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quarta-feira, 3 de maio de 2017
Entrevista con 'Timochenko': "el único plan de las FARC es la paz en Colombia" - Rusia Today
Publicado em 2 de mai de 2017
"Si en Colombia no erradicamos la práctica de la violencia en el ejercicio de la política, no habrá paz", cuenta Rodrigo Londoño 'Timochenko', máximo líder de las FARC. ¿Por qué la implementación de los acuerdos de paz terminó siendo mucho más difícil que el proceso de negociación? ¿Sienten los guerrilleros que sus vidas y las vidas de sus familiares peligran? ¿Puede existir marcha atrás en el proceso de paz? De todo ello habla en exclusiva para RT.
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sexta-feira, 6 de abril de 2012
Presidente Santos impede visita de ativistas a presos políticos colombianos - Portal Vermelho
Santos impede visita de ativistas a presos políticos na Colômbia - Portal Vermelho
Córdoba esclareceu que na última sexta-feira (30), foi realizada uma reunião com o ministro da Justiça, Juan Carlos Esguerra, na qual ficou indicado que a visita às prisões poderia ser efetuada após a libertação dos últimos uniformizados em poder da guerrilha, tal como anunciado pela insurgência.
O processo de libertação ocorreu na última segunda-feira (2). As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) liberaram unilateralmente os 10 últimos prisioneiros de guerra que mantinham em seu poder. Participaram do processo o grupo Colombianos e Colombianas pela Paz, liderado por Córdoba, o governo do Brasil, a Cruz Vermelha e o grupo de ativistas internacionais Mulheres do Mundo pela Paz.
Córdoba revelou também que o presidente Juan Manuel Santos manteve uma conversa com o representante da Câmara, Iván Cepeda, a respeito. Santos prometeu então que a visita ocorreria a partir de um protocolo de confidencialidade.
Mulheres pela Paz
Córdoba lembrou que o grupo Mulheres pela Paz chegou à Colômbia não apenas para acompanhar o processo de libertações, mas também para visitar os presos políticos, status que o governo insiste em desconhecer. “Não foi cumprido o que foi acordado”, sublinhou a ex-senadora.
A presidente do Conselho Mundial da Paz e do Cebrapaz, Socorro Gomes, que está desde segunda-feira (2) acompanhando o processo de libertação dos sequestrados pelas Farc, foi taxativa sobre a atitude de Santos: “É uma demonstração de que ele não quer a paz, nem o diálogo. Ele quer, na verdade, esmagar a guerrilha. Está empenhado em uma operação de cerco e aniquilamento da insurgência”.
Sobre o futuro, ela pondera que “esse não é um bom caminho porque não há solução militar para o conflito colombiano. A solução só pode ser política”.
Como uma das integrantes da comissão, Socorro ressaltou que a atitude frustrou a expectativa dos ativistas internacionais. “O que ele [Santos] quer esconder? Por que não podemos fazer as visitas? Há ou não há violação de direitos humanos nas prisões da Colômbia?”, questiona.
Da Redação, com informações da Prensa Latina
Santos impede visita de ativistas a presos políticos na Colômbia
A pacifista e ex-senadora Piedad Córdoba anunciou, nesta quinta-feira (5), que o governo colombiano não cumpriu sua promessa de autorizar o grupo de Mulheres pela Paz a visitar os presos políticos nas prisões do país. A integrante do Movimento Mulheres Pela Paz, Socorro Gomes, declarou por telefone, com exclusividade para o Vermelho, que a negativa “é uma quebra da palavra, e revela que o governo colombiano não é um interlocutor confiável”.
Córdoba esclareceu que na última sexta-feira (30), foi realizada uma reunião com o ministro da Justiça, Juan Carlos Esguerra, na qual ficou indicado que a visita às prisões poderia ser efetuada após a libertação dos últimos uniformizados em poder da guerrilha, tal como anunciado pela insurgência.
Leia também:
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O processo de libertação ocorreu na última segunda-feira (2). As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) liberaram unilateralmente os 10 últimos prisioneiros de guerra que mantinham em seu poder. Participaram do processo o grupo Colombianos e Colombianas pela Paz, liderado por Córdoba, o governo do Brasil, a Cruz Vermelha e o grupo de ativistas internacionais Mulheres do Mundo pela Paz.
Córdoba revelou também que o presidente Juan Manuel Santos manteve uma conversa com o representante da Câmara, Iván Cepeda, a respeito. Santos prometeu então que a visita ocorreria a partir de um protocolo de confidencialidade.
Mulheres pela Paz
Córdoba lembrou que o grupo Mulheres pela Paz chegou à Colômbia não apenas para acompanhar o processo de libertações, mas também para visitar os presos políticos, status que o governo insiste em desconhecer. “Não foi cumprido o que foi acordado”, sublinhou a ex-senadora.
A presidente do Conselho Mundial da Paz e do Cebrapaz, Socorro Gomes, que está desde segunda-feira (2) acompanhando o processo de libertação dos sequestrados pelas Farc, foi taxativa sobre a atitude de Santos: “É uma demonstração de que ele não quer a paz, nem o diálogo. Ele quer, na verdade, esmagar a guerrilha. Está empenhado em uma operação de cerco e aniquilamento da insurgência”.
