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segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

"UnB 60 Anos" | Mesa solene de comemoração da assinatura da Lei de Criação da UnB

 “UnB 60 anos” – Comemoração da assinatura da Lei de Criação da UnB (15/12/1961 – 15/12/2021) e inauguração dos eventos de comemoração dos 60 anos da UnB 14h – 15h30 – Mesa solene de comemoração da assinatura da Lei de Criação da UnB 

Márcia Abrahao - Reitora 

Enrique Huelva - Vice-Reitor 

João Goulart Filho - Presidente do Instituto João Goulart 

José Ronaldo - Presidente da Fundar 

Nisia Trindade- Presidente da FIOCRUZ 

Bruna Brelaz - Presidenta da UNE 

Flávia Calé - Presidenta ANPG 

Representante da Comissão UnB 60 - José Geraldo de Souza JR 

Mediação: Decana Extensão Profa. Olgamir Amancia Ferreira

terça-feira, 30 de junho de 2020

terça-feira, 23 de outubro de 2018

MINICURSO CINEMA PALESTINO - CIÊNCIAS SOCIAIS - UNB - 5 a 7 de novembro

MINICURSO DIA 05, 06 E 07 DE NOVEMBRO DE 2018, DAS 14H ÀS 16H NO AUDITÓRIO DO ICS.
EVENTO SOB ORGANIZAÇÃO DA PROF.ª BERENICE BENTO(UNB). 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

UNE - Ocupações de todo o Brasil vão se unir na Universidade de Brasília

UNE

11/11/2016 às 17:29, por Cristiane Tada.

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UNE vai organizar uma força-tarefa de estudantes e entidades educacionais em caravana contra a PEC 55

Estudantes de ocupações universitárias e secundaristas de todo o Brasil vão se reunir na Ocupação da UnB, na capital federal, junto com diversas entidades do movimento educacional nos próximos dias 14 e 15 de novembro.

A UNE quer construir uma grande caravana até o Senado Federal no dia 29 de novembro, em que será votada em primeira instância a PEC 55.

A ocupação da Universidade de Brasília (UnB) está se preparando para receber os representantes das quase 200 ocupações e construir uma força-tarefa de resistência.

‘Vamos trocar experiências, nos organizar e construir uma caravana que vai chamar a atenção da sociedade ainda mais e mostrar para o Senado e para o governo que os estudantes sabem exatamente o que querem, não queremos essa PEC que pode prejudicar nosso futuro”, destacou o diretor da UNE e estudante da UnB, Iago Montalvão.


Estudantes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), ocupada desde o dia 25 de outubro estarão em Brasília. “Esperamos não só um posicionamento da UNE a respeito da criminalização dos movimentos sociais, como também que seja decidido trâmite de organização de transporte e de estrutura para conseguirmos integrar a caravana, e no caso da PEC passar já fala-se em ficar lá do dia 28 até a segunda votação no dia 13”, destacou Peter”, afirma Angelo Peter, presidente do DCE.

De acordo com ele além da luta contra a PEC 55 e o pacote de maldades de Temer na Rural a ocupação também apoia a luta dos terceirizados da universidade por melhores condições de trabalho. Os professores também decretaram apoio ao movimento.

Os estudantes da ocupação da Universidade Federal do Ceará (UFC) em greve desde o dia 03 também irão a Brasília. “Vamos construir uma grande caravana do Ceará rumo a Brasília com cerca de 200 estudantes para ir ao Senado”, afirmou Luis Carlos de Sousa, do DCE e do CA de Economia.

Segundo ele na UFC já são 24 cursos ocupados e as assembleias só aumentam. A reitoria se manifestou a favor da legitimidade da manifestação e os estudantes. “Estamos vivendo um momento histórico aqui, de forte resistência, as ocupações tem conseguindo fomentar o debate e conscientizar os estudantes sofre os efeitos maléficos da PEC 55”, afirmou.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

