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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

SÉRGIO RUBENS, um líder inconteste nos deixa - João Vicente Goulart - O seu legado é a libertação.

 

SÉRGIO RUBENS, um líder inconteste nos deixa. João Vicente Goulart

O seu legado é a libertação. 


SERGIO RUBENS, um líder inconteste nos deixa. João Vicente Goulart


*João Vicente Goulart

 

Um acidente vascular ontem à noite, nos tira Sergio Rubens de nosso convívio. 

Sergio foi e será um revolucionário dedicado, tenaz e imprescindível na luta contra a ditadura brasileira, fazendo do MR-8 um instrumento de ação contra a tirania e a prepotência imposta pelos governos militares ao povo brasileiro durante vinte e um anos. Teve sempre o equilíbrio e a sensibilidade política para mudar a tática quando se fez necessário, trocando, no momento certo e com uma visão aguçada a luta clandestina pela luta política.

Foi com essa inteligência e perspicácia que que manteve unidos seus companheiros do MR-8 e partiram para a formação do Partido Pátria Livre, onde me uni a esses bravos companheiros no desafio de construir pela via política partidária, um instrumento eleitoral que pudesse participar da construção nacional socialista, de uma grande Nação.

Tive a honra, muita honra de haver sido indicado, com todas as dificuldades que já prevíamos, como candidato a presidente da República por aquele pequeno gigante, o PPL, em uma luta de David contra Golias, até o fim, em uma disputa desigual, mas deixando um legado de programa por ele desenhado, que consideramos o melhor e mais desenvolvimentista de todos aqueles outros partidos que disputaram as eleições presidenciais em 2018.

-Camarada Sergio, muito orgulho de ter cruzado contigo nas lutas emancipatórias da vida, mesmo que alguns digam que ela, a vida, é uma ilusão, mas com certeza uma ilusão que deixa rastros para que teus passos sejam seguidos!

Pátria Livre, VENCEREMOS!

 

*João Vicente Goulart

Pte.PCdoB DF

Sérgio Rubens: agora, teremos que seguir sem ele... Marco Antônio Campanella


A primeira sensação ao receber a notícia de sua morte foi de incredulidade. No fundo, não queria acreditar, aceitar, mas a ficha foi caindo até que veio a matéria do Carlos Lopes na Hora do Povo e, depois, a nota da presidenta Luciana Santos. A cada parágrafo, uma emoção e incontida lágrima. 
Conheci Sergio Rubens há 45 anos atrás, não exatamente como Sergio Rubens, em razão do nome de guerra que usava na clandestinidade. 
Passou a ser para mim e, tenho convicção, para toda uma geração de militantes do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR8), uma permanente referência, como revolucionário e como ser humano. 
Desde que soube de sua partida, tentei encontrar palavras para expressar o sentimento de alguém que, como tantos outros, teve a honra de conviver com Sergio Rubens ao longo dessa caminhada.  
Difícil, muito difícil, conseguir traduzir o que Sergio Rubens representou para nossa geração e, certamente, continuará representando, mesmo para aqueles que não o conheceram. 
Arrisco-me, todavia, elencar algumas entre suas incontáveis qualidades: inteligência rara, perspicácia e fino humor, capacidade incomum de síntese, humildade, imensa grandeza e cultura revolucionária, teórica e prática, liderança real e natural, e, acima de tudo, compromisso com o seu coletivo, o povo e a Humanidade. 
Agora, recentemente, voltei a conviver mais frequentemente com ele, ainda que à distância, na edição da Hora do Povo. 
Sergio não tinha hora para se dedicar à luta e à causa revolucionária. 
Muitos foram os dias em que, de madrugada, ficávamos horas tratando de um determinado assunto que, invariavelmente, ramificava-se em tantos outros, pois raro era o tema que meu querido camarada não dominava – e com profundidade. 
Sempre saia mais revigorado dessas conversas, inclusive naquelas em que ele tecia suas críticas, mesmo as mais ácidas, diante da certeza de que as fazia pelo compromisso que tinha com o crescimento ideológico de cada um de nós e do coletivo. 
Em um dos nossos últimos contatos, que eu esperava para tratar de alguma questão política ou editorial do jornal, ele simplesmente me perguntou como eu estava, pois recebera, por outro camarada, a notícia de que um problema de saúde havia me acometido. 
Quis saber detalhes do problema e do tratamento proposto, concluindo a conversa com uma advertência: “camarada, nossa luta não pode prescindir de ninguém... se cuide!”, ao que secundei, como sempre, perguntando sobre sua saúde... Lembro-me que, muito recentemente, falou-me, animado, da evolução do seu tratamento, algo intrinsicamente ligado à nova fase da luta antifascista à qual Sergio estava se preparando. 
Assim era Sergio Rubens: compromisso sem limites com cada um e com todos ao mesmo tempo!
Uma perda imensa para cada um dos que o conheceram e conviveram com ele, mas, sobretudo, uma perda extraordinária para a luta revolucionária. 
Partiu um amigo, um companheiro, um camarada, um guia, para mim! 
Nossos profundos sentimentos à Júlia, sua esposa, e aos filhos Janaína e Bernardo. 
O único lenitivo para o momento é a convicção de que ele continuará vivendo em cada um de nós e em nossa luta, e a convicção de que a morte de um gigante revolucionário como Sergio Rubens já nos cobra um esforço redobrado para honrar sua memória, seu exemplo e seu legado. 
É isso que ele fez quando outros tantos partiram antes - e é isso que faremos! 
VIVA SERGIO RUBENS!!!
SERGIO RUBENS, PRESENTE!!!