Sobre o futuro, ela pondera que “esse não é um bom caminho porque não há solução militar para o conflito colombiano. A solução só pode ser política”.
Como uma das integrantes da comissão, Socorro ressaltou que a atitude frustrou a expectativa dos ativistas internacionais. “O que ele [Santos] quer esconder? Por que não podemos fazer as visitas? Há ou não há violação de direitos humanos nas prisões da Colômbia?”, questiona.
Da Redação, com informações da Prensa Latina
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Farc propõe conversações de paz com o governo - Portal Vermelho
Farc propõe conversações de paz com o governo - Portal Vermelho
O líder máximo do grupo guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Timoleón "Timochenko" Jiménez, demonstrou disposição para um possível "diálogo" com o presidente Juan Manuel Santos para colocar fim à luta armada.
Timochenko publicou um comunicado na noite desta segunda-feira (9) no site da organização expressando abertura para uma "mesa de conversação".
Leia também
Saudações da FARC-EP aos povos do mundo!
Guerrilha colombiana confirma libertação de seis prisioneiros
Depois de elaborar uma lista de exigências políticas, sociais e econômicas a Santos, o líder da guerrilha afirmou que "esses (e outros?) assuntos similares, interessam-nos tratar em uma hipotética mesa de conversação com participação ativa dos afetados".
Timochenko também disse para o presidente colombiano "pôr em questão as privatizações, a desregulamentação, a liberdade absoluta de comércio e investimentos, a depredação ambiental, a democracia de mercado e a doutrina militar, e retomar a agenda pendente de El Caguán".
El Caguán é um pequeno povoado que, durante o governo de Andrés Pastrana (1998-2002), foi centro dos últimos diálogos de paz entre Bogotá e a guerrilha.
Segundo o líder das Farc, os conflitos armados não "terão solução enquanto não forem ouvidas nossas vozes".
Timochenko, cujo nome verdadeiro é Rodrigo Londono, foi designado chefe máximo das Farc no último dia 5 de novembro passado, após a morte de Alfonso Cano, ocorrida em uma operação militar.
Segundo informações do governo do presidente Juan Manuel Santos, o processo de negociação com as Farc para libertação unilateral de reféns está com data prevista para ser iniciada nesta terça-feira (10). Em sua mensagem de Ano-Novo aos colombianos, o presidente disse que, em 2012, iria intensificar a campanha contra o terrorismo.
Além disso, o presidente colombiano falou em dezembro de 2011 sobre um eventual diálogo "cara a cara" com a cúpula da guerrilha, sem intermediários internacionais.
Com Agências.
O líder máximo do grupo guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Timoleón "Timochenko" Jiménez, demonstrou disposição para um possível "diálogo" com o presidente Juan Manuel Santos para colocar fim à luta armada.
Timochenko publicou um comunicado na noite desta segunda-feira (9) no site da organização expressando abertura para uma "mesa de conversação".
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Depois de elaborar uma lista de exigências políticas, sociais e econômicas a Santos, o líder da guerrilha afirmou que "esses (e outros?) assuntos similares, interessam-nos tratar em uma hipotética mesa de conversação com participação ativa dos afetados".
Timochenko também disse para o presidente colombiano "pôr em questão as privatizações, a desregulamentação, a liberdade absoluta de comércio e investimentos, a depredação ambiental, a democracia de mercado e a doutrina militar, e retomar a agenda pendente de El Caguán".
El Caguán é um pequeno povoado que, durante o governo de Andrés Pastrana (1998-2002), foi centro dos últimos diálogos de paz entre Bogotá e a guerrilha.
Segundo o líder das Farc, os conflitos armados não "terão solução enquanto não forem ouvidas nossas vozes".
Timochenko, cujo nome verdadeiro é Rodrigo Londono, foi designado chefe máximo das Farc no último dia 5 de novembro passado, após a morte de Alfonso Cano, ocorrida em uma operação militar.
Segundo informações do governo do presidente Juan Manuel Santos, o processo de negociação com as Farc para libertação unilateral de reféns está com data prevista para ser iniciada nesta terça-feira (10). Em sua mensagem de Ano-Novo aos colombianos, o presidente disse que, em 2012, iria intensificar a campanha contra o terrorismo.
Além disso, o presidente colombiano falou em dezembro de 2011 sobre um eventual diálogo "cara a cara" com a cúpula da guerrilha, sem intermediários internacionais.
Com Agências.
sábado, 5 de novembro de 2011
Telesur: Villarraga: La muerte de Cano deja un vacío en la historia
El director de la fundación Justicia y Democracia, Álvaro Villarraga, opinó, en entrevista para teleSUR, que la muerte de Alfonso Cano, es una perdida importante para la historia revolucionaria de Colombia. teleSUR
http://multimedia.telesurtv.net/4/11/2011/56683/villarraga-la-muerte-de-cano-...
http://multimedia.telesurtv.net/4/11/2011/56683/villarraga-la-muerte-de-cano-...
