SIGA O COLETIVIZANDO!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Formation (Dirty) - Beyoncé denuncia o racismo na maior audiência da TV estadunidense - Toni C no Vermelho


Beyoncé esfrega o racismo na maior audiência da TV
Enquanto o carnaval fazia as pazes com as ruas do país e a TV Globo escondia o maior espetáculo a céu aberto em sua transmissão noturna. Longe da Marquês de Sapucaí, Beyoncé pautava o óbvio, ela não é a Globeleza.

Por Toni C.


Foi no intervalo da 50ª edição do Super Bowl, as finais do campeonato de futebol americano nos Estados Unidos, com a maior audiência da história da TV norte-americana: nada menos que 169 milhões de telespectadores, segunda a NFL. São aguardadas grandes apresentações nestas ocasiões, Michael Jackson, U2, James Brown, Paul Mccartney foram algumas das atrações em edições anteriores. Mas nenhuma causou mais polêmica que a apresentação da nova música de Beyouncé, Formation, que marcou um touchdown no racismo.

“Beyoncé pode ser uma entertainer talentosa, mas ninguém devia ligar para ela ou o que ela pensa que são questões sérias em nossa nação, ao contrário da aceitação desse clipe pró Panteras Negras e antipolícia pela mídia, quando são os homens e mulheres em azul que colocam suas vidas em risco por todos nós e merecem nosso apoio incondicional”, esbravejou um congressista republicano, condenando a cantora e seu novo videoclipe.



O Blog Coletivizando foi em busca da letra, confira:


What happened after New Orleans?
Bitch, I'm back by popular demand

Y'all haters corny with that illuminati mess
Paparazzi, catch my fly, and my cocky fresh
I'm so reckless when I rock my Givenchy dress (stylin')
I'm so possessive so I rock his Roc necklaces
My daddy Alabama, Momma Louisiana
You mix that negro with that Creole make a Texas bamma
I like my baby hair, with baby hair afros
I like my negro nose with Jackson Five nostrils
Earned all this money but they never take the country out me
I got hot sauce in my bag, swag

Oh yeah baby, oh yeah I, ohh, oh yes I like that
I did not come to play with you hoes
I came to slay, bitch
I like cornbreads and collard greens, bitch
Oh yes, you best to believe it

Y'all haters corny with that illuminati mess
Paparazzi, catch my fly, and my cocky fresh
I'm so reckless when I rock my Givenchy dress (stylin')
I'm so possessive so I rock his Roc necklaces
My daddy Alabama, Momma Louisiana
You mix that negro with that Creole make a Texas bamma
I like my baby hair, with baby hair afros
I like my negro nose with Jackson Five nostrils
Earned all this money but they never take the country out me
I got hot sauce in my bag, swag

I see it, I want it
I stunt, yeah, little hornet
I dream it, I work hard
I grind 'til I own it
I twirl on them haters
Albino alligators
El Camino with the seat low
Sippin' Cuervo with no chaser
Sometimes I go off, I go off
I go hard, I go hard
Get what's mine, take what's mine
I'm a star, I'm a star
Cause I slay, slay
I slay, hey, I slay, okay
I slay, okay, all day, okay
I slay, okay, I slay okay
We gon' slay, slay
Gon' slay, okay
We slay, okay
I slay, okay
I slay, okay
Okay, okay, I slay, okay
Okay, okay, okay, okay
Okay, okay, ladies, now let's get in formation, cause I slay
Okay ladies, now let's get in formation, cause I slay
Prove to me you got some coordination
Slay trick, or you get eliminated

When he fuck me good I take his ass to Red Lobster, cause I slay
When he fuck me good I take his ass to Red Lobster, cause I slay
If he hit it right, I might take him on a flight on my chopper, cause I slay
Drop him off at the mall, let him buy some J's, let him show up, cause I slay
I might get your song played on the radio station, cause I slay
I might get your song played on the radio station, cause I slay
You just might be a black Bill Gates in the making, cause I slay
I just might be a black Bill Gates in the making, cause I slay

I see it, I want it
I stunt, yeah, little hornet
I dream it, I work hard
I grind 'til I own it
I twirl on them haters
Albino alligators
El Camino with the seat low
Sippin' Cuervo with no chaser
Sometimes I go off, I go off
I go hard, I go hard
Get what's mine, take what's mine
I'm a star, I'm a star
Cause I slay, slay
I slay, hey, I slay, okay
I slay, okay, all day, okay
I slay, okay, I slay okay
We gon' slay, slay
Gon' slay, okay
We slay, okay
I slay, okay
I slay, okay
Okay, okay, I slay, okay
Okay, okay, okay, okay
Okay, okay, ladies, now let's get in formation, cause I slay
Okay ladies, now let's get in formation, cause I slay
Prove to me you got some coordination
Slay trick, or you get eliminated

Okay ladies, now let's get in formation, I slay
Okay ladies, now let's get in formation
You know you that bitch when you cause all this conversation
Always stay gracious, best revenge is your paper

Girl I hear some thunder
Golly this is that water boy, oh lord

Letra enviada por Faniesgrey

Link: http://www.vagalume.com.br/beyonce/formation.html#ixzz3zr0yeFSt




terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

CTB e Sindicato dos Bancários da Bahia denunciam Pauta Regressiva e ataque às Estatais

O Sindicato do Bancários da Bahia é uma entidade referência da luta sindical do Brasil. Um sindicato antigo em seu compromisso de luta e revolucionário em sua capacidade de renovar e se comunicar com a Base. Exemplo disso é o programa semanal que possuem na TV, o diário que distribuem nas agências, o trabalho sobre a História da categoria na Bahia e o fato de lideranças de diferentes gerações amarem e cuidarem desse patrimônio da proverbial história de lutas do povo baiano.
Vejam no vídeo a seguir um grande alerta que a CTB faz aos trabalhadores(as) com a proposta da Pauta Regressiva que visa a tirar conquistas do povo e passar teses neoliberais já derrotadas pelo Brasil, nas palavras de Emanoel de Jesus (presidente da Federação dos Bancários de Bahia e Sergipe) e de Augusto Vasconcelos, querido amigo e líder, presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Entidades e poder público repudiam assassinato da sindicalista Francisca das Chagas Silva no Maranhão - Portal Vermelho

Entidades e poder público repudiam assassinato de sindicalista no MA - Portal Vermelho:

Entidades de trabalhadores e trabalhadoras rurais e do movimento de mulheres divulgaram nesta quinta-feira (5) notas de repúdio ao assassinato, com sinais de crueldade, da sindicalista Francisca das Chagas Silva. As secretarias de Direitos Humanos e da Mulher do Maranhão, estado onde aconteceu o crime, e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) também divulgaram nota. 




