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terça-feira, 18 de junho de 2013

Editorial do Portal Vermelho - O povo nas ruas, a defesa da democracia e de direitos sociais


Na última segunda-feira (17), em diversas capitais do Brasil ocorreram manifestações juvenis e populares para protestar contra os aumentos das tarifas de ônibus, metrô e trens urbanos.

Marcadas pelo espontaneísmo e combatividade, os protestos soaram também como grito de alerta para diversos problemas sociais que afetam a vida urbana nos dias atuais. O movimento, cujo início parecia ser mais um protesto contra o alto preço e a péssima qualidade dos transportes públicos em São Paulo, fruto de desastrosas administrações municipais e estaduais, começa a extravasar o objetivo inicial e ganha um sentido político que não tinha.

As manifestações desta segunda foram também uma contundente resposta à violência policial-militar desencadeada contra as demonstrações anteriores, sobretudo em São Paulo, onde a Polícia Militar sob as ordens do governador neoliberal e conservador do estado, parece estar em guerra contra o povo. Há muito tempo não ocorria tamanha violência contra manifestantes: ação da tropa de choque que usou e abusou das chamadas armas não letais – balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral. A tropa ensandecida desmandou-se em agressões físicas deixando um saldo de centenas de pessoas feridas. As manifestações evoluem para a demonstração do repúdio à repressão, à arbitrariedade da PM, pela defesa da Constituição, da democracia e pela garantia do direito de manifestação em local público e aberto. Este é o sentido político que vai ganhando corpo e mobilizando milhares de pessoas que, cada vez mais, demonstram sua indignação. A defesa destes direitos é fundamental para a democracia.

A compreensão política da população avançou nestes dias em que a polícia, cuja função deveria ser a manutenção da ordem e da segurança dos cidadãos, se notabilizou como o principal fator de desordem.

Igualmente, a sequência de manifestações contra os aumentos das tarifas dos transportes e pela melhoria da sua qualidade deve servir de lição para os titulares de administrações municipais eleitos por partidos de esquerda e respaldados pelos movimentos sociais. Fora das instâncias de poder a esquerda é porta-voz do grito das ruas. No poder, não pode ser insensível a este, deve-se obrigar a auscultar o povo. Fechar-se em Palácio sob o argumento de que não dialoga enquanto os manifestantes não deixarem as ruas é um método estranho ao modo de governar democrático e popular.

As manifestações, inicialmente convocadas pelo Movimento do Passe Livre, têm contado com a presença maciça das organizações estudantis e juvenis, a começar pelas prestigiosas UNE e Ubes e suas correlatas nos estados e municípios, o que só adiciona força e credibilidade à que originalmente possui o Movimento do Passe Livre. Observa-se ainda a presença das juventudes partidárias de esquerda, o que também imprime conteúdo político e ideológico ao movimento.

Por outro lado, as forças de direita, a partir dos meios de comunicação, que estão dando amplo espaço à divulgação das manifestações, mostram-se interessadas em instrumentalizar o movimento espontâneo como massa de manobra para fins oposicionistas e desestabilizadores em relação ao governo da presidenta Dilma Rousseff. Pescam em águas turvas, fazem analogias com movimentos sociais de outras latitudes e propõem artificialmente outras bandeiras de luta funcionais aos seus interesses.

Os partidos de esquerda que dão sustentação ao governo da presidenta Dilma Rousseff, assim como os movimentos sociais dirigidos por militantes desses partidos, têm no novo momento inaugurado pela mobilização social uma oportunidade de mobilizar o povo em torno de bandeiras amplas e justas, próprias de uma plataforma de esquerda, que propiciem a unidade popular para fazer o país avançar no rumo do aprofundamento da democracia e do atendimento das reivindicações populares.

Os protestos em São Paulo a partir de quem é de luta e deseja vitórias reais para o povo e a juventude!

























quinta-feira, 13 de junho de 2013

ONU reprova terroristas sírio pelo recrutamento de crianças - Portal Vermelho

ONU reprova terroristas sírio pelo recrutamento de crianças - Portal Vermelho

A representante especial da Secretaria-geral das Nações Unidas para Crianças e Conflitos Armados, Leila Zerrougui, condenou nesta quinta-feira (13) o recrutamento de menores de idade pelos bandos armados que operam na Síria há mais de dois anos.


Terrorista sírio e criança armada: preocupação da ONU
Terrorista sírio e criança armada: preocupação da ONU
"Os grupos armados recrutam crianças de até dez anos para trabalharem como combatentes, mensageiros ou serviçais", apontou Leila em seu relatório anual, apesar de o serviço de notícias do organismo internacional ter informado que a maioria das crianças recrutadas têm entre 14 e 17 anos.

Ainda assim, a funcionária da ONU expressou sua condenação às ações dos terroristas que violam os direitos dos menores na sociedade síria.

No mesmo contexto, em dezembro de 2012, Leila, além de acusar os bandos armados sírios de abusarem e recrutarem crianças, expressou sua profunda preocupação pela situação dura que os menores de idade enfrentam com a oposição armada síria.

Segundo a representante da ONU, as crianças e adolescentes são as principais vítimas da violência no país árabe, envolvido desde meados de março de 2011 em um conflito com os terroristas e bandos armados, financiados por alguns países ocidentais e outros da região, como a Arábia Saudita, o Catar, a Turquia, com o objetivo de derrubar o governo constitucional de Damasco.