Telesur - Carlos Gallego: FARC reaccionarán militar y políticamente
El analista internacional, Carlos Gallego, explicó que la muerte de Alfonso Cano representa un duro golpe para las FARC como resultado de los operativos que desde hacer varios años el gobierno colombiano ha venido impulsando en una estrategia del aniquilamiento de las cabecillas de la guerrilla, que generen golpes de gran impacto que produzcan una desmoralización en sus fuerzas y comiencen a deshacerse por sí solas. telesUR
http://multimedia.telesurtv.net/4/11/2011/56677/gallego-farc-reaccionaran-mil...
http://multimedia.telesurtv.net/4/11/2011/56677/gallego-farc-reaccionaran-mil...
El significado del asesinato de Alfonso Cano, líder de las FARC-EP - José Antonio Gutiérrez D. - ANNCOL
El significado del asesinato de Alfonso Cano, líder de las FARC-EP

L, D F Y H:I
ANNCOL
Alfonso Cano
Después de más de 30 años de lucha guerrillera, el máximo jefe de las FARC-EP ha sido asesinado. Murió combatiendo, como un guerrillero raso más, mientras que quienes lo mandaron a asesinar, la élite dorada, jamás subieron al monte ni han puesto a uno sólo de sus hijos al frente de la batalla. Este era un desenlace que se veía venir, ya que desde el 2008 Cano se enfrentaba a una presión militar impresionante: 6000 tropas de élite contrainsurgentes a su caza, cerco militar en el sur del Tolima y Cauca, bombardeosindiscriminados en toda esa región. Y finalmente lo “cazaron”, no en Tolima como esperaban, sino en Cauca. El procedimiento fue típico: inteligencia militar (con apoyo decisivo de la CIA), bombardeos, desembarcos desde helicópteros y orden de asesinar, no de capturar.
Este procedimiento, en flagrante violación del derecho internacional humanitario, está en plena concordancia con el componente de la guerra sucia del Estado colombiano llamado “Plan Burbuja”, según el cual hay que golpear a los mandos guerrilleros para provocar un proceso doble: por una parte, estimular las deserciones, por otra, producir un fenómeno de “bandolerización” por la pérdida de los mandos político-militares y desestructuración de la cadena de mando (lo último implica que lo que realmente preocupa a la oligarquía no es ni la violencia ni la seguridad de los ciudadanos, sino conservar el poder a toda costa).
La muerte de Cano es un golpe militar indudable a la insurgencia, que por primera vez sufre la baja de su líder máximo. No solamente es un golpe por el enorme aprecio que le tenían los insurgentes, sino por el genio político-militar que demostró en su período al mando. En el 2008 los medios, con su normal ignorancia de los temas del conflicto, especulaban sobre el supuesto conflicto en las FARC-EP entre el ala “militar” supuestamente liderada por el Mono Jojoy, y el ala “política”, supuestamente liderada por Cano, al que se le mostraba como un ideólogo dogmático sin experiencia militar significativa. Sin embargo, la realidad demostró lo espurio de los supuestos en los que se sustentaron estas tesis. Cano demostró una visión militar superior a lo esperado por los opinólogos, logrando una reorientación estratégica de las FARC-EP que las llevaron a recuperar mucho del terreno perdido desde la implementación del Plan Colombia, adoptando una postura de ofensiva estratégica en vastas zonas del país que se aprecia en los contundentes golpes dados por la guerrilla en el período 2009-2011. También en lo organizativo, Cano supo descentralizar la organización para, por una parte, facilitar el trabajo político de masas y por otra, para absorber mejor los golpes del Plan Burbuja sin que se resintiera el conjunto de la organización.
Las FARC-EP con estructuras más descentralizadas y flexibles, asimilarán con toda probabilidad este nuevo golpe y recompondrán las estructuras de mando para llenar este vacío. Es muy probable que el mecanismo de sucesión de mando previamente establecido (Cano estaba bien conciente de que su asesinato ear inminente) ya esté andando y que el sucesor sea Iván Márquez.
Pero lo que está claro es que la resistencia de las FARC-EP a este embate no depende solamente de lo militar sino, fundamentalmente de lo político, y en esto Cano también supo abanderar una orientación política que lo demostraron como algo distinto a ese personaje obscuro y ortodoxo descrito por los medios. Logró controlar los enfrentamientos entre estructuras farianas con estructuras del ELN en diversos puntos del país. No solamente eso: también logró un pacto estratégico con esa organización lo cual ha fortalecido a ambos sectores insurgentes. También supo entender el contexto actual de movilización popular, defendiendo un proceso de negociación política al conflicto que permitiera articular las demandas de los diversos sectores populares subordinados. De una u otra manera, buscó formas de que las propuestas de la insurgencia volvieran a instalarse en la mesa como parte del debate político, más allá de temas como el acuerdo humanitario o el proceso de paz, actualizándolas con nuevas lecturas políticas y nuevos análisis de la realidad nacional e internacional. En este sentido, Cano demostró un liderazgo político-militar que permitió un salto estratégico de la organización guerrillera.
