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sexta-feira, 28 de novembro de 2025

52 Senadores derrubam os vetos de Lula e querem passar a boiada sobre a Natureza e o Meio Ambiente - Alcolumbre é o líder


Chico César - Reis do Agronegócio

 Com informações do Copilot.

Os 52 senadores que votaram pela derrubada dos vetos ao licenciamento ambiental agrupando por estado (UF).


🗳️ Senadores por Estado

Estado (UF)Senador(a)Partido
Acre (AC)Alan RickUnião Brasil
Sérgio PetecãoPSD
Márcio BittarUnião Brasil
Alagoas (AL)Renan CalheirosMDB
Rodrigo CunhaPodemos
Amapá (AP)Davi AlcolumbreUnião Brasil
Amazonas (AM)Eduardo BragaMDB
Plínio ValérioPSDB
Bahia (BA)Angelo CoronelPSD
Otto AlencarPSD
Ceará (CE)Eduardo GirãoNovo
Distrito Federal (DF)Izalci LucasPSDB
Leila BarrosPDT
Espírito Santo (ES)Magno MaltaPL
Marcos do ValPodemos
Goiás (GO)Vanderlan CardosoPSD
Wilder MoraisPL
Maranhão (MA)Roberto RochaPTB
Mato Grosso (MT)Wellington FagundesPL
Mato Grosso do Sul (MS)Nelsinho TradPSD
Soraya ThronickePodemos
Tereza CristinaPP
Minas Gerais (MG)Carlos VianaPodemos
CleitinhoRepublicanos
Pará (PA)Jader BarbalhoMDB
Paulo RochaPT
Zequinha MarinhoPodemos
Paraíba (PB)Veneziano Vital do RêgoMDB
Paraná (PR)Oriovisto GuimarãesPodemos
Pernambuco (PE)Fernando DueireMDB
Piauí (PI)Ciro NogueiraPP
Marcelo CastroMDB
Rio de Janeiro (RJ)Flávio BolsonaroPL
Rio Grande do Norte (RN)Rogério MarinhoPL
Styvenson ValentimPodemos
Zenaide MaiaPSD
Rio Grande do Sul (RS)Hamilton MourãoRepublicanos
Luis Carlos HeinzePP
Rondônia (RO)Marcos RogérioPL
Roraima (RR)Mecias de JesusRepublicanos
Chico RodriguesUnião Brasil
Hiran GonçalvesPP
Santa Catarina (SC)Esperidião AminPP
Jorge SeifPL
São Paulo (SP)Giordano (Alexandre Giordano)MDB
Astronauta Marcos PontesPL
Sergipe (SE)Laércio OliveiraPP
Tocantins (TO)IrajáPSD


terça-feira, 24 de setembro de 2024

SOS Chapada dos Veadeiros - Apoie as brigadas voluntárias de combate aos incêndios florestais - Sindicato dos bancários

 

SOS Chapada dos Veadeiros: 

Apoie as brigadas voluntárias!

As primeiras doações já chegaram, mas ainda precisamos da sua ajuda! A campanha foi prorrogada até o dia 30 de setembro para apoiar as brigadas voluntárias no combate aos incêndios florestais.

 

📅 Doe água e cestas básicas até 30 de setembro 
📍 Local de doação: Sindicato dos Bancários de Brasília - EQS 314/315 
📲 Para doações em dinheiro, escaneie o QR code. 

Sua contribuição é essencial para quem está na linha de frente.

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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Brasil atinge menor taxa de desmatamento em 23 anos - Portal Vermelho

Brasil atinge menor taxa de desmatamento em 23 anos - Portal Vermelho

O Brasil atingiu a menor taxa de desmatamento registrada na Amazônia Legal desde que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) começou a fazer a medição, em 1988.


Segundo dados apresentados nesta terça-feira pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, entre agosto de 2010 e julho de 2011, a região teve 6.418 quilômetros quadrados da sua área desmatada, o que representa a menor taxa em 23 anos e uma redução de 8% em relação ao apurado no mesmo período entre 2009 e 2010.

