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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Rússia: Ocidente esqueceu investigação sobre queda de avião na Ucrânia - Portal Vermelho

Rússia: Ocidente esqueceu investigação sobre queda de avião na Ucrânia - Portal Vermelho

O
ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, disse nesta
segunda-feira (12), que o Ocidente esqueceu as investigações sobre a
queda do avião de passageiros da Malásia no leste da Ucrânia, que
aconteceu em julho do ano passado, e disse que Moscou está pedindo a
liberação de pelo menos um relatório preliminar sobre a tragédia.






Restos do avião da Malaysia Airlines que foi derrubado na Ucrânia
Restos do avião da Malaysia Airlines que foi derrubado na Ucrânia


Durante uma conferência de imprensa conjunta com o ministro dos
Negócios Estrangeiros da Letônia, Edgars Rinkevics, Lavrov ressaltou que
os países ocidentais impuseram sanções contra a Rússia devido à
catástrofe com o Boeing malaio e que, atualmente, apenas Moscou se
esforça para exigir os resultados da investigação. A Rússia tenta ainda
saber os motivos pelos quais o inquérito está sendo conduzido com
“violações grosseiras” das normas da organização internacional de
aviação civil.



Além disso, o chanceler russo pediu que o Ocidente use sua influência
para convencer Kiev a evitar um cenário militar no desenvolvimento dos
eventos na Ucrânia. Segundo Lavrov, “independentemente do que está
acontecendo em Paris, na Síria ou na Líbia”, os parceiros ocidentais da
Rússia que têm mais influência sobre a liderança ucraniana devem se
esforçar para não permitir que o “partido da guerra” em Kiev destrua as
esperanças criadas a partir dos acordos de Minsk.



Na mesma entrevista, o chefe da diplomacia russa também endereçou a
questão do terrorismo global e disse que é preciso formar uma oposição
mais séria ao Estado Islâmico, na medida em que seus emissários estão
expandindo suas atividades ao redor do mundo, para além da Síria e do
Iraque, e especialmente em direção à Líbia e ao Afeganistão.





Fonte: Voz da Rússia




segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Charlie Hebdo e a manipulação imperialista. Paulo Vinícius Silva

Por três vezes mataram a equipe do Charlie. De três modos sofrem os muçulmanos no mundo de hoje.

A primeira morte na barbárie que significa matar um jornalista/chargista/funcionário/policial com vistas a calar-lhes e também de potencializar o ódio. No fim das contas, os assassinos agiram para armar o imperialismo, a despeito de sua retórica e do sentido aparente de sua infames ações. A sinergia dos objetivos de fundamentalistas e dos imperialistas em favor da guerra é gritante. O terrorismo fundamentalista tem sido instrumento mais que eficaz para propagar a guerra que interessa, permanentemente, ao imperialismo.


A falta de caráter da extrema direita, da direita e da imprensa monopolista não tem limites. Não acreditei quando vi Netanyahu - troféu Herodes 2014, carrasco de Gaza, que matou centenas de crianças - posando lépido e fagueiro na multitudinária manifestação parisiense contra o terrorismo, a paz, ou dizendo Je Suis Charlie. Mataram, assim, pela segunda vez os jornalistas, chargistas e funcionários do CharlieHebdo. Alguns dos quais inclusive trabalharam em L´Humanité, eram gente de esquerda, que jamais apoiariam qualquer sentimento xenofóbico, racista, sionista e de direita. Gente que jamais jogaria água no moinho da intolerância. Assim, há que diferenciar na aparente unanimidade da marcha os interesses antagônicos da maioria do povo, dos interesses do imperialismo, francês inclusive. Não é à toa que vemos a defesa dos valores da República, da democracia, como a posição consequente presente ao protesto.

A terceira vez que os mataram foi a maneira como a imprensa monopolista discrimina as pessoas, e dessa vez, usando seu nome. Como as vidas de uns e de outros, segundo o país, valem tudo ou nada. Quantas vidas palestinas valem a de um Israelense? Quantas vidas nigerianas vale uma francesa? A pergunta infame não é minha, infame é a cobertura da imprensa, seletiva, todo dia. Afinal, e o Iraque? E o Afeganistão? E a Palestina, cujas crianças gazenses que sobreviveram passam o frio invernal em meio a escombros? E a Nigéria, em que 2000 (sim, DUAS MIL!) pessoas, a maioria crianças e mulheres!? É difícil ignorar o silêncio da imprensa ante a morte de inocentes em tantas partes do mundo, e que morreram exatamente pela política dos mandatários da Europa e Estados Unidos que colocou o mundo nessa situação triste e perigosa. Graças à vitória do povo em 2002, o Presidente Lula desde o princípio denunciou a guerra imperialista contra árabes e muçulmanos.

