
No Piaui, o Delegado Geral da Polícia Civil chama-se James Guerra. Ele seria um dos coordenadores da repressão aos estudantes e aumentou a fiança para libertação dos manifestantes de 1 para 10 salários minínmos. Numa busca rápida no Google o leitor podera ver que o nome de James Guerra aparece muitas vezes ligado ao da estudante Fernanda Lages, que apareceu morta no dia 25 de agosto num terreno de um prédio em construção, em Teresina. As investigações da Polícia Civil sobre o caso tem sido muito questionadas em Teresina e a Polícia Federal está investigando o caso.
Vereador Jamil Murad repudia truculência e racismo da PM na USP
Jamil Murad
Como cidadão brasileiro,como vereador do PCdoB de SP, como autor da lei SOS Racismo, repudio a atitude do policial que ao ver um grupo de estudantes protestando dentro da USP logo quis saber quem era e o que estava fazendo aquele negro ali.
Poderia ter feito isto com outros mas escolheu exatamente o negro. Por que?
A elite brasileira é racista,e o cidadão negro além de ter quase nenhuma oportunidade de estudar é o 1º suspeito diante de qualquer crime,falha etc. Felizmente o Brasil tem leis que punem o racismo. Esta chaga se acentua quando o capitalismo entra em crise como agora.
A formação do povo brasileiro tem no cidadão afrodescendente um pilar fortíssimo. Se o racismo predominar, o Brasil se desintegra como um vaso de vidro que cai. Nosso futuro, de todos brasileiros, só é possível se combatermos duramente este crime de lesa Humanidade.
Se os cidadãos negros brasileiros receberem todo investimento, apoio, respeito oportunidades na sociedade o Brasil será uma extraordinária nação com fraternidade,solidariedade e grande capacidade para resolver todas as questões que afligem o povo brasileiro. Hoje estamos desperdiçando as inteligencias brasileiras porque são negros ou pobres ou porque são negros pobres. Urge medidas imediatas e exemplares para punir o crime cometido na Usp contra este jovem brasileiro negro.
Coletivizando no Youtube
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Há grande caos sob os céus. As perspectivas são excelentes! Mao Zedong A unidade é a bandeira da esperança. João Amazonas O Brasil está na ...
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A unidade é a bandeira da esperança. João Amazonas ¿Por qué no unirnos? Y luchamos como hermanos Por la Patria que está herida Nuestra Patr...