¿Morirá todo este trabajo hecho en el último tiempo con Cano? Aún cuando el asesinato de Cano repercutirá en las filas insurgentes, difícilmente ocurrirá tal cosa. El último informe de la Corporación Nuevo Arco Iris (“La Nueva Realidad de las FARC”), publicado en Agosto, da cuenta de ello, cuando afirma que aún cuando la muerte de Cano sea inminente, ello difícilmente significaría el fin de la insurgencia o aún un escenario de desplome acelerado. Esta afirmación se sustenta en los hechos por varias razones: primero que nada, porque Cano no tomaba decisiones solo sino como parte de un cuerpo colectivo, el Secretariado Mayor. Se equivoca el establecimiento colombiano cuando cree que las FARC-EP son una organización sustentada en liderazgos carismáticos. El asesinato del Mono Jojoy (una figura de un carisma mucho mayor que el de Cano entre los guerrilleros) en el 2010 así lo demostró –no hubo deserciones en masa y el Bloque Oriental mantiene la presión militar. Lo mismo pudo decirse del fundador de las FARC-EP, Manuel Marulanda, cuya muerte también se especuló produciría un desmoronamiento de la organización –cuando ocurrió en realidad todo lo contrario, un restructuramiento de la organización y un fortalecimiento organizativo. Pero tampoco será ese el escenario porque las orientaciones políticas que han enfrentado el intento de “aislamiento político” de la insurgencia, así como las estructuras que han permitido el reacomodo estratégico de las FARC-EP al nuevo escenario de guerra, dominado por el poderío aéreo del Estado y el perfeccionamiento de la inteligencia militar, ya están instaladas y andando. Y han demostrado ser efectivas [1].
Digamos que con la muerte de Cano la insurgencia pierde un gran dirigente, pero ni pierde la razón de ser ni su norte como organización. La orientación de Cano, ha sido parte de una orientación colectiva que demuestra el dinamismo de la insurgencia de cara a una ofensiva militar sin precedentes por parte del Estado, así como el carácter orgánico de la guerrilla colombiana. Si bien Cano es el máximo dirigente asesinado, varios otros líderes han sido abatidos en el último tiempo gracias al Plan Burbuja y el efecto esperado por parte del Estado (desplome, desmoralización, bandolerización y deserciones masivas) no ha ocurrido. Y no ocurrirá porque las fuerzas que alimentan al conflicto siguen ahí, y la insurgencia conserva fuertes raíces en la Colombia rural pese a la campaña de exterminio y desplazamiento masivo del Estado colombiano, que llaman “consolidación territorial”. Y porque la insurgencia en Colombia es una insurgencia de carácter orgánico, no basada en caudillos carismáticos. Los movimientos insurgentes de carácter orgánico como las FARC-EP han sabido sobrevivir y aún fortalecerse después de la muerte de sus dirigentes, como ocurrió con el PKK tras el arresto de Abdullah Ocalan, o con el FSLN tras el asesinato de Carlos Fonseca, o con las guerrillas africanas PAIGC o Frelimo, tras el asesinato de sus respectivos dirigentes Eduardo Mondlane y Amilcar Cabral. Y su martirio en ocasiones logra fortalecer la moral y redoblar la resolución de lucha de los rebeldes, con lo cual podría haber un efecto boomerang.
Santos, sobre el cadáver del adversario abatido profiere vivas a Colombia, sin dejar en duda su concepción de país donde el poder se reafirma con ofrendas de sangre. Dice que el “crimen” no paga (confundiendo rebelión con crimen), mientras el país se asfixia en la corrupción promovida por familias cuyas fortunas han sido amasadas mediante el asesinato, el desplazamiento, el robo de tierras y la entrega de los recursos naturales mediante pactos fraudulentos. Los medios reproducen partes triunfalistas en que, ahora si, se nos vuelve a decir, que estamos en el fin del fin, no en el fin inmediato, sino que en la recta final, etc. Mientras hasta hace unas semanas se quejaban de una guerrilla envalentonada y un ejército desmoralizado, hoy día afirman que la guerrilla está desmoralizada y que este golpe desmiente la tesis “maliciosa” de la desmoralización castrense. En realidad, esta victoria, por las razones más arriba expuestas es pírrica, y difícilmente alterará el curso del conflicto según se ha delineado en el curso del presente año o mejorará sustantivamente la moral de la tropa cuya baja se encuentra, como hemos afirmado en otra ocasión, en la naturaleza misma de esta guerra sucia tan degrada. Antes bien, este nuevo triunfalismo (mucho menos pronunciado que el triunfalismo tras la muerte de Raúl Reyes) podría jugar en contra de esa moral cuando el fin del fin no llegue.
Pero no sería correcto afirmar que nada cambiará en el nuevo escenario post-Cano; es indudable que este golpe tendrá efectos. El periodista Alfredo Molano advirtió que esta victoria militar puede convertirse en una derrota política. Tal cosa no parece ser descabellada porque quedan claras las intenciones de “paz y diálogo” de Santos, quien ha posado como el presidente de los “derechos humanos”, abierto a la “negociación”. Será mucho más difícil sostener tal cosa para socialdemócratas como Medófilo Medina, Pacho Galán, León Valencia u otros que se han mareado con la “voluntad de paz” del gobierno, después de esta acción, pues ¿cómo hablar de paz mientras se asesina al interlocutor? Pongamos el caso irlandés como ejemplo: el Estado británico estuvo dispuesto a dialogar con la insurgencia (el IRA) y por ello, aunque tenían localizados plenamente a los líderes políticos del movimiento, no los asesinaron para permitir ese espacio de negociación. Tal cosa no ocurre en Colombia, precisamente porque la voluntad de paz o de diálogo no existe. Lo que se busca es el exterminio de los posibles negociadores para lograr la desmovilización. Es decir, la paz de los cementerios, o pacificación sin ninguna transformación política en el país. El resultado de esta política lo conocemos bien en Guatemala o El Salvador. Y eso no es lo que la mayoría del pueblo quiere para Colombia.