Como vemos, humor é coisa seriíssima, em especial diante das consequências trágicas da "guerra ao terror" desatada por Bushinho. Irônica ou tragicamente, por isso estão mais próximos os povos que professam o Islã das vítimas francesas, pois nada tem a ver com os mandatários hipócritas e a imprensa monopolista que promovem a guerra. Pelo contrário, os últimos eram alvo permanente das ironias e críticas dos profissionais do Charlie.

Os muçulmanos sofrem também triplamente. Massacrados pela política imperialista de Estados Unidos, França e União Europeia, cuja "guerra ao terror" só desatou mais e mais terror. Confrontados com os fundamentalistas, cuja ação os atinge mais que a qualquer país ocidental, cobrando inúmeras vidas. E, por fim, padecem ante o inclemente preconceito que coloca o Islã como um todo, e os árabes, como vinculados ao imaginário "terrorista" promovido pela imprensa monopolista a serviço do imperialismo.

A capa do CharlieHebdo, retratando o Profeta Mohammed (Maomé) a chorar, e a dizer, "Tudo está perdoado", é o tapa de luva de pelica, a melhor resposta. Tão ácidos, resgataram a palavra que mais fortemente deveria marcar o judaísmo, cristianismo e islamismo, assim como todo agnóstico e ateu consequente, humanista. A misericórdia, o perdão, a fraternidade deveriam lhes falar mais alto.

Charlie, que primava pela dissidência e pelo humor ácido e sem travas, em seu maior número diz-nos o que necessitamos ouvir, sem poder rir, e lindamente: não em nosso nome, imperialistas; não em nosso nome, racistas; não em nosso nome, direitistas; não em nosso nome, sionistas; não em nosso nome, fundamentalistas. O mundo não precisa do reforço da Guerra, nem da militarização.

A PAZ, esta sim segue como a bandeira revolucionária e anti-imperialista.

P.S.: O Governo Nigeriano, através de seu Diretor de Informação do Ministério da Defesa, Maj. Gen. Chris Olukolade,questionou a informação de haveria 2000 mortos no ataque do Boko Haram em Baga, Nigéria, alegando que 150 pessoas teriam morrido. A comprovar. Mantenho o argumento. (12/01/2014 às 23h43)

Somos todos Baga? Ataque mata duas mil pessoas na Nigéria - Portal Vermelho

Somos todos Baga? Ataque mata duas mil pessoas na Nigéria - Portal Vermelho

Enquanto
todos os olhos se voltam comovidos para a França por conta dos ataques
de radicais islâmicos, na Nigéria, segundo aponta a Anistia
Internacional, o ataque ocorrido na quinta-feira (8), pelo grupo Boko
Haram matou duas mil pessoas, principalmente mulheres e crianças, na
cidade de Baga e centenas de corpos continuam espalhados.





O grupos radical islâmico Boko Haram tem cometido uma série de atentados na Nigéria
O grupos radical islâmico Boko Haram tem cometido uma série de atentados na Nigéria


De acordo com fontes da Anisitia, o ataque foi o mais letal da
história do grupo, O Porta-voz do governo nigeriano, Mike Omeri, afirmou
que os atiradores têm como objetivo recuperar o controle de Baga, na
fronteira com o Chade, onde os insurgentes tomaram uma base militar no
dia 3 de janeiro e atacaram novamente na quarta-feira (7).



"As forças de segurança têm respondido rapidamente e utilizado recursos
significativos, além de realizar ataques aéreos contra os militantes",
afirmou Omeri em um comunicado.



De acordo com o chefe do distrito, Baba Abba Hassan, a maioria das
vítimas são crianças, mulheres e idosos que não conseguiram fugir quando
os insurgentes invadiram Baga, disparando granadas e fuzilando os
habitantes.



"A carnificina humana perpetrada pelos terroristas do Boko Haram em Baga
foi enorme", disse à agência Associated Press, Muhammad Abba Gava, que é
porta-voz de um grupo de civis que luta contra a Boko Haram. "Ninguém
conseguiu prestar assistência aos corpos, e até mesmo os gravemente
feridos já devem ter morrido agora", acrescentou.