Fonte: HispanTV



Dyneas Aguiar: eterno companheiro das lutas pelo Brasil - Portal Vermelho

Dyneas Aguiar: eterno companheiro das lutas pelo Brasil - Portal Vermelho


A militância comunista do PCdoB perde, nesta quinta-feira (13), grande liderança do Partido. Morreu, aos 81 anos, o comunista e eterno militante Dyneas Aguiar (1931/2013). Assista última entrevista, concedida por Dyneas, à TV Vermelho, durante solenidade pelos 91 anos do PCdoB.

Leia também: Dyneas Aguiar (1932-2013), um comunista!

11º Congresso da UEE de São Paulo terá sessão de Anistia a todos os presos do Congresso de Ibiúna | UNE - União Nacional dos Estudantes



A FORÇA JOVEM DE VOLTA A IBIÚNA | UNE - União Nacional dos Estudantes



José de Abreu e Hildegard Angel já confirmam presença no 11º Congresso da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP)

Após 45 anos o Movimento Estudantil volta a Ibiúna, palco do 30º Congresso da União Nacional dos Estudantes de 1968, também conhecido como o Congresso que não terminou. Dessa vez a cidade acolhe novamente os movimentos estudantis para sediar o 11º Congresso da UEE – União Estadual dos Estudantes de São Paulonos próximos dias 14 a 16 de junho de 2013.

Importantes nomes da luta contra a opressão da ditadura militar já confirmaram presença no evento como o ator José de Abreu e a jornalista Hildegard Angel.

O evento conta com uma programação completa sobre os interesses da juventude brasileira, como: educação, esporte, cultura, conjuntura e sexualidade, além de debates com ex-militantes e homenagens aos participantes do 30º Congresso da UNE de 1968.

O Congresso termina com a plenária de votação que decidirá o próximo presidente da UEE-SP, o qual terá o compromisso de continuar as novas conquistas referentes à apuração dos crimes ocorridos durante o período militar e de traçar novos desafios para o movimento estudantil paulista.

Para Alexandre “Cherno” Silva, presidente da União Estadual dos Estudantes de São Paulo, esse congresso será histórico. “Esse Congresso é fruto de uma gestão vitoriosa que percorreu todas as regiões do Estado de São Paulo. Esteve presente em todas as mobilizações nas principais universidades do Estado e acima de tudo, tem compromisso com a memória. Retornar a Ibiúna é ajudar a escrever uma história que foi interrompida pelo terror da ditadura”, ressaltou.

HOMENAGENS

No dia 15, a UEE-SP irá realizar um ato político durante o Congresso, com participação do presidente da Comissão Nacional da Verdade e secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, para a cerimônia de anistia aos estudantes presos na cidade em 1968.

Um dos preso pelos militares na época, José de Abreu, voltará a Ibiúna pela primeira vez desde o episódio que ficou conhecido com um dos maiores atos de opressão da ditadura militar contra os estudantes brasileiros. O ator aceitou o convite e será o mestre de cerimônia tanto da abertura do evento quanto do ato político para a concessão da anistia. “Vai ser muito emocionante. Nunca mais fui à cidade, nem passei perto”, revelou o ator.

O Congresso da UEE-SP também irá reunir líderes da geração de 68 presos durante o 30º Congresso da UNE. Nomes como Franklin Martins, José Dirceu, Neusa Ferreira de Souza (proprietária do sítio Murundu, palco das prisões), José Genoino, Leopoldo Paulino, Luiz Eduardo Curti, Reinaldo Morano Filho, estarão entre os presentes.

MOVIMENTO PATRIÓTICO


A presença de Hildegard Angel também promete ser emocionante. Filha da estilista Zuzu Angel e irmã do militante político Stuart Angel Jones – preso, torturado e morto pelos militares -, a jornalista recebeu Alexandre Cherno em seu apartamento no Rio de Janeiro. No encontro, ela contou detalhes dos horrores que sua família vivenciou durante a ditadura militar e garantiu sua presença no ato político do congresso.

“A Hildegard terá uma participação especial no evento. Fui convidado a ajudá-la a organizar um movimento patriótico que ela está criando para fomentar o patriotismo entre os jovens brasileiros. Será um movimento de esquerda que atuará, principalmente, nas redes sociais. Hilde acredita que a luta que sua mãe e irmão travaram contra o regime militar teve muito a ver com esse sentimento patriótico de amor pelo país”, conta ele.

Assista o vídeo do evento:


Da Comunicação UEE/SP

Acompanharei o 3º Congresso da CTB do Espírito Santo na Assembleia Legislativa

Acabo de receber a missão de representar a CTB Nacional no 3º Congresso da CTB-ES. Vejam o convite:

VEJA AS RESOLUÇÕES DO 53° CONGRESSO DA UNE | UNE - União Nacional dos Estudantes


VEJA AS RESOLUÇÕES DO 53° CONGRESSO DA UNE | UNE - União Nacional dos Estudantes



Plenária neste sábado (1) definiu os posicionamentos da entidade para os próximos dois anos; no domingo será eleita nova diretoria e presidência

A União Nacional dos Estudantes chega à reta final de seu Congresso, em Goiânia, neste sábado e domingo. Com participação recorde de jovens, representando universidades de todo o país, o Congresso definiu hoje as principais resoluções da UNE para o próximo período. Foram aprovados documentos nas áreas de Conjuntura, Educação e Movimento Estudantil. A plenária aconteceu na Goiânia Arena durante todo o dia e, em consequência da grande disposição dos estudantes, seguiu pelo início da noite na capital goiana.