Sérgio Rubens, obrigado, camarada! #luto

 

#luto - PCdoB e o Brasil perdem Sérgio Rubens, Vice-Presidente Nacional do PCdoB


É com o coração atravessado de dor e tristeza que comunicamos o falecimento de Sérgio Rubens de Araújo Torres, vice-presidente e membro do núcleo dirigente do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), ocorrido na noite deste domingo (5). Perdemos um grande brasileiro e um revolucionário de estatura elevada.

Sérgio Rubens tem uma trajetória de décadas de militância e liderança, que vem do lendário Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8) e de seu sucedâneo, o Partido Pátria Livre (PPL), até chegar, com muita honra, ao PCdoB, em 2019.

Diante das graves ameaças advindas da vitória da extrema-direita em 2018, Sérgio Rubens tomou uma decisão histórica ao promover a união de forças entre o PPL e o PCdoB. Decisão que foi construída harmonicamente entre as direções das duas legendas.

Foi expoente e liderança de primeira grandeza de uma corrente política patriótica, revolucionária e marxista. Sua atuação como dirigente do PCdoB enriqueceu nossa legenda em sagacidade tática, visão estratégica, cultura patriótica e formação teórica marxista.

Seu exemplo de compromisso e dedicação sem limite ao Partido, ao Brasil, ao povo ficará para sempre em nosso coletivo militante. Foi de uma lealdade irretocável, e de uma generosidade que nos alimentava de valores revolucionários elevados.

Homem de cultura densa, amante do cinema, entremeio às suas tarefas gerais complexas, trabalhava com afinco para que os bons filmes pudessem ser assistidos pelo povo. Tinha convicção de que o cinema tem o grande papel de descortinar horizontes de liberdade e de impulsionar projetos políticos de transformação.

São apenas breves referências, sob o impacto da grande dor que sentimos pela morte de Sérgio Rubens. Sua biografia é longa, densa, rica, de amor ao Brasil e ao povo.

A bandeira vermelha de nosso Partido, entrelaçada à bandeira verde amarela de nossa pátria, se curva em honra à memória e ao legado de Sérgio Rubens. Nossos sentimentos afetuosos aos familiares, aos camaradas que com ele lutaram por décadas, ao conjunto de nossa militância e dirigentes que sabem da grande perda que o Brasil e o nosso Partido acabam de sofrer.