El gobierno cierra las puertas al diálogo ¿cómo reaccionará la insurgencia? Es difícil predecirlo, pero sea lo que sea, es posible ver un período de agudización e intensificación del conflicto por delante pues no parece ser una opción cruzarse de brazos o seguir reiterando llamados al diálogo y la paz que caen en oídos sordos. Si el gobierno demuestra su voluntad de profundizar la vía militar, entonces es ella la que se profundizará, y sabemos lo que esa vía tiene para ofrecer a Colombia en el marco de la guerra sucia.
El gobierno no entiende el carácter orgánico de la insurgencia, pero si entiende el carácter social más que militar del conflicto. Por eso es que en estos momentos en que repunta la lucha popular, con los estudiantes, obreros petroleros, trabajadores del transporte, campesinos movilizados, el gobierno se apresta para profundizar la guerra sucia, buscando ampliar el fuero militar, estigmatizando y criminalizando la protesta social, reforzando el aparato paramilitar. Saben ellos que el escenario donde se define el combate no es en el campo de batalla sino que en los campos y calles de Colombia, donde las masas vuelven a desafiar al sistema y a articular su proyecto emancipador. Aunque con los resultados de las últimas elecciones locales, producidas con más de un 50% de abstención, se fortalece de manera superestructural la “Unidad Nacional” y el santismo barre con toda oposición institucional, esa institucionalidad está cada vez más aislada, es cada vez más vulnerable ante un pueblo al que no se le ha dejado más opción que luchar. Santos aprueba TLCs que hambrearán a las muchedumbres y las someterán en una situación aún más desesperada que la actual. Sus “locomotoras del desarrollo” arrollan y destruyen las comunidades que quedan a su paso. El gobierno de Santos responde a las protestas de este pueblo de manera militar, con una represión inusitada, pues no saben responder de otra manera. Y con ello cierra todas las puertas a una solución al conflicto social que no sea la vía revolucionaria (que no guerrerista-militarista).
Que no se engañe Santos: su mundo anacrónico de dogmatismo neoliberal, entreguismo pro-imperialista, de exacerbado conservadurismo, es un mundo en retroceso. Los tiempos actuales son tiempos de lucha, de revoluciones, donde las masas vuelven a adquirir protagonismo. Santos radicaliza el conflicto social y armado, que no es solamente bombardeos contra la insurgencia, sino una estrategia militar contra el conjunto del pueblo –ese es el significado del asesinato de Cano. Pero en la medida en que se radicaliza el conflicto, las masas colombianas pueden dar a la oligarquía una buena sorpresa, precisamente en el momento en que se creen invencibles y precisamente por donde no lo esperan.
José Antonio Gutiérrez D.
5 de Noviembre, 2011
[1] Un balance del conflicto y la apuesta por la guerra sucia de Santos, la he hecho en un artículo previo “Santos: Luz Verde para la Guerra Sucia en Colombia” http://anarkismo.net/article/20768
www.kaosenlared.net/noticia/significado-asesinato-alfonso-cano-lider-farc-ep-caido-bombardeos-indi
L, D F Y H:I
ANNCOL
Alfonso Cano
Después de más de 30 años de lucha guerrillera, el máximo jefe de las FARC-EP ha sido asesinado. Murió combatiendo, como un guerrillero raso más, mientras que quienes lo mandaron a asesinar, la élite dorada, jamás subieron al monte ni han puesto a uno sólo de sus hijos al frente de la batalla. Este era un desenlace que se veía venir, ya que desde el 2008 Cano se enfrentaba a una presión militar impresionante: 6000 tropas de élite contrainsurgentes a su caza, cerco militar en el sur del Tolima y Cauca, bombardeosindiscriminados en toda esa región. Y finalmente lo “cazaron”, no en Tolima como esperaban, sino en Cauca. El procedimiento fue típico: inteligencia militar (con apoyo decisivo de la CIA), bombardeos, desembarcos desde helicópteros y orden de asesinar, no de capturar.
Este procedimiento, en flagrante violación del derecho internacional humanitario, está en plena concordancia con el componente de la guerra sucia del Estado colombiano llamado “Plan Burbuja”, según el cual hay que golpear a los mandos guerrilleros para provocar un proceso doble: por una parte, estimular las deserciones, por otra, producir un fenómeno de “bandolerización” por la pérdida de los mandos político-militares y desestructuración de la cadena de mando (lo último implica que lo que realmente preocupa a la oligarquía no es ni la violencia ni la seguridad de los ciudadanos, sino conservar el poder a toda costa).
