Esquerdismo, Frente Ampla e Frente Popular - análise do fascismo no Podcast coletivizando https://t.co/7BSTD07xsq via @YouTube pic.twitter.com/ppHJb8pvJh
— Paulo Vinícius da Silva (@PauloVinicius65) July 5, 2026
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Parte da campanha do imperialismo estadunidense passa por demonizar as lideranças que questionam a sua hegemonia. O cancelamento e a cacofonia que não permitam saber quem são esses líderes, nem o que dizem, o apoio que conquistaram de milhões de pessoas organizadas, enfrentando a guerra híbrida e a guerra aberta.
Tal como Lula, Maduro foi alvo de uma campanha de demonização e infâmias, inclusive com o desdém e o desprezo pela capacidade intelectual desses líderes de extração proletária. Afinal, Maduro era um motorista de ônibus. Lula era um torneiro mecânico. O pobre e o trabalhador não teriam como pensar. Maduro fala por si, é preciso ouvi-lo.
Afinal, a regra de ouro da mídia empresarial hegemônica é jamais escutar esses(as) líderes. Aqui se aplicam com requintes de crueldade os princípios da propaganda nazista que se fixaram na figura de Goebbels. Maduro é alvo de uma campanha orquestrada que o reduz e simplifica, colocando-o como inimigo. Transpõem-se todos os males para a sua exclusiva responsabilidade, com o fito de tirar o líder e dispersar o povo. Para isso, ele é desfigurado, seus traços são exagerados para impedir a empatia e o reconhecimento do outro. Silenciá-lo, torná-lo odioso, impedir que o vejamos e escutemos. Vulgarizar a pessoa e tudo o que diz, o mesmo tempo que lhe atribui poderes mágicos de supermanipulação. Avoca-se um suposto consenso universal com as mesmas fontes, e oculta-se qualquer progresso, qualquer notícia positiva.
É preciso reconhecer que o bloqueio informativo contra a Venezuela é uma pista valiosa de que eles podem estar vencendo. Mais que pedir atas, deve preocupar ao Lula e ao Brasil como os estadunidenses e a oposição de extrema direita inviabilizaram em grande medida a eleição na Venezuela, pois é esse o risco que corremos em 2022 e novamente correremos em 2026. Tentaram melar as eleições e perderam no plano interno, o essencial. Precisamos saber por nós mesmos como enfrentar esse tipo de golpe. Os venezuelanos são donos de seu destino, e enfrentam vencendo inimigos que nos derrotaram mais de uma vez. Deveríamos aprender mais com eles.
Por tudo isso, é didática a entrevista do impávido Breno Altman a Nicolás Maduro.
Paulo Vinícius da Silva





"O fascismo no Poder (...) é a ditadura terrorista descarada dos elementos mais reacionários, mais chauvinistas e mais imperialistas do capital financeiro." E ainda: "O fascismo é o Poder do próprio capital financeiro. (...) Dimitrov, "A luta pela unidade da classe operária contra o fascismo", VII Congresso Mundial da Internacional Comunista, 2 de agosto de 1935
Se é verdade que a passagem das mudanças quantitativas lentas a mudanças qualitativas bruscas e rápidas é uma lei do desenvolvimento, é claro que as revoluções realizadas pelas classes oprimidas constituem um fenômeno absolutamente natural, inevitável. Consequentemente, a passagem do capitalismo ao socialismo e a libertação da classe operária do jugo capitalista podem ser efetuadas, não por transformações lentas, não por reformas, mas somente por uma mudança qualitativa do regime capitalista, pela revolução. Assim, para não nos enganarmos em política, é preciso sermos revolucionários e não reformistas. (Materialismo Dialético e Materialismo Histórico, 1938)
Um certo empresário desdisse há poucos dias seu apoio ao bolsonarismo; arrependeu-se, premido pela crise de suas empresas. Sempre creio mais sinceras as críticas "na alta", que os mea culpa "na baixa", especialmente quando há interesses em jogo. Vejo o júbilo entre nós diante de vitórias no judiciário, e me pergunto se é justificado, porque fui ensinado a olhar o horizonte, que promete raios e tempestades.