Camarada Sérgio Rubens, saberemos honrar seu exemplo de grande revolucionário, saberemos honrar teu rico legado!

Recife, 5 de dezembro de 2021

Luciana Santos

Presidenta do Partido Comunista do Brasil (PCdoB)

sábado, 4 de dezembro de 2021

DANDO UMA PERDIDA NA NIGHT - Bemvindo e Dimitri entrevistam mãe Yá Darabi - 4 de dezembro, dia de Iansã

 DANDO UMA PERDIDA NA NIGHT - lindo demais, Bemvindo e Dimitri entrevistam mãe Yá Darabi - Hoje, 4 de dezembro, dia de Santa Bárbara sincretizada com Iansã. O papo nos remete á cultura afro brasileira, ao racismo, à questão racial, ao momento brasileiro. https://www.youtube.com/watch?v=CezTYRmUTPw 

Assembleia da CTB Bancários DF debate Saúde, volta ao trabalho e o Sindicato, 2a., 19h00, 06/12, participe!

 





Frente Ampla e Unidade Popular? Paulo Vinícius da Silva


Si vis pacem, para bellum. 

Se quer paz, prepare-se para a guerra. 

Provérbio latino.








O povo nos mostra o caminho, e devemos valorizar sua unidade face às eleições de 2022, quando sinaliza claramente pela Unidade Popular e pela Frente Ampla, ainda em 2021.  Sinaliza também quando Bolsonaro, finalmente, cai abaixo dos 20% de intenção de voto. Contudo, muitas vezes não fazemos a leitura correta dos sinais do povo, que tanto tem sofrido, e é generoso com nossos erros recentes. 


Não está decidido ainda o papel que a História reserva a Lula e nem ao Brasil, mas  teremos a chance de o ver e viver. As personalidades são fundamentais para a História, mas há que reconhecer os percalços do incorreto balanceamento da relação líder/massas, que testemunhamos especialmente os(as) comunistas no século XX.  O PCdoB entende disso por força da História centenária que possui. Erramos e acertamos nessa seara, mas tivemos a sorte imensa de ter um líder como João Amazonas, baixinho, cara de povo, paraense, sétimo filho de uma família pobre, pai padeiro, mãe, dona de casa. Quem diria… Essa é a força do povo, e foi isso que ele viu no Lula, e isso mudou tudo. Sua fé no coletivo era muito maior que em si mesmo. Só isso explica como - apesar dos vaticínios do nosso fim à esquerda e à direita - o PCdoB tenha sobrevivido ao longo de tantas provas, mártires, sofrimentos.


 


Os erros não foram postos sob o tapete, nunca, porque a autocrítica é um tesouro, e não um problema, pois permite corrigir-nos. Registre-se, medo de dificuldades e de inimigo grande, nunca fomos disso. O mesmo Amazonas que liderou rupturas foi o propositor genial da unidade popular, quando era improvável. Perdemo-lo às vésperas da vitória de Lula, mas jamais esquecemos suas lições, seu legado. 


Sem o PCdoB, com certeza, muito da unidade do povo desde a redemocratização não teria havido. Copa, Pan, Olimpíadas, Pré-Sal, Praças Esportivas, Cotas, PROUNI, REUNI, Pontos de Cultura, sobrevivência no Congresso, também não. Nós não fomos coadjuvantes nas mudanças do Brasil, sempre miramos longe, e damos nossa vida nas batalhas. 


Registro o valor de três categorias que Amazonas trabalhou, já idoso, em meio às dificuldades excruciantes do final do século XX: transição, encruzilhada histórica, unidade, bandeira da esperança, pois essenciais para sobrevivermos ao próximo período. Qual a transição em curso? Qual a encruzilhada histórica e o momento decisivo, que não admite erro?  Como unir o povo para salvar a Nação? 