A primeira resolução demonstra o olhar da UNE sobre a situação política, social e econômica no mundo e no Brasil. A entidade aponta a crise no modelo financeiro internacional, os problemas estruturais e desemprego em países da Europa e Estados Unidos como sinal do enfraquecimento do sistema capitalista. Lança seu olhar també sobre a América Latina, esperando maior integração do continente e aponta a necessidade de protagonismo no Brasil.

A educação brasileira deverá ser, de acordo com as resoluções deste Congresso, a principal luta do movimento estudantil. Além da trincheira enfrentada na questão dos 10% do PIB, 100% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a Educação, deverá ganhar muito fôlego a reivindicação pela assistência estudantil, mais bolsas universitárias, restaurantes, bibliotecas, creches e outras melhorias nas universidades. Também será reforçada a luta pela regulamentação do ensino privado, do fim do vestibular e da reforma universitária.

Quanto à atuação da UNE, a tendência é de ampliação de encontros da entidade e suas formas de atuação. Atividades de combate ao racismo, machismo e homofobia na universidade, assim como o fortalecimento das ações de cultura e extensão envolvendo o movimento estudantil.

Leia abaixo a íntegra das três resoluções aprovadas no Congresso da UNE, para as áreas de Conjuntura, Educação e Movimento Estudantil.

CONJUNTURA

O 53º Congresso da União Nacional dos Estudantes realiza-se em meio a um contexto histórico e político muito peculiar. Este é um cenário da crise política do capitalismo, de fortalecimento da integração da América Latina e o Caribe e de importantes conquistas para a juventude e os estudantes. Assim, os desafios que se apresentam para o movimento estudantil são do tamanho do Brasil.

O cenário político a nível internacional é de relevante intensidade e efervescência. Na Europa e nos EUA a crise do modelo capitalista aflorou a face mais conservadora da direita do continente. As políticas de ataques aos direitos sociais e civis da juventude e dos trabalhadores tem levado esses atores às ruas de maneira massiva apresentando o questionamento do Imperialismo e a necessidade de superação do capitalismo. Enquanto isso na América Latina avançamos na integração da região e do protagonismo do Brasil. O fortalecimento do Mercosul, UNASUL, ALBA e CELAC, este último como o primeiro órgão multilateral continental que envolve todos os países da América Latina e do Caribe da história. Assim, a partir da eleição de governos progressistas nos países da região o cenário político na América Latina e o Caribe tem sido de avanços. É nesse sentido que defendemos o avanço do processo de integração e cooperação entre os nossos países fortalecendo a integração social, política, educacional e cultural. E, a adoção por parte do Brasil de eleições diretas para o PARLASUL (Parlamento do Mercosul).

No Brasil o cenário não é distinto. Chegamos a esse 53º Congresso da UNE com o acúmulo de 10 anos de um novo ciclo instalado no país. Encontramos um Brasil mais democrático, com políticas sociais de inclusão social e com desenvolvimento soberano. Entretanto as necessidades do povo brasileiro ainda são estruturais. Ainda somos aproximadamente 13 milhões de analfabetos, 50% dos domicílios brasileiros não possuem saneamento básico, a escola pública continua sendo de baixa qualidade e com altíssimos índices de evasão, os casos de racismo, homofobia, machismo, etc. ainda são muito presentes na sociedade brasileira. Nesse sentido precisamos avançar na luta por mudanças ainda mais profundas na sociedade brasileira que fortaleçam o desenvolvimento soberano do país, que combata todas as formas de preconceito e injustiças, e com mais democracia.

Dessa forma , a luta pela democratização dos meios de comunicação assume um papel central para a democratização da sociedade brasileira. Não contribui para a democracia o fato de termos um oligopólio na área das comunicações onde poucas famílias controlam a programação de toda a população. Assim sendo, a mídia atual não representa a opinião pública, mas apenas a opinião publicada. Por isso, a luta pela consolidação de um novo marco regulatório para a comunicação é fundamental.

Ainda, defendemos o direito ao desenvolvimento, contudo, o crescimento econômico necessita estar atrelado ao respeito ao meio ambiente. Nesse sentido destacam-se três aspectos: o aproveitamento dos recursos energéticos do país, a defesa intransigente da soberania da Amazônia bem como de todos os biomas e o dialogo com os movimentos sociais e com as comunidades tradicionais.

Por isso, o ciclo de conquistas sociais iniciado por Lula e continuado por Dilma precisa ser aprofundado. Assim, honrando a história daqueles que lutaram pela democracia e soberania do nosso país convocamos a reedição da campanha “O Petróleo é Nosso! Contra os leilões!”.

EDUCAÇÃO

Os países que mais investem em educação são também, e não por acaso, as maiores potências em desenvolvimento econômico, social e político do mundo. O Brasil ainda está distante desta realidade, mas no cenário internacional ascendeu economicamente e em qualidade de vida, conquistando expressão política mundial. Consideramos que são muitos os desafios para um país que quer se desenvolver de forma sustentável e soberana, mas consideramos também que temos muito a nosso favor, de um lado uma amplitude de recursos naturais à nossa disposição, de outro, uma população inventiva, expressiva, otimista e com muitas potencialidades.

