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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

José Roberto Torero: Malditos comunistas! - Portal Vermelho

O José Roberto só não diz que a gente avançou bastante com uns comunistas cuidado do Esporte aqui no Brasil, mesmo com o nosso Estado, mesmo sem a Revolução, mesmo com sabotagem, mau-olhado e urucubaca. Mas a gente chega lá, em especial se o Brasil aplicar o que se aprovou nas três conferências Nacionais do Esporte, ai sim chegaríamos mais próximos. O artigo é muito bom.

José Roberto Torero: Malditos comunistas! - Portal Vermelho

Em Cuba, se você tiver aptidão para o esporte, vai poder se desenvolver com total apoio do Estado. Pô, assim não vale! Do jeito que eles fazem, com escolas para todos, professores especializados e centros de excelência gratuitos, é moleza. Quero ver é fazer que nem a gente, no improviso. Aí, duvido que eles ganhem de nós. Duvido!

José Roberto Torero, em Carta Maior

Acabaram os jogos Pan-Americanos e mais uma vez ficamos atrás de Cuba.

Mais uma vez!

Isso não está certo. Este paiseco tem apenas 11 milhões de habitantes e o nosso tem 192 milhões. Só a Grande São Paulo já tem mais gente que aquela ilhota.

Quanto à renda per capita, também ganhamos fácil. A deles foi de reles US$ 4,1 mil em 2006. A nossa: US$ 10,2 mil.

Pô, se possuímos 17 vezes mais gente do que eles e nossa renda per capita é quase 2,5 vezes maior, temos que ganhar 40 vezes mais medalhas que aqueles comunas.

Mas neste Pan eles ganharam 58 ouros e nós, apenas 48.

Alguma coisa está errada. Como eles podem ganhar do Brasil, o gigante da América do Sul, a sétima maior economia do mundo?

Já sei! É tudo para fazer propaganda comunista.

A prova é que, em 1959, ano da revolução, Cuba ficou apenas em oitavo lugar no Pan de Chicago. Doze anos depois, no Pan de Cáli, já estava em segundo lugar. Daí em diante, nunca caiu para terceiro. Nos jogos de Havana, em 1991, conseguiu até ficar em primeiro lugar, ganhando dos EUA por 140 a 130 medalhas de ouro.

Sim, é para fazer propaganda do comunismo que os cubanos se esforçam tanto no esporte. E também na saúde (eles têm um médico para cada 169 habitantes, enquanto o Brasil tem um para cada 600) e na educação (a taxa de alfabetização deles é de 99,8%). Além disso, o Índice de Desenvolvimento Humano de Cuba é 0,863, enquanto o nosso é 0,813.

Tudo para fazer propaganda comunista!

Aliás, eles têm nada menos do que trinta mil propagandistas vermelhos na cultura esportiva. Ou professores de educação física, se você preferir. Isso significa um professor para cada 348 habitantes. E logo haverá mais ainda, porque eles têm oito escolas de Educação Física de nível médio, uma faculdade de cultura física em cada província, um instituto de cultura física a nível nacional e uma Escola Internacional de Educação Física e Desportiva.

Há tantos e tão bons técnicos em Cuba que o país chega a exportar alguns. Nas Olimpíadas de Sydney, por um exemplo, havia 36 treinadores cubanos em equipes estrangeiras.

E existem tantos professores porque a Educação Física é matéria obrigatória dentro do sistema nacional de educação.

Até aí, tudo bem. No Brasil a Educação Física também é obrigatória.

A questão é que, se um cubano mostrar certo gosto pelo esporte, pode, gratuitamente, ir para uma das 87 Academias Desportivas Estaduais, para uma das 17 Escolas de Iniciação Desportiva Escolar (EIDE), para uma das 14 Escolas Superiores de Aperfeiçoamento Atlético (ESPA), e, finalmente, para um dos três Centros de Alto Rendimento.

Ou seja, se você tiver aptidão para o esporte, vai poder se desenvolver com total apoio do Estado.

Pô, assim não vale!

Do jeito que eles fazem, com escolas para todos, professores especializados e centros de excelência gratuitos, é moleza.

