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quinta-feira, 30 de maio de 2019

Os estudantes mostram cidadania, o Ministro do MEC é a pura vergonha alheia. Assista e confira!










Uma faixa maior ainda!
EM DEFESA DA EDUCAÇÃO!
UFPR recoloca faixa arrancada por manifestantes pró-Bolsonaro.
Hoje é mais um dia de luta contra os cortes na educação!#TusnamiDaEducação

Vídeo: Ana Paula Schreider pic.twitter.com/XGoCOM7PYv
— PT Brasil (@ptbrasil) 30 de maio de 2019 pt>












domingo, 4 de março de 2018

Manifesto em apoio ao Prof. Luís Miguel (UnB) de professores(as) e pesquisadores(as) latino-americanistas e caribeanistas no Brasil, integrantes da ALAS, do CLACSO e da Rede BLAC


Em apoio ao Prof. Luís Felipe Miguel, Universidade de Brasília, Brasil, e em defesa da liberdade de cátedra na universidade
pública!
Os professores e pesquisadores latino-americanistas e caribeanistas,
integrantes da Associação Latino-Americana de Sociologia (ALAS), do
Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) e da Rede
Brasileira de Pesquisadores Latino-Americanistas e Caribeanistas (Rede
BLAC), a seguir signatários, manifestamos nosso veemente repúdio às
ameaças de censura por parte do governo federal e da mídia conservadora no
país contra o cientista social e professor titular da UnB, Luís Felipe Miguel,
como reação à decisão do mesmo em ministrar a disciplina “O Golpe de 2016 e
o futuro da democracia no Brasil”, no curso de graduação do Instituto de
Ciência Política da Universidade de Brasília, DF-Brasil, no primeiro semestre
letivo de 2018.
Norteados pelos valores, princípios e objetivos associativos e solidários
que nos unem e nos mobilizam em nossas agendas nacionais e regionais,
enfatizamos ser inadmissível o cerceamento da liberdade de reflexão e análise
científica na prática docente na Universidade Pública, garantida pela
Constituição Federal brasileira de 1988. O enfrentamento dos inúmeros
desafios do pensamento crítico sobre a sociedade, a justiça e a democracia na
América Latina no século XXI exige o respeito incondicional ao direito de
expressão acadêmica e pública.
O cerceamento às práticas acadêmicas representa uma ameaça ao
campo das Ciências Sociais como um todo e da Sociologia, em particular.
Nossa tradição, espelhada por nossas históricas associações e articulações,
nacionais e regionais, é a de promover a defesa da produção universitária e
científica fundada nos princípios normativos da igualdade, da liberdade e da
justiça social na região. Rechaçamos toda e qualquer iniciativa de censura e
repressão do exercício da prática docente que anima o debate de processos
políticos, econômicos, sociais e culturais na região, independentemente do
caráter polêmico dos temas tratados.
Inspirados também pelos debates relativos ao centenário da Reforma de
Córdoba em 2018 e à importância de uma agenda de construção de
paradigmas alternativos e emancipatórios para a gestão do ensino público
superior na região que fortaleçam nossos valores e princípios comuns,
enfatizamos a urgência de uma firme resistência contra o autoritarismo que
eclode e se capilariza em diversos setores da sociedade brasileira, atingindo
frontalmente a universidade pública no país. Entendemos que a destituição de
Dilma Rousseff da Presidência da República, no ano de 2016, está na origem
de todas as ações arbitrárias que estão sendo articuladas contra o pensamento
acadêmico livre e crítico aqui exemplificado pelas ameaças contra o Professor
2
Luis Felipe Miguel, da Universidade de Brasília, e também a vários outros
colegas professores de universidades públicas, como já temos observado.
Enfim e a propósito, reafirmamos a moção “Em defesa da educação pública
superior no Brasil!” (aprovada na Assembleia Geral do XXXI Congresso da
Associação Latino-Americana de Sociologia – ALAS, em Montevidéu, em
7/12/2017 - anexa), conclamando a coletividade científico-acadêmica da
Sociologia e das Ciências Sociais, no Brasil e nos países irmãos latinoamericanos
e caribenhos, mais amplamente, também para a resistência e a
luta contra as políticas de privatização e a favor da garantia de recursos
públicos orçamentários e da defesa da liberdade de manifestação.
Brasília-DF, Brasil,
23 de fevereiro de 2018
Dirigentes e ex-dirigentes da ALAS e do CLACSO no Brasil e na América
Latina, integrantes da Rede BLAC e simpatizantes
Profa. Adélia Miglievich
UFES - Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Alberto Bialakowsky