ADUNB - Chapa 1 vence eleição da ADUnB

CHAPA 1 VENCE ELEIÇÃO DA ADUNB


Chapa 1 vence eleição da ADUnB


23Mai















Nos dias 21 e 22/05 foi eleita a nova diretoria da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB) para a gestão 2014/2016. A posse será realizada no dia 27 de junho.
A Chapa 1 – ADUnB para os Professores - venceu a eleição com 625 votos. Já a Chapa 2- ADUnB, me representa ! -  recebeu 543 votos. Mais de cinquenta por  cento dos filiados compareceram às seções eleitorais.
Para o professor Rafael Morgado, atual presidente da instituição, a diretoria da ADUnB está muito satisfeita com o processo eleitoral. “ Tudo transcorreu dentro da normalidade, o processo foi totalmente transparente e democrático. Os professores da UnB estão de parabéns pelo espetáculo de democracia que foi esse processo eleitoral da ADUnB”, afirma  o presidente.
 Segundo o professor Vadim da Costa Arsky Filho, novo presidente da ADUnB, a eleição, em todas as etapas foi marcada pelo diálogo, por uma lisura muito grande e muito respeito entre os candidatos. “Aliás, meu respeito ao Rafael que é um rapaz brilhante e que  organizou uma competição de alto nível.   A chapa 1 acabou e agora a ADUnB é de todos os professores”, ressalta o novo presidente que ainda  pondera: ” é extremamente importante que todos saibam que as portas da nossa associação vão estar abertas e que todos venham e dialoguem.”
Notou-se durante a apuração dos votos, que ocorreu dia 23, que o clima foi de cordialidade entre os componentes e simpatizantes das chapas concorrentes.
 O professor Rafael Villas Bôas, candidato à presidência na Chapa 2, afirma que sua  chapa  se orgulha da campanha que fez. “ Pelo nível da campanha, nós estabelecemos um debate profundo e franco de ideias, com o uso intenso de novas tecnologias de comunicação.   Conseguimos também, visitar  mais de 50 colegiados e, fomos muito bem recebidos. Também ficamos muito satisfeitos pelo nível de diálogo cordial e harmônico que se manteve nos debates entre as duas chapas, na apuração. Esperamos que esse nível  se mantenha  entre os filiados no próximo biênio”, salienta o candidato.
Veja o resultado homologado da apuração da eleição para a diretoria da ADUnB – Biênio 2014-2016.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

CEPPAC-UnB terá em novembro curso sobre a influência da Internacional Comunista nos Partidos Comunistas de Cuba do Brasil com a Prof.a cubana Caridad Sena

Curso: Influência da Internacional Comunista nos Partidos Comunistas de Cuba e do Brasil. Mitos e realidades.
Professora Visitante: Dra. Caridad Massón Sena
 Período de: 18 a 22 de novembro de 2013.
Horário: a definir