Quero ver é eles ganharem tantas medalhas sendo como nós, um país onde a Educação Física nas escolas é, muitas vezes, apenas o horário do futebol para os meninos e da queimada para as meninas. Quero ver é eles ganharem medalhas com apoio estatal pífio, sem massificar o esporte, sem um aperfeiçoamento crescente e planejado.

Quero ver é fazer que nem a gente, no improviso. Aí, duvido que eles ganhem de nós. Duvido!

Malditos comunistas...

José Roberto Torero é formado em Letras e Jornalismo pela USP, publicou 24 livros, entre eles O Chalaça (Prêmio Jabuti e Livro do ano em 1995), Pequenos Amores (Prêmio Jabuti 2004) e, mais recentemente, O Evangelho de Barrabás. É roteirista de cinema e tevê, onde por oito anos escreveu o Retrato Falado.

Carta Maior

terça-feira, 15 de junho de 2010

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Esse Time Chamado Brasil

Paulo Vinícius



De volta, e a razão do sumiço

Retomo minha produção de textos para estes espaços após um dos maiores desafios que já enfrentei, coordenar a Sistematização da III Conferência Nacional do Esporte.


Ainda que tenha dito a patente, o nome pouco informa, e esclareço. A III CNE terminou domingo, 6 de junho, tendo reunido mais de 220 mil pessoas de 3112 municípios de todos os Estados e do DF. Foi a última das 68 Conferências realizadas no governo Lula, constituindo um valioso manancial da participação popular para a formulação das políticas públicas brasileiras.


O fenômeno das conferências é uma contribuição nossa, brazuca, que, mesmo limitada, diz muito como construímos a participação popular nesses 8 anos. Elas consolidaram áreas, deram visibilidade a setores vulneráveis, abriram caminhos para debates inéditos e de profundo sentido republicano, e são base para inúmeras proposições legislativas, programas sociais e organização de redes.


No caso da III Conferência Nacional do Esporte, ela abriu à participação popular um desafio sumamente complexo. A partir de 10 linhas estratégicas, eleger 10 ações principais para cada e derivada de cada ação, até 4 metas, colhendo a opinião popular para contribuir com a elaboração do I Plano Decenal do Esporte, que também abrange o lazer.


Preito de gratidão

Então, minha tarefa foi exatamente coordenar uma equipe muito dedicada de jovens e professores de todas as regiões do país, de técnicos do Ministério dos Esportes e de pessoas, como eu, envolvidas apenas na realização da Conferência, buscando expressar a vontade popular. Ao final, ainda depauperado pela dimensão desumana da tarefa, tenho a certeza de que nos saímos bem, apesar das dificuldades de toda sorte que enfrentamos. E tenho de agradecer a confiança em mim depositada pela Professora Cássia Damiani, a quem cabe o principal mérito dessa conferência e da sistematização.


O mérito da Conferência por nela ter apostado todas as fichas numa dedicação sem limites, a despeito de sua saúde, inclusive. Da sistematização, porque a espinha dorsal de todo o plano, o Texto Básico - um conjunto de Linhas, Ações e Metas apresentado pela Comissão Organizadora Nacional a partir do Ministério - foi em grande medida por ela concebido. E é um feito intelectual invejável essa capacidade de traduzir o trabalho feito por um governo, apresentá-lo ao olhar do povo e dele receber a acolhida que observamos. As pessoas foram ganhas e sua dedicação foi muito além de um mero dever profissional. terminado o mais árduo da tarefa, não deixo de me comover com esses jovens arregimentados pela Cássia que tanto de si deram nesses meses. E a base desse esforço foi a dedicação da Professora Cássia, que inspirou esforços imensos de toda a equipe numa batalha que só pode ser adjetivada de épica.


Ela defendeu o legado do Ministério dos Esportes, de seus programas, cujo êxito lastreou os grandes objetivos a que se propõe nesta década que será única para o esporte. Não é à toa o arrojo desses feitos nos Esportes na gestão de Orlando Silva. Queremos a universalização do esporte como direito, a excelência da gestão, o controle social e os resultados nos pódios -, um conjunto apresentado e muito bem acolhido pelo povo. Imagino se Paulo Renato Souza apresentasse à opinião pública tal oportunidade quando conduzia o Ministério da Educação nos anos FHC, o que receberia...