O anúncio foi feito em solenidade no Palácio do Planalto comemorativa ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Os dados mostram que o Pará foi o Estado que mais desmatou no período (3.008 quilômetros quadrados), seguido de Mato Grosso (1.120 quilômetros quadrados), Rondônia (865 quilômetros quadrados) e Amazonas (502 quilômetros).

A ministra Izabella destacou que os dados de 2012 são mais promissores ainda em relação à redução do desmatamento. Os números de agosto de 2011 a maio de 2012 mostram que há uma redução de 25% no desmatamento ante a menor taxa registrada, que é referente ao período de agosto de 2010 a julho de 2011. Segundo a ministra, isso mostra que "é possível crescer, incluir e preservar".

A presidenta Dilma Rousseff, presente à solenidade, afirmou que "sustentabilidade é agenda econômica, social e ambiental" e que, se não for vista dessa forma, será insuficiente. Segundo ela, no Dia Mundial do Meio Ambiente, "temos muito a celebrar, mas também muito a avançar".

Há o desafio, destacou, de produzir alimentos e água para alimentar os povos e que esse é "o maior desafio universal". "Não recuaremos diante desse grande desafio", afirmou a presidenta, ressaltando que é preciso alimentar os povos, gerando energia limpa e preservando.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Chevron errou, afirma ANP; Dilma quer punição exemplar - Portal Vermelho

Chevron errou, afirma ANP; Dilma quer punição exemplar - Portal Vermelho

No dia 7 de novembro, o óleo vazou a céu aberto no Campo do Frade, no Rio de Janeiro, mas as informações a respeito do desastre ambiental não vazaram na mesma data nem com a mesma proporção. A Chevron, petrolífera norte-americana que causou o desastre ambiental, encobriu o fato com omissões e mentiras.

Por Christiane Marcondes e Deborah Moreira*

Tratado como “acidente”, só após o início das investigações por parte dos órgãos competentes houve a confirmação de que se tratou de um erro: “A origem do acidente foi um erro operacional da empresa durante a perfuração. Isso provocou uma ruptura na coluna do poço através da qual o óleo migrou até uma falha geológica e chegou à superfície. A ANP está investigando com todo rigor e tão logo conclua a investigação toda a sociedade brasileira será informada”, declarou ao Vermelho Haroldo Lima, o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Do ponto de vista dos petroleiros, se houvesse maior fiscalização do trabalho nas plataformas, acidentes como esse poderiam ser evitados: “Se houvesse maior presença do sindicato nas plataformas, como a da Chevron, acidentes como o atual não aconteceriam”, afirmou João Antonio de Moraes, coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), que representa 75 mil trabalhadores em 60 plataformas em todo país.

Os petroleiros da Chevron, no entanto, são representados pelo Sindicato dos Trabalhadores Offshore do Brasil (Sindtob). “É uma entidade criada pela classe patronal, que não é representativa. Lamentavelmente, a Chevron não reconhece a FUP”, disse João Antonio.

Ainda sobre a Chevron, o dirigente lembrou que a empresa que operava a plataforma do Golfo do México, a Transocean -- responsável pelo maior acidente ambiental da história dos Estados Unidos -- é a mesma que opera a plataforma da Chevron onde houve o vazamento.

Por ocorrências como essa, a presidente Dilma promete endurecer ainda mais com a subsidiária brasileira da multinacional. Em reunião a portas fechadas no Palácio do Planalto -- segundo relatos feitos ao Globo.com por auxiliares que participaram -- Dilma deixou claro que esse acidente, apesar de ter proporções bem menores do derramamento de óleo que ocorreu no Golfo do México, deve servir como exemplo para evitar erros futuros de empresas petrolíferas estrangeiras e até mesmo a Petrobras.

"Quer vir para cá, operar no Brasil, venha! Mas tem que trabalhar sério, com rigor. É preciso deixar claro que aqui as regras são sérias e servem para todos. Não dá para operar no Brasil e fazer o que quiser", teria dito Dilma.