Sobre a influencia da Internacional Comunista no mundo, muito tem sido escrito por pesquisadores de direita e esquerda. Fantasia e realidad surgiram nas análises. O poder globalizador da Internacional Comunista (IC) no contexto latino-americano  foi  limitado em sua primera década de existência. De qualquer forma, a partir de seu VI Congresso em 1928, sua influência fez-se sentir fortemente nas projeções políticas e no acionar da maioria dos Partidos Comunistas. Suas seções cubana e brasileira foram influenciadas pelas decisões da IC que, às vezes, não se correspondiam com as características gerais das sociedades em que estavam imbricadas essas seções. Este curso pretende contribuir ao conhecimento dos resultados desse efeito pelo desempenho dos comunistas cubanos e brasileiros em suas lutas pela libertação social e nacional dos respectivos países, a revelar o quanto de mito e verdade existe nestes estudos.
Bibliografia
 AA.VV. (1929) El movimiento revolucionario latinoamericano. Versiones da Primera Conferencia Comunista Latinoamericana (Buenos Aires: La Correspondencia Sudamericana).
 ALBA, Víctor (1960) Esquema histórico del comunismo en Iberoamérica (México: Ediciones Occidentales).
AMADO, Jorge (1945) Vida de Luiz Carlos Prestes; o Cavaleiro da Esperança (São Paulo: Livraria Martins Ed.)
BARATA, Agildo (1978) Vida de um revolucionário: memórias, 2da ed. (São Paulo: Alfa-Omega).
BASBAUM, Leoncio (1976)  Uma vida em seis tempos (memórias) (São Paulo: Alfa- Omega).
BASTOS, Abguar (1946) Prestes e a Revolução Social, (Rio de Janeiro: Ed. Calvino).
BRANDÃO, Octávio (1978) Combates e Batalhas (São Paulo: Alfa Omega)
CABALLERO, Manuel (1988) La Internacional Comunista y la revolución latinoamericana (Caracas: Editorial Nueva Sociedad).
CARONE, Edgar (1975) Revoluções no Brasil Comtemporâneo, 2da Ed.(São Paulo: Difel)
---------------------(1975) O  Tenentismo; acontecimentos-personagens-programas, (São Paulo: Difel)
--------------------- (1982) O PCB (1922-1943) (São Paulo: Difel)
--------------------- (1989) Classes Sociais e Movimento Operário, Ática, São Paulo.
CHILCOTE, Ronald H (1974) The Brazilian Communist Party. Conflict and Integration 1922-1972 (Nueva York: Oxford University Press)
DIAS, Everardo (1977) História das Lutas Sociais no Brasil, 2da  ed. (São Paulo: Alfa-Omega)
DULLES, John W.F. (1973) Anarchists and Communists in Brazil, 1900-1935 (Austin Londres: University of Texas Press)
FAUSTO, Boris (1970) A  Revolução de 1930; historiografia e história, (São Paulo: Brasiliense)
FORJAZ, Maria Cecília Spina (1978) Tenentismo e Aliança Liberal (1927-1930) (São Paulo: Ed. Polis)
GONZÁLEZ CASANOVA, Pablo (coord.) (1984) Historia del movimiento obrero en América Latina (México: Siglo Veintiuno Editores)
HAJEK, Milos 1978 “La táctica de lucha de “clase contra clase” en el VI° Congreso”, en VI° Congreso de la Internacional Comunista. Primera parte (México: Pasado y Presente). Cuaderno N° 66 de Pasado y Presente.
JEIFETS, Lazar, Víctor Jeifets y Peter Huber (2004) La Internacional Comunista y América Latina, 1919-1943. Diccionario Biográfico (Moscú: Instituto de Latinoamérica de la Academia de Ciencias/Ginebra: Institut pour l´Histoire du Communisme).
KERSFFELD, Daniel (2007) “La Liga Antiimperialista de las Américas: una construcción política entre el marxismo y el latinoamericanismo”, en Crespo, Horacio et al. El comunismo. Otras miradas desde América Latina (México: Centro de Investigaciones Interdisciplinarias en Ciencias y Humanidades, UNAM/Editorial Siglo Veintiuno).
LÖWY, Michael (2000) O Marxismo na América Latina. Uma antologia de 1909 aos dias atuais (São Paulo: Fundação Perseu Abramo).
MALTA, Octávio (1969) Os Tenentes na  Revolução Brasileira, Civilização (Rio de Janeiro: Brasileira)
Morais, Fernardo, 1994 Olga, (São Paulo: Companhia das Letras)
PASADO Y PRESENTE (1978) VI° Congreso de la Internacional Comunista. Informes y discusiones (México: Siglo Veintiuno) Primera y segunda parte. Cuaderno de Pasado y Presente N° 67.
PEREIRA, Astrogildo (1979) “A formação do PCB”, en Ensaios históricos e políticos (São Paulo: Alfa-Omega)
PEREIRA, Astrogildo 1980 Construindo o PCB (1922-1924) (São  Paulo, Livraria Editora Ciencias Humanas)
PRADO JÚNIOR, Caio (1966) A Revolução Brasileira, (São Paulo: Brasiliense)
PRESTES, Anita Leocádia (1980) “A que herança os comunistas devem renunciar?” em Revista Oitenta, Porto Alegre.
PRESTES, Anita L e Lugia paz e Terra ()  Anos tormentosos. Luiz Carlos Prestes. Correspondencia da Prisão. Varios volumens.
PRESTES, Anita Locadia (2010) La Columna Prestes (La Habana: Fondo Editorial Casa de las Américas)
 (1982) A  Revolução de 1930: Textos e Documentos, (Brasília: Universidade de Brasília)
RODRIGUES, Edgar (¿)  Novos Rumos; história do movimento operário e das lutas sociais no Brasil (1922-1946) (Rio de Janeiro: Mundo Livre)
ZAIDAN FILHO, Michel   (1985) PCB (1922-1929); na busca das origens de um marxismo nacional, (São Paulo: Global)
WAACK, William   Camaradas. Nos arquivos de Moscou. A história secreta da revolução brasileira de 1935 (São Paulo: Companhia das Letras)
ZAIDAN FILHO, Michel   (1985) PCB (1922-1929); na busca das origens de um marxismo nacional (São Paulo: Global).
Artigos sobre o tema da professora Caridad Massón (on line):  
_ “Dos visiones sobre el nacionalismo y las alianzas: Mella y Villena”, em http://www.clacso.org/wwwclacso/espanol/html/biblioteca/sala/sala2.html;
- “Mella y el movimiento obrero mexicano” em http://168.96.200.17/ar/libros/cuba/marin/mella.rtf;
- “Los comunistas y la Constituyente del 40”, em Caliban, octubre-diciembre de 2009. www.revistacaliban.com/articulo.php?numero=5;
- “Cuba: Marxismo, Nacionalismo y Hegemonía (1925-1958)”, em La Izquierda Latinoamericana, una mirada desde la Historia 2008, Año 1, No 1, em www.izquierdas.cl;
Guiteras y el Partido Comunista”,  em www.lajiribilla.co.cu/2006/n290_11/290_13.html

terça-feira, 11 de junho de 2013

DIRETAS JÁ NA APG-UnB - Que os(as) estudantes decidam! Assembleia 13-06 - Participe!

DIRETAS JÁ NA
APG-UnB
Há uma Associação dos Pós-Graduandos da UnB.
Não sabia?
Deve ser porque só a APG não elege diretamente sua diretoria e represententes nos Conselhos da UnB.
Por isso sua direção a quer esvaziada: para falar em nosso nome, mas sem nos ouvir.

Dia 04/06, numa “assembleia” com apenas 29 estudantes, perdemos com a proposta de Eleições Diretas para a APG: 10 estudantes por eleição direta. 18, por eleição em assembleia. 1 abstenção.

São assembleias assim, esvaziadas, não divulgadas que decidem tudo, e em que a “diretoria” sonha em se reeleger.Por que estudantes de especialização, mestrado e doutorado não podem eleger diretamente sua representação estudantil?