E essa tradução politizadora que foi o leito mais justo para a expressão da vontade popular numa área tão pouco consolidada - mas que nesses sete anos e meio ganhou uma consistência inédita - foi obra de Cássia Damiani. Isso bem demonstra como os intelectuais orgânicos podem contribuir para galvanizar direitos, apontar conquistas, preservar legados como o do Esporte no governo Lula, que gerou o Programa Segundo Tempo, Esporte e Lazer na Cidade, a Bolsa Atleta, entre tantas realizações que nos fizeram chegar à transcendente conquista que é poder sediar a segunda Copa do Mundo em 2014 e as primeiras Olimpíadas e Paraolimpíadas da América Latina, em 2016, acontecimentos que mudarão as cidades, o mercado de trabalho e o olhar do Brasil sobre si mesmo.


Nesse caminho, o povo brasileiro se fez ouvir, pela ampliação dos programas, pelo enfrentamento das desigualdades regionais, pela universalização do acesso, pelo papel fundamental da educação, do esporte e da saúde como áreas indissociáveis na busca do avanço da qualidade de vida para todos. Afirma-se a importância do Esporte como uma política pública que integra o primeiro nível do nosso projeto nacional de desenvolvimento.


O meu lugar entre a arquibancada e o gramado

Para mim essa tarefa também teve uma dimensão pessoal. Afinal, meu pai, o Seu Louro, é um homem do futebol, com mais de 50 anos de atuação profissional, como goleiro, massagista, árbitro, tendo saído de casa aos 14 aos para jogar bola, estando nessa lida obstinada até hoje. Se o marxismo para mim é a cosmogonia, não exagero em dizer que para o meu pai o equivalente é o futebol, a partir de onde interpreta todos os aspectos da vida. E, ainda que não seja da área, exerci a tarefa que me coube a partir desse exemplo do trabalho árduo e tão pouco reconhecido que teve meu pai, da paixão intimorata de vencer as barreiras mais difíceis para viver de algo que para muitos é diversão, mas que para existir traz nos bastidores uma multidão de anônimos.


Muitos deles, além de vivenciarem jornadas de trabalho sem limites e baixíssimos salários, jamais tiveram oportunidade de ascensão profissional por ausência de políticas públicas que lhes permitam o acesso à educação formal. E se meu pai teve o tirocínio de migrar da condição de atleta para outras áreas do futebol, além de uma disciplina única pois jamais se afastou de uma obstinada busca por dar à sua família uma condição de vida digna, eu sei que ele é exceção e como foi titânica a sua caminhada. Teve a sorte de ter Dona Lourdes ao seu lado. E afinal, eu e Betinho avançamos muito. Meu irmão inclusive já está no mestrado, eu me formei em Ciências Sociais, ou seja, a empresa familiar daquele atleta vindo do Juazeiro do Norte e da funcionária de escola pública do Ceará deu resultados.


E eu que me achava tão ignorante sobre tudo isso, fui buscando pouco a pouco os campos de várzea e as quadras de futebol da minha infância, as chuteiras e uniformes, os atletas e a torcida, tudo que pensara perdido e se agigantava quando me debruçava sobre o conteúdo desses sonhos, expressos em política. E a partir daí pude dialogar com esse mundo pujante e desafiador do esporte, com o olhar supostamente distanciado do cientista social, mediado pela proximidade do político, mas imerso em lembranças que nos ligam a todos. O debate sobre o esporte e o lazer é realmente público, não é coisa só de atletas ou profissionais, e essa dimensão se ampliará cada vez mais nos próximos anos.