Antes do ataque desta semana, o dia mais sangrento aconteceu em 14 de
março do ano passado em Maiduguri, onde soldados atiraram em
prisioneiros desarmados num ataque ao quartel militar da cidade.



As ações do grupos radicais já dura cinco anos e matou mais de 10 mil
pessoas apenas em 2014. Mais de um milhão de pessoas estão deslocadas,
dentro da Nigéria, e centenas de milhares fugiram pelas fronteiras com
Chade e Camarões.



Da redação

Com informações de agências

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

"Nous pleurons des confrères, des collègues, des amis, des camarades" L'Humanité.fr


Mercredi, 7 Janvier, 2015
L'Humanité.fr
Par Patrick Le Hyaric, directeur de l'Humanité : "L’ensemble du personnel de l’Humanité et moi-même, sommes profondément révoltés et attristés, a déclaré le directeur de l'Humanité. Parmi les victimes de cet abject attentat contre l’équipe de Charlie Hebdo, quatre de nos amis ont perdu la vie : Georges Wolinski, Charb, Tignous et Cabu.
La violence barbare vient de frapper au cœur de Paris. En s’attaquant physiquement à un journal pour le détruire, c’est une part de liberté qu’on brûle. En massacrant, en tuant des journalistes, des salariés du journal, les policiers qui assuraient leur surveillance, les terroristes ont ciblé le fondement même de la République. 
L’ensemble du personnel de l’Humanité et moi-même, profondément révoltés et attristés, exprimons notre plus vive sympathie et notre totale solidarité aux victimes ainsi qu’à leurs familles et amis. 
Parmi les victimes de cet abject attentat contre l’équipe de Charlie Hebdo, quatre de nos amis ont perdu la vie : Georges Wolinski qui a participé à tant d’aventures avec les équipes et les lecteurs de l’Humanité, Charb qui nous a prêté son talent à de nombreuses reprises, Tignous qui illustrait de son ton mordant l’actualité de ces dernières années et Cabu, immense dessinateur unanimement reconnu. Ils manqueront à notre journal. Ils manqueront aux voix progressistes qui se battent partout contre l’obscurantisme et la folie meurtrière. Leur écriture, leurs dessins manqueront, car, quoiqu’on en pense, ils révélaient des faces parfois cachées des turpitudes de ce monde et de ses acteurs.
L’Humanité est en deuil. Nous pleurons des confrères, des collègues, des amis, des camarades. 
Nous appelons toutes les forces disponibles à se rassembler et à se mobiliser contre l’abject et pour la défense de la République.
Devant ce terrible drame, j’adresse mes condoléances et toute mon affection à leurs familles et amis dont de nombreux salariés de l’Humanité.

Charlie Hebdo : « détermination à faire vivre les valeurs de Liberté, d'Egalité et de Fraternité » - Parti communiste français

Appel à l'unité nationale de toutes les forces républicaines face à la barbarie qui vient de frapper l'équipe de Charlie-Hebdo.

Le carnage barbare dont a été victime la rédaction de Charlie-hebdo nous plonge dans l'horreur et la peine et appelle une réponse nationale de grande ampleur.

Pierre Laurent et la direction nationale du PCF appellent à ce que partout dans le pays s'exprime l'unité nationale de toutes les forces républicaines face à la barbarie. Quand un journal est ainsi visé, quand des vies sont massacrées et dont la passion était l'information et la liberté d'expression, c'est bel et bien chacun de nous qui est visé, c'est la République qui est frappée en son cœur. Que les auteurs de ce crime abject soient arrêtés et jugés.

Nos pensées vont aux victimes, aux familles et aux proches. Ce matin, c'est le monde de la caricature, de l'impertinence, de l'humour, de l’amour de la vie que les terroristes ont voulu faire taire. Les relations de fraternité et de complicité que nous avions, notamment lors de la Fête de l'Humanité, avec les dessinateurs de Charlie-Hebdo, renforcent notre peine.

L'heure est aujourd'hui à rassembler autour des valeurs républicaines le maximum de forces, de citoyennes et de citoyens. Par millions, exprimons partout dans le pays notre détermination à faire vivre les valeurs de Liberté, d'Egalité et de Fraternité.

Les militants communistes, les élus communistes et républicains, seront de toutes les initiatives qui, dans les prochains jours, permettront le rassemblement de la nation dans un esprit de grande confiance en notre peuple réuni sur l'essentiel, sans distinction des pensées philosophiques et politiques, de convictions religieuses. Nous appelons à refuser les amalgames et les stigmatisations, à rejeter fermement les appels à la haine et aux racismes.