Venha para o nosso movimento!
Dia 13 de junho, às 18h30
concentração no CEUBINHO, em frente ao DCEUnB
A Assembleia será às 19h na sala BT 675/62 no ICC

Quer ajudar? Roberto 9339 0961 e-mail: robertosdasilva@gmail.com





ELEIÇÕES DIRETAS JÁ na 
Associação de Pós-Graduandos (APG-UnB)



Colegas pós-graduandos, a falta de participação permitiu que um grupo movido por interesses estranhos aos da APG nos represente junto à UnB:

1) Seus preconceitos levam à exclusão e à divisão do movimento da Pós e ao aparelhamento da APG, reforçando as clivagens entre áreas disciplinares. Descartam a legítima pluralidade na APG e órgãos colegiados da UnB. Mudaram na marra a representação da APG nos colegiados superiores da UnB para monopolizarem esses espaços para a defesa de posições de grupo, pois tomam posturas sem realizar nenhum debate ou consulta;

2) Silenciaram ante os problemas acadêmicos decorrentes da greve dos professores (prazos, calendário, orientações e disciplinas) e as dificuldades no financiamento de viagens, despesas acadêmicas, moradia estudantil, laboratórios e infraestrutura;

3)Fizeram corpo mole na luta pelo reajuste de bolsas liderada pela nossa Associação Nacional (ANPG), à qual são oposição. Mesmo assim, vencemos, com aumento de mais de 20% em 6 meses;

4) São insensíveis com a INSEGURANÇA na UnB e bloqueiam o debate. Em vez de considerá-lo polêmico, plural e necessário, insistem com o falso discurso de “segurança=PM=falta de democracia”;

5) Seus vínculos à Retoria anterior e às suas chapas, levou-os à imobilidade diante da perda de nossa sede. Agora, usam a APG numa oposição compulsória à Reitoria atual, à ANPG, ao Governo Federal...sem buscar consultar e debater com os seus associados o que eles pensam disso, apesar de se posicionarem em seu nome. Ignoram a necessidade da UnB sair da crise e a contribuição que a pós pode dar:

a) São contra instalar o Conselho Diretor – boicotando o instrumento de fiscalização e formalização administrativa, para a UnB continuar ignorando suas próprias normas legais;

b) Desqualificam a representação estudantil nos conselhos. Com posições infantis e isoladas com um viés de boicote à própria UnB;

c) Permitiram um retrocesso na nossa entidade, ao cindirem a diretoria e representações nos conselhos, afastarem os discordantes de suas vagas, aceitarem a perda de nosso espaço na página da UnB, romperem com a tradição de transparência sobre a atuação da direção de nossa entidade (como ampla divulgação de suas reuniões, divulgação de atas e ofícios...).

Agora buscam encaminhar a eleição para a nova gestão da APG através de assembleia geral. Hoje, cada vez mais, decidem-se absurdos em nome de 8000 pós-graduand@s e em prejuízo de nossos direitos com assembleias de 30, 40 pessoas. Antes, as gestões reconheciam essa fragilidade e buscavam o consenso político e a unidade para encaminhar as questões. A APG é a única associação da UnB que não utiliza votação em urna para eleição de diretores(as) e conselheiros(as), impedindo a participação de mais estudantes na escolha de sua representação.

Alertamos para as tentativas de prolongar esse estado de coisas, com uma assembleia esvaziada, sem um verdadeiro debate. Defendemos que “O MOVIMENTO DA PÓS, É A PÓS EM MOVIMENTO”. Queremos uma representação digna, plural, democrática, transparente, qualificada, agregadora, acolhedora, combativa, preocupada com os (as) estudantes reais da Universidade de Brasília. Apenas com seu apoio a APG retomará seu rumo e teremos ELEIÇÕES LIMPAS!

NÃO DEIXE A MINORIA DECIDIR CONTRA VOCÊ!
ASSEMBLEIA GERAL - NESTA QUINTA-FEIRA 13/06
Concentração – CEUBINHO – em frente ao DCE - 18h30
MOVIMENTO DA PÓS

Contato: Roberto dos Santos (061) 93390961

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Robson Câmara defende doutoramento sobre movimento sindical docente no Maranhão na UnB nessa sexta-feira 17/05

Nosso colega, amigo e camarada, o professor Robson Câmara, defende sua tese de doutoramento nessa sexta-feira, com o tema:  "Sindicalismo docente da educação básica no Maranhão: da Associação à emergência do Sindicato".

Com uma espetacular contribuição à luta dos pós-graduandos, Robson seguirá na luta, muito mais qualificado, seja no movimento docente, seja na luta de ideias.



Local: Auditório da Sociologia da UnB ICC/Norte
Horário: 9h
Dia 17/05/2013


Acesse o meu blog: http://blog-do-robson-camara.blogspot.com

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

CEPPAC-UnB abre Edital para seleção de estudantes de Mestrado e Doutorado

O Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas ? CEPPAC/UnB divulga
o Edital de Seleção para novos alunos de Mestrado e de Doutorado para ingresso em 2013. Inscrições começam dia 18/09/2012 e vão até dia
18/10/2012.