A presidente teria ficado extremamente incomodada com o relato de que a Chevron não tinha os equipamentos necessários para cortar os tubos e fazer a cimentação completa do poço. E também porque o fluxo de informações foi inadequado.

A ANP foi informada de que o vazamento inicial era de apenas 24 barris/dia, quando na verdade o vazamento era de 300 barris/dia. "Não faremos nada fora da lei. Mas dentro da lei tudo será feito com rigor", determinou.

Processo indenizatório

Também nesta terça (22), a Defensoria Pública da União no Rio abriu procedimento administrativo para cobrar indenização da petroleira Chevron pelos danos causados ao meio ambiente.

De acordo com o defensor público federal André Ordacgy, o valor da indenização, no entanto, só será definido após a interrupção completa do vazamento, para que seja possível avaliar todos os prejuízos. Ele explicou que esse procedimento faz parte de uma fase pré-processual, que pode resultar em ação civil pública.

“Vamos esperar o término do vazamento para ver qual foi a área atingida e todos os danos causados e aí, com base na oitiva de especialistas, vamos definir um valor. A idéia é promover um TAC [Termo de Ajustamento de Conduta] para que a companhia pague essa indenização voluntariamente, sem a necessidade do desgaste da via judicial”, explicou.

Plano de Contingência

Ordagcy informou que vai recomendar ao Ministério do Meio Ambiente que conclua e implemente, em um prazo de 90 dias, o Plano Nacional de Contingência (PNC) de derramamento de óleo. Caso o prazo não seja cumprido, o defensor disse que moverá uma ação civil pública com pedido de liminar e previsão de multa diária de R$ 100 mil até que o plano seja concluído.]

O Ministério do Meio Ambiente informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que a primeira versão do plano de contingência já foi concluída e enviada aos demais órgãos competentes. Ainda segundo a assessoria, o projeto deve sofrer alterações em outros ministérios, enviado ao setor jurídico para avaliação e, em seguida, submetido à aprovação da presidente Dilma Rousseff.

Nesta quarta (23), o delegado da Polícia Federal Fábio Scliar, que comanda as investigações sobre o vazamento, começa a ouvir os depoimentos de funcionários da Chevron.

Participação do Senado

O senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) disse que o Senado precisa conhecer o teor das medidas que vem sendo avaliadas pelo governo para prevenir e minimizar danos provocados por episódios como o do derramamento de óleo ocorrido na semana passada na Bacia de Campos (RJ).

É com essa intenção que a Comissão de Meio Ambiente, presidida pelo senador, realizará na semana que vem audiência pública sobre o assunto, na qual serão ouvidos representantes do governo federal, do estado do Rio de Janeiro e da empresa Chevron, responsável pelo vazamento.

“Precisamos conhecer quais são as medidas preventivas exigidas e se são suficientes. O Senado precisa se aprofundar no plano de contingencia que está sendo elaborado no âmbito do governo federal e ver se atende todas as expectativas em relação a enorme capacidade de prospecção do Brasil. Temos que estar preparados para a exploração com segurança e para evitar possíveis acidentes”, disse o senador.

Multas mais altas

Rollemberg também defendeu a revisão do valor das multas aplicadas às empresas responsáveis por danos ambientais. A esse respeito, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante Júnior, foi enfático: “Quero crer que é o momento de se discutir uma majoração (do valor das multas)”, declarou nesta segunda (21) durante a 21ª Conferência Nacional dos Advogados.

A Chevron teria que pagar R$ 50 milhões, valor máximo permitido pela legislação brasileira, e que corresponde a 53 minutos de extração naquele poço. Mas, neste caso específico, o valor das multas pode chegar a 260 milhões de reais, já que, além do Ibama -- que multou a empresa em 50 milhões na segunda (21) -- a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o governo do Rio de Janeiro também entraram com medidas para punir a petroleira.

*Redação Vermelho com informações de agências

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