Os últimos 10 anos, com a abertura de um novo ciclo de maior democracia e participação do povo, foram de muitos avanços para a educação brasileira. Com o processo de expansão das federais e democratização, em especial o REUNI, o número de matriculas nessas universidades dobrou. Com o ProUni mais de 1 milhão de jovens brasileiros realizam o sonho de ingressar na universidade. O Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) garante que muitos estudantes não evadam e concluam seus cursos. Essas conquistas, fruto da mobilização estudantil, construíram um cenário muito positivo para a educação brasileira. As conquistas mais recentes dos estudantes brasileiros foram a reserva de 50% das matriculas das IFES para estudantes oriundos da escola pública e o lançamento do Programa Nacional de Bolsa Permanência com o protagonismo central da UNE. Contudo, essas conquistas não caíram do céu. Foram inúmeras jornadas de luta em todo o país, greves, ocupações de universidades, do Congresso Nacional e da própria Esplanada dos Ministérios, paralisações, reuniões e encontros.Assim, esse contexto apresenta ainda, importantes contradições e desafios.

Apesar dos inúmeros avanços na área educacional, muitas contradições seguem presentes no quotidiano da educação. Ainda, somente 13% da juventude brasileira tem acesso ao ensino superior e as universidades possuem um forte caráter elitista. Além disso, 75% das matriculas em ensino superior no Brasil seguem no setor privado que continua em expansão e sem regulamentação. Ainda, o processo de desnacionalização da educação brasileira que hoje já atinge o número de 20% das IES privadas que pertencem a grupos econômicos internacionais fortalece o processo de mercantilização do ensino. O recente caso da fusão entre a Anhanguera e Kroton apresenta um importante debate sobre a qualidade e a manutenção do tripé ensino, pesquisa e extensão. Ainda mais, apresenta um cenário preocupante de perda de soberania cientifica e tecnológica e da produção do conhecimento. É nesse sentido que a luta pela aplicação de 10% do PIB, 50% do fundo social e 100% dos royalties do Pré-sal tem caráter estratégico no sentido de inserir a Universidade no processo de desenvolvimento brasileiro.

Por fim, a Universidade possui um papel estratégico na sociedade. Muitos avanços foram conquistados com muita luta. Porém, muitos são os desafios rumo aeducação que queremos, superar a educação sexista que reproduz esteriótipos que enclausuram mulheres e homens em mundos divididos em rígidos padrões de comportamento, que beneficiam a desigualdade de gênero. Assim, fortalecemos o compromisso com a luta pela Reforma Universitária dos estudantes.

MOVIMENTO ESTUDANTIL

A UNE tem sido protagonista das principais conquistas dos estudantes brasileiros. Nesse último período conquistamos a criação do Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), conquistamos o número de mais de 1 milhão de bolsistas no ProUni, a reserva de vagas de 50% das matrículas das Universidades Públicas para estudantes oriundos das escolas públicas. Outro passo importante foi a inclusão do direito a meia-entrada no estatuto da juventude, a UNE tem lutado para que a meia entrada, banalizada pela MP 2208-2002 no governo FHC, seja de fato assegurada aos estudantes. A regulamentação da meia-entrada reduzirá o preço dos eventos em 30% e garantirá um piso de 40% dos ingressos sejam vendidos sob lei em todos os eventos culturais no país. Ainda, a expansão das universidades federais que levou a duplicar as vagas nas universidades públicas e a criação do Programa Nacional de Bolsas Permanência tem a marca da luta dos estudantes, tem o carimbo da UNE.

Todas essas mudanças estão transformando o perfil da universidade brasileira e a UNE precisa ser o reflexo desse novo ciclo, que permite uma nova composição social inserida no ensino superior. Para isso, o Movimento Estudantil precisa se desafiar a tornar-se cada vez mais forte a rede da UNE. Os encontros temáticos tal como o Encontro de Mulheres Estudantes (EME), o Encontro de Negros e Negras da UNE (ENUNE) incluindo o Encontro de Estudantes em Defesa do SUS, realizado junto com a Bienal da UNE, fazem da UNE uma entidade que dialoga com o novo perfil dos estudantes brasileiros, fruto do processo de avanços na educação do país. É com as UEE’s, DA’s, CA’s, Executivas de Curso, Atléticas, Empresas Juniores, toda a rede da UNE, que conquistamos vitórias para mudar a realidade dos estudantes brasileiros.

A realidade que queremos conquistar é ainda mais ousada. Assim, diante da Plenária Final do seu 53º Congresso Nacional, unidos e cheios de esperança, convocamos a juventude para tomar para si o seu futuro e o futuro de nosso país, defendendo a Jornada Nacional de lutas em agosto de 2013, ao lado de todos os movimentos sociais. É hora de ocupar as ruas e tomar as universidades por:

1. 10% PIB para Educação Pública;

2. 100% dos Royalties e 50% do Fundo Social do Pré-Sal para Educação Pública;

3. Democratização do acesso e permanência na universidade;

4. Cotas raciais e sociais nas universidades estaduais;

5. Regulação do ensino privado e proibição do capital estrangeiro;

6. Mais qualidade nas universidades brasileiras;

7. Curricularização da extensão universitária;

8. Uma política macroeconômica que esteja a serviço do desenvolvimento do país. Não ao contingenciamento e cortes de verbas para pagamento da dívida pública;