Atenciosamente,

Secretaria Acadêmica

55 61 3107-6021/3107-6022

terça-feira, 11 de setembro de 2012

No Segundo Turno da UnB, com Ivan Camargoe Sônia Báo, Somos UnB - Votem 86 - Paulo Vinícius Santos da Silva*

A eleição da reitoria da UnB foi por demais adjetiva. Urge substantivá-la, retomar projetos, e esperanças. Por isso é importante uma liderança que una a UnB. Infelizmente a candidata da situação pouco contribuiu para o debate de conteúdo. Não é à toa. Representa projetos pela metade, propostas não cumpridas e requentadas– como a estatuinte. Com esse passivo privilegiou mistificações para impedir a análise do seu atual mandato e de sua candidatura, de situação.

O situacionismo agressivo moveu duros ataques, abertos e velados, a acadêmicos ilustres, personalidades da ciência, ou mesmo a servidores e estudantes, como se isso fosse razoável entre colegas de universidade. Carimbaram-se clandestinamente (:-0) cartazes, para com esse deplorável ato mudar o foco do debate da eleição de Reitor. Queriam discutir qualquer coisa, exceto o descalabro administrativo, a baixa auto-estima, a queda dos indicadores.

Pretendem, ademais, o monopólio da esquerda, de sua narrativa, como se ser de esquerda fosse calar ante a incapacidade de gestão, o aparelhismo e as truculências vistas no primeiro turno. Mas, se não falam por toda a esquerda, bem poderiam assumir a sua parte na atual administração.

Por isso, o compromisso de Ivan Camargo com a paridade e as seis horas, fecha um ciclo na eleição para a UnB, pois tira o último véu que era usado para esconder o debate de conteúdo na eleição de reitor. A UnB decide hoje e amanhã se quer continuar como está ou quer mudança.

A UnB tem opção à situação atual, que já conhecemos. É possível retomar o caminho da excelência e da pacificação interna. Mas, como a candidatura mais agressiva da gestão que nos trouxe a esse patamar poderia unir a UnB, ou oferecer mais do que já fez até agora?

Não podemos aceitar impassíveis a decadência física da universidade, a falta de coesão interna, a incapacidade de gestão, os retrocessos da autonomia financeira. Não é aceitável a queda sucessiva nos indicadores da UnB. O que foi feito com a maior oportunidade de expansão que a UnB teve, o REUNI? Aprovamos essa maneira de conduzir a nossa Universidade? Esse é o debate.Não há mistificação ou fuga que impeça a comunidade de mudar isso.

Ivan Camargo foi ex-decano do Professor Lauro Mohry, e merecem ambos muitíssimo respeito. Venceu no 1º turno, com maioria de estudantes e professores. A eleição paritária angariou apoios. Ivan, apesar da pouca experiência política, demonstra uma capacidade cara a um reitor: estabelecer compromissos, construir pontes. Assim agiu ao assumir o empoderamento dos servidores(as), ao valorizar a prata da casa e declarar que não mudará a paridade em seu mandato.

Não é à toa que Volnei Garrafa e Bermúdez apoiam Ivan e Sônia – 86, que fazem pontes. A candidata da situação, ao contrário, ataca, até com o que não são ataques, como ilustrou o segundo debate. Ela lançou sobre Ivan a pecha de partidarismo por ele ter o apoio de comunistas, como o professor Volnei Garrafa. A verdade é que adorei a carta, pois faz desmoronar o discurso que negava a Ivan apoios na esquerda –se tem até dos comunistas! -, ou interlocução política. Na verdade, a chapa tem pluralidade, articulação e é boa de serviço.

Por tudo isso, votarei em Ivan e Sônia Báo – 86, afinal:
  • Firmam o compromisso de exercer a paridade e dela não retroceder.
  • Apoiam a jornada de seis horas para os servidores e seu empoderamento na gestão;
  • Sua excelência acadêmica aponta para a retomada da posição da UnB;
  • Tem os melhores nomes e a melhor política de gestão para recuperar a autonomia e a capacidade de financiamento público da UnB;
  • Desde a campanha, mostram uma relação para republicana com a universidade. Em vez de de ataques, ações anônimas e agressivas, focam em propostas.

Esse é o debate, e eu quero mudar. Pode-se fazer melhor e com democracia, sem maniqueísmos que negam a própria universidade. A UnB é maior que isso. A UnB somos nós. 