Dès ce soir, nous appelons au rassemblement en hommage aux victimes, place de la République à 18H00



Parti communiste français,

Paris, le 7 janvier 2015.

Discurso do Governador Flávio Dino no Palácio dos Leões - Primeiro governador comunista do Brasil

Governador Flávio Dino convoca mil aprovados na 1ª fase do concurso para PM e Bombeiros - Governo do Maranhão


Canal do Governo do Maranhão no You Tube
Através de decreto assinado no dia 1º de janeiro de 2015, Flávio Dino convocou mais mil aprovados na primeira fase do concurso realizado em 2012, que passarão ainda por teste de aptidão física e curso de formação. A Secretaria de Gestão e Previdência será responsável pelas providências na convocação dos candidatos e gestão junto à empresa realizadora do certame.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Cuba, aonde os doentes são tratados como seres humanos - Trecho de Psycho de Michael Moore

Mais Médicos zera mortalidade infantil em parte dos municípios do Piauí | Conversa Afiada

Mais Médicos zera mortalidade infantil no Piauí | Conversa Afiada




O Conversa Afiada reproduz matéria do portal Meio Norte:

Programa ‘Mais Médicos’ zera a mortalidade infantil em municípios do Piauí


Os médicos cubanos Olívia Rodriguez
Gonzalez e Omar Diaz, professores da Universidade Che Guerava, em sua
cidade natal, Pina del Rio, em Cuba, estão trabalhando há um ano no do
Posto de Saúde de Barras, na região Norte de Piauí, e sorriem quando
falam da conquista em vida que obtiveram no trabalho da atenção básica.


“Há um ano não registramos nenhuma
morte de criança e de gestante. Estamos sem mortalidade materna e
infantil”, afirmam Olívia Rodriguez Gonzalez e Omar Diaz, no Posto de
Saúde de Barras, atuando no Programa Mais Médicos, do Governo Federal.


Esta realidade de redução com a
capacidade de zerar a mortalidade infantil e materna se espalhou nos
municípios onde o Programa Mais Médicos foi implantando para oferecer
atenção básica de saúde onde era difícil a permanência de médicos ou de
número suficientes de médicos brasileiros para atender a população.


“Tem sido uma experiência muito
boa. Encontramos uma comunidade muito carente, mas acolhedora, pessoas
muito sensíveis, muito boas e necessitadas”, relata Olívia Rodriguez.


Segundo ela, as doenças mais
frequentes são doenças respiratórias, doenças parasitárias, hipertensão,
diabetes. Olívia Rodriguez e Omar Diaz fazem visitas domiciliares aos
pacientes de Barras, que são programas e os pacientes atendidos são
pessoas que não podem ir ao posto de saúde. São crianças com
hidrocefalia, puérperas (mulheres que tiveram bebês recentemente),
gestantes, hipertensos e idosos.


“Nós não temos mortalidade
infantil, nem mortalidade materna. Temos registros de crianças e mães
doentes, mas nenhuma chegou a óbito”, enfatiza Olívia Rodriguez, de tem
30 anos trabalhando como médica. “Isso é uma vitória”, comemora Omar
Diaz.


Olívia Rodriguez e Omar Diaz
afirmam que trabalhar é diferente de onde trabalharam antes com atenção
básica na Venezuela, Paraguai e Paquistão, que não tinham uma rede
constituída de atenção primária. “Na Venezuela não tínhamos nada, tudo
era precária.


No Paraguai igual, não tinha rede
implantada. No Brasil, nós temos uma rede de atenção básica de saúde,
não temos médicos, mas temos uma rede criada. Nos outros países foram
nós que criamos a rede de atenção primária”, falou Olívia Rodriguez.


Omar Diaz, 23 anos de formado em
Medicina, sendo que oito anos trabalhando na Venezuela, avalia como
muito boa a sua experiência de um ano em Barras.


“Temos encontrado uma população
muito necessitada de atenção médica e todos são muito receptivos porque a
população é muito receptiva com os médicos cubanos, fica muito contente
com o nosso trabalho, muito compreensiva porque nós estamos ajudando a
melhorar a saúde dessa população que estava carente de atenção”, falou
Omar Diaz, que encontra crianças com baixo peso e desnutrição, mas não
com desnutrição extrema.