Mas a base de onde partimos para os voos inacreditáveis que ora realizamos diante do mundo é feita desses aficionados como seu Louro, de gente apaixonada pelo esporte que dedica-se às crianças e adolescentes mais pobres, de toda essa legião que acredita apaixonadamente nesse "Time chamado Brasil". E, por esse caminho, a vida recoloca as coisas em seu devido lugar. E eu, que por tanto tempo neguei essa minha ligação com o esporte, fui chamado a ajudar a interpretar todos esses sonhos, algo que com certeza me orgulha muito. E a política, já dizia Aristóteles, é a esperança de um bem. Aos operários da política como eu, os militantes, essa satisfação de ter contribuído é a única que verdadeiramente importa.


Agora é mais luta!

E há que registrar também a contribuição da Central e Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil a esse processo, ao permitir que um membro de sua Executiva Nacional se deslocasse temporariamente para contribuir com esse ápice da participação social na definição das políticas para o esporte. A CTB, assim, vai demonstrando sua capacidade de atuar em diversas batalhas simultaneamente, dando uma contribuição multifacetada a várias conquistas do povo. Mesmo sendo a caçula das centrais sindicais, agiganta-se pela solidez da política e da representação do sindicalismo classista.


E assim, com o coração pleno de alegria, volto à minha trincheira para dar a contribuição mais importante que posso nessa quadra, ao movimento sindical. Depois da III Conferência Nacional do Esporte, tocado pela força da pressão popular e pelo que ela gestou no plano, só reforcei essa canção que me acompanha e não esqueço, a dizer: "os meninos e o povo no poder eu quero ver".

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Conferência do Esporte tem nove etapas estaduais nesta semana


Movimentos

28 de Abril de 2010 - 12h13

A 3ª Conferência Nacional de Esporte (CNE) pretende mobilizar ao menos cem mil pessoas em todo o país. Acompanhe o calendário das etapas estaduais.

A expectativa do Minstério do Esporte de envolver aproximadamente 100 mil pessoas nas discussões da 3ª Conferência Nacional do Esporte (CNE) parece estar concatenada com o processo de mobilização nos estados. Os 26 estados e o Distrito Federal se preparam para a etapa nacional, que será em Brasília, de 3 a 6 de junho.

Com o tema “Plano Decenal do Esporte e Lazer: 10 pontos em 10 anos para projetar o Brasil entre os 10 mais”, a terceira edição da conferência definirá as linhas estratégicas prioritárias do esporte e do lazer para que, nos próximos 10 anos, o Brasil figure entre as 10 maiores potencias esportivo do mundo. Oito estados já realizaram suas respectivas etapas estaduais da conferência, nove estados realizam a etapa estadual nesta semana (até o dia 30 de abril), seis estados se preparam para ter a etapa estadual concluída até o dia 5 de maio e quatro estados realizam até o dia 10 de maio. Confira a mobilização de cada estado, por região:

Nordeste

Bahia
Dias 29 e 30, respectivamente quinta e sexta-feira, o Governo do Estado da Bahia promove a 3ª Conferência Estadual de Esporte da Bahia. Como processo de mobilização da etapa estadual, foram realizadas 21 conferências municipais e 5 regionais, com as presenças de representantes da sociedade civil organizada formada por gestores, atletas e dirigentes esportivos, que debateram e deliberaram sobre o temário do encontro. A Bahia se fará representada na etapa nacional por 65 delegados.

Pernambuco
Mais de 10 mil pessoas, de 150 municípios pernambucanos participaram da etapa estadual de Pernambuco da III Conferência Nacional do Esporte ocorrida no último fim-de-semana (24 e 25/4). A etapa realizada no Centro de Convenções de Recife contou com a presença do Ministro do Esporte, Orlando Silva. O secretario de Esporte de Pernambuco, George Braga, ressaltou a importância da “visão estratégica” do Governo Lula em entender que por meio das políticas de esporte é possível melhorar a qualidade de vida dos brasileiros. Para ele o fato de o Brasil ter conquistado o direito de sediar a Copa do Mundo e Olimpíada já é fruto desta “mudança de paradigma”. O secretário lembrou que esses dois eventos podem não só ajudar a melhorar a imagem externa do país, mas trazer benefícios aos brasileiros. Foram eleitos 50 delegados que representarão o estado na etapa nacional da Conferência Nacional do Esporte.