La muerte de Cano es un golpe militar indudable a la insurgencia, que por primera vez sufre la baja de su líder máximo. No solamente es un golpe por el enorme aprecio que le tenían los insurgentes, sino por el genio político-militar que demostró en su período al mando. En el 2008 los medios, con su normal ignorancia de los temas del conflicto, especulaban sobre el supuesto conflicto en las FARC-EP entre el ala “militar” supuestamente liderada por el Mono Jojoy, y el ala “política”, supuestamente liderada por Cano, al que se le mostraba como un ideólogo dogmático sin experiencia militar significativa. Sin embargo, la realidad demostró lo espurio de los supuestos en los que se sustentaron estas tesis. Cano demostró una visión militar superior a lo esperado por los opinólogos, logrando una reorientación estratégica de las FARC-EP que las llevaron a recuperar mucho del terreno perdido desde la implementación del Plan Colombia, adoptando una postura de ofensiva estratégica en vastas zonas del país que se aprecia en los contundentes golpes dados por la guerrilla en el período 2009-2011. También en lo organizativo, Cano supo descentralizar la organización para, por una parte, facilitar el trabajo político de masas y por otra, para absorber mejor los golpes del Plan Burbuja sin que se resintiera el conjunto de la organización.
Las FARC-EP con estructuras más descentralizadas y flexibles, asimilarán con toda probabilidad este nuevo golpe y recompondrán las estructuras de mando para llenar este vacío. Es muy probable que el mecanismo de sucesión de mando previamente establecido (Cano estaba bien conciente de que su asesinato ear inminente) ya esté andando y que el sucesor sea Iván Márquez.
Pero lo que está claro es que la resistencia de las FARC-EP a este embate no depende solamente de lo militar sino, fundamentalmente de lo político, y en esto Cano también supo abanderar una orientación política que lo demostraron como algo distinto a ese personaje obscuro y ortodoxo descrito por los medios. Logró controlar los enfrentamientos entre estructuras farianas con estructuras del ELN en diversos puntos del país. No solamente eso: también logró un pacto estratégico con esa organización lo cual ha fortalecido a ambos sectores insurgentes. También supo entender el contexto actual de movilización popular, defendiendo un proceso de negociación política al conflicto que permitiera articular las demandas de los diversos sectores populares subordinados. De una u otra manera, buscó formas de que las propuestas de la insurgencia volvieran a instalarse en la mesa como parte del debate político, más allá de temas como el acuerdo humanitario o el proceso de paz, actualizándolas con nuevas lecturas políticas y nuevos análisis de la realidad nacional e internacional. En este sentido, Cano demostró un liderazgo político-militar que permitió un salto estratégico de la organización guerrillera.
¿Morirá todo este trabajo hecho en el último tiempo con Cano? Aún cuando el asesinato de Cano repercutirá en las filas insurgentes, difícilmente ocurrirá tal cosa. El último informe de la Corporación Nuevo Arco Iris (“La Nueva Realidad de las FARC”), publicado en Agosto, da cuenta de ello, cuando afirma que aún cuando la muerte de Cano sea inminente, ello difícilmente significaría el fin de la insurgencia o aún un escenario de desplome acelerado. Esta afirmación se sustenta en los hechos por varias razones: primero que nada, porque Cano no tomaba decisiones solo sino como parte de un cuerpo colectivo, el Secretariado Mayor. Se equivoca el establecimiento colombiano cuando cree que las FARC-EP son una organización sustentada en liderazgos carismáticos. El asesinato del Mono Jojoy (una figura de un carisma mucho mayor que el de Cano entre los guerrilleros) en el 2010 así lo demostró –no hubo deserciones en masa y el Bloque Oriental mantiene la presión militar. Lo mismo pudo decirse del fundador de las FARC-EP, Manuel Marulanda, cuya muerte también se especuló produciría un desmoronamiento de la organización –cuando ocurrió en realidad todo lo contrario, un restructuramiento de la organización y un fortalecimiento organizativo. Pero tampoco será ese el escenario porque las orientaciones políticas que han enfrentado el intento de “aislamiento político” de la insurgencia, así como las estructuras que han permitido el reacomodo estratégico de las FARC-EP al nuevo escenario de guerra, dominado por el poderío aéreo del Estado y el perfeccionamiento de la inteligencia militar, ya están instaladas y andando. Y han demostrado ser efectivas [1].
Digamos que con la muerte de Cano la insurgencia pierde un gran dirigente, pero ni pierde la razón de ser ni su norte como organización. La orientación de Cano, ha sido parte de una orientación colectiva que demuestra el dinamismo de la insurgencia de cara a una ofensiva militar sin precedentes por parte del Estado, así como el carácter orgánico de la guerrilla colombiana. Si bien Cano es el máximo dirigente asesinado, varios otros líderes han sido abatidos en el último tiempo gracias al Plan Burbuja y el efecto esperado por parte del Estado (desplome, desmoralización, bandolerización y deserciones masivas) no ha ocurrido. Y no ocurrirá porque las fuerzas que alimentan al conflicto siguen ahí, y la insurgencia conserva fuertes raíces en la Colombia rural pese a la campaña de exterminio y desplazamiento masivo del Estado colombiano, que llaman “consolidación territorial”. Y porque la insurgencia en Colombia es una insurgencia de carácter orgánico, no basada en caudillos carismáticos. Los movimientos insurgentes de carácter orgánico como las FARC-EP han sabido sobrevivir y aún fortalecerse después de la muerte de sus dirigentes, como ocurrió con el PKK tras el arresto de Abdullah Ocalan, o con el FSLN tras el asesinato de Carlos Fonseca, o con las guerrillas africanas PAIGC o Frelimo, tras el asesinato de sus respectivos dirigentes Eduardo Mondlane y Amilcar Cabral. Y su martirio en ocasiones logra fortalecer la moral y redoblar la resolución de lucha de los rebeldes, con lo cual podría haber un efecto boomerang.