9. Contra os leilões do petróleo;

10. Investimento de 2,5bi em assistência estudantil;

11. Direito à Memória, Verdade e Justiça. Pela revisão da lei de anistia e punição dos criminosos da ditadura;

12. Democratização dos meios de comunicação.

Da Redação

quarta-feira, 12 de junho de 2013

TV Contee: Luta pela democracia e liberdade de expressão - Portal Vermelho

TV Contee: Luta pela democracia e liberdade de expressão - Portal Vermelho

A luta pela democratização da comunicação é uma luta de todos os trabalhadores e trabalhadoras e de toda a sociedade. A Constituição da República completa 25 anos em 2013 e, até hoje, o Congresso Nacional não regulamentou os artigos que tratam da comunicação. A edição de junho da TV Contee mostra porque medidas para a democratização da mídia são tão importantes e aborda o Projeto de Lei de Iniciativa Popular por uma Mídia Democrática.




Fonte: TV Contee


Maduro investigará compra de aviões de guerra pela oposição - Portal Vermelho

Maduro investigará compra de aviões de guerra pela oposição - Portal Vermelho

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, elogiou a iniciativa do vice-presidente colombiano, Angelino Garzón, e fez coro à necessidade de que seja realizada uma investigação sobre a compra de 18 aviões militares dos Estados Unidos por opositores de seu país, para que fossem levados a uma base militar na Colômbia, de onde partiriam agressões contra o país caribenho. A denúncia foi feita pelo ex-vice-presidente José Vicente Rangel no último domingo (09).


"Frente às denúncias de José V. Rangel na Venezuela acho que o melhor que a Colômbia pode fazer é solicitar a verificação da ONU", afirmou hoje Garzón em mensagem no Twitter.

Leia também:
Direita venezuelana articula compra de aviões dos EUA, diz Rangel


"Que se averigue, agora não sei se a ONU, a Unasul", sugeriu Maduro e mencionou que o investigador pode ser o secretário-geral do mecanismo, o venezuelano Alí Rodríguez.

Rangel disse que os aviões foram negociados no dia 27 de maio na cidade de San Antonio no Texas "entre executivos da indústria de aviões de guerra e venezuelanos da oposição", e que seriam enviados para uma base militar americana localizada na Colômbia.

Paramilitares

O ministro do Interior da Venezuela, Miguel Rodríguez Torres, detalhou, nesta terça (11), a detenção de nove pessoas vinculadas com dois grupos paramilitares colombianos que realizariam "uma missão em Caracas", que, as autoridades não descartam, poderia ser um atentado contra o presidente Nicolás Maduro.

O presidente afirmou que os paramilitares detidos no oeste do país não serão extraditados: "anuncio aqui que vamos processá-los e que vão cumprir suas penas na Venezuela, não vamos entregá-los à Colômbia. Vão cumprir suas penas na Venezuela, porque vieram aqui para assassinar venezuelanos", disse Maduro durante um ato de governo em Caracas transmitido pela emissora de TV estatal VTV.

Maduro disse ainda que a captura dos paramilitares “é uma das tantas provas” que serão apresentadas acerca de uma conspiração contra seu governo, como vêm denunciando desde a campanha eleitoral. “Sei o que estou dizendo”, garantiu, afirmando que, após a captura dos colombianos, “a direita ficou calada”.

Maduro afirmou também que os supostos paramilitares capturados "são muito conhecidos no mundo dos assassinatos políticos na Colômbia". Segundo o mandatário que entre os objetivos dos supostos paramilitares estava matar soldados venezuelanos, aumentar os homicídios no país e assassiná-lo.

“Quando nós dizemos que tem uma direita fascista que foi à Colômbia para conspirar contra a Venezuela, é porque nós... Ai meu deus, não posso falar mais, algum dia, mais pra frente, vou contar tudo, quando os tenhamos totalmente desmantelados, aí poderei contar tudo”. Maduro disse também que os colombianos capturados traziam mapas e tinham conexão direta com venezuelanos em Caracas. “Estamos a ponto de capturar alguns deles”, afirmou, dizendo saber que muitos dos supostos conspiradores passarão a se definir como “perseguidos políticos”.

Segundo Maduro, o financiamento do que denomina “conspiração” contaria com a participação de uma associação civil chamada “Gente do Petróleo”. De acordo com ele, o destino de “grandes quantidades de dólares” para tais operações teria por trás membros da indústria petrolífera que atuaram no “paro petrolero” (2002-2003), uma ação política iniciada no setor do petróleo, quando a oposição paralisou a economia venezuelana, em uma tentativa de derrubar Hugo Chávez. Esses membros, segundo Maduro, hoje residem na Colômbia.

Com Opera Mundi e Efe

terça-feira, 11 de junho de 2013

CONSUNI-UnB indica membros do Conselho Diretor - UnB Agência - Universidade de Brasília (UnB)

UnB Agência - Universidade de Brasília (UnB)
Mariana Costa/UnB Agência


Consuni indica representantes para Conselho Diretor da FUB

Lista tríplice com nomes dos membros e suplentes para o colegiado será enviada ao Ministério da Educação
Vivian Palmeira - Da Secretaria de Comunicação da UnB

O Conselho Universitário da UnB (Consuni) indicou os nomes dos representantes que serão encaminhados ao Ministério da Educação (MEC) para compor o Conselho Diretor da Fundação Universidade de Brasília (FUB). Com 38 votos favoráveis, os conselheiros aprovaram, na última sexta-feira (7), parecer do professor Noraí Romeu Rocco. O documento recomenda a formação de um colegiado com metade dos membros vinculados à universidade e com notória participação na vida acadêmica. Os demais integrantes são cidadãos públicos com olhar externo à instituição. Conheça os nomes indicados pelo Consuni.