Abraços e atenção ajudam na cura dos pacientes


Omar Diaz percebeu que muitos
pacientes ficam curados mais rápido com um abraço, um cuidado mais
afetuoso e fraterno. As pessoas ficam muito agradecidas.


Omar Diaz afirma que quando estão
fazendo visitas domiciliares, os pacientes dizem que nunca um médico
foram em suas casas. Pedem desculpas porque não podem oferecer refeição
melhor, mas Omar Diaz e Olívia Rodriguez avisam que as famílias estão se
alimentando com as mesmas refeições com que se alimentam.


“São pessoas muito carentes e
quando vemos as pessoas acamadas e não podem caminhar, elas ficam muito
contentes porque elas falam dos problemas de saúde que têm e nós também
falamos muitas coisas. Essas pessoas ficam muito agradecidas”, fala Omar
Diaz.


Omar Diaz afirma que abraçar e ouvir o paciente ajuda psicologicamente os doentes e em sua cura.


“As pessoas que estão acamadas
ficam depressivas. A gente fala com elas, falamos que vão melhorar a
saúde. Essas pessoas ficam psicologicamente animadas, é a palavra do
médico animando o paciente. Isso ajuda na cura”, diz Omar Diaz.


“Tem pacientes que dizem que bastou
o médico olhar e já melhoraram. Dizem: ‘esse médico me olhou e eu já me
senti bem”, afirma Olívia Rodriguez.


“Quando o médico fala, conversa é
muito importante para o paciente e também é muito importante o médico
escutar o que o paciente fala. Isso é muito importante para a
recuperação e melhorar ao paciente”, falou Omar Rodriguez.


Médica cubana faz terapia contra vício em medicamentos

A médica cubana Olívia Rodriguez
Gonzalez iniciou um trabalho com 42 mulheres de uma comunidade da
periferia de Barras com atividades fisioterápicas com 42 mulheres para
que rompam o ciclo fármaco, vício de medicamentos para dormir,
medicamentos ansiolíticos usados como tranquilizantes e contra
ansiedade.


O ciclo fármaco é formado por medicamentos como o diazepan, rivotril, contra insônia, antidepressivos e ansiolíticos.


“O resultado é que as mulheres não
tomam mais cinco medicamentos que tomavam, estão mais alegres, perderam
peso. São 42 mulheres integradas nas atividades fisioterápicas”, falou
Olívia Rodriguez.


O trabalho é realizado com mulheres
do bairro Residencial Morada de Barras. São realizadas atividades
físicas com as mulheres. A coordenadora de Atenção Básica de Barras,
Saara Serafim, disse que o trabalho dos médicos cubanos é muito positivo
no município.


“Foram muito bem recebidos pela
comunidade. Hoje nós temos médicos pela manhã e tarde de segunda-feira a
quinta-feira atendendo os pacientes da maneira adequada e a população
está muito satisfeita.


Já estamos até ampliando a rede de
atenção básica. Nós começamos com 17 equipes e nós estamos com 19.
Graças a Deus estamos conseguindo isso porque, antes, nós tínhamos
dificuldades com médicos porque eles só atendiam duas vezes na semana”,
falou Saara Serafim, adiantando que chegou a ficar seis meses sem
médicos para atender a população na atenção básica. Hoje Barras tem seis
equipes do Programa Mais Médicos.



“A médica pergunta, fala e sorri”, diz vendedora em Piripiri

A lavradora e vendedora Maria Aparecida
Ferreira, de 48 anos, estava sendo atendida no Posto de Saúde João
Mariano dos Santos, no bairro Caixa D´Água, em Piripiri.


Ela vinha sendo atendida por um
médico cubano que viajou de volta para Cuba e foi substituído por outra
médica cubana, Maritza Duquen Labore.

Maria Aparecida Ferreira diz que os
médicos cubanos dão atenção ao paciente, fazem perguntas, ficam ouvindo o
que o paciente tem a dizer e sorriem.


“O médico cubano é melhor, ele dá
atenção a gente, pergunta, fica ouvindo, o explica o o que gente deve
fazer, orienta os exames. Eu achei melhor do que os outros, já fui
atendido por vários médicos.


Os outros médicos não falavam, nem
olhavam para a gente, não dava atenção, só escrevia no papel. O médico
cubano ouve a gente, fala, sorri. Foi melhor, eu adorei”, falou Maria
Aparecida.


A estudante do curso de
Administração na Universidade Estadual do Piauí (Uespi) Laiana Moreira,
de 25 anos, faz acompanhamento e controle de sua diabetes no Posto de
Saúde no bairro Caixa D´Água, em Piripiri, e é atendida por médico
cubano do Programa Mais Médico.