UBA - Argentina, ex-presidente da ALAS
Profa. Ana Paula Pereira da Gama Alves Ribeiro
UERJ/Duque de Caxias - Brasil, integrante da Rede BLAC
Profa. Ana Rivoir
Universidad de la República - Uruguai, presidente da ALAS
Prof. André Oda
UNIFESSPA - Brasil, integrante da Rede BLAC
Profa. Anete Brito Leal Ivo
UFBA - Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Antonio Carlos Amador Gil
UFES - Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Artur Stamford da Silva
UFPE – Brasil, integrante da ABraSD e da Rede BLAC
Prof. Breno Bringel
IESP/UERJ - Brasil, coordenador do Núcleo de Estudos de Teoria Social e
América Latina - NETSAL/IESP e do GT Investigación Militante do CLACSO,
integrante da Rede BLAC
3
Profa. Camila Gonçalves De Mario
UNESP/Franca - Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Carlos Alberto Steil
UFRGS - Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Carlos Eduardo Martins
IFCS/UFRJ, integrante dos GTs de CLACSO Integração Regional e Unidade
Latino-Americana e Caribenha e de Estudos sobre Estados Unidos e da Rede
BLAC
Prof. César Barreira
UFC - Brasil, representante do Brasil no CLACSO, ex-presidente da SBS e
integrante da Rede BLAC
Profa. Danilla Aguiar
UFRN - Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Emir Sader
UERJ, UFRJ - Brasil, ex-presidente da ALAS, ex-secretário executivo do
CLACSO e integrante da Rede BLAC
Profa. Enara Echart Muñoz
UNIRIO – Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Estevão Rafael Fernandes
UFRO, UFMT - Brasil, líder do Laboratório Amazônico de Estudos em América
Latina (LabLat/Unir), integrante da Rede BLAC
Profa. Euzeneia Carlos
UFES - Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Fabricio Pereira da Silva
UNIRIO - Brasil, Universidad de la República – Uruguai, Universidade Eduardo
Mondlane - Moçambique e integrante da Rede BLAC
Profa. Flávia Lessa de Barros
ELA/UnB - Brasil, representante do Brasil na diretoria da ALAS, integrante do
GT Integração Regional e União Latino-Americana e Caribenha do CLACSO e
da Rede BLAC
Profa. Irlys Barreira
UFC - Brasil, ex-representante do Brasil na diretoria da ALAS, ex-presidente da
SBS e integrante da Rede BLAC
Prof. Jaime Preciado Coronado
Universidad de Guadalajara - México, ex-presidente da ALAS
Profa. Joana Coutinho
UFMA – Brasil, integrante da Rede BLAC
4
Prof. Joanildo Burity
FUNDAJ - Brasil, ex-representante do Brasil na diretoria da ALAS e integrante
da Rede BLAC
Prof. José Vicente Tavares
UFRGS - Brasil, ex-presidente da ALAS, ex-presidente da SBS e integrante da
Rede BLAC
Profa. Lília Gonçalves Magalhães Tavolaro
ELA/UnB - Brasil, integrante do GT Integração Regional e União Latino-
Americana e Caribenha do CLACSO e da Rede BLAC
Profa. Maíra Baumgarten
UFRGS - Brasil, Comitê Editorial da ALAS e integrante da Rede BLAC
Prof. Marcos Costa Lima
UFPE - Brasil, ex-presidente da SBS e integrante da Rede BLAC
Profa. Nora Garita
Universidad de San José - Costa Rica, ex-presidente da ALAS
Prof. Pablo Gentili
UERJ - Brasil, secretário executivo do CLACSO e integrante da Rede BLAC
Profa. Paola Giraldo Herrera
UNIFESSPA – Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Paulo Henrique Martins
UFPE, UFC - Brasil, ex-presidente da ALAS e integrante da Rede BLAC
Profa. Priscila Martins Medeiros
UFSCAR – Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Rafael Padula
UFRJ - Brasil, integrante da Rede BLAC
Profa. Renata Peixoto de Oliveira
UNILA - Brasil, integrante da Rede BLAC
Prof. Ronaldo Santos Silva
Faculdade UPIS - Brasil, integrante da Rede BLAC
Profa. Vivian Urquidi
Gestão de Políticas Públicas da USP- Brasil, integrante da Rede BLAC
* Outras assinaturas em curso

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Estudantes ocupam a Esplanada e apontam caminho da vitória para a Educação Brasileira

Paulo Vinícius S. Silva

No dia 26 de junho de 2012 os estudantes  liderados pela UNE, a UBES e a ANPG, com o apoio do movimento sindical da educação e das forças que a defendem, lograram uma transcendente vitória: aprovaram por unanimidade na Comissão Especial que debate o Plano Nacional de Educação a aplicação crescente de 7% a 10% em uma década para a educação brasileira, um aumento inegável de recursos, atendendo um clamor nacional. O impacto dessa ampliação, que ainda carece de aprovação do Senado e da sanção da Presidenta Dilma, será visto nas nossas vidas e de nossos filhos.