Contag
  

O crime causou revolta nas entidades que, sem exceção, classificaram como “brutal” e “covarde”. O corpo de Francisca, que era dirigente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Maranhão (STTR), foi abandonado nu, em um manguezal, com sinais de estupro e perfurações. Ela tinha 34 anos e era moradora do povoado quilombola Joaquim Maria, localizado na zona rural maranhense
“Crimes dessa natureza devem ser incluídos no rol das modalidades penais do feminicídio, pois o crime que, demonstradamente, resultou na morte brutal de Francisca decorreu de sua condição de ser mulher, negra e militante da luta por uma vida mais digna para milhares de trabalhadores e trabalhadoras da agricultura, do campo e das florestas”, ressaltou texto da União Brasileira de Mulheres (UBM).
Em nota conjunta, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura relembraram que Francisca esteve na Marcha das Margaridas em agosto de 2015 em Brasília com o tema “Desenvolvimento Sustentável com Democracia, Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade”.
“Vale ressaltar que pra chegar à Marcha, Francisca participou ativamente do Grupo de Estudo Sindical (GES Mulher), e de outras ações organizadas pelo Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR)”, disse a nota, que reivindica ao poder público e ao judiciário brasileiro “uma solução mais rápida para esse e  outros crimes que vêm ceifando covardemente a vida das mulheres, e que permanecem impunes”.
A SPM se solidarizou com a família de Francisca e reiterou que “não medirá esforços para que esse assassinato seja devidamente apurado e os autores responsabilizados”.
No Maranhão o governo acionou o sistema de Segurança Pública para acompanhar as investigações. “O crime é mais um lamentável fato a confirmar que a violência contra mulheres ainda golpeia em maior número mulheres negras e pobres”, concluiu a nota assinada pelos secretários do Maranhão Francisco Gonçalves da Conceição, dos Direitos Humanos e Participação Popular, e Laurinda Maria de Carvalho Pinto, secretária de Estado da Mulher.
Estatística seletiva
As mulheres negras são as principais vítimas de mortes violentas no Brasil, apresentando na maioria desses casos requintes de crueldade, diz o Mapa da violência, citado na nota da UBM. Entre os anos de 2003 e 2013, a morte destas mulheres aumentou 54,2%.
“A herança socioeconômica que moldou nossos padrões culturais e valorativos relegou às negras a condição de cidadãs de segunda classe: sustentam sozinhas 51,1% das famílias chefiadas por mulheres; recebem apenas 51% da remuneração recebida pelas brancas e a renda familiar em 69% dos casos é inferior ao salário mínimo, como demonstram os dados disponíveis no estudo Dossiê Mulheres Negras, de 2013”, informou a UBM.

A nota da entidade conclui que “Francisca foi vítima do racismo, do ódio às mulheres, do machismo patriarcal e da luta de classes que travamos em nosso país.”








Do Portal Vermelho com informações da UBM, Contag e Secretarias da Mulher e de Direitos Humanos do Maranhão e Secretaria Especial de Políticas para Mulheres do governo federal

Luiz Carlos Bresser Pereira: O cerco a Lula - Portal Vermelho

Luiz Carlos Bresser Pereira: O cerco a Lula - Portal Vermelho:

Em comentário publicado em sua página no Facebook, o economista Luiz Carlos Bresser Pereira, fundador do PSDB, ex-ministro da Fazenda dos governos de José Sarney e Fernando Henrique Cardoso critica a perseguição da mídia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 




 Carlos Bresser Pereira é economista, fundador do PSDB, ex-ministro da Fazenda dos governos de José Sarney e Fernando Henrique Cardoso Carlos Bresser Pereira é economista, fundador do PSDB, ex-ministro da Fazenda dos governos de José Sarney e Fernando Henrique Cardoso
Leia a íntegra:

"Há meses que eu ouço frases como: “Quando vão chegar no Lula?”, ou então, “Quando vão pegá-lo?”. Porque, afinal, este é o objetivo maior do establishment brasileiro: atingir o maior líder popular do Brasil desde Getúlio Vargas. Não porque ele seja desonesto, mas porque ele se manteve de esquerda, porque se manteve fiel à sua classe de origem não obstante o clássico processo de cooptação de que foi objeto. Pois bem, o establishment chegou ao Lula. Não para incriminá-lo, mas para tentar desmoralizá-lo.

As duas manchetes de primeira página dos dois principais jornais de São Paulo de hoje são significativas. Na Folha leio que “Lula é investigado por suposta venda de MPs”. Não há nada contra o ex-presidente na Operação Zelotes, a não ser a desconfiança de um delegado irresponsável. O que há nessa operação é o envolvimento de grandes empresas e de seus dirigentes em um escândalo de grandes proporções de pagamento de propinas para obterem MPs favoráveis.

No Estado, por sua vez, a manchete é “Compra de sítio foi lavrada no escritório de compadre de Lula”. Neste caso – o do uso por Lula e sua família de um sítio no qual construtoras se juntaram para realizar obras sem que houvesse pagamento – o caso é mais objetivo. Lula aceitou um presente que não deveria ter aceito.

As contribuições de empresas a campanhas eleitorais (que até a decisão do Supremo eram legais) são afinal presentes. Mas é impressionante como empresas dão ou tentam dar presentes mesmo a políticos – presentes dos quais elas não esperam nada determinado em troca; fazem parte de suas relações públicas. Eu sempre me lembro de como tentaram reformar a piscina da casa do Ministro da Fazenda em Brasília quando ocupei esse cargo em 1987. Minha mulher os pôs para correr. Era o que devia ter feito Lula, que havia acabado de sair do governo. Não o fez, e isto foi um erro político. A reforma não aumentava seu patrimônio, apenas lhe proporcionava mais conforto. Ele não trocou o reforma do sítio por favores às duas construtoras. Não há nada sobre isto na investigação sobre o sítio.

O Estado brasileiro está revelando capacidade de se defender – de defender o patrimônio público – ao levar adiante as operações Lava Jato e Zelotes. Dirigentes de empresas, lobistas e políticos envolvidos estão sendo devidamente incriminados e processados.

A instituição da delação premiada revelou-se um bom instrumento de moralização. Mas está havendo abusos. Houve e estão havendo abusos na divulgação de delações sem provas, houve abuso em prisões cautelares ou provisórias quando não havia razão para elas. E não é razoável o que se está fazendo com Lula. Só um clima de intolerância e de ódio pode explicar o cerco de que está sendo vítima.

Luiz Carlos Bresser Pereira"



Fonte: Facebook

Luiz Carlos Bresser Pereira: O cerco a Lula - Portal Vermelho

Luiz Carlos Bresser Pereira: O cerco a Lula - Portal Vermelho:

Em comentário publicado em sua página no Facebook, o economista Luiz Carlos Bresser Pereira, fundador do PSDB, ex-ministro da Fazenda dos governos de José Sarney e Fernando Henrique Cardoso critica a perseguição da mídia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 




 Carlos Bresser Pereira é economista, fundador do PSDB, ex-ministro da Fazenda dos governos de José Sarney e Fernando Henrique Cardoso Carlos Bresser Pereira é economista, fundador do PSDB, ex-ministro da Fazenda dos governos de José Sarney e Fernando Henrique Cardoso
Leia a íntegra:

"Há meses que eu ouço frases como: “Quando vão chegar no Lula?”, ou então, “Quando vão pegá-lo?”. Porque, afinal, este é o objetivo maior do establishment brasileiro: atingir o maior líder popular do Brasil desde Getúlio Vargas. Não porque ele seja desonesto, mas porque ele se manteve de esquerda, porque se manteve fiel à sua classe de origem não obstante o clássico processo de cooptação de que foi objeto. Pois bem, o establishment chegou ao Lula. Não para incriminá-lo, mas para tentar desmoralizá-lo.

As duas manchetes de primeira página dos dois principais jornais de São Paulo de hoje são significativas. Na Folha leio que “Lula é investigado por suposta venda de MPs”. Não há nada contra o ex-presidente na Operação Zelotes, a não ser a desconfiança de um delegado irresponsável. O que há nessa operação é o envolvimento de grandes empresas e de seus dirigentes em um escândalo de grandes proporções de pagamento de propinas para obterem MPs favoráveis.