O líder e as massas se fundem e enfrentam as encruzilhadas históricas, se há verdadeira vanguarda, capaz de unir e mobilizar milhões, dar a liga que una o nacional, o democrático e o popular, se há sagacidade, sorte, correlação de forças interna e mundial. 


Ou seja, é preciso muita sinergia, ação, força de vontade e consciência para que nossos desejos de democracia, soberania e desenvolvimento sustentável com valorização do trabalho se tornem realidade. A derrota em 2016 nos trouxe aqui. Aonde uma segunda derrota poderá nos levar? De que nos serve o otimismo que desarma e traz soberba? De que nos servem as ilusões com a fidelidade das classes dominantes à democracia, por exemplo?


O líder cumpre papel superior, histórico, quando entende ser ele mesmo mescla de potência e fragilidade. Só assim, um se torna multidão e muda a história, legando à posteridade os frutos desse encontro decisivo. No nosso caso, afirmar a Nação Brasileira como caminho para o Socialismo.


Um paralelo pode ser feito entre a Era Vargas e os governos Lula/Dilma. O que ficou dos 13 anos que governamos o Brasil? Como chegamos até a situação desesperadora que o Brasil vive? Quem disse que não passará nova derrota ou uma vitória imune à guerra híbrida em curso, das imensas forças inimigas da Nação, da Democracia e do Povo? Pelo que me consta, não vencemos o jogo ainda, suas regras, não as definimos. Levamos vários 7x1 seguidos, não haveria Golpe, e houve. Rasgou-se a CLT, morreram centenas de milhares de pessoas. 


Costumo dizer, em 2022, até o voto pode valer. Mas, certamente valerão as milícias, grande parte das FFAA, o pentecostalismo de negócios e o fundamentalismo, a ingerência do mercado do financeiro, o big data, o poder econômico e a influência dos EUA e seu imperialismo genocida. Alerta-nos o site Poder 360: "Em 2020, novos registros de armas junto à Polícia Federal bateram o recorde da série histórica, que começou em 2009. Os dados de janeiro a novembro deste ano  (168.019) já superaram os de todo 2019 (94.064)".*


E, a despeito de tanta nuvem no horizonte, observamos um ufanismo injustificável, fruto de pesquisas eleitorais que apontam para as possibilidades de Lula em 2022. Ter "furado a bolha" com a participação de Lula num podcast assistido por 295 mil pessoas ao vivo, levou a uma declaração infeliz, às vésperas das definições acerca das federações partidárias: "o PT é o único partido do Brasil". Poucas coisas podem ser mais estranhas que um partido social democrata tardio e brasileiro, expressar essa ânsia de ser partido único… Sem qualquer propósito, feriu-se gratuitamente quem se deveria atrair. Pior, a federação que se busca construir passa a ser interpretada como adesão, e não como Unidade Popular, que é exatamente o nó górdio para assegurar à Frente Ampla o seu caráter progressista, capaz de abrir amplas avenidas para o poder e à reconstrução nacional. O cheiro acre do hegemonismo foi longe, as ilusões com a democracia burguesa mais uma vez se expressam num grau de ingenuidade impressionante para quem estava "eleito" em 2018, e acabou passando 580 dias na prisão. Quem avisa, amigo é, e nunca faltou a solidariedade do PCdoB, nem ao Lula, nem ao PT, desde janeiro de 1989, quando a Classe Operária propôs a Frente Brasil Popular. 