Sergipe
A etapa estadual da 3ª CNE em Sergipe está marcada para os dias 30 de abril e 1º de maio em Aracaju.

Alagoas
Maceió sediou no sábado (24/4), no teatro do Colégio Marista, a III Conferência Estadual do Esporte, que discutiu e escolheu as propostas, e as metas; além de eleger os 25 delegados que vão representar o Estado na III Conferência Nacional do Esporte. O evento foi promovido pelo governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE).

Piauí
A 3ª Conferência Estadual de Esportes do Estado do Piauí foi realizada nos dias 30 e 31 de março em Teresina, com a presença da coordenadora executiva da 3ª Conferência, Cássia Damiani e Alan Frick, mobilizador do Ministério do Esporte. Após as discussões foram eleitos 25 delegados titulares e 25 suplentes para a Conferência Nacional.

Ceará
A etapa estadual da 3ª CNE do Ceará está marcada para o dia 30 de abril no Centro de Convenções do Ceará, em Fortaleza.
Maranhão
A etapa estadual da 3ª CNE do Maranhão está marcada para o dia 6 de maio em São Luis.

Rio Grande do Norte
Natal recebe nos próximos dias 29 e 30, quinta e sexta-feira, a Conferência Estadual do Esporte. O evento vai reunir todos os delegados eleitos nas Conferências Regionais, no auditório do hotel Praiamar, em Ponta Negra. Na oportunidade, serão eleitos os 25 representantes potiguares que estarão em Brasília no mês de junho para debater o plano decenal do esporte na Conferência Nacional.

Paraíba
A Paraíba realizará sua Conferência Estadual nos dias 6 e 7 de maio contribuindo para uma nova fase do desporto e o objetivo é elaborar propostas convincentes para a 3ª Conferência Nacional do Esporte. O estado tem direito a 24 delegados. Na página oficial da Conferência estão cadastradas 1 Conferência Municipal (em Pocinhos), 2 Conferências Regionais (em Sousa e em Patos), 2 Conferências Preparatórias (em Campina Grande e em Itabaiana) e 3 Conferências Livres (em Itabaiana, em Fagundes e em Baía da Tradição).

Centro-Oeste

Mato Grosso do Sul
Com a presença de aproximadamente 400 pessoas foi aberta nesta segunda-feira (26/4) a etapa estadual da 3ª Conferência Nacional do Esporte no Mato Grosso do Sul. Durante essa etapa que encerra nesta terça-feira (27/4) foram debatidas e votadas as ações e metas do estado que irão compor o Plano Decenal de Esporte e Lazer. Os 150 delegados eleitos durante as etapas regionais da 3ª CNE no Mato Grosso do Sul disputaram 15 vagas para a etapa nacional.

Goiás
A Conferência Estadual de Esporte e Lazer acontece nos dias 29 e 30 de abril em Goiânia.

Mato Grosso
A Conferência Estadual de Esportes foi realizada nos dias 22 e 23 de abril na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Organizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Esportes e Lazer (Seel), em parceria com a UFMT, o evento reuniu mais de 300 participantes de Cuiabá e do interior, entre eles representantes do Governo do Estado e trabalhadores na área de esportes.

Distrito Federal
A etapa Distrital do DF será realizada no dia 1º de maio. A atividade terá duração de um dia e é nesta etapa que serão escolhidos os 15 delegados que representarão o DF na etapa nacional da 3ª Conferência, de 3 a 6 de junho, em Brasília. Vale ressaltar que o Regulamento do Distrito Federal difere dos demais estados do Brasil que possuem municípios. A forma de eleição de delegados para a etapa distrital deverá estar prevista nesse Regulamento.

Norte

Rondônia
A etapa estadual da 3ª CNE de Rondônia começa nesta quarta-feira (28/4) e se encerra na próxima sexta-feira (30/4), em Porto Velho. Nos debates estarão presentes 150 delegados, representando 52 municípios de Rondônia, que disputarão 15 vagas para a etapa nacional. Esses delegados foram eleitos nas 11 etapas municipais realizadas no estado nos municípios de Vilhena, Pimenta Bueno, Cacoal, Ji-Paraná, Rolim de Moura, Costa de Marques, Jaru, Ariquemes, Porto Velho, Nova Mamoré, Guajara-Mirim.