Significará abrir uma nova etapa para a Educação brasileira, que tem sido vítima das políticas de ajuste e das crises que desde os anos 80 retiraram recursos da educação. A vitória de ontem, liderada pela UNE e pela UBES mostra que é possível sim aprovar os 10% do PIB e o projeto de lei do Senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) de 50% do fundo social do Pré-Sal para a educação, o que assegurará um financiamento robusto para alavancar o Projeto Nacional de Desenvolvimento.

Mais cedo, o prenúncio desse êxito se viu na Marcha dos Estudantes que saiu da Biblioteca Nacional pela Esplanada, que teve grande apoio dos estudantes do Distrito Federal, reunindo 4 mil manifestantes, apesar de a convocação ter sido feita em menos de uma semana. Ao fim da marcha, a UNE e os DCEs das federais, em audiência com o Ministro da Educação, Aluísio Mercadante, tiveram a sinalização de que em 15 dias haverá uma proposta consistente e emergencial para corrigir os problemas decorrentes da ampliação das vagas na universidade pública, ampliação ainda frágil em função da ausência de recursos e também dos problemas de administração das próprias universidades públicas, pois algumas reitorias aproveitaram insuficientemente a oportunidade que é o REUNI. São problemas que lastimam com razão os estudantes, e que se constituem a principal gasolina do ultra-esquerdismo que faz uma cínica aliança com a direita - logo eles, que são contra todas alianças.

A nossa é a triste época em que as forças ultra-esquerdistas - sem política e absolutamente minoritárias entre os estudantes - abraçam o discurso da direita e são contrárias à expansão da universidade pública para o povo... Reforçam o discurso da pequena burguesia enciumada dessa ruma de povo que tem entrado na universidade, e fazem um discurso apocalíptico como se a crise de expansão fosse um sinal de destruição da universidade. Ou seja, na verdade não querem resolver o problema, vivem dele, com base nele se projetam, mas não querem a vitória, pois se vitória houver perdem o discurso. Daí apelam e se somam aos que são contra a expansão da universidade pública e contra o REUNI.

Fez muito bem a UNE em não deixar os estudantes nas mãos de tais posições e de estar propondo um conjunto de medias realistas para melhorar a situação dos seus representados, que é o que pode vir, que se for conquistado, será graças á luta, marchas e articulação política competente com inegável papel da União Nacional dos Estudantes. Afinal, a greve é recente, mas as bandeiras que estão aí nas praças não são outras, senão as bandeiras da UNE, que em seu último congresso reuniu delegados de 97% das universidades brasileiras! Podem conferir nas resoluções do seu 52º Congresso, que elegeu essa direção que tem demonstrado grande unidade, sob a presidência de Daniel Iliescu.

Resta que o governo torne realidade os burburinhos de que avançará para uma proposta que contemple os professores e técnico-administrativos, favorecendo a carreira, abrindo caminhos para que toda uma nova geração de profissionais permaneça na universidade pública, valorizando o serviço público, sem o que a expansão da universidade pública será manca e incompleta.

Se tais vitórias forem alcançadas, 2012 marcará uma virada para o Brasil em termos de educação, criando condições concretas para sua reforma progressista. É uma luta de mais de 20 anos, anterior ao período em que, já universitário, lutava contra o fechamento dos bandejões e das residências universitárias à mingua quando se cortou a rubrica do orçamento que as mantinham, contra toda uma política que visava a apequenar a universidade pública e abrir amplas oportunidades de negócio para o ensino privado. Mais recentemente, lembro-me dos estudantes da UNE e da UBES em pleno dezembro de 2011, sob chuva e sol, no gramado da Esplanada, ocupando o Congresso, semeando a votação de ontem com uma luta contínua que remonta às gestões anteriores da UNE e da UBES, cujas bandeiras eles souberam manter erguidas. Pergunto-me, onde estavam os sectários àquela época? Com certeza nenhum no acampamento (e não por falta de barracas, mas por opção política).

Não é à toa o desespero que grassa entre as forças sectárias, ultra-esquerdistas, porta-vozes do apocalipse, arautos da divisão do povo, a quinta coluna que destila todo seu fel contra a esquerda... Daí a raiva espumante e os discursos neuróticos ante a realidade que segue imperiosa contra todas as pragas e muxoxos dos trotsquistas e dos anarcopowerrangers! Afinal, se tais acontecimentos positivos se confirmarem, perderão o seu discurso do juízo final da educação brasileira, e o povo se beneficiará enormemente, e a unidade das forças reais do movimento estudantil se fortalecerá. E o pior: eles não apenas não saíram na foto, não estavam no Congresso, mas toda a tática teve papel importante da UNE, da UBES e das forças consequientes do movimento sindical na Educação, buscando acumular forças de todos os lados, inclusive na greve, por uma vitória da educação. Mais fortes são os poderes do povo.