“O tratamento é mais adequado, o
médico cubano dá atenção, avalia o nível de glicemia (taxa de açúcar no
sangue), faz exames. A diferença entre os médicos cubanos e os outros é
grande.


Eles são mais atenciosos. Dão mais
atenção, perguntam o que a gente está sentindo, já os outros não, só
passam os exames. Os médicos cubanos perguntam antes de pedir e
autorizar os exames”, fala Laiana Moreira.











sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Carta aos Maranhenses.

Posse Presidencial no Congresso - Dilma priorizará educação - TV Senado Vídeo

Imagens emocionantes do reencontro dos heróis cubanos com seu povo - Portal Vermelho

Imagens emocionantes do reencontro dos heróis cubanos com seu povo - Portal Vermelho

Roberto Suarez
Reencontro dos heróis cubanos com familiares, amigos e o presidente de Cuba, Raúl Castro
Reencontro dos heróis cubanos com familiares, amigos e o presidente de Cuba, Raúl Castro

A
embaixada de Cuba no Brasil enviou às organizações brasileiras
solidárias com a nação cubana uma mensagem de agradecimento pelo apoio
durante todos os anos de luta pela libertação dos cinco heróis cubanos
que estavam presos injustamente nos Estados Unidos desde 1998. Dentre
essas organizações estão o Partido Comunista do Brasil e o Portal
Vermelho que sempre mantiveram o apoio irrestrito à Revolução Cubana.





Confira abaixo a mensagem traduzida e o vídeo da chegada dos heróis cubanos na ilha caribenha:



Queridos irmãos e irmãs brasileiros:



Queremos compartilhar com vocês as emoções que transmitem as imagens da
chegada de nossos heróis em Cuba, o encontro com a família, com Raúl
Castro, com os vizinhos e com o povo cubano que durante esses difíceis
anos apoiaram a batalha pela libertação, conscientes do valor e
altruísmo desses cinco lutadores contra o terrorismo nos últimos 16
anos.



Tem sido uma longa luta na mobilização internacional na qual múltiplos setores têm desempenhado um papel central.



Agradecemos as inúmeras mensagens de alegria dos amigos e organizações.



Maria Helena Ruiz Capote, embaixadora de Cuba no Brasil






Da redação do Portal Vermelho, Ramon de Castro

Wikileaks revela manual da CIA para assassinatos políticos - Portal Vermelho

Wikileaks revela manual da CIA para assassinatos políticos - Portal Vermelho

Um
manual secreto da Agência Central de Inteligência (CIA) que define o
assassinato político como forma de limitar a ação de grupos insurgentes
circula atualmente na internet, após ter sido revelado pelo site
Wikileaks.




REUTERS/Petar Kujundzic

WikiLeaks


O relatório secreto da agência de espionagem estadounidense
analisa diversas operações de assassinato em vários países,
principalmente contra líderes afegãos do Talibã, do grupo terrorista
Al-Qaida e das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).



Também aparecem como possíveis pontos de ataque dirigentes do grupo
libanês Hezbolá, a Organização para a Libertação de Palestina (OLP),
Hamas, o grupo guerrilheiro peruano Sendero Luminoso, Os Tigres de
Libertação do Tamil Eelam (LTTE), o Exército Republicano Irlandês (IRA) e
a Frente de Libertação Nacional de Argélia (FLN).



A publicação do Wikileaks chegou às redes sociais apenas dez dias depois
que o Comitê de Inteligência do Senado estadounidense tornasse público
um polêmico relatório secreto sobre o emprego da tortura em suas formas
mais brutais contra prisioneiros supostamente vinculados a ações
terroristas.



O manual revelado pelo Wikileaks data de 7 de julho de 2009, seis meses
depois de Leon Panetta assumir a direção da CIA e pouco depois de que o
agente John Kiriakou – atualmente preso – denunciasse pela primeira vez a
prática de crueis torturas por parte de oficiais interrogadores.



Segundo o Wikileaks, o relatório da CIA inclui estudos de casos no
Afeganistão (2001-2009), Argélia (1954-1962), Colômbia (2002-2009),
Iraque (2004-2009), Israel (de 1972 até meados dos anos 1990 e dos anos
1990 a 2009), Peru (1980-1999), Irlanda do Norte (1969-1998) e Sri Lanka
(1983-2009).