No Estado, por sua vez, a manchete é “Compra de sítio foi lavrada no escritório de compadre de Lula”. Neste caso – o do uso por Lula e sua família de um sítio no qual construtoras se juntaram para realizar obras sem que houvesse pagamento – o caso é mais objetivo. Lula aceitou um presente que não deveria ter aceito.

As contribuições de empresas a campanhas eleitorais (que até a decisão do Supremo eram legais) são afinal presentes. Mas é impressionante como empresas dão ou tentam dar presentes mesmo a políticos – presentes dos quais elas não esperam nada determinado em troca; fazem parte de suas relações públicas. Eu sempre me lembro de como tentaram reformar a piscina da casa do Ministro da Fazenda em Brasília quando ocupei esse cargo em 1987. Minha mulher os pôs para correr. Era o que devia ter feito Lula, que havia acabado de sair do governo. Não o fez, e isto foi um erro político. A reforma não aumentava seu patrimônio, apenas lhe proporcionava mais conforto. Ele não trocou o reforma do sítio por favores às duas construtoras. Não há nada sobre isto na investigação sobre o sítio.

O Estado brasileiro está revelando capacidade de se defender – de defender o patrimônio público – ao levar adiante as operações Lava Jato e Zelotes. Dirigentes de empresas, lobistas e políticos envolvidos estão sendo devidamente incriminados e processados.

A instituição da delação premiada revelou-se um bom instrumento de moralização. Mas está havendo abusos. Houve e estão havendo abusos na divulgação de delações sem provas, houve abuso em prisões cautelares ou provisórias quando não havia razão para elas. E não é razoável o que se está fazendo com Lula. Só um clima de intolerância e de ódio pode explicar o cerco de que está sendo vítima.

Luiz Carlos Bresser Pereira"



Fonte: Facebook

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Participo da Chapa 2 - Sindicato para Tod@s e peço seu apoio para a eleição dos Bancári@as de Brasília!

 
Amigos e amigas da categoria bancária, estou na Chapa 2 - a Chapa Sindicato para Tod@as para o Sindicato dos Bancários de Brasília, e peço o apoio e o voto de cada um e cada uma.

Sou candidato ao Sindicato dos Bancários de Brasília na Chapa 2 Sindicato para Tod@s e peço seu apoio e voto!
Essa aliança é para lutar pela categoria e reúne CUT, CTB, Bancários em Luta, delegados(as) sindicais, brizolistas, prestistas e Independentes e muitas mulheres que tem se destacado na luta sindical. Uma chapa ampla e combativa, e a ÚNICA chapa com bancários de bancos privados! Essa grande união representa a Frente Brasil Popular em Brasília!
Diante da ofensiva reacionária do capital financeiro precisamos é de união e abertura para fazer avançar e renovar a luta sindical! O povo unido vencerá a terceirização, o adoecimento da categoria, denunciará a ganância dos banqueiros e defenderá os bancos públicos e o emprego da categoria. Será uma gestão de confronto com as práticas antissindicais nos bancos privados e públicos!
Vamos pra cima dos banqueiros que exploram o país e causam a ruína do povo e as doenças físicas e psicológicas na categoria! Vamos lutar para que Brasília fortaleça seu protagonismo na luta, construindo grandes mobilizações! Vamos RENOVAR o movimento sindical com UNIDADE E LUTA!
Vote em 8, 9 e 10 de março na Chapa 2 - Sindicato Para Tod@s
www.bancariovota2.com.br
(Curta e compartilhe, mostre seu apoio e incentivo!)

Dados oficiais desmentem ataques da revista Época contra Lula - Portal Vermelho

Dados oficiais desmentem ataques da revista Época contra Lula - Portal Vermelho:

O Instituto Lula divulgou nota que aponta mais uma vez que a grande mídia usa critérios seletivos e de ilações quando se trata do ex-presidente Lula. Segundo o instituto, os dados apresentados na última segunda-feira (1º) pela revista Época, mostrando o número de vezes em que os funcionários cedidos pela Presidência da República a ex-presidentes, só confirma as declarações do Instituto de que Lula e Dona Marisa frequentam o sítio de amigos da família em seus momentos de lazer.




Instituto Lula
Instituto Lula divulgou nota apontando que, apesar dos dados oficiais confirmarem o que Lula disse, a imprensa mantém factoideInstituto Lula divulgou nota apontando que, apesar dos dados oficiais confirmarem o que Lula disse, a imprensa mantém factoide
“Além disso, a mesma base de dados usada por Época, que está disponível a todos os brasileiros no Portal da Transparência, criado pelo governo Lula e reforçado pela Lei de Acesso à Informação promulgada pela presidenta Dilma Rousseff em 2011, mostra que não há diárias de seguranças do ex-presidente no Guarujá entre 1º de janeiro de 2012 e 11 de janeiro de 2016”, enfatizou a nota.

E acrescenta: “Ou seja, o ex-presidente jamais frequentou o apartamento do Edifício Solaris, tendo estado apenas uma vez no prédio e sequer dormiu no Guarujá”.

Na semana passada, o instituto apresentou vários documentos em nota intitulada “Os documentos do Guarujá: desmontando a farsa”, que reafirmava as declarações do ex-presidente sobre o imóvel. “Isso não parece ser notícia para a revista Época, para o Jornal Nacional ou para os demais veículos da imprensa brasileira”, concluiu a nota do Instituto Lula.



Do Portal Vermelho, com informações do Instituto Lula

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

PCdoB prega união ampla contra o golpe e pela retomada do crescimento - Portal Vermelho





PCdoB prega união ampla contra o golpe e pela retomada do crescimento - Portal Vermelho:
A Comissão Política Nacional (CPN) do PCdoB esteve reunida nesta segunda-feira (1º), em Brasília, para analisar a conjuntura e tomar posição em face de um quadro em que a oposição neoliberal insiste em manter a ameaça golpista. Para os comunistas é hora de unir os mais amplos setores para lutar contra a tentativa de golpe e fortalecer a luta pela retomada do crescimento nacional.



Divulgação PCdoB defende ampla mobilização democrática contra o golpe



A direção nacional do PCdoB emitiu, ao final da reunião, uma resolução na qual destaca que o ano de 2016 já se inicia marcado pelo confronto entre os setores que lutam em defesa do Estado Democrático de Direito e para que a economia volte a crescer e gerar empregos contra “uma oposição inconsequente que atua para manter a instabilidade política e assim forçar o prolongamento da crise”. Diante desse cenário o PCdoB destaca positivo o anúncio, pelo governo Dilma, de um crédito de R$ 83 bilhões direcionados ao fortalecimento das empresas com recursos para agricultura e para exportações. O partido também ressaltou a retomada das reuniões do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão, instrumento capaz de viabilizar um “amplo diálogo que tem por objetivo impulsionar uma nova agenda de compromisso com o desenvolvimento”.

Ainda em relação à retomada do crescimento, enumera uma série de medidas necessárias, dentre elas a redução da taxa de juros, a estabilidade da taxa de câmbio e ações em favor da geração do emprego e valorização do trabalho. O PCdoB considera necessário o reequilíbrio fiscal, mas “enfatiza que a conta desse reequilíbrio não pode ser direcionada aos trabalhadores e ao povo”, se mostra disposto a contribuir para entendimento em torno da criação da CPMF e defende uma “Reforma Tributária progressiva para que se reverta a lógica vigente que lança sobre os trabalhadores a maior carga dos impostos, poupando o topo da pirâmide”. Sobre a reforma da previdência, embora considere necessário o debate, o partido não a considera urgente.