E os estudantes da UNE e da UBES mostraram como se faz a política grande: participam da greve buscando os interesses da maioria, reconhecem o movimento de base e buscam apoiá-lo e politizá-lo, dirigem a luta no sentido de atingir vitórias políticas reais, aproveitando todo o espaço democrático e as contradições no governo e no congresso, e seguem determinados a representar não apenas esta força política ou partido, mas o conjunto do movimento, lutam pelo interesse imediato pensando no interesse futuro dos estudantes e do povo brasileiro. A vitória é possível e segue fundamental somar mais forças, todos a favor da educação brasileira!

domingo, 23 de outubro de 2011

26 de outubro: Dez mil pessoas vão à Brasília pelos 10% do PIB para Educação - Portal Vermelho

Dez mil pessoas vão à Brasília pelos 10% do PIB para Educação - Portal Vermelho

No dia 26 de outubro, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e suas 43 entidades filiadas em todo o Brasil farão uma mobilização que promete reunir cerca de dez mil pessoas em Brasília. É a 5ª Marcha Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que nesta edição pede pelos 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a Educação. O Brasil investe, hoje, cerca de 5% do PIB no setor.
Para a CNTE, não há dúvidas de que o direito à educação depende de mais recursos financeiros e de sua melhor aplicação. A meta de investimento de 10% do PIB visa tirar o atraso no qual a educação pública brasileira se encontra. Atualmente, os educadores estão desestimulados devido à baixa remuneração e à estrutura precária das escolas.

A Marcha Nacional visa sensibilizar a sociedade e dar visibilidade para questões que comprometem a qualidade da educação. Os participantes se concentrarão às 9 horas em frente ao estádio Mané Garrincha (em reforma para a Copa de 2014) e marcharão a partir das 10 horas até o Congresso Nacional, onde será feito um ato pela defesa de 10% do PIB e não apenas 7% como consta no Plano Nacional de Educação (PNE), em tramitação no Congresso.

A CNTE pretende entregar ao presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), e ao relator do PNE, deputado Ângelo Vanhoni, cem mil assinaturas de apoio à destinação de 10% do PIB para a educação pública brasileira.

Também estarão expostos em frente ao Congresso, os trabalhos da mostra cultural promovida pela Confederação. Nesta mostra, lançada no dia 16 de setembro, alunos de escolas públicas inscreveram desenhos, poemas, cordéis, qualquer manifestação artística sobre o tema “Por que 10% do PIB para a Educação Pública?”.

Segundo o presidente da CNTE, Roberto Leão, a educação tem papel importante na formação dos trabalhadores, na distribuição da renda e no desenvolvimento sustentável a longo prazo. “10% do PIB não é muito e todos sabem disso, principalmente em se tratando de educação, que é essencial para a construção de um país justo e preparado para o futuro”, afirma.

Motivos não faltam

Pesquisas denunciam que a juventude não se sente atraída pela carreira de educador. O número de formandos nos cursos preparatórios de docentes para os primeiros anos da educação básica - como Pedagogia e Normal Superior – foi reduzido pela metade em quatro anos, segundo os últimos dados do Censo do Ensino Superior, realizado anualmente pelo MEC. De 2005 a 2009, o número de graduados caiu de 103 mil para 52 mil, comprovando o desinteresse dos jovens pela carreira.

As muitas paralisações organizadas revelam a dificuldade de interlocução com os governantes para o atendimento das atuais demandas da educação. Somente na rede pública estadual, a CNTE contabiliza doze greves em 2011. Atualmente, a rede estadual do Pará está paralisada.

A longa duração dessas greves chama a atenção. Os professores cearenses voltaram às salas de aula somente após 63 dias e com o compromisso do governo do estado de pagar o piso vinculado à carreira. Em Minas Gerais, os professores permaneceram em greve por 112 dias até conseguirem dar início a um processo de negociação com o governo estadual.

O motivo principal das greves de 2011 é o descumprimento da lei que trata do Piso Salarial Profissional Nacional. Sancionada há três anos pelo presidente Lula, a lei ainda não é cumprida integralmente em nenhum estado e município. “Na maioria dos estados e municípios que dizem cumprir o piso, a norma não é seguida como deveria, pois não estruturaram uma carreira para os profissionais", afirma Leão.

A Lei do Piso estabeleceu o valor de R$950,00 para ser pago como vencimento inicial de carreira do professor com formação de nível médio, a partir de 2008. Este valor sofreria reajustes anuais utilizando-se o mesmo percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno do Fundeb, referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano.

A CNTE calcula que os professores de nível médio deveriam receber em 2011 um salário inicial de R$1.597,87. O Ministério da Educação, porém, estabeleceu a quantia de R$1.187,97.

Com informações da CNTE

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