A perda de intenções de voto durante todo o ano de 2022, que levou à margem reduzida da vitória de Lula e de toda a Frente Ampla sobre Bolsonaro, o cenário legislativo adverso decorrente dessa mesma eleição, o cerco da mídia e do capital financeiro, a força eleitoral, bélica e de massas da extrema direita, seus arreganhos contra o MST, a nossa dependência e fé no judiciário brasileiro, a ausência de um poder moderador da classe trabalhadora quando os têm tantos a burguesia, tais são os elementos que alertam contra ilusões quanto à fortaleza de nossas posições e da própria Frente Ampla. Maquiavel ensinava há cinco séculos, que o único problema da vitória obtida graças a exércitos mercenários estrangeiros, é que, depois da vitória eles e suas armas ficam, não vão embora...
Se tais fatores são verdadeiros para o PT, que lidera nossa Federação, aonde várias lideranças problematizam os limites da Frente Ampla, creio que ainda mais deveriam preocupar o PCdoB, que tem vivido uma curva eleitoral nacional descendente. Há um descompasso entre nossa autoimagem e representação político-institucional e a percepção de nossa classe e eleitorado. Alguns "gênios" descobriram que a fórmula mágica para enfrentar o anticomunismo é deixar de ser comunista. Outros, já estão na clandestinidade, escondendo o que somos, com o recurso à jardinagem - "Bota uma florzinha aí", vai que cola. Não colou. Talvez, tais atitudes expliquem, mais que qualquer pesquisa, como foi possível ampliarmos exponencialmente nossa representação político- institucional desde 2004, e perder votos... Não era para crescermos com essa participação? Para muitos, hoje, a última coisa é o Partido.
É preciso acumular, sim, amplas forças, e isso passa por construir força e convicções próprias que possam impedir um novo retrocesso para o Brasil. Se, de 2015 a 2022, retrocedemos tanto, o que pode acontecer se não nos entricheirarmos com o povo para garantir nossa atual vantagem?
Para mim, a encruzilhada histórica está diante de nós, assustadora ou alvissareira, a depender de como a enfrentemos. Pêia vai ter de qualquer jeito. Veremos com nossos próprios olhos a decomposição do Brasil ou a sua libertação, no curso da mudança do mapa do mundo. A ilusão do caminho pacífico e a fé irrestrita na "institucionalidade" são más conselheiras, basta ver a nossa História.
Estamos diante do dilema de vida e morte vivido por países periféricos, que lutaram contra a aniquilação e afirmaram a sua opção de ser Nações. Foi essa opção por ser livres que tornou inevitável a alternativa socialista, única via para a salvação nacional. Por isso é atual a consigna do Programa Socialista do PCdoB: O fortalecimento da Nação é o caminho, o Socialismo é o rumo. Contudo, mesmo em muitos entre nós, falta a perspectiva socialista. Segundo eles, "coisa para a próxima geração". Curioso. Afinal, boa parte do esforço da mídia ocidental é precisamente negar que haverá a próxima geração.
Conte você, leitor, leitora, os filmes, séries, novelas, histórias, podcasts, que têm o seguinte enredo: o mundo vai se acabar sob o capitalismo. Você pode escolher o jeito, até: a volta de Jesus, cometa, terremoto, vírus, fungo, bactéria, zumbi, ET, Inteligência Artificial, bomba atômica; mas segundo eles, vai acabar com certeza. Só sobrarão de 1 a 2% de humanos de verdade. Quem não for, atire na cabeça, porque nem gente é. Quando foi que a fina flor das histórias da indústria cultural ocidental - propriedade dos 1% que detém mais riqueza que os 99%, e dirigem o capital financeiro - passou a ser esse roteiro bizarro, e por que? Como podemos ignorar uma "dica" dessas? No polo oposto, o próprio Fidel dedicou seus últimos escritos a alertar-nos sobre "O destino incerto da espécie humana". A urgência e a responsabilidade devem marcar de nossos gestos e ideias, um olhar de mais ampla perspectiva e desprendimento, em vez da tábula rasa do pragmatismo.
