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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Vermelho: Venham todos ocupar Wall Street, pede Michael Moore - Portal Vermelho
Venham todos ocupar Wall Street, pede Michael Moore - Portal Vermelho

Venham todos ocupar Wall Street, pede Michael Moore
Após visitar os acampados em Wall Street e declarar seu apoio ao movimento de ocupação, o cineasta Michael Moore, ferrenho ativista contra o sistema, publicou nesta terça (27) uma nota em seu blog chamando pessoas de todo o país para se reunirem aos manifestantes. Ele considera o fato histórico: “É a primeira vez que uma multidão de milhares toma as ruas de Wall Street”.
A manifestação “Ocupar Wall Street” (https://occupywallst.org) chega ao décimo dia ignorada pela grande imprensa e cada vez mais “gritante” na mídia alternativa e blogs. As milhares de pessoas permanecem acampadas no local, enfrentando policiais cada vez mais violentos.
Lawrence O´Donnel, apresentador de uma emissora de TV alternativa, mostra em seu programa “The last World” a cena de um jovem sendo agredido. Ele questiona: “Por que os policiais estão batendo neste rapaz?”
Em seguida, Lawrence reapresenta a mesma cena em câmera lenta e explica: “Os policiais estão batendo no jovem porque ele está armado com uma câmera de vídeo”. Outra cena do programa mostra duas mulheres gritando muito após terem sido atingidas por spray de pimenta. Lawrence condena a brutalidade: “As pessoas são inocentes, pacíficas, não podem ser agredidas nem presas”.
O que causa espanto ainda maior, acrescenta o jornalista, é a falta de reação de quem assiste ao espetáculo de horror de braços cruzados. “Ninguém faz nada a favor dessas pessoas”, denuncia, afirmando que a violência policial contraria a lei, é crime. Diz ainda que a ação policial tem uma explicação: o governo sabe que a manifestação não terminará enquanto a população nas ruas não for ouvida.
Um internauta posta o programa de Lawrence no Youtube e pede: “Por favor, transformem isto num viral”, explicando que tem poucas linhas para expressar o horror que está ocorrendo nas ruas. Ele assina “moodyblueCDN” na postagem.
Abaixo do vídeo, segue o comentário: “E aqui vamos nós aos bastidores de Matrix”, comparando a bem engendrada política imperialista ao enredo do filme de ficção científica, no qual os personagens têm os destinos traçados por máquinas e só podem romper esse circuito de manipulação quando surgir o salvador.
Outro vídeo da internet mostra os jovens e sua demanda: “quem for honesto nos dará apoio, quem for heróico se juntará a nós”.
Lucas Vazquez está entre os jovens de Wall Street, é um dos organizadores do protesto, segundo um vídeo. Ele dá uma declaração tranqüila, mostrando-se surpreso com a reação dos policiais.
Os dez dias de protestos já deram origem a um documentário, O verão da Mudança (Summer of Change), de Velcrow Ripper. Ripper navega na praia hippie dos anos 1960 ao propor: “Como esta crise global pode se transformar em uma história de amor?”. O documentário foi produzido pela Evolve Love, WWW.evolvelove.live.com
Acompanhe algumas destas cenas nos vídeos a seguir. Eles estão em inglês, mas violência policial ao vivo e em cores não precisa de tradução.
Michael Morre no Countdown with Keith Olbermann
Summer of Change (Verão da Mudança), documentário do aclamado Velcrow Ripper, no qual ele pergunta: "como a crise global pode se transformar em uma história de amor?", prodição da EvolveLove (www.evolvelovelive.com)
Noticiário com cenas das ruas: o programa chama-se "The Last World with Lawrence O´Donnel (O último dos mundos, com Lawrence O´Donnel apresentando)
Wall Street 2011
Venham todos ocupar Wall Street, pede Michael Moore
Após visitar os acampados em Wall Street e declarar seu apoio ao movimento de ocupação, o cineasta Michael Moore, ferrenho ativista contra o sistema, publicou nesta terça (27) uma nota em seu blog chamando pessoas de todo o país para se reunirem aos manifestantes. Ele considera o fato histórico: “É a primeira vez que uma multidão de milhares toma as ruas de Wall Street”.
A manifestação “Ocupar Wall Street” (https://occupywallst.org) chega ao décimo dia ignorada pela grande imprensa e cada vez mais “gritante” na mídia alternativa e blogs. As milhares de pessoas permanecem acampadas no local, enfrentando policiais cada vez mais violentos.
Lawrence O´Donnel, apresentador de uma emissora de TV alternativa, mostra em seu programa “The last World” a cena de um jovem sendo agredido. Ele questiona: “Por que os policiais estão batendo neste rapaz?”
Em seguida, Lawrence reapresenta a mesma cena em câmera lenta e explica: “Os policiais estão batendo no jovem porque ele está armado com uma câmera de vídeo”. Outra cena do programa mostra duas mulheres gritando muito após terem sido atingidas por spray de pimenta. Lawrence condena a brutalidade: “As pessoas são inocentes, pacíficas, não podem ser agredidas nem presas”.