O PCdoB alerta para a ameaça de golpe ainda vigente, mesmo depois das derrotadas sofridas pelos golpistas. Ainda que debilitada, a bandeira do impeachment ainda é empunhada pela oposição e tramita no TSE uma ação contra a presidenta Dilma Rousseff e o vice, Michel Temer. Isto, somado à Operação Lava Jato e o conluio com grande parte da mídia hegemônica, tem ainda potencial para gerar a instabilidade política desejada pelos golpistas. É para barrar essa tentativa que os comunistas defendem uma ampla mobilização democrática tanto no plano institucional como nas ruas. Por fim a resolução destaca a grande importância da batalha eleitoral de 2016 e a necessidade do envolvimento da militância na disputa que precisa ser encarada como “grande desafio para a afirmação do papel e identidade própria do PCdoB, ampliar e fortalecer a ocupação de seu lugar político, disputar ativamente novas filiações e a renovação na representação política da esquerda brasileira”.

Leia a íntegra da resolução:




Unir amplos setores da Nação contra o golpe e pela retomada do crescimento

2016 se inicia marcado pelo confronto entre um Brasil que luta em defesa do Estado Democrático de Direito e que batalha para que a economia volte a crescer e gerar empregos contra uma oposição inconsequente que atua para manter a instabilidade política e assim forçar o prolongamento da crise. Conduta tática que a direita neoliberal adotou para tentar reaver a qualquer preço o governo da República.

Nesse cenário em que vencer a recessão é o grande desafio nacional, o PCdoB avalia como positivo o pacote de estímulo ao crédito, anunciado pelo governo Dilma, na ordem de R$ 83 bilhões, direcionados ao fortalecimento das empresas, aportando recursos à agricultura e respaldando as exportações. O pacote visa, também, a incentivar a construção civil, as concessões no setor de infraestrutura e o programa Minha Casa, Minha Vida. A iniciativa é relevante e deve ser encorajada, sobretudo agora quando a crise do capitalismo dá sinais de que pode se agravar, afetando ainda mais a economia global, em particular, a dos países emergentes.

Amplia-se a tomada de posição em prol de um novo ciclo de crescimento

Além desse aporte ao crédito, destaca-se a reabertura dos trabalhos do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o “Conselhão”, realizada no último dia 28 de janeiro, do qual fazem parte empresários, lideranças dos trabalhadores e do movimento social, personalidades da sociedade civil, além de ministros do governo. Na oportunidade, a presidenta Dilma Rousseff desencadeou um amplo diálogo que tem por objetivo impulsionar uma nova agenda de compromisso com o desenvolvimento.

Embora a grande mídia tenha procurado desqualificar essas duas iniciativas, é patente uma tomada de posição de lideranças dos empresários e dos trabalhadores de que é imperativo o compromisso de amplos setores da nação e de instituições da República, como o Congresso Nacional, em torno de uma pauta que leve à retomada do crescimento. Esta convergência que ora se inicia confronta a política do “quanto pior melhor”, levada a cabo por setores da oposição neoliberal.

Quando se afloram reflexões sobre caminhos para o país superar a crise, o PCdoB destaca algumas questões que considera cruciais: reduzir progressivamente a taxa básica de juros, pelo que considera positiva a última decisão do Copom de não tê-la aumentado; assegurar a estabilidade de uma taxa de câmbio competitiva que alavanque sobretudo as exportações da indústria; destravar os investimentos públicos e privados na infraestrutura e logística e no sistema energético; aprovar a Medida Provisória que regulamenta os acordos de leniência para preservar as empresas de engenharia nacional, sem o prejuízo da punição aos corruptos e corruptores; fortalecer e recompor financeiramente a Petrobras, preservando seu patrimônio; adotar programas e medidas para a geração de empregos e garantir a continuidade das políticas de valorização do trabalho e de distribuição de renda. Neste caso, foi importante a manutenção da política de reajuste do salário mínimo, extensivo aos aposentados e, também, a elevação do piso salarial dos professores.

O reequilíbrio fiscal é uma necessidade objetiva em tempos de queda da produção e da receita. Por isto, o PCdoB se apresenta pró-ativo para ajudar a construir na sociedade e no Congresso Nacional o entendimento de que é preciso, nas circunstâncias atuais, recriar a CPMF. Mas o Partido enfatiza que a conta desse reequilíbrio não pode ser direcionada aos trabalhadores e ao povo – os que mais pagam impostos e mais perdem com a crise. Desse modo, os comunistas reiteram que é preciso aumentar a receita, elevando os impostos sobre os grandes patrimônios, rendas e fortunas, combatendo a sonegação fiscal e elevando a taxação sobre o capital financeiro para além do aumento, já aprovado, de 15% para 20%. Impõe-se, portanto, a realização da Reforma Tributária progressiva para que se reverta a lógica vigente que lança sobre os trabalhadores a maior carga dos impostos, poupando o topo da pirâmide.

Em relação à reforma da Previdência – embora considere uma questão que precisa ser examinada, sempre no sentido de se assegurar os direitos adquiridos e preservar esse benefício às futuras gerações – o Partido considera inadequado pautá-la com status de urgência, justamente nesta hora em que o governo precisa unir forças contra o golpismo e pela retomada do crescimento. Essa reforma deve ser debatida e amadurecida no fórum quadripartite sob a diretriz de que a previdência social é um patrimônio dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil cuja sustentabilidade tem relação direta, entre outros fatores, com o crescimento econômico e o nível de emprego formal.

Conquistar a estabilidade política e a normalidade institucional

O golpismo da oposição neoliberal permanece “ativo e operante” mesmo depois das derrotas que lhe foram impostas pelas forças democráticas e populares.

Entre elas se destacam as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que, ao julgar recursos do PCdoB, barrou o rito da tramitação do pedido de impeachment deferido por Eduardo Cunha em conluio com o PSDB de Aécio Neves. Essa decisão do STF se deu envolta numa reação de amplos setores democráticos em defesa do Estado Democrático de Direito. Outra derrota importante sofrida pelos golpistas aconteceu nas ruas. O povo, em 16 dezembro, ocupou as avenidas embandeirado contra o golpe e em defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores e com o brado certeiro de “Fora Cunha”. Essas manifestações organizadas pela Frente Brasil Popular, Frente Povo sem Medo e outras articulações precisam prosseguir, buscando volume e representatividade crescentes.

Mesmo diante das derrotas, a escalada golpista prossegue seja com o processo de impeachment, seja com o julgamento da ação do PSDB no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pede a impugnação dos mandatos da presidenta Dilma Rousseff e do vice Michel Temer.

É cada vez mais escancarado o conluio da grande mídia e de setores do aparato policial e jurídico do Estado que, utilizando o necessário combate à corrupção, intentam criminalizar o PT e a esquerda, e vazam documentos e informações seletivamente para grandes veículos de comunicação que promovem a condenação e o linchamento da reputação dos investigados.

É o que se explicita na alardeada “caçada” que a Operação Lava Jato e um promotor do Ministério Público de São Paulo realizam contra o ex-presidente Lula e sua família. A grande mídia vocifera ter chegado a “hora de Lula” e despeja na opinião pública mentiras, distorções e manipulação de fatos assacando contra a honra de uma das mais respeitadas lideranças da história de nossa República. A defesa do ex-presidente Lula, com provas documentais e sólidos argumentos, tem desmascarado as infâmias. O fato é que a oposição neoliberal teme a possibilidade de uma candidatura de Lula em 2018. O Partido se solidariza com o ex-presidente Lula e exorta o campo político e democrático e progressista a se levantar contra essa torpe campanha de difamação.