Não se confundam minhas posições com a negativa da participação política, eleitoral, com um esquerdismo qualquer. Sou é contra o rabo balançar o cachorro, o sequestro da consciência avançada pelo pragmatismo e por grupos de interesse. Eu nunca fui um reformista, não acredito no caminho pacífico, nem sou um leigo. Sou um sociólogo marxista, um intelectual orgânico da classe trabalhadora, um trabalhador bancário, e fiz uma opção cotidiana, que seguirei honrando. Tenta-se passar o requentado reformismo pela única via, mas não é verdade.
A presente época foi aberta em 1998, por Hugo Chávez e pela Revolução Bolivariana, que superou o dilema Reforma/Eleição X Insurreição/Revolução por um caminho inusual. Ele dizia: revolução pacífica, mas armada. Ele mudou o jogo e deu o "drible da vaca" no imperialismo. Desde 1998, seguimos o rumo de busca de unidade de frentes político-sociais heterogêneas lideradas pela esquerda, capazes de chegar a vitórias eleitorais e, a partir delas e da crescente participação popular organizada, assumir os vetores estratégicos do desenvolvimento e do Estado, e da Defesa Nacional, buscando a ruptura com o neoliberalismo. Necessário é diferenciar tais processos da mera aderência ao reformismo e à cooptação pelo Estado burguês. A pedra de toque é a capacidade de resistir aos ataques da guerra híbrida, capacidade indissociável da Unidade Popular.
O momento presente é de encruzilhada e transição. Ou apostaremos na defesa intransigente do Brasil, no caráter classista contemporâneo dos movimentos sindicais, de juventude, de moradia, populares, da luta pela emancipação das mulheres e pela igualdade racial, como lastro da Frente Popular, ou dependeremos exclusivamente do Lula para impedir um novo retrocesso. Vejo com admiração infinita cada gesto desafiador de Lula, que pode se afigurar como um Getúlio Vargas dessa época. Mas confesso o meu coração aflito, pois olho para um lado, olho para o outro, e não vejo nossa condição de o salvaguardar diante do funesto destino reservado pelo imperialismo, sempre que de apenas uma pessoa dependeu a libertação de uma Nação. Vivemos sob o impacto da nova ascensão do fascismo e da transição do polo dinâmico da economia mundial para a Ásia. Não vai acalmar.
A nova ascensão do fascismo no mundo não é casual, mas decorrência do próprio desenvolvimento capitalista sob o imperialismo, é reação à ascensão da China sob a Reforma e a Abertura, ao novo caminho aberto por Chávez para nossa libertação do domínio estadunidense na América Latina e à recomposição do Estado nacional Russo.
O fascismo é filho da concentração inacreditável do poder financeiro sob o imperialismo, das crises múltiplas do capitalismo, de uma nova revolução tecnológica que possibilita-lhes dirigir até a classe trabalhadora contra si própria, e da mudança do mapa do mundo. Tais fenômenos, presentes na década de 30 do século XX, ressurgem no século XXI, e seu sinal, para nós, foram as marchas de junho de 2013. É preciso pensamento e ação revolucionários para enfrentar essa quadra. Não cultivemos o negacionismo político, nem o oportunismo entre nós. Desafiadora ante nos, há uma encruzilhada. Precisamos saber nosso papel e como agir de acordo para, adiante, afirmar a Nação Brasileira, que é nosso povo, e dar nossa contribuição nacional para uma nova época da Humanidade, um mundo multipolar, em que possamos como Brasil e América Latina, contribuir com a magna tarefa de lutar pelo futuro da espécie humana, indissociável da perspectiva socialista.