O que causa espanto ainda maior, acrescenta o jornalista, é a falta de reação de quem assiste ao espetáculo de horror de braços cruzados. “Ninguém faz nada a favor dessas pessoas”, denuncia, afirmando que a violência policial contraria a lei, é crime. Diz ainda que a ação policial tem uma explicação: o governo sabe que a manifestação não terminará enquanto a população nas ruas não for ouvida.
Um internauta posta o programa de Lawrence no Youtube e pede: “Por favor, transformem isto num viral”, explicando que tem poucas linhas para expressar o horror que está ocorrendo nas ruas. Ele assina “moodyblueCDN” na postagem.
Abaixo do vídeo, segue o comentário: “E aqui vamos nós aos bastidores de Matrix”, comparando a bem engendrada política imperialista ao enredo do filme de ficção científica, no qual os personagens têm os destinos traçados por máquinas e só podem romper esse circuito de manipulação quando surgir o salvador.
Outro vídeo da internet mostra os jovens e sua demanda: “quem for honesto nos dará apoio, quem for heróico se juntará a nós”.
Lucas Vazquez está entre os jovens de Wall Street, é um dos organizadores do protesto, segundo um vídeo. Ele dá uma declaração tranqüila, mostrando-se surpreso com a reação dos policiais.
Os dez dias de protestos já deram origem a um documentário, O verão da Mudança (Summer of Change), de Velcrow Ripper. Ripper navega na praia hippie dos anos 1960 ao propor: “Como esta crise global pode se transformar em uma história de amor?”. O documentário foi produzido pela Evolve Love, WWW.evolvelove.live.com
Acompanhe algumas destas cenas nos vídeos a seguir. Eles estão em inglês, mas violência policial ao vivo e em cores não precisa de tradução.
Michael Morre no Countdown with Keith Olbermann
Summer of Change (Verão da Mudança), documentário do aclamado Velcrow Ripper, no qual ele pergunta: "como a crise global pode se transformar em uma história de amor?", prodição da EvolveLove (www.evolvelovelive.com)
Noticiário com cenas das ruas: o programa chama-se "The Last World with Lawrence O´Donnel (O último dos mundos, com Lawrence O´Donnel apresentando)
domingo, 22 de agosto de 2010
Capitalismo: Uma História de Amor - Michael Moore
De quarentena com conjutivite em casa, assisti o espetacular "capitalismo: uma história de amor", de Michael Moore.
Desde há muito, aprendi a olhar os trabalhadores dos Estados Unidos, não atribuindo ao povo o que é do imperialismo. Há lindas e pungentes histórias de gente de luta nos EUA,
sob o fascismo, enfrentando inclementes provas e mantendo uma retidão que impresiona.
Michael Moore mostra com empatia e misericórdia a seus concidadãos, além de ter essa capacidade cômica de inquirir o espectador e os participantes do filme sobre os absurdos do sistema capitalista, do "Amercan Way of Life". Evoca, a partir da identidade estadunidense valores muito importantes, a solidariedade, o senso de comunidade, outra visão dos ícones da história dos EUA, e um chamado à indignação. É como se disse "Se eu posso, por que você não?"
Tem problemas, sim, um ou outro. Tem limitações? Pode até ser. Mas observando Michael Moore divulgando a Internacional, questionando as entranhas de seu país, falando da coragem de seu povo, só posso aplaudir esse lindo filme. Diante de um domínio tão extremo e contínuo da direita nos EUA, sempre expostosa uma furiosa campanha anti-comunista, confrontados com tamanho bombardeio fascista, desinformação e violência, gente como Michael Moore é o sal da terra, faz a diferença. Alvíssaras!
E, para fechar, ele ainda nos apresenta uma versão de Tony bambino de A Internacional, em inglês, linda, linda, escutem.
Desde há muito, aprendi a olhar os trabalhadores dos Estados Unidos, não atribuindo ao povo o que é do imperialismo. Há lindas e pungentes histórias de gente de luta nos EUA,
sob o fascismo, enfrentando inclementes provas e mantendo uma retidão que impresiona.
Michael Moore mostra com empatia e misericórdia a seus concidadãos, além de ter essa capacidade cômica de inquirir o espectador e os participantes do filme sobre os absurdos do sistema capitalista, do "Amercan Way of Life". Evoca, a partir da identidade estadunidense valores muito importantes, a solidariedade, o senso de comunidade, outra visão dos ícones da história dos EUA, e um chamado à indignação. É como se disse "Se eu posso, por que você não?"
Tem problemas, sim, um ou outro. Tem limitações? Pode até ser. Mas observando Michael Moore divulgando a Internacional, questionando as entranhas de seu país, falando da coragem de seu povo, só posso aplaudir esse lindo filme. Diante de um domínio tão extremo e contínuo da direita nos EUA, sempre expostosa uma furiosa campanha anti-comunista, confrontados com tamanho bombardeio fascista, desinformação e violência, gente como Michael Moore é o sal da terra, faz a diferença. Alvíssaras!
E, para fechar, ele ainda nos apresenta uma versão de Tony bambino de A Internacional, em inglês, linda, linda, escutem.
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