O descalabro jurídico, que tem acentuados elementos de Estado de Exceção, provocou a reação de mais de uma centena de renomados integrantes da comunidade jurídica do país. Advogados e juristas alertam para o fato de que a perigosa associação de massacres midiáticos com a sistemática violação da presunção da inocência, do direito de defesa, do vazamento seletivo de informações e o desvirtuamento do uso da prisão provisória, recorrentes na Operação Lava Jato, se constituem “uma ameaça ao Estado Democrático de Direito”.

O PCdoB destaca e valoriza o alerta desse chamamento de advogados e juristas brasileiros em defesa dos direitos e das garantias fundamentais assegurados pela Constituição Federal, e reafirma que o combate à corrupção pode e deve se realizar com eficácia sem ferir os fundamentos da democracia.

Esta análise indica que permanece atual a centralidade da tática do Partido de combate ao golpismo e defesa da democracia – o que exige amplitude, mobilização de amplas forças democráticas, construção, consolidação de uma maioria nas duas Casas do Congresso Nacional, combinadas com a luta, que assume grande importância neste momento, pela retomada do crescimento econômico e geração de empregos – base para mobilização e unidade permanente das forças do povo.

Eleições municipais exigirão dedicação máxima do PCdoB

Finalmente, se agiganta, neste contexto, a relevância das eleições municipais de outubro, que irão refletir, sobretudo nos centros urbanos, a disputa política e ideológica derivada da crise. As eleições precisam ser encaradas como grande desafio para a afirmação do papel e identidade própria do PCdoB, ampliar e fortalecer a ocupação de seu lugar político, disputar ativamente novas filiações e a renovação na representação política da esquerda brasileira. O eixo geral das alianças se dará na base de sustentação do governo – e com grande flexibilidade para priorizar de fato resultados próprios – sempre sujeitas ao referendo dos Comitês Estaduais e, nos municípios prioritários do projeto nacional, à supervisão do Comitê Central.

O conjunto do Partido, e sobretudo suas direções, todos são chamados a tomar nas mãos as tarefas para que a legenda comunista conquiste suas metas e saia fortalecida desse grande embate.

Para isso, é necessário viabilizar candidaturas majoritárias no maior número possível de municípios e compor chapas próprias às Câmaras Municipais, sobretudo nas capitais e maiores cidades – o que exige esforço concentrado para filiar lideranças. O fortalecimento e ampliação das bases militantes do Partido, a elaboração das ideias e propostas dos (as) nossos (as) candidatos (as) para o desenvolvimento harmônico das cidades e a melhoria da qualidade de vida do povo são questões relevantes. Ganham especial importância o planejamento e as ações para financiar as campanhas eleitorais que, ante a vitória obtida com a proibição do financiamento empresarial, exigirão ainda mais o apoio do coletivo militante, dos nossos eleitores e apoiadores.

Brasília, 1º de fevereiro de 2016

A Comissão Política Nacional do Partido Comunista do Brasil – PCdoB

PCdoB prega união ampla contra o golpe e pela retomada do crescimento - Portal Vermelho





PCdoB prega união ampla contra o golpe e pela retomada do crescimento - Portal Vermelho:
A Comissão Política Nacional (CPN) do PCdoB esteve reunida nesta segunda-feira (1º), em Brasília, para analisar a conjuntura e tomar posição em face de um quadro em que a oposição neoliberal insiste em manter a ameaça golpista. Para os comunistas é hora de unir os mais amplos setores para lutar contra a tentativa de golpe e fortalecer a luta pela retomada do crescimento nacional.



Divulgação PCdoB defende ampla mobilização democrática contra o golpe



A direção nacional do PCdoB emitiu, ao final da reunião, uma resolução na qual destaca que o ano de 2016 já se inicia marcado pelo confronto entre os setores que lutam em defesa do Estado Democrático de Direito e para que a economia volte a crescer e gerar empregos contra “uma oposição inconsequente que atua para manter a instabilidade política e assim forçar o prolongamento da crise”. Diante desse cenário o PCdoB destaca positivo o anúncio, pelo governo Dilma, de um crédito de R$ 83 bilhões direcionados ao fortalecimento das empresas com recursos para agricultura e para exportações. O partido também ressaltou a retomada das reuniões do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão, instrumento capaz de viabilizar um “amplo diálogo que tem por objetivo impulsionar uma nova agenda de compromisso com o desenvolvimento”.

Ainda em relação à retomada do crescimento, enumera uma série de medidas necessárias, dentre elas a redução da taxa de juros, a estabilidade da taxa de câmbio e ações em favor da geração do emprego e valorização do trabalho. O PCdoB considera necessário o reequilíbrio fiscal, mas “enfatiza que a conta desse reequilíbrio não pode ser direcionada aos trabalhadores e ao povo”, se mostra disposto a contribuir para entendimento em torno da criação da CPMF e defende uma “Reforma Tributária progressiva para que se reverta a lógica vigente que lança sobre os trabalhadores a maior carga dos impostos, poupando o topo da pirâmide”. Sobre a reforma da previdência, embora considere necessário o debate, o partido não a considera urgente.

O PCdoB alerta para a ameaça de golpe ainda vigente, mesmo depois das derrotadas sofridas pelos golpistas. Ainda que debilitada, a bandeira do impeachment ainda é empunhada pela oposição e tramita no TSE uma ação contra a presidenta Dilma Rousseff e o vice, Michel Temer. Isto, somado à Operação Lava Jato e o conluio com grande parte da mídia hegemônica, tem ainda potencial para gerar a instabilidade política desejada pelos golpistas. É para barrar essa tentativa que os comunistas defendem uma ampla mobilização democrática tanto no plano institucional como nas ruas. Por fim a resolução destaca a grande importância da batalha eleitoral de 2016 e a necessidade do envolvimento da militância na disputa que precisa ser encarada como “grande desafio para a afirmação do papel e identidade própria do PCdoB, ampliar e fortalecer a ocupação de seu lugar político, disputar ativamente novas filiações e a renovação na representação política da esquerda brasileira”.

Leia a íntegra da resolução:




Unir amplos setores da Nação contra o golpe e pela retomada do crescimento

2016 se inicia marcado pelo confronto entre um Brasil que luta em defesa do Estado Democrático de Direito e que batalha para que a economia volte a crescer e gerar empregos contra uma oposição inconsequente que atua para manter a instabilidade política e assim forçar o prolongamento da crise. Conduta tática que a direita neoliberal adotou para tentar reaver a qualquer preço o governo da República.

Nesse cenário em que vencer a recessão é o grande desafio nacional, o PCdoB avalia como positivo o pacote de estímulo ao crédito, anunciado pelo governo Dilma, na ordem de R$ 83 bilhões, direcionados ao fortalecimento das empresas, aportando recursos à agricultura e respaldando as exportações. O pacote visa, também, a incentivar a construção civil, as concessões no setor de infraestrutura e o programa Minha Casa, Minha Vida. A iniciativa é relevante e deve ser encorajada, sobretudo agora quando a crise do capitalismo dá sinais de que pode se agravar, afetando ainda mais a economia global, em particular, a dos países emergentes.

Amplia-se a tomada de posição em prol de um novo ciclo de crescimento

Além desse aporte ao crédito, destaca-se a reabertura dos trabalhos do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o “Conselhão”, realizada no último dia 28 de janeiro, do qual fazem parte empresários, lideranças dos trabalhadores e do movimento social, personalidades da sociedade civil, além de ministros do governo. Na oportunidade, a presidenta Dilma Rousseff desencadeou um amplo diálogo que tem por objetivo impulsionar uma nova agenda de compromisso com o desenvolvimento.