Leia também: Coração duro de faraó - Paulo Vinícius da Silva
Pessoal, entramos na campanha de solidariedade à Manu pelas ameaças que ela e sua filha estão sofrendo.
Manu tornou público no último dia 2, que um pai da escola de Laura tirou uma foto da menina e a imagem chegou nas redes de ódio da internet. Desde então, Manuela tem sofrido ameaças de morte e Laura, que tem apenas 5 anos, de estupro. É uma monstruosidade!
Assinem o abaixo-assinado por justiça e contra a violência política de gênero.
https://m.forcamanu.com.br/apoie

Publicado 04/06/2021 - Atualizado 04/06/2021
Por CTB Educação – Apeoesp
Mais uma vez somos obrigadas a vir a público para externar apoio à Manuela D’Ávila. Mas desta vez os fascistas extrapolaram todos os limites até da barbárie ao ameaçar aquilo que todas nós temos de mais sagrado. Ameaçaram a pequena Laura, de apenas 5 anos, dessa violência inominável, que atinge milhares de mulheres e meninas todos os anos no país.
A agressão à Manuela D’Ávila e à sua filha, representa agressão a todas as mulheres. É inadmissível a tamanha desumanidade que o fascismo atinge. Ainda mais contra Manu, a maior vítima desses facínoras, que se dizem “cidadãos de bem”, defensores da família.
Mas destilam ódio. Ódio às mulheres, principalmente as que se destacam como Manu. Ódio às mulheres que lutam por equidade, por direitos iguais e se mostram livres, donas de seu destino. Os ataques à Manuela, atingem todas as mulheres, todas as crianças e o próprio Estado Democrático de Direito.
Esses covardes se escondem em pseudônimos, acreditando que a internet é uma terra de ninguém, mas serão pegos e punidos como manda a lei. São extremamente covardes.
Covardes porque promovem ataques sorrateiros, tentando esconder a identidade. Covardes porque não respeitam nem a infância. Covardes porque têm medo da mulher livre. Têm medo da liberdade, das pessoas que sonham e lutam por um mundo mais igual e mais justo.
A covardia é tamanha que não mostram a cara, mas as autoridades públicas, inclusive policiais têm obrigação de localizar os criminosos e propor a punição mais exemplar, para que o fato não se repita, nem contra Manuela, nem contra nenhuma mulher. Muito menos contra nenhuma criança.
Esses ataques persistem por causa do clima de impunidade. Temos um desgoverno que incentiva esse tipo de violência contra todas as pessoas que se levantam contra o autoritarismo e a bandalheira que ocorre no país.
Não podemos deixar passar sem resposta contundente e dizer que resistiremos sempre. Até o dia em que a civilização vencer a barbárie, a liberdade vencer o fascismo, o respeito prevalecer e o amor superar todo o ódio, que destrói a natureza, a humanidade, a vida e o mundo.
Forças reacionárias, fascistas, de direita, não aceitam que mulheres avancem nos espaços políticos, principalmente quando essas mulheres expressam de forma tão viva, tão clara, a luta pela emancipação feminina, por igualdade de direitos entre os gêneros, pela democracia e justiça social.
Força Manu!
Todas as mulheres estão com você!