Amazonas
O Amazonas foi um dos Estados que mais realizou etapas municipais em preparação para a Etapa Estadual da 3ª Conferência Nacional do Esporte, que será realizada nesta quarta (28/4) e quinta-feira (29/4), na Assembléia Legislativa da capital do Estado, Manaus. Foram mais de 45 etapas municipais cadastradas, que envolveram 90% dos municípios do Estado, superando as expectativas de mobilização estimadas pela Comissão Organizadora local, que previa a participação de 4, 5 mil pessoas, devido às dificuldades de locomoção para as cidades do interior, onde, na maioria delas, o acesso só é permitido via aérea ou fluvial.

Pará
A etapa estadual da conferência está prevista para ocorrer de 3 a 5 de maio, na capital do Pará, Belém.

Tocantins
A Conferência Estadual de Esporte do Tocantins será no dia 3 de maio no Palácio Araguaia, no centro de Palmas.

Acre
A terceira Conferência Estadual do Esporte ocorreu em 22 e 23 de abril em Rio Branco. As propostas apresentadas na conferência estadual foram produzidas durante as Conferências Regionais, realizada nas cinco regionais administrativas do estado, e da 1ª Conferência de Esporte e Lazer de Rio Branco. O objetivo é aprimorar as propostas e selecionar aquelas prioritárias para serem defendidas pela delegação acreana durante a 3ª Conferência Nacional do Esporte. A Conferência Estadual do Esporte tem o papel de eleger 15 pessoas delegadas para representar o Acre, durante a fase nacional da terceira Conferência do Esporte. “Essa articulação dos municípios como o Estado e a oportunidade de discutir nossas necessidades e nossas propostas é algo inovador para nós”, disse o participante Charles Lima, de Rodrigues Alves.

Roraima
A etapa estadual da 3ª Conferência Nacional de Esporte de Roraima ocorrerá no dia 4 de maio no auditório do Palácio da Cultura, em Boa Vista.

Amapá
A etapa estadual ocorreu nos dias 25 e 26 de março, na Faculdade Seama. O evento foi realizado pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel) em Macapá.

Sudeste

Espírito Santo
A Secretaria de Estado de Esportes e Lazer (Sesport) promoveu a III Conferência Estadual de Esportes no último sábado (24/4), no Hotel Praia Sol, em Nova Almeida, Serra. Durante o evento foram eleitos 25 delegados que vão representar o Estado na III Conferência Nacional de Esportes. Cerca de 120 pessoas participaram da conferência capixaba.

São Paulo
A Conferência Estadual está marcada para o dia 10 de maio na capital.

Rio de Janeiro
A etapa estadual ocorre no Estádio do Maracanazinho, localizado na capital do estado, nesta quarta-feira (28/4).

Minas Gerais
Foram alteradas as datas de realização da 3ª Conferência do Esporte Mineiro. Com o novo calendário, o evento foi remarcado para os dias 5, 6 e 7 de maio (antes, dias 22 a 24 de abril), no Minascento, em Belo Horizonte.

Sul

Santa Catarina
A conferência estadual será nos dias 29 e 30 de abril em Joinville.

Rio Grande do Sul
Canoas sediará a etapa estadual da Conferência Nacional, em 7 e 8 de maio, com a participação de mais de mil delegados de todas as regiões do Rio Grande do Sul.

Paraná
A Conferência Estadual será nos dias 4 e 5 de maio em Curitiba. 13 etapas regionais antecederam a etapa estadual: em Guarapuava, Cianorte, Campo Mourão, Maringá, Toledo, Pato Branco, Umuarama, Litoral/UFPR, Londrina, Ponta Grossa, Santo Antônio da Platina, São José dos Pinhais e a etapa municipal de Curitiba.

De São Paulo, Luana Bonone, com informações do Ministério do Esporte e páginas de governos estaduais

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