Embora a grande mídia tenha procurado desqualificar essas duas iniciativas, é patente uma tomada de posição de lideranças dos empresários e dos trabalhadores de que é imperativo o compromisso de amplos setores da nação e de instituições da República, como o Congresso Nacional, em torno de uma pauta que leve à retomada do crescimento. Esta convergência que ora se inicia confronta a política do “quanto pior melhor”, levada a cabo por setores da oposição neoliberal.

Quando se afloram reflexões sobre caminhos para o país superar a crise, o PCdoB destaca algumas questões que considera cruciais: reduzir progressivamente a taxa básica de juros, pelo que considera positiva a última decisão do Copom de não tê-la aumentado; assegurar a estabilidade de uma taxa de câmbio competitiva que alavanque sobretudo as exportações da indústria; destravar os investimentos públicos e privados na infraestrutura e logística e no sistema energético; aprovar a Medida Provisória que regulamenta os acordos de leniência para preservar as empresas de engenharia nacional, sem o prejuízo da punição aos corruptos e corruptores; fortalecer e recompor financeiramente a Petrobras, preservando seu patrimônio; adotar programas e medidas para a geração de empregos e garantir a continuidade das políticas de valorização do trabalho e de distribuição de renda. Neste caso, foi importante a manutenção da política de reajuste do salário mínimo, extensivo aos aposentados e, também, a elevação do piso salarial dos professores.

O reequilíbrio fiscal é uma necessidade objetiva em tempos de queda da produção e da receita. Por isto, o PCdoB se apresenta pró-ativo para ajudar a construir na sociedade e no Congresso Nacional o entendimento de que é preciso, nas circunstâncias atuais, recriar a CPMF. Mas o Partido enfatiza que a conta desse reequilíbrio não pode ser direcionada aos trabalhadores e ao povo – os que mais pagam impostos e mais perdem com a crise. Desse modo, os comunistas reiteram que é preciso aumentar a receita, elevando os impostos sobre os grandes patrimônios, rendas e fortunas, combatendo a sonegação fiscal e elevando a taxação sobre o capital financeiro para além do aumento, já aprovado, de 15% para 20%. Impõe-se, portanto, a realização da Reforma Tributária progressiva para que se reverta a lógica vigente que lança sobre os trabalhadores a maior carga dos impostos, poupando o topo da pirâmide.

Em relação à reforma da Previdência – embora considere uma questão que precisa ser examinada, sempre no sentido de se assegurar os direitos adquiridos e preservar esse benefício às futuras gerações – o Partido considera inadequado pautá-la com status de urgência, justamente nesta hora em que o governo precisa unir forças contra o golpismo e pela retomada do crescimento. Essa reforma deve ser debatida e amadurecida no fórum quadripartite sob a diretriz de que a previdência social é um patrimônio dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil cuja sustentabilidade tem relação direta, entre outros fatores, com o crescimento econômico e o nível de emprego formal.

Conquistar a estabilidade política e a normalidade institucional

O golpismo da oposição neoliberal permanece “ativo e operante” mesmo depois das derrotas que lhe foram impostas pelas forças democráticas e populares.

Entre elas se destacam as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que, ao julgar recursos do PCdoB, barrou o rito da tramitação do pedido de impeachment deferido por Eduardo Cunha em conluio com o PSDB de Aécio Neves. Essa decisão do STF se deu envolta numa reação de amplos setores democráticos em defesa do Estado Democrático de Direito. Outra derrota importante sofrida pelos golpistas aconteceu nas ruas. O povo, em 16 dezembro, ocupou as avenidas embandeirado contra o golpe e em defesa da democracia, dos direitos dos trabalhadores e com o brado certeiro de “Fora Cunha”. Essas manifestações organizadas pela Frente Brasil Popular, Frente Povo sem Medo e outras articulações precisam prosseguir, buscando volume e representatividade crescentes.

Mesmo diante das derrotas, a escalada golpista prossegue seja com o processo de impeachment, seja com o julgamento da ação do PSDB no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pede a impugnação dos mandatos da presidenta Dilma Rousseff e do vice Michel Temer.

É cada vez mais escancarado o conluio da grande mídia e de setores do aparato policial e jurídico do Estado que, utilizando o necessário combate à corrupção, intentam criminalizar o PT e a esquerda, e vazam documentos e informações seletivamente para grandes veículos de comunicação que promovem a condenação e o linchamento da reputação dos investigados.

É o que se explicita na alardeada “caçada” que a Operação Lava Jato e um promotor do Ministério Público de São Paulo realizam contra o ex-presidente Lula e sua família. A grande mídia vocifera ter chegado a “hora de Lula” e despeja na opinião pública mentiras, distorções e manipulação de fatos assacando contra a honra de uma das mais respeitadas lideranças da história de nossa República. A defesa do ex-presidente Lula, com provas documentais e sólidos argumentos, tem desmascarado as infâmias. O fato é que a oposição neoliberal teme a possibilidade de uma candidatura de Lula em 2018. O Partido se solidariza com o ex-presidente Lula e exorta o campo político e democrático e progressista a se levantar contra essa torpe campanha de difamação.

O descalabro jurídico, que tem acentuados elementos de Estado de Exceção, provocou a reação de mais de uma centena de renomados integrantes da comunidade jurídica do país. Advogados e juristas alertam para o fato de que a perigosa associação de massacres midiáticos com a sistemática violação da presunção da inocência, do direito de defesa, do vazamento seletivo de informações e o desvirtuamento do uso da prisão provisória, recorrentes na Operação Lava Jato, se constituem “uma ameaça ao Estado Democrático de Direito”.

O PCdoB destaca e valoriza o alerta desse chamamento de advogados e juristas brasileiros em defesa dos direitos e das garantias fundamentais assegurados pela Constituição Federal, e reafirma que o combate à corrupção pode e deve se realizar com eficácia sem ferir os fundamentos da democracia.

Esta análise indica que permanece atual a centralidade da tática do Partido de combate ao golpismo e defesa da democracia – o que exige amplitude, mobilização de amplas forças democráticas, construção, consolidação de uma maioria nas duas Casas do Congresso Nacional, combinadas com a luta, que assume grande importância neste momento, pela retomada do crescimento econômico e geração de empregos – base para mobilização e unidade permanente das forças do povo.

Eleições municipais exigirão dedicação máxima do PCdoB

Finalmente, se agiganta, neste contexto, a relevância das eleições municipais de outubro, que irão refletir, sobretudo nos centros urbanos, a disputa política e ideológica derivada da crise. As eleições precisam ser encaradas como grande desafio para a afirmação do papel e identidade própria do PCdoB, ampliar e fortalecer a ocupação de seu lugar político, disputar ativamente novas filiações e a renovação na representação política da esquerda brasileira. O eixo geral das alianças se dará na base de sustentação do governo – e com grande flexibilidade para priorizar de fato resultados próprios – sempre sujeitas ao referendo dos Comitês Estaduais e, nos municípios prioritários do projeto nacional, à supervisão do Comitê Central.

O conjunto do Partido, e sobretudo suas direções, todos são chamados a tomar nas mãos as tarefas para que a legenda comunista conquiste suas metas e saia fortalecida desse grande embate.