A decisão foi permeada de discussões entre os conselheiros. Isso porque o Conselho Diretor tem como função principal administrar o patrimônio da Fundação Universidade de Brasília (FUB) e aprovar as contas anuais da universidade. Segundo a lei de fundação da UnB (Lei nº 3.998/1961), a renovação do Conselho Diretor é feita mediante nomeação do Presidente da República, após indicação de nomes pelos atuais membros do colegiado. Mas o colegiado não se reúne desde 2008, quando foi descontinuado.

A decisão de reativar o Conselho Diretor da FUB tem o objetivo de reestabelecer o cumprimento da lei e segue parecer favorável da Procuradoria Jurídica da UnB. No entanto, alguns conselheiros questionam a necessidade de reativação do Conselho Diretor, alegando que há cinco anos a universidade vem funcionando sem ele. Alguns acreditam que o próprio Consuni poderia exercer as atribuições do Conselho Diretor, outros avaliam que não cabe ao Conselho Universitário definir os novos nomes.

IMPASSE – A professora do Departamento de Engenharia Ambiental, Cristina Célia Brandão pediu vista do processo ao alegar conflito de interesses na lista de nomes apresentada. O pedido foi rebatido por outros membros do Consuni. O impasse foi definido com votação. Foram 41 votos contra o pedido de vista, 25 a favor e nenhuma abstenção.

Na sequência, houve novos pedidos de intervenção. Os membros negaram a continuação das falas com 36 votos contrários, nove favoráveis e uma abstenção. No total, 74 membros do conselho assinaram a lista de presença.

Mariana Costa/UnB Agência


FUNDAÇÕES - Ainda na pauta do Consuni, foi aprovada a regulamentação que trata da relação entre a Fundação Universidade de Brasília e as fundações de apoio. O documento apresenta as regras de convênio, acompanhamento e prestação de contas dos projetos desenvolvidos na UnB. Em 5 de abril, a minuta da resolução foi levada à discussão no Consuni, mas não foi deliberada. Os conselheiros consideraram que o documento precisava de mais reflexão. Um grupo de trabalho, coordenado pelo decano de Pesquisa e Pós-Graduação, Jaime Santana, foi organizado com participação da Procuradoria Jurídica da universidade e chegou-se ao modelo de regulamentação proposto na última reunião, aprovado com 48 votos a favor, 13 contra e cinco abstenções. Um guia de relacionamento voltado a quem lida com projetos na universidade será elaborado para reger a relação com as fundações de apoio.

A reunião do Consuni teve início por volta das 14h30 e seguiu até às 18h15. Alguns itens da pauta acabaram não sendo discutidos. Entre eles, a indicação de um representante para o Conselho de Administração do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação, Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), organização social sem fins lucrativos que cuidará da gestão do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/UnB); a indicação dos membros que farão parte do Conselho Editorial da Editora da UnB; a decisão sobre outorga de título de professor emérito para a professora Elenice Maria Ferraz e o recurso interposto pelo Instituto de Física, pela Faculdade de Ciências da Saúde e Faculdade de Medicina sobre decisão do Conselho de Administração (CAD) da UnB sobre a localização e gestão do espaço destinado ao futuro prédio do Instituto de Física.

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

Listas Tríplices com os propostos ao Conselho Diretor da FUB

1º Membro Titular:
Reinhardt Adolfo Fuck;
Jacques Rocha Velloso;
Flávio Rabelo Versiani.

2º Membro Titular:
Volnei Garrafa;
Keti Tenenblat;
Gustavo Lins Ribeiro.

3º Membro Titular:
Janete Ana Ribeiro Vaz;
Nikolaus von Behr;
Ellen Fensterseifer Woortmann.

4º Membro Titular:
Marco Antonio Raupp;
Roque de Barros Laraia;
Isaac Roitmann.

5º Membro Titular:
João Paulo Sepúlveda Pertence;
José Carlos Córdova Coutinho;
Aldo Paviani.

1º Membro Suplente:
Ubiratan Aguiar;
Onildo João Marini;
Charles Curt Mueller.

2º Membro Suplente:
José Mario Abdo;
Iris Ferrari;
Vladimir Carvalho.

Universidade de Brasília discute segurança nos campi no dia 20/06 na Faculdade de Tecnologia

Audiência pública está agendada para 20 de junho no auditório da Faculdade de Tecnologia
Denise Bomtempo - Do Decanato de Assuntos Comunitários

Prezados docentes, técnicos(as)-administrativos(as) e estudantes da Universidade de Brasília,

Convidamos a comunidade universitária a participar da “Audiência Pública sobre a Política de Segurança na UnB”, que ocorrerá no dia 20 de junho, no auditório da Faculdade de Tecnologia (FT), a partir das 14h. O objetivo da referida audiência é receber, da comunidade universitária, as sugestões para melhoria da segurança na Universidade de Brasília (UnB).