* Estudante do Mestrado da UnB - ICS - CEPPAC

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Volnei Garrafa: 8 RAZÕES QUE ME LEVARAM A OPTAR PELO APOIO PESSOAL AO CANDIDATO Prof. IVAN CAMARGO


Volnei Garrafa dá lição de elegância e de política em sua declaração de voto em Ivan Camargo e Sônia Báo. Com ela, o professor firma uma série de compromissos públicos, e agrega à candidatura um conjunto de debates até então pouco visíveis ante agendas midiaticamente construídas para secundarizar os temas mais importantes de uma eleição para Reitor. Acompanhem:

OITO RAZÕES QUE ME LEVARAM A OPTAR PELO APOIO PESSOAL AO CANDIDATO Prof. IVAN CAMARGO

Embora tenha estimulado ao COLETIVO VIVER UnB - CHAPA 89 a se definir pela liberação do voto de seus componentes para o segundo turno da consulta eleitoral para escolha do futuro reitor da Universidade de Brasília, tomei a decisão de definir meu apoio pessoal ao PROF. IVAN CAMARGO, pelas oito razões abaixo elencadas:

1.      Currículo acadêmico e administrativo do candidato;

2.      Compromisso REALMENTE sincero de não partidarizar a UnB, objetivando seu crescimento científico de modo independente e absolutamente institucional, de acordo com o que propusemos nos quatro eixos do Programa da Chapa VIVER UnB;

3.      Vida pessoal e pública historicamente limpa e irrepreensível;

4.      Compromisso com a democracia permanente e com a participação da comunidade universitária na gestão futura da UnB;

5.      Trajetória acadêmica comprometida com a inovação e melhoria da qualidade do processo de ensino-aprendizagem e da pesquisa científica;

6.      Elegância pessoal materializada pelo fato de durante todo processo eleitoral não ter sido mentor ou de ter manifesto qualquer ofensa, maquinação ou perversidade contra os colegas adversários, aos quais jamais tratou como inimigos;

7.      Preocupação com o futuro da Instituição, que precisa urgentemente retomar seu caminho histórico de crescimento qualitativo e administrativamente organizado, pois dados públicos recentes mostram que a UnB despencou em menos de dez anos da 1ª. para a 5ª. colocação entre as universidades federais do país, ultrapassada pela UFMG, UFRJ, UFRGS e UFPR, locais onde o Projeto REUNI, entre vários outros exemplo, foi acompanhado de crescimento verdadeiramente sustentável, equilibrado e orgânico.

8.      Sua personalidade pacífica - embora firme - além da disponibilidade pública e preparo pessoal, que o habilitam à construção de um diálogo frutífero e efetivamente apaziguador no âmbito da UnB, tão necessário com vistas a um futuro mais feliz e tranquilo para nossa Instituição.

VOLNEI GARRAFA
Professor Titular – Faculdade de Ciências da Saúde

Mudança na UnB: Ivan Camargo, reitorável de oposição, o mais votado no 1º turno, esclarece compromisso com a paridade e a jornada de 6 horas na UnB

Em entrevista concedida ao seu comitê de campanha, Ivan Camargo fala sobre os assuntos dos quais sofreu forte acusação durante o processo eleitoral. Entenda questões como o seu posicionamento frente à paridade e a realidade sobre os serviços que prestou no serviço público além da Universidade de Brasília.

1 – Como o senhor avalia a sua participação no segundo turno da consulta?

Ivan Camargo - De maneira super positiva. Desde o início da nossa campanha uma das palavras chave da nossa proposta era união e conseguimos isso no segundo turno. Com o apoio incondicional da Professora Denise Bomtempo e do Professor Noraí Rocco (Chapa 84), do Professor Volnei Garrafa e do Professor Bermudez (Chapa 89), da Professora Maria Luiza Ortiz (Chapa 81) conseguimos demonstrar que esse movimento foi bem sucedido. Vamos usar essa união para a gestão nos próximos 4 anos, pois a nossa intenção é ser reitor de todos, de toda a comunidade universitária. Acreditamos que essa participação deverá consolidar a nossa vitória também no segundo turno.

2 – Ainda é uma dúvida para muitos como o senhor enxerga a paridade. O senhor é contrário a esse sistema?

Ivan Camargo - Considero que a discussão sobre a paridade na escolha de reitor e vice na UnB já foi superada pela decisão do Conselho Universitário (CONSUNI) a este respeito. Assumimos integralmente esse fato sem qualquer dor ou pesar ao nos inscrevermos para participar do processo. Não serei eu, enquanto reitor, que mudarei esse sistema. É importante dizer que a Professora Sônia, candidata a vice-reitora em nossa Chapa, participa de um processo paritário de escolha pela segunda vez. Isso, portanto, não nos assusta e nem traz qualquer sentimento negativo. Afinal, essa é a decisão democraticamente estabelecida pela comunidade acadêmica da UnB. Ao longo da nossa campanha confirmamos que qualquer administração da universidade, para ser bem sucedida, tem que contar com a participação de todos os segmentos. Isso assegura a governança da Instituição. Mas, queremos fazer mais: vamos fazer, de fato, e não apenas no discurso, como fez a última administração. Vamos ter em nossa administração, por exemplo, os estudantes como protagonistas da definição das estratégias da assistência estudantil. Temos um quadro de servidores técnicos-administrativos super capaz, muito qualificado e profundamente conhecedor dos problemas da UnB. Não há razão para termos professores em muitas funções da administração. Estas funções serão muito melhor exercidas por funcionários experientes e qualificados do nosso quadro. Para nós, a paridade será um exercício do dia a dia e, em hipótese alguma, vamos preferir chamar gente de fora para fazer o que nosso pessoal pode e sabe fazer melhor.