Para isso, é necessário viabilizar candidaturas majoritárias no maior número possível de municípios e compor chapas próprias às Câmaras Municipais, sobretudo nas capitais e maiores cidades – o que exige esforço concentrado para filiar lideranças. O fortalecimento e ampliação das bases militantes do Partido, a elaboração das ideias e propostas dos (as) nossos (as) candidatos (as) para o desenvolvimento harmônico das cidades e a melhoria da qualidade de vida do povo são questões relevantes. Ganham especial importância o planejamento e as ações para financiar as campanhas eleitorais que, ante a vitória obtida com a proibição do financiamento empresarial, exigirão ainda mais o apoio do coletivo militante, dos nossos eleitores e apoiadores.

Brasília, 1º de fevereiro de 2016

A Comissão Política Nacional do Partido Comunista do Brasil – PCdoB

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Suíça considera ilegais provas contra Odebrecht e Moro suspende ação - Portal Vermelho

Suíça considera ilegais provas contra Odebrecht e Moro suspende ação - Portal Vermelho:
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo processo da Lava Jato em Curitiba, determinou nesta terça-feira (2) a suspensão da tramitação da ação penal na qual ex-executivos da empreiteira Odebrecht são investigados. A decisão veio após a Justiça suíça considerar irregular o envio de provas pelo Ministério Público do país europeu ao Brasil, por violar o direito de defesa.

A decisão de Sérgio Moro valerá até que o Ministério Público brasileiro se manifeste

Apontando o rito de violações cometidas no Brasil, os advogados da empreiteira recorreram à Justiça suíça para impedir que o Ministério Público brasileiro utilizasse os dados financeiros para embasar as investigações da Lava Jato envolvendo a empresa.

Tentando buscar uma brecha para manter o processo, Moro afirmou na sua decisão que, apesar da suspensão, o processo pode continuar porque a Justiça suíça reconhece que ocorreram erros procedimentais no repasse dos documentos, mas não pediu a devolução das provas, fato que impediria a uso dos dados nas investigações no Brasil.

No entanto, os advogados da Odebrecht consideraram a decisão uma vitória parcial para a empresa. De acordo com a Operação Lava Jato, quatro offshores – Smith & Nash, Golac, Sherkson e Havinsur – operavam contas bancárias na Suíça por onde teria passado dinheiro de propina da Odebrecht para os ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa, Renato Duque e o ex-gerente Pedro Barusco.

Em uma das decisões, acolhendo recurso dos advogados da empresa Havinsur, os juízes entenderam que não ouvir nenhum representante da offshore antes da liberar documentos para o Brasil foi um cerceamento do direito de defesa.

Os documentos obtidos com a Suíça embasaram a denúncia da força-tarefa da Lava Jato contra a empreiteira e a decisão do juiz Sérgio Moro sobre a segunda ordem de prisão preventiva contra executivos da Odebrecht – além de Marcelo, estão presos Rogério Araújo e Márcio Faria.

Para a advogada Dora Cavalcanti, que representa a defesa de Márcio Faria, a decisão suíça deve mudar os rumos do processo contra seu cliente e, consequentemente, dos demais ex-executivos da Odebrecht. Com base na decisão, ela já apresentou petição pedindo a anulação de todas as provas vindas da Suíça.




Do Portal Vermelho, com informações de agências

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

O que querem os golpistas pôr no lugar de Dilma? Qual é o programa deles? - Paulo Vinícius Silva

O que querem os golpistas pôr no lugar de Dilma? Qual é o programa deles? Por que estão tão ávidos para tomar o poder a qualquer preço? O problema é que Dilma é obstáculo a interesses muito poderosos. Basta pesquisar um pouco e se entenderá a agenda dos golpistas, o Programa deles:

- Rasgar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), colocando o negociado acima do legislado. Todos os direitos poderiam ser perdidos por qualquer acordo salarial...
- Aprovar a Terceirização Infinita, inclusive da atividade fim, estendendo a precarização a todas as áreas, tornando irreversível a redução radical do pessoal concursado nos Bancos Públicos, substituídos pelas terceirizações no sistema financeiro;
- Acabar com a Política de Valorização do Salário Mínimo que foi proposta pelas centrais sindicais (CUT, CTB, Força, UGT, NCST e CGTB) e que fez o salário mínimo recuperar o poder de compra que só caía -salvo raras exceções - desde 1954, com Getúlio Vargas. O salário mínimo voltaria às mãos dos deputados e senadores (maioria absoluta de empresários e latifundiários e seus prepostos) todo ano para eles decidirem...
- Voltar ao regime regulatório do Petróleo anterior ao Pré-Sal, como nos anos de FHC, cedendo vultosos recursos do Pré-Sal para as multinacionais. Acabar com a exigência de ser a Petrobras a operadora de todo o Pré-Sal e acabar com a exigência da produção local de 30% dos equipamentos para o pré Sal. Isso destruiria a política atual que prevê que 75% da riqueza do Pré-Sal vá para a Educação e 25% para a saúde.
- Implantar um permanente ajuste econômico em favor da ciranda financeira da dívida pública, tornando ainda maior a parcela dos recursos públicos envolvidos no pagamento de juros e amortizações lastreadas na dívida pública e, portanto, na SELIC. Ao mesmo tempo é a taxa que referencia todo o crédito, as nossas dívidas!

Golpismo, e golpismo que tem atores claros: empresários superexploradores, o  sistema financeiro, os entreguistas que aspiram por lucrar com o desmonte das empresas públicas e pela privataria, os entreguistas e os lacaios das multinacionais, o Partido da Imprensa Golpista.

E o imperialismo. Não pense você que a Arábia Saudita baixa petróleo a menos de 30 USD sem o dedo estadunidense. Snowden denunciou a espionagem contra Dilma e a Petrobras no Wikileaks. Por que cometeram crimes de guerra monstruosos contra a população iraquiana, afegã, líbia? Por que estariam eles desinteressados do Brasil, se há pouco - depois de mais de 40 anos, resgataram a Quarta Frota no Atlântico, defronte ao Pré-Sal?


Então, claramente, o dever dos democratas, patriotas e da classe trabalhadora é repudiar e denunciar o golpe neoliberal, antipatriótico, entreguista, inimigo dos trabalhadores e da democracia! E isso significa defender o mandato sagrado conferido pelo voto popular, pela soberania popular, que não pode e não deve e não será maculado pela conspiração dos Senhores da Casa Grande, a Imprensa Golpista, empresários carcarás, fundamentalistas do dinheiro e golpistas que usam da fé dos mais pobres e desesperados e o mercado financeiro, todos aliados aos interesses estadunidenses, contra a Nação Brasileira.

Só o povo unido poderá enfrentá-los, viva a Frente Brasil Popular!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O diabo e a garrafa. Os riscos da ascensão da antipolítica por Mauro Santayana



A defesa do mandato conferido pelas urnas e da institucionalidade é a proteção da democracia contra o imponderável.

Em pleno processo de impeachment, e de julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), das ações envolvendo a chapa vitoriosa nas últimas eleições, a situação da República tem sido marcada pela espetacularização de um permanente “pega para capar” jurídico-policial, a ascensão da “antipolítica”, o aprofundamento da radicalização e a fascistização do país.

Políticos e empresários têm sido presos – muitos por ilações frágeis ou exagerado rigor cautelar –, enquanto outros homens públicos e bandidos e delatores premiados apanhados com milhões de dólares na Suíça circulam livremente ou estão em prisão domiciliar.

Milhares de brasileiros acreditam piamente que o Brasil é um país quebrado e destruído, quando temos as sextas maiores reservas internacionais do mundo e somos o terceiro maior credor individual externo dos Estados Unidos.