As operações descritas no plano da CIA incluem: assassinatos políticos,
sequestros, remoção de lideranças, neutralização e marginalização de
dirigentes guerrilheiros.



Ademais, encontram-se evidências sobre a participação da CIA na luta
contra as guerrilhas na Colômbia durante o mandato de Álvaro Uribe,
através de ataques a objetivos de alto valor combinando operações
militares e de informação e programas para provocar e tratar desertores.



Fonte: Prensa Latina



Flávio Dino: Começa uma era de direitos, e não mais uma era de favores - Portal Vermelho

Flávio Dino: Começa uma era de direitos, e não mais uma era de favores - Portal Vermelho

Consagrando
uma vitória histórica, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB),
foi empossado para o cargo em cerimônia na Assembleia Legislativa, nesta
quinta-feira (1º de janeiro), em São Luís. A solenidade contou com a
presença de autoridades do Poder Judiciário, Executivo e Legislativo,
além de lideranças dos movimentos sociais.






Flávio Dino assume o governo do Maranhão colocando fim há 50 anos de governo da família Sarney
Flávio Dino assume o governo do Maranhão colocando fim há 50 anos de governo da família Sarney


Em entrevista coletiva ao chegar no Palácio dos Leões, Flávio Dino
manifestou a importância daquele momento para o povo do Maranhão. “Hoje
é um momento muito especial, porque foi uma luta muito profunda do
nosso povo em nome da esperança. Vamos fazer um governo bom, limpo,
honrado e honesto, com uma política baseada no diálogo e na conversa”,
expressou o governador.





Flávio Dino assume o governo do Maranhão colocando fim há 50 anos de
governo da família Sarney. Seu compromisso é promover profundas mudanças
no estado e já no seu discurso de posse deu a tônica de sua gestão ao
anunciar a criação de um programa de combate à extrema pobreza por meio
da lei de criação do Mais Bolsa e Família e Educação, além de projetos
de incentivo a Agricultura Familiar e de promoção da transparência e
controle das contas públicas.



No discurso de posse, Flávio Dino reafirmou que governará para construir
o futuro. “Não farei guerra com o passado do Maranhão, pois é preciso
ter o espírito cívico para governar e virar a página do passado”,
enfatizou ele, agradecendo a todos que lhe apoiaram na eleição.



Ele também reforçou o compromisso de manter relações republicanas com o
parlamento e os gestores municipais. “Começa uma era de direitos, e não
mais uma era de favores”, salientou o governador, que também reafirmou o
compromisso de seu governo na luta contra a corrupção e pediu ajuda da
classe política para a implementação de um governo transformador. “Não
vamos permitir que a corrupção continue roubando o futuro do Maranhão.
Tenho consciência de ser governador de todos os maranhenses. Peço a
ajuda de todos e digo: avante, com força e fé”, concluiu.



Além disso, o governador enviará à Assembleia Legislativa projeto de lei
que cria um modelo de transição no Estado. A medida é para que não se
repita o que ocorreu com sua equipe de transição em que o governo da
família Sarney restringiu o acesso a dados de convênios e precatórios.



Eleito no primeiro turno com 63,52%, Flávio Dino representa a vontade de
milhões de maranhenses esquecidos pelo estado. Tendo como principal
bandeira o combate às desigualdades, o principal desafio de Dino é
reverter os índices sociais alarmantes como o Índice de Desenvolvimento
Humano (IDH) e a fome, que ainda atinge metade dos maranhenses.



Segundo dados da PNAD, o Maranhão é o estado que possui o maior número
de pessoas com insegurança alimentar. “Fome: palavra forte, aguda,
cortante, mas que deve ser pronunciada para que lembremos sempre de
nossa maior batalha. Essa é a missão que dá sentido maior a este
momento”, disse Flávio Dino.



Perfil



Flávio Dino de Castro e Costa tem 46 anos, é casado e tem três filhos.
Natural de São Luís, possui graduação em direito pela Universidade
Federal do Maranhão (UFMA). Em 1994, foi aprovado em concurso público
para juiz federal, cargo que exerceu por até 2006, quando deixou o cargo
para exercer o cargo como deputado federal. Em 2011, assumiu a
presidência da Instituto Brasileiro do Turismo (Embratur), cargo que
ocupou até 2014, saindo para candidatar-se ao governo.