O Conselho Comunitário Especial de Segurança da Universidade de Brasília (Conseg) reforça a importância da realização de audiência pública paro compartilhar os problemas e os desafios que a universidade vem enfrentando em relação a esse tema, entre os quais se destacam:

1.falta de plano estratégico de segurança para a UnB;

2.número insuficiente de recursos humanos para atender a demanda de segurança na universidade;

3.falta de capacitação continuada dos profissionais da área;

4.necessidade de ampliar a segurança pessoal, patrimonial e comunitária;

5.funcionamento inadequado e número escasso de câmeras na universidade;

6.falta de mecanismos ágeis de comunicação sobre a segurança nos campi.

As propostas elaboradas pelos participantes irão subsidiar a definição do plano estratégico e das ações de segurança na universidade.

Denise Bomtempo Birche de Carvalho

Presidente da Comissão Organizadora


Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

SEMINÁRIO INTERNACIONAL: DESAFIOS DA CONSOLIDAÇÃO DEMOCRÁTICA NA AMÉRICA LATINA NO SENADO, A PARTIR DE HOJE - UnB, ICS, CEPPAC-UnB

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DIRETAS JÁ NA APG-UnB - Que os(as) estudantes decidam! Assembleia 13-06 - Participe!

DIRETAS JÁ NA
APG-UnB
Há uma Associação dos Pós-Graduandos da UnB.
Não sabia?
Deve ser porque só a APG não elege diretamente sua diretoria e represententes nos Conselhos da UnB.
Por isso sua direção a quer esvaziada: para falar em nosso nome, mas sem nos ouvir.

Dia 04/06, numa “assembleia” com apenas 29 estudantes, perdemos com a proposta de Eleições Diretas para a APG: 10 estudantes por eleição direta. 18, por eleição em assembleia. 1 abstenção.

São assembleias assim, esvaziadas, não divulgadas que decidem tudo, e em que a “diretoria” sonha em se reeleger.Por que estudantes de especialização, mestrado e doutorado não podem eleger diretamente sua representação estudantil?


Venha para o nosso movimento!
Dia 13 de junho, às 18h30
concentração no CEUBINHO, em frente ao DCEUnB
A Assembleia será às 19h na sala BT 675/62 no ICC

Quer ajudar? Roberto 9339 0961 e-mail: robertosdasilva@gmail.com





ELEIÇÕES DIRETAS JÁ na 
Associação de Pós-Graduandos (APG-UnB)



Colegas pós-graduandos, a falta de participação permitiu que um grupo movido por interesses estranhos aos da APG nos represente junto à UnB:

1) Seus preconceitos levam à exclusão e à divisão do movimento da Pós e ao aparelhamento da APG, reforçando as clivagens entre áreas disciplinares. Descartam a legítima pluralidade na APG e órgãos colegiados da UnB. Mudaram na marra a representação da APG nos colegiados superiores da UnB para monopolizarem esses espaços para a defesa de posições de grupo, pois tomam posturas sem realizar nenhum debate ou consulta;

2) Silenciaram ante os problemas acadêmicos decorrentes da greve dos professores (prazos, calendário, orientações e disciplinas) e as dificuldades no financiamento de viagens, despesas acadêmicas, moradia estudantil, laboratórios e infraestrutura;

3)Fizeram corpo mole na luta pelo reajuste de bolsas liderada pela nossa Associação Nacional (ANPG), à qual são oposição. Mesmo assim, vencemos, com aumento de mais de 20% em 6 meses;

4) São insensíveis com a INSEGURANÇA na UnB e bloqueiam o debate. Em vez de considerá-lo polêmico, plural e necessário, insistem com o falso discurso de “segurança=PM=falta de democracia”;

5) Seus vínculos à Retoria anterior e às suas chapas, levou-os à imobilidade diante da perda de nossa sede. Agora, usam a APG numa oposição compulsória à Reitoria atual, à ANPG, ao Governo Federal...sem buscar consultar e debater com os seus associados o que eles pensam disso, apesar de se posicionarem em seu nome. Ignoram a necessidade da UnB sair da crise e a contribuição que a pós pode dar:

a) São contra instalar o Conselho Diretor – boicotando o instrumento de fiscalização e formalização administrativa, para a UnB continuar ignorando suas próprias normas legais;

b) Desqualificam a representação estudantil nos conselhos. Com posições infantis e isoladas com um viés de boicote à própria UnB;

c) Permitiram um retrocesso na nossa entidade, ao cindirem a diretoria e representações nos conselhos, afastarem os discordantes de suas vagas, aceitarem a perda de nosso espaço na página da UnB, romperem com a tradição de transparência sobre a atuação da direção de nossa entidade (como ampla divulgação de suas reuniões, divulgação de atas e ofícios...).

Agora buscam encaminhar a eleição para a nova gestão da APG através de assembleia geral. Hoje, cada vez mais, decidem-se absurdos em nome de 8000 pós-graduand@s e em prejuízo de nossos direitos com assembleias de 30, 40 pessoas. Antes, as gestões reconheciam essa fragilidade e buscavam o consenso político e a unidade para encaminhar as questões. A APG é a única associação da UnB que não utiliza votação em urna para eleição de diretores(as) e conselheiros(as), impedindo a participação de mais estudantes na escolha de sua representação.

Alertamos para as tentativas de prolongar esse estado de coisas, com uma assembleia esvaziada, sem um verdadeiro debate. Defendemos que “O MOVIMENTO DA PÓS, É A PÓS EM MOVIMENTO”. Queremos uma representação digna, plural, democrática, transparente, qualificada, agregadora, acolhedora, combativa, preocupada com os (as) estudantes reais da Universidade de Brasília. Apenas com seu apoio a APG retomará seu rumo e teremos ELEIÇÕES LIMPAS!