Santos, sobre el cadáver del adversario abatido profiere vivas a Colombia, sin dejar en duda su concepción de país donde el poder se reafirma con ofrendas de sangre. Dice que el “crimen” no paga (confundiendo rebelión con crimen), mientras el país se asfixia en la corrupción promovida por familias cuyas fortunas han sido amasadas mediante el asesinato, el desplazamiento, el robo de tierras y la entrega de los recursos naturales mediante pactos fraudulentos. Los medios reproducen partes triunfalistas en que, ahora si, se nos vuelve a decir, que estamos en el fin del fin, no en el fin inmediato, sino que en la recta final, etc. Mientras hasta hace unas semanas se quejaban de una guerrilla envalentonada y un ejército desmoralizado, hoy día afirman que la guerrilla está desmoralizada y que este golpe desmiente la tesis “maliciosa” de la desmoralización castrense. En realidad, esta victoria, por las razones más arriba expuestas es pírrica, y difícilmente alterará el curso del conflicto según se ha delineado en el curso del presente año o mejorará sustantivamente la moral de la tropa cuya baja se encuentra, como hemos afirmado en otra ocasión, en la naturaleza misma de esta guerra sucia tan degrada. Antes bien, este nuevo triunfalismo (mucho menos pronunciado que el triunfalismo tras la muerte de Raúl Reyes) podría jugar en contra de esa moral cuando el fin del fin no llegue.
Pero no sería correcto afirmar que nada cambiará en el nuevo escenario post-Cano; es indudable que este golpe tendrá efectos. El periodista Alfredo Molano advirtió que esta victoria militar puede convertirse en una derrota política. Tal cosa no parece ser descabellada porque quedan claras las intenciones de “paz y diálogo” de Santos, quien ha posado como el presidente de los “derechos humanos”, abierto a la “negociación”. Será mucho más difícil sostener tal cosa para socialdemócratas como Medófilo Medina, Pacho Galán, León Valencia u otros que se han mareado con la “voluntad de paz” del gobierno, después de esta acción, pues ¿cómo hablar de paz mientras se asesina al interlocutor? Pongamos el caso irlandés como ejemplo: el Estado británico estuvo dispuesto a dialogar con la insurgencia (el IRA) y por ello, aunque tenían localizados plenamente a los líderes políticos del movimiento, no los asesinaron para permitir ese espacio de negociación. Tal cosa no ocurre en Colombia, precisamente porque la voluntad de paz o de diálogo no existe. Lo que se busca es el exterminio de los posibles negociadores para lograr la desmovilización. Es decir, la paz de los cementerios, o pacificación sin ninguna transformación política en el país. El resultado de esta política lo conocemos bien en Guatemala o El Salvador. Y eso no es lo que la mayoría del pueblo quiere para Colombia.
El gobierno cierra las puertas al diálogo ¿cómo reaccionará la insurgencia? Es difícil predecirlo, pero sea lo que sea, es posible ver un período de agudización e intensificación del conflicto por delante pues no parece ser una opción cruzarse de brazos o seguir reiterando llamados al diálogo y la paz que caen en oídos sordos. Si el gobierno demuestra su voluntad de profundizar la vía militar, entonces es ella la que se profundizará, y sabemos lo que esa vía tiene para ofrecer a Colombia en el marco de la guerra sucia.
El gobierno no entiende el carácter orgánico de la insurgencia, pero si entiende el carácter social más que militar del conflicto. Por eso es que en estos momentos en que repunta la lucha popular, con los estudiantes, obreros petroleros, trabajadores del transporte, campesinos movilizados, el gobierno se apresta para profundizar la guerra sucia, buscando ampliar el fuero militar, estigmatizando y criminalizando la protesta social, reforzando el aparato paramilitar. Saben ellos que el escenario donde se define el combate no es en el campo de batalla sino que en los campos y calles de Colombia, donde las masas vuelven a desafiar al sistema y a articular su proyecto emancipador. Aunque con los resultados de las últimas elecciones locales, producidas con más de un 50% de abstención, se fortalece de manera superestructural la “Unidad Nacional” y el santismo barre con toda oposición institucional, esa institucionalidad está cada vez más aislada, es cada vez más vulnerable ante un pueblo al que no se le ha dejado más opción que luchar. Santos aprueba TLCs que hambrearán a las muchedumbres y las someterán en una situación aún más desesperada que la actual. Sus “locomotoras del desarrollo” arrollan y destruyen las comunidades que quedan a su paso. El gobierno de Santos responde a las protestas de este pueblo de manera militar, con una represión inusitada, pues no saben responder de otra manera. Y con ello cierra todas las puertas a una solución al conflicto social que no sea la vía revolucionaria (que no guerrerista-militarista).