Da redação do Portal Vermelho

Com informações de agências

Dilma Rousseff discursa para o povo: nenhum passo atrás  - Portal Vermelho

Dilma Rousseff discursa para o povo: nenhum passo atrás  - Portal Vermelho

Em
seu discurso no parlatório, dirigido aos milhares de brasileiros que se
aglomeraram em frente ao Palácio do Planalto, após a posse oficial no
Congresso Nacional, a presidenta Dilma Rousseff pediu apoio de todos.
Ela prometeu governar o Brasil, “com nenhum direito a menos, nenhum
passo atrás, só mais direitos e passos a frente. Esse é o juramento que
faço nessa praça”.

 





Diante de uma imensa plateia, que lotou a Praça dos Três Poderes, Dilma destacou que “não importam os obstáculos, vamos construir um Brasil próspero”.
Diante de uma imensa plateia,
que lotou a Praça dos Três Poderes, Dilma destacou que “não importam os
obstáculos, vamos construir um Brasil próspero”.



Após receber a faixa presidencial do chefe do Cerimonial,
colocando a faixa em si mesma, e a execução do Hino Nacional, Dilma
Rousseff falou ao povo brasileiro do parlatório. E foi ouvida e
aplaudida pela multidão que se aglomerou em frente ao Palácio do
Planalto.



A presidenta Dilma agradeceu a presença dos brasileiros “que vieram de
todos os cantos do nosso país na Marcha da Esperança para dizerem sim ao
futuro do Brasil”. E fez homenagem às mulheres, destacando que a
presença dela na Presidência da República “honra a mulher brasileira,
que são guerreiras anônimas, que controem com carinho o nosso país”.



“Com esse povo e para esse povo que nós vamos governar”, discursou,
arrancando aplausos e gritos de aprovação dos manifestantes. Citando
sempre o ex-presidente Lula, ela lembrou que pela primeira vez o país
tem uma geração que não viveu a miséria, lembrando que após os 12
últimos anos de governo do PT e seus aliados foram resgatadas 36 milhões
de pessoas da extrema pobreza.



“Nunca tantos brasileiros tiveram casa própria; nunca tantos
brasileiros tiveram ensino técnico, nunca tantos brasileiros viveram sem
crise institucional, nunca se apurou e puniu a corrupção no Brasil”,
discursou a presidenta reeleita.





E, ao finalizar o curto discurso, após uma longa fala no Congresso
Nacional, a presidenta Dilma Rousseff pediu apoio de todos, do leste a
oeste, do norte a sul, prometendo governar o Brasil “com nenhum direito a
menos, nenhum passo atrás, só mais direitos e passos à frente. Esse é o
juramento que faço nessa praça”.



De pé e com fé




“Escuto as vozes de vocês, vozes corajosas, a dizerem que estamos aqui
todos nós, de pé, que temos fé no Brasil. Nós acreditamos nessa terra
porque nos últimos 12 anos não se discriminam os pobres, não se esquecem
dos jovens, não se discriminam as mulheres”, disse Dilma aos
manifestantes.



E, diante de uma imensa plateia, que lotou a Praça dos Três Poderes, ela
destacou que “não importam os obstáculos, vamos construir um Brasil
próspero. Nada, absolutamente nada, ninguém, absolutamente ninguém, vai
me afastar desse compromisso”, disse ainda a presidenta.



Ela lembrou que durante toda a campanha eleitoral, ficou claro que a
população brasileira que “mais e melhor”. “O tema mais invocado foi
reforma e assumo, nessa praça, o compromisso de promover nova etapa de
mudanças sociais no nosso Brasil. Vamos fazer ajustes na economia, mas
sem revogar direitos conquistados ou trair compromissos sociais”,
garantiu.



“Fui reeleita para fazer as mudanças que vocês desejam. Assumo o
segundo mandato com mais esperança do que o primeiro. E com a certeza de
que estamos juntos e com a força da imensa fé que temos – de pé e com
fé.”



E garantiu que “vamos fazer a reforma política, o Brasil será a
verdadeira pátria educadora e os brasileiros terão educação de qualidade
da creche ao ensino superior. Vamos mudar a Constituição para que o
governo garanta mais segurança, exames com especialistas, emprego de
qualidade com educação e inovação”.



E repetindo: “De pé e com fé, vamos continuar a política de valorização
do salário mínimo, o Fies, o Prouni, o Ciência sem Fronteiras. Somos
capazes de fazer isso porque nos últimos 12 anos fizemos isso.” E mais
uma vez pediu apoio dos brasileiros para governar o Brasil com as
mudanças e reformas exigidas pela população.



De Brasília

Márcia Xavier

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