3- Professor, é verdade que na época em que o senhor foi decano os alunos tiveram que pagar taxas para colar grau?

Ivan Camargo - A Universidade de Brasília não cobra taxa, e não cobraremos! À época em que era Decano de Graduação da UnB todas as cerimônias de formatura eram feitas individualmente, por cada um dos estudantes. Essas formaturas eram caríssimas e, portanto, segregatórias: os alunos carentes não podiam participar. Para viabilizar a formatura, a universidade firmou um convênio com a Associação de ex-alunos da UnB que havia sido criada na gestão do Prof. Cristovam Buarque. Isso porque o MPU e o TCU deixaram muito claro que não poderíamos gastar dinheiro público para essa cerimônia. A associação passou a recolher uma contribuição dos formandos, que dava direito à primeira anuidade de filiação a essa entidade, e era voluntária! Quem não quisesse ou pudesse teria seu diploma de qualquer forma. Com essa estratégia, conseguimos que todos os estudantes participassem da cerimônia de entrega de diploma. Às vezes perdemos a dimensão da importância deste rito de passagem, que é importantíssimo para os alunos e principalmente para as famílias. Quando fui vice-diretor da FT tive essa certeza, pois ao entregar o diploma para um estudante que estava colando grau em separado, vi seu pai chorar de emoção em meu gabinete. Isso me fez ver o quanto deveríamos valorizar essa cerimônia.

4 – Qual a sua posição sobre a flexibilização da jornada de trabalho dos servidores técnicos-administrativos?

Ivan Camargo - Vamos implementar a flexibilização para todos, acreditamos que trará maior qualidade aos serviços prestados e trará vantagens para os técnicos- administrativos. Implementaremos de acordo com o que foi aprovado no Conselho de administração (CAD). Nós sempre respeitamos e respeitaremos as decisões dos Conselhos superiores.



5 – Qual a sua posição sobre o afastamento dos servidores (técnicos e docentes) para ocuparem cargos no serviço público?
Ivan Camargo - Muito se fala sobre a Universidade ligada às demandas da sociedade. Isso se faz de diversas maneiras. Uma delas é exatamente quando a sociedade chama um de nós para ajudar a resolver seus problemas. Neste caso, temos que atender o chamado e dar a contribuição esperada. Isso representa, de um lado, o reconhecimento da sociedade à competência técnico-científica da Universidade. Do outro lado, nos dá a oportunidade de trazer para dentro da própria Universidade, as demandas da sociedade. Nos mais de trinta anos que tenho na UnB, desde que ingressei como estudante e depois como professor, em duas oportunidades fui chamado, por governos de posições políticas diferentes, a contribuir com meu conhecimento e experiência à solução de questões importantes para o país. Como servidor público, sou servidor do Estado brasileiro, servidor do País e não deste ou daquele governo. Atendi o chamado e dei minha contribuição a estes governos e ao país. Não parei de dar aulas nem de orientar e continuei sendo homenageado pelos estudantes mesmo durante o tempo em que estive ligado a outros órgãos da administração pública. Essa experiência fez com que minhas aulas fossem mais completas, passando minha vivência para os meus estudantes. Ganha a sociedade e ganha a Universidade. Essa é uma das funções da Universidade e é também por esta razão que o Estado investe tanto recurso nela. Em todo o mundo desenvolvido é assim. Mas eles só chamam os melhores!

6 – Como será a transição do HUB para a EBSERH?

Ivan Camargo - A contratação da Empresa foi aprovada pelo Conselho Universitário com o apoio de muitos de nós, inclusive da Professora Sonia Báo. Agora, estamos no momento de discussão do contrato que regerá sua atuação no HUB. A minha maior atenção enquanto reitor será garantir que o HUB continue sendo o espaço de ensino, pesquisa e extensão ligado aos cursos da saúde da UnB. A atuação dos professores e estudantes deve ser garantida, e com plenas condições de funcionamento. Terei uma atuação especial nessa transição com os servidores técnico-administrativos, para que não haja perda de direitos nesse processo. É bom que fique claro que o servidor não será obrigado a optar pela cessão para a EBSERH, e se não o fizer, a UnB deve acompanhar caso a caso a sua realocação no trabalho.

7 – O senhor tem falado que a universidade se encontra dividida. Em que sentido isso está acontecendo?