Que um perigoso “bolivarianismo” pretende implementar uma ditadura de esquerda na América Latina, quando, seguindo os ritos democráticos normais, e sob amplo acompanhamento de observadores internacionais, a oposição liberal acaba de ganhar, pelo voto, as eleições na Venezuela e na Argentina.

Que o Brasil é um país comunista quando pagamos juros altíssimos, e somos, historicamente, dominados, na economia e na política, por um dos mais poderosos sistemas financeiros do mundo, pelo agronegócio e o latifúndio, por bancos e empresas multinacionais.

Discutindo na mesa de pôquer da sala de jogos do Titanic, envolvidos por suas disputas, e por uma rápida sucessão de fatos e acontecimentos, que têm cada vez mais dificuldade em digerir e acompanhar, os homens públicos brasileiros ainda não entenderam que a criminalização da política, criada por eles mesmos, como parte de uma encarniçada e deletéria disputa pelo poder, há muito extrapolou o meio político tradicional, espalhando-se, como o diabo que escapa da garrafa, como uma peste pela sociedade brasileira, na forma de uma profunda ojeriza, preconceito e desqualificação do sistema político, e daqueles que disputam e detêm o voto popular.

Se não se convocar a razão e o bom senso, para reagir ao que está acontecendo, e se estabelecer um patamar mínimo de normalidade político-institucional, tudo o que restará será o confronto, o arbítrio e o caos.

Está muito enganado quem acha que o mero impedimento de Dilma Rousseff resolverá a questão.

No final da década de 20, os judeus conservadores comemoravam, da varanda de suas mansões, na Alemanha, o espancamento, nas ruas, de esquerdistas e socialistas, pelos guardas de grupos paramilitares nazistas como as SS e as SA, e se regozijavam, em seu íntimo, por eles os estarem livrando da ameaça bolchevista.

Depois também viram, passivamente – achando que estariam resguardados por suas fortunas –, passar sob suas janelas, as filas de operários e pequenos comerciantes judeus a caminho dos campos de concentração.

Poucas vezes, na história, o efeito bumerangue costuma poupar aqueles que, como aprendizes de feiticeiro, se atrevem a cutucar o que está dentro da caixa de Pandora.

Depois de Dilma e do PT, seria a vez de Temer, e depois de Temer viriam os outros – todos os partidos e lideranças que tenham alguma possibilidade de alcançar o poder, por via normal.

Parafraseando Milton Nascimento, na política brasileira “nada será como antes amanhã”.

O Brasil que se seguirá à batalha sem quartel e sem piedade, levada a cabo pela oposição nos últimos anos e meses tendo como fim a destruição e total aniquilamento do PT – cujas principais vítimas não serão esse partido, mas o Estado de Direito, o presidencialismo de coalizão, a governabilidade e a própria Democracia – não terá a cara do Brasil do PSDB de Serra, de Aécio, ou de FHC, mas, sim, a de Moro e a de Bolsonaro.

A do messianismo, da vaidade, da onipotência e do imponderável, e a do oportunismo e do fascismo – e aqui não nos referimos ao velho fascio italiano – em seu estado mais puro, ensandecido e visceral.


http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2016/01/o-diabo-e-a-garrafa-os-risco-das-ascensao-da-antipolitica-8239.html

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Feliz Natal! - Poema O Filho do Homem - Vinicius de Morais

O FILHO DO HOMEM

Rio de Janeiro , 1954

O mundo parou
A estrela morreu
No fundo da 
Com boi e charrua
Com foice e martelo.

Ao lado do infante
O homem e a mulher
Uma tal Maria
Um José qualquer.

A noite o fez negro
Fogo o avermelhou
A aurora nascente
Todo o amarelou.

O dia o fez branco
Branco como a luz
À falta de um nome
Chamou-se Jesus.

Jesus pequenino
Filho natural
Ergue-te, menino
É triste o Natal.

Natal de 1947
http://www.viniciusdemoraes.com.br/pt-br/poesia/poesias-avulsas/o-filho-do-homem



quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Campo democrático sairá às ruas levando a bandeira da legalidade - Portal Vermelho





Campo democrático sairá às ruas levando a bandeira da legalidade - Portal Vermelho

O campo democrático sairá às ruas nesta quarta-feira (16) para denunciar o pedido de impeachment inconstitucional, o ajuste fiscal e pelo Fora Cunha. Convocada pela Frente Brasil Popular, a mobilização nacional tem como princípio reunir setores progressistas contra a persistência da direita em promover um golpe já em andamento, com intuito de derrubar a presidenta Dilma e ignorando o recado legítimo das urnas, o que provoca um cenário de caos e ingovernabilidade,



A Frente Brasil Popular, criada em setembro em Belo Horizonte e que reúne um vasto campo progressista, entre eles, artistas, intelectuais, políticos, movimentos sociais e a sociedade civil organizada, é a maior organização do campo democrático criada após o impeachment de Collor, em 1992.



Confira abaixo onde será a manifestação em sua cidade:



Região Sul



Rio Grande do Sul – Porto Alegre

Concentração 17h, em frente à Prefeitura



Santa Catarina - Florianópolis

Concentração: 16 horas: Largo da Alfandega



Paraná - Curitiba

Concentração: 18 horas: Praça Santos Andrade



Região Sudeste



São Paulo – São Paulo

Concentração: 17 horas: Masp



Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

Concentração: 16 horas: Cinelândia



Minas Gerais – Belo Horizonte

Concentração: 16 horas: Praça Afonso Arinos



Espírito Santo – Vitória

Concentração: 16 horas: Praça Costa Pereira









Região Nordeste



Bahia – Salvador

Concentração: 14 horas: Praça da Piedade



Sergipe – Aracaju

Concentração: 16 horas: Praça Falso Cardoso



Pernambuco – Recife

Concentração: 15 horas: Praça do Derby



Ceará – Fortaleza

Concentração: 16 horas: Praça da Bandeira



Maranhão – São Luís

Concentração: 15 horas: Praça João Lisboa

Percurso: João Lisboa-Rua Grande-Praça Deodoro.



Rio Grande do Norte – Natal

Concentração: 15 horas: Av. Salgado Filho (Em frente à Fiern). Percurso: Passeata até o shopping Midway - Ato Público.



Piauí – Teresina

Concentração: 16 horas: Praça Pedro II



Paraíba – João Pessoa

Concentração: 12 horas: Largo de João Pessoa



Região Norte



Amazonas – Manaus

Concentração: 16 horas: Teatro Amazonas



Amapá – Macapá

Concentração: 9 horas: Praça da Bandeira



Acre – Rio Branco

Debate sobre democracia: 9 horas: Teatro Plácido de Castro



Pará – Belém

Concentração: 9 horas: 14 de Março (Próximo ao Posto de Urgência e Emergência)



Roraima – Boa Vista



Concentração: 15 horas na Praça do Centro Cívico.



Região Centro-Oeste



Goiás – Goiânia

Concentração: 17 horas: Praça Bandeirantes



Mato Grosso – Cuiabá

Concentração: 16 horas: Rua Barão do Rio Branco (Bar do Zé)



Mato Grosso do Sul – Campo Grande

Concentração: 9 horas: Calçadão da Barão



DF – Brasília

Concentração: 15h: Mané Garrincha





Membros da Frente Brasil Popular convocam a população para sair às ruas contra o golpe, confira o vídeo abaixo:









Leia também:

Movimentos sociais convocam população às ruas contra o golpismo





Do Portal Vermelho




Coletivizando no Youtube