Que no se engañe Santos: su mundo anacrónico de dogmatismo neoliberal, entreguismo pro-imperialista, de exacerbado conservadurismo, es un mundo en retroceso. Los tiempos actuales son tiempos de lucha, de revoluciones, donde las masas vuelven a adquirir protagonismo. Santos radicaliza el conflicto social y armado, que no es solamente bombardeos contra la insurgencia, sino una estrategia militar contra el conjunto del pueblo –ese es el significado del asesinato de Cano. Pero en la medida en que se radicaliza el conflicto, las masas colombianas pueden dar a la oligarquía una buena sorpresa, precisamente en el momento en que se creen invencibles y precisamente por donde no lo esperan.
José Antonio Gutiérrez D.
5 de Noviembre, 2011
[1] Un balance del conflicto y la apuesta por la guerra sucia de Santos, la he hecho en un artículo previo “Santos: Luz Verde para la Guerra Sucia en Colombia” http://anarkismo.net/article/20768
www.kaosenlared.net/noticia/significado-asesinato-alfonso-cano-lider-farc-ep-caido-bombardeos-indi
Operação com mais de mil homens mata líder das Farc, Alfonso Cano - Portal Vermelho
Operação com mais de mil homens mata líder das Farc - Portal Vermelho
Cerca de mil homens do Exército e da Polícia da Colômbia mataram o líder máximo das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), Alfonso Cano, numa acção com bombardeamentos e perseguições que o Governo já classificou como a "maior operação" em 50 anos.
Alfonso Cano (foto abaixo) vivia há cerca de dois meses no sudoeste do país, em Cauca, quando na sexta-feira foi surpreendido por uma operação militar intitulada operação "Odisseia": Depois de um bombardeamento, cerca de mil homens das forças de segurança do Estado atacaram uma área rural conseguindo aniquilar o líder máximo das Farc quando fugia do ataque, contou o ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón.

A operação conjunta de bombardeamento das Forças Militares e da Polícia tinha começado há já vários dias "mas só se concretizou a partir das 8h30" de sexta-feira, avançou o ministro.
Alfonso Cano abatido na sexta-feira era um intelectual de classe média que chegou a líder máximo das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia após a morte do seu lendário co-fundador, Tirofijo Murulanda, em 1990.
Cano, de 63 anos, cujo verdadeiro nome era Guillermo Saenz Vargas, estudou antropologia na Universidade Nacional de Bogotá antes de entrar na Juventude Comunista, e ter-se-à juntado às Farc na década de 1970.
Começou por liderar as negociações de paz com o governo colombiano, realizada em Caracas (Venezuela) em 1991 e em Tlaxcala (México) em 1992.
Com a morte do chefe máximo das Farc, a guerrilha colombiana está perante um caminho incerto que pode provocar uma onda de deserções.
O presidente colombiano Juan Manuel Santos confirmou a morte de Alfonso Cano, e pediu a desmobilização da guerrilha. "A morte de Alfonso Cano foi confirmada. Infligimos o maior golpe na história daquela organização", declarou o presidente durante uma declaração na televisão. Juan Manuel Santos afirmou que "devemos insistir até que os colombianos possam ter um país em paz".
Fonte:TVI24
Cerca de mil homens do Exército e da Polícia da Colômbia mataram o líder máximo das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), Alfonso Cano, numa acção com bombardeamentos e perseguições que o Governo já classificou como a "maior operação" em 50 anos.
Alfonso Cano (foto abaixo) vivia há cerca de dois meses no sudoeste do país, em Cauca, quando na sexta-feira foi surpreendido por uma operação militar intitulada operação "Odisseia": Depois de um bombardeamento, cerca de mil homens das forças de segurança do Estado atacaram uma área rural conseguindo aniquilar o líder máximo das Farc quando fugia do ataque, contou o ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón.
A operação conjunta de bombardeamento das Forças Militares e da Polícia tinha começado há já vários dias "mas só se concretizou a partir das 8h30" de sexta-feira, avançou o ministro.
Alfonso Cano abatido na sexta-feira era um intelectual de classe média que chegou a líder máximo das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia após a morte do seu lendário co-fundador, Tirofijo Murulanda, em 1990.
Cano, de 63 anos, cujo verdadeiro nome era Guillermo Saenz Vargas, estudou antropologia na Universidade Nacional de Bogotá antes de entrar na Juventude Comunista, e ter-se-à juntado às Farc na década de 1970.
Começou por liderar as negociações de paz com o governo colombiano, realizada em Caracas (Venezuela) em 1991 e em Tlaxcala (México) em 1992.
Com a morte do chefe máximo das Farc, a guerrilha colombiana está perante um caminho incerto que pode provocar uma onda de deserções.
O presidente colombiano Juan Manuel Santos confirmou a morte de Alfonso Cano, e pediu a desmobilização da guerrilha. "A morte de Alfonso Cano foi confirmada. Infligimos o maior golpe na história daquela organização", declarou o presidente durante uma declaração na televisão. Juan Manuel Santos afirmou que "devemos insistir até que os colombianos possam ter um país em paz".
Fonte:TVI24
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