Ivan Camargo - A Universidade de Brasília viveu uma grande crise e a eleição do Prof. José Geraldo emergiu como uma resposta da comunidade, cheia de esperança e expectativa de superação da crise. Entretanto, a gestão que se sucedeu, ao invés de agregar todas as forças que poderiam ajudar a UnB a sair da crise, fez a opção de administrar a universidade de forma partida, apenas com e para o seu grupo de apoio. Talvez o exemplo mais claro e lamentável disso tenha sido o convite e a efetiva participação de pessoas estranhas à comunidade acadêmica da UnB na sua administração, incluindo a Administração Superior da Universidade. Isso representa um imenso desprestígio ao nosso quadro de funcionários. Temos gente muito competente e experiente nos nossos quadros funcionais, mas a atual reitoria preferiu trabalhar apenas com seu grupo, em detrimento da própria Instituição. A consequência imediata foi a excessiva centralização que causou o engessamento e progressivo distanciamento da Administração Superior dos interesses e anseios da comunidade, frustrando a todos. O resultado final do processo se expressa nas 10 chapas concorrentes ao primeiro turno da eleição para a reitoria. Quatro dessas chapas saíram da própria Administração Superior! Agora a palavra de ordem é UNIR!! Unir toda a UnB. A crise já é o passado. Vamos mirar o futuro e recuperar a posição de primeira entre as melhores universidades do País! A excelência acadêmica é a melhor resposta que podemos dar ao imenso volume de recursos investido em nós.

8 – As pessoas têm dito que a sua candidatura significará o retorno de pessoas que participaram da crise de 2008 para a administração da UnB. Como o senhor se posiciona sobre isso?

Ivan Camargo - Não participei da gestão da crise, mas sim da Gestão do Prof. Lauro Morhy. Temos dito que somos oposição à atual administração e isso significa que, caso assumamos a reitoria, faremos uma renovação, mas não teremos caça às bruxas. Toda escolha da equipe será feita baseada no mérito, representatividade e legalidade. Priorizaremos a grande massa crítica, técnica e capaz que temos, contaremos inclusive com os novos quadros de técnicos e docentes. Até o momento só temos dois cargos preenchidos: reitor e vice-reitora.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Eleições p/ Reitor UnB, 22 e 23/08, Vote 89, Viver a unB, com Volnei e Bermúdez

Porque apoio a Chapa 89, com Volnei e Bermúdez para a UnB - Paulo Vinícius*


Propostas da Chapa 89, Viver UnB para os estudantes



























Os melhores momentos do segundo debate

assista o video
Mais uma vez a Chapa 89 - Viver UnB saiu vitoriosa do segundo e último debate promovido pela COC entre os reitoráveis à UnB. Credibilidade, objetividade e segurança nas exposições deram o tom de respeito, tranquilidade, transparência e compromisso dos candidatos, Volnei Garrafa e Luis Afonso Bermúdez. Além disso, fomos a única equipe de apoiadores que participou do evento do início ao fim, assegurando confiança e coesão do grupo que está unido desde setembro de 2011 elaborando os eixos da campanha. Assista o vídeo. Veja as fotos, e tire suas conclusões.



Estudantes da UnB  explicam apoio à Chapa 89, Viver UnB, com Volnei e Bermúdez

assista o video
Volnei e Bermudez foram pegos de surpresa com o presentinho multimídia elaborado por nossos estudantes apoiadores do Darcy Ribeiro, Ceilândia, Gama e Planaltina. Confira no vídeo o testemunho de quem tem participado ativamente da construção dos eixos da campanha e suas ações estratégicas... Veja a galeria de fotos.


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

#89ViverUnB - Bermúdez fala sobre proposta de gestão universitária




Neste vídeo, Luís Bermudez, certamente o mais experiente administrador da UnB quando comparado aos candidatos das outras chapas, explica como se dará a gestão universitária quando ele e Volnei assumirem a Reitoria e Vice-Reitoria da UnB

Saiba onde votar para Reitor da UnB de acordo com sua matrícula



http://www.viverunb.com.br/blog/


COC divulga lista dos locais de votação da consulta acadêmica

Dominique Lima
Da Secretaria de Comunicação da UnB
A Comissão Organizadora da Consulta para a reitoria (COC) divulgou nessa sexta-feira,17, as listas com os locais de votação para o pleito que será realizado na próxima semana, entre os dias 22 e 23. Os documentos trazem informações sobre a seção eleitoral designada para cada matrícula. Para encontrar sua matrícula e saber sua seção eleitoral, basta digitar o númerono campo “localizar” no arquivo. Veja aqui os locais das seções. Encontre aqui o local de votação de acordo com a matrícula.
Em caso de dúvida ou se a matrícula não estiver na lista, é possível procurar a COC para que o problema seja solucionado. Neste caso, será necessário enviar uma cópia da identidade com nome, matrícula e declaração de situação normal na instituição para a secretaria da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB). Essa medida, entretanto, não é obrigatória. Os eleitores que não estiverem na lista de alguma seção poderão votar nas sedes da ADUnB, do Diretório Central de Estudantes (DCE) e do Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub) no formato de voto em separado.
Representante do DCE na Comissão, André Ribeiro explicou que cada seção terá urnas separadas para os diferentes segmentos da comunidade acadêmica. O número de eleitores por seção varia de cerca de 800 a até cinco mil. Segundo Ribeiro, a divisão das seções levou em conta a facilidade de deslocamento entre os votantes, o maior controle da COC e a quantidade de recursos para a contratação de mesários.
Fonte: Secom-UnB

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