Parece que não enterramos mais de 600 mil compatriotas, e que isso não é um fato político, derivado de nossa derrota, em 2016, pacífica e republicana, pois não ia "haver golpe".  Parece que não sofremos o Golpe de 1964, mesmo com a frase atribuída a Prestes: "Estamos no governo, nos falta o poder".  Parece que no Brasil, a democracia é tão forte que o voto é o senhor, e não os diversos fatores que os inimigos têm em suas mãos. Parece que o Fora Bolsonaro deu certo, que vencemos a Deforma Trabalhista e que o movimento sindical está bombando, "tá tudo dominado". A democracia burguesa no país da escravidão é assim: uma ilha cercada de vetos classistas e imperialistas por todos os lados. Salto alto não constrói unidade, não impede golpe, não protege candidato, nem ganha eleição. E, se ganhar, tem que governar depois da hecatombe que ameaça a continuidade da Nação Brasileira.


Tudo certo, mas nada resolvido. Federação não será jamais adesão, mas pode ser algo mais profundo e duradouro, como Chávez, Mandela, e Arismendy ensinaram, na Venezuela, África do Sul e no Uruguai, com o Polo Patriótico, o Congresso Nacional Africano e a Frente Ampla. Precisamos de mais que um líder, mais que um partido, precisamos de algo ainda muito distante: Frente Ampla e Unidade Popular. Precisamos de uma nova fase, que integre partidos, movimentos sociais, o povo tão sofrido, mas tão potente, criando assim uma solidariedade muito maior que a existente entre nós da esquerda. 


Em parte, essa falta de empatia decorre do papel necessário, mas não cumprido, dos partidos que deveriam ter estado à altura do enfrentamento dos Golpes, em 1964 e em 2016. A não resistência efetiva de quem devia ter liderado é a mãe do desencanto, do desamparo e do nosso legado de divisão. Assim, teremos que decidir se a oportunidade das federações, da Lei Haroldo Lima, servirá ao propósito extremamente nobre de unir patriotas, democratas e a esquerda para salvar o Brasil. Se servir apenas aos interesses de um partido, a derrota nos assombrará como uma maldição que não podemos mais tolerar.


Encruzilhada história e transição diante de nós. Uma quadra ainda mais conturbada, e levando em conta que as pessoas não são eternas. O que deixará, coletivamente, nossa passagem por esta Terra? Cabe pro Lula, cabe para cada um de nós.


Mais que uma federação eleitoral ou resolver nossos deputados(as), precisaremos resgatar o sentido da Frente Brasil Popular em 1989, lançada pelo Partido Comunista; o aprendizado da frustração da Frente Ampla de Goulart/JK/Prestes e Lacerda que, ao final, enterrou a Ditadura, com Tancredo/Sarney. Foi um difícil caminho, que teve de ser palmilhado das diretas até 1988 e que nos legou a Constituição Cidadã, com uma unidade básica que reuniu, à época,  PCB-PCdoB-MR8, a despeito de nossas muitas diferenças, e que soubemos entender e superar. Essa base permitiu os governos Lula e Dilma, mas isso é passado, e o futuro é incerto. Será um acaso estarmos aqui, filhos de Prestes, Amazonas, Arraes, Cláudio Campos, e Lula ter uma nova chance? O que faremos com essa chance e com esses perigos?


Não desaprendamos as lições da história. Amplitude e unidade do povo, nas ruas e nas redes, serão mais que garantia de vitória, serão a nossa única possibilidade de vencer o imperialismo, unindo o país, retomando a economia e as perspectivas do Brasil em perigo. 


Frente Ampla e Unidade Popular, para reverter a destruição de nossa democracia e de nosso país, para retomarmos a vida e o futuro, desviando-nos dos graves perigos e mirando as possibilidades imensas do nosso amado Brasil, esteio para a unidade latino-americana contra o inimigo central, o imperialismo. E, ensinou-nos o Che o cuidado devido, que afasta as ilusões. A luta pela pátria livre é de vida e morte, e ao imperialismo não devemos conceder nem um tantinho assim, nada!





* Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/brasil/novos-registros-de-armas-triplicam-de-2018-a-2020/)

O PAI do Pinochetista José Antonio Kast, candidato da ultra-direita à presidência do Chile, pertencia al Partido Nazista de Hitler - Deutsche Welle em Espanhol no Twitter

 


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