NÃO DEIXE A MINORIA DECIDIR CONTRA VOCÊ!
ASSEMBLEIA GERAL - NESTA QUINTA-FEIRA 13/06
Concentração – CEUBINHO – em frente ao DCE - 18h30
MOVIMENTO DA PÓS

Contato: Roberto dos Santos (061) 93390961

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Congresso em Goiânia: Virginia Barros é eleita presidenta da UNE - Portal Vermelho

Congresso em Goiânia: Virginia Barros é eleita presidenta da UNE - Portal Vermelho

“A juventude está viva e pronta para continuar suas lutas”. Declarou a reportagem do Portal Vermelho, Virginia Barros (a Vic), presidenta eleita da União Nacional dos Estudantes (UNE), durante o 53º Congresso Nacional da UNE, que ocorreu entre os dias 29 de maio e 2 de junho, na cidade de Goiânia, no estado de Goiás. 

Joanne Mota, de Goiânia para o Portal Vermelho


Virginia Barros, que  compõe a chapa Movimento Bloco na Rua, que é encabeçado pela União da Juventude Socialista (UJS), recebeu nestas eleições 68,3% dos votos dos 3.764 delegados crediciados. 

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Foto: UNE

Segundo dados atualizados da direção da UNE, participaram do Congresso mais de oito mil estudantes, representando cerca de 800 municípios. A UNE destaca que esta edição do Congresso mobilizou cerca de 98% das instituições de ensino do país.

A presidenta eleita destacou ser “muito simbólico os estudantes alçarem, à presidência da UNE, uma mulher”. Ela lembra que, além dela, somente mais quatro mulheres ocuparam esse cargo, o que demonstra os desafios das mulheres na luta por maior representatividade nos espaços de poder.

E constatou: “Empoderar as mulheres nos espaços de poder, seja instituído seja nos movimentos sociais, além de ser uma demanda urgente que está dada para a sociedade, de forma que consigamos naturalizar a presença das mulheres nesses espaços”, destacou Vic.


Foto: Joanne Mota

Sobre os desafios a serem enfrentados a partir de hoje, a nova dirigente da UNE destacou que a principal bandeira da UNE será a luta pela destinação de 10% do PIB [Produto Interno Bruto], 100% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social do Pré-sal para educação.

"Recebemos o bastão de uma gestão que já obteve grandes conquistas. Seguiremos no combate para ampliar essas conquistas. De modo que bandeiras como a luta contra a desnacionalização da educação, o reforço da luta pelo reforço da política de cotas, a luta pela reforma politica e dos meios de comunicação serão bandeiras que continuarão dando o tom da luta da UNE.

Daniel Iliescu reafirmou o significado de conduzir à direção da UNE mais uma mulher. "Nossa companheria (Vic) conduzirá com grande êxito as lutas da UNE".

Ao passar o bastão para a nova presidenta, Daniel falou sobre a importância que a UNE ganhou nos últimos anos e destacou a pluralidade que a entidade possui. "A UNE é um se forjou como espaço fértil para as lutas políticas, a juventude tem muito a fazer e a UNE está ciente disso. A Vic liderará as nossas lutas e ampliará ainda mais a força da UNE", pontuou.

O presidente da União da Juventude Sociaalista (UJS), André Tokarski, salientou que a UJS buscou se conectar com as lutas do movimento estudantil e o resultado alcançado nesse Congresso é resultado da luta de uma juventude conectada com as lutas e que está ciente dos desafios do nosso Brasil. 

Segundo o dirigente da juventude socialista, "a militância está de parabéns. Ela se mobilizou nos 27 estados, colocou o bloco na rua, para refletir sobre as lutas da juventude e o resultado alcançado é fruto do esforço dessa militância aguerrida".

E lembra “Junto com o Movimento Bloco na Rua, a UJS foi mais uma vez protagonistas nessa mobilização para a construção do Congresso da UNE e elegemos uma representante de todo o movimento estudantil brasileiro. A Vic ao tempo que é combativa e formuladora ela também é uma mulher que é atenciosa e que ouve a opinião dos estudantes. Tenho convicção de que por ser mulher, a nossa nova presidenta da UNE vai ampliar a representação da UNE nos rumos do debate da Educação”, disse Tokarski ao Vermelho.

UNE 2013/2015

A nova direção é composta por 81 diretores assumem cargos na entidade, sendo que 17 participam da diretoria executiva, ocupando posições como presidência, vice-presidência, secretaria geral, diretoria de universidades públicas, diretoria de universidades particulares, diretoria de comunicação ou diretoria jurídicax militantes estudantis de xxx regiões do país.

Por que a juventede não para




Conselho de Administração do Banco do Brasil: Hoje é dia de votar em - Josias F5952719

Banco do Brasil: Hoje é dia de votar em Josias F5952719

Começa hoje a votação para eleger o representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banco do Brasil.

Hora de votar em quem tem compromisso com o conjunto do funcionalismo.

Hora dos funcionários terem voz e vez.

Hora de votar em Josias F5952719



Veja alguns dos apoiadores de Josias:





A votação é pelo SisBB e os bancários votam na matrícula do candidato,
Josias é F5952719

Coletivizando no Youtube