CTB Educação – Apeoesp é um coletivo de professoras e professores da rede pública oficial do estado de São Paulo, filiados à Apeoesp
Quando você for convidado pra subir ao adro
Da fundação Casa de Jorge Amado
Pra ver do alto a fila de soldados quase todos pretos
Dando porrada na nuca de malandros pretos
De ladrões mulatos e outros quase brancos
Tratados como pretos
Só pra mostrar aos outro quase pretos
(e são quase todos pretos)
E aos quase brancos, pobres como pretos
Como é que pretos, pobres e mulatos
E quase brancos, quase pretos, de tão pobres, são tratados
E não importa se olhos do mundo inteiro
Possam estar por um momento voltados para o largo
Onde os escravos eram castigados
E hoje um batuque
Com a pureza de meninos uniformizados de escola secundária
Em dia de parada
E a grandeza épica de um povo em formação
Nos atrai, nos deslumbra e estimula
Não importa nada: nem o traço do soldado
Nem a lente do Fantástico, nem o disco de Paul Simon
Ninguém, ninguém é cidadão
Se você for à festa do pelô
E se você não for
Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui o Haiti não é aqui
Na TV se você ver um deputado em pânico mal dissimulado
Diante de qualquer, mas qualquer mesmo, qualquer qualquer
Plano de educação que pareça fácil
Que pareça fácil e rápido
E vá representar uma ameaça de democratização do ensino
De primeiro grau
Se esse mesmo deputado defender a adoção de pena capital
E o venerável cardeal disser que vê tanto espírito no feto
E nenhum no marginal
E se, ao furar o sinal, o velho sinal vermelho habitual
Notar um homen mijando na esquina da rua
Sobre um saco brilhante de lixo do Leblon
E quando ouvir o silêncio sorridente de São Paulo
Diante da chacina
111 presos indefesos, mas presos são quase todos ou
Quase pretos
Ou quase brancos, quase pretos de tão pobres
E pobres são como podres e todos sabem como se tratam os pretos
E quando você for dar uma volta no Caribe
E quando for trepar sem camisinha
E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba
Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui o Haiti não é aqui
CONVOCAÇÃO URGENTE DA FSM A CADA SINDICALISTA CLASSISTA EM TODO O MUNDO
04 de maio de 2021
Irmãos Trabalhadores e Trabalhadoras
Trabalhadores que se reuniram com a FSM e ergueram nossas bandeiras nas recentes mobilizações do Primeiro de Maio
Trabalhadores que contam suas vítimas todos os dias devido à pandemia e à indiferença dos governos capitalistas
A FSM, em nome de seus 105 milhões de afiliados em 133 países ao redor do planeta, dirige-se a cada um de vocês, conclamando-os a expressar IMEDIATAMENTE sua solidariedade internacionalista com o povo e a classe trabalhadora da Colômbia.
O povo colombiano está em mobilizações desde 28 de abril, contra o projeto de reforma tributária do governo antipopular de Ivan Duque. A classe trabalhadora do país graças a seus protestos obrigou o governo a retirar o projeto de lei, que estava sendo debatido no Parlamento. Ainda que uma tal manobra do governo não convença nenhum trabalhador da sua boa fé, trata-se de uma vitória que demonstra o resultado das lutas de classes.
O governo desencadeou uma repressão impiedosa, e até o momento, segundo dados oficiais, há relatos de 27 mortos, mais de 800 feridos e 431 detidos. O povo colombiano precisa de nossa solidariedade imediata. Apelamos a cada militante classista para expressar sua solidariedade internacionalista tão brevemente quanto possível, com protestos fora das embaixadas colombianas ao redor do mundo, agitando as bandeiras da FSM e sua organização sindical com o slogan:
PAREM O MASSACRE DE TRABALHADORES COLOMBIANOS
ATENDAM AS REIVINDICAÇÕES DA CLASSE TRABALHADORA DA COLÔMBIA
Envie sua correspondência, fotos e ações com urgência.
O Secretariado da FSM
Meio - 08/2020
Professor de Literatura Comparada da Uerj, João Cezar de Castro Rocha se dedicou no último ano e pouco a ler, assistir, ouvir o principal da produção do bolsonarismo. O atual governo produziu uma visão muito particular da história recente do Brasil. É a partir dela que lê o país e o mundo, assim como escolhe atuar. Em sua entrevista ao editor Pedro Doria, Castro Rocha explica esta visão. Durante a entrevista, João Cezar menciona o Orvil. Cá está o link onde pode ser encontrado: https://drive.google.com/file/d/1cPgX...

