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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Leitores(as) do Coletivizando: Por um 2013 de saúde, vitórias e paz!

Queridos(as) seguidores(as), agradeço a todos(as) vocês que tem acompanhado essa minha leitura coletiva das questões do Brasil e do mundo que tanto impacto tem nas nossas vidas. É de fato importante poder contar com vocês para olhar um mundo tão assombroso, juntos, e quem sabe, na mesma luta. Assim, depois de um 2012 tão intenso e marcado por bons e maus momentos, desejo a todos e a todas um 2013 de paz para cada um e para humanidade como um todo, saúde para todos nós e alegrias e realizações que melhorem a vida de todos e todas! E, é claro, muita luta, sempre! Feliz 2013!


Paulo Vinícius

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Manifesto e Carta Programa Viver UnB - 89, com Volnei e Bermúdez - www.viverunb.com.br


Leia mais em: 
www.viverunb.com.br 

A Universidade de Brasília (UnB) é parte de nós. Sua presença marca nossa vida profissional e pessoal, seja como professores, servidores técnico-administrativos ou estudantes, ainda que sua importância em muito nos ultrapasse. A UnB tem história,e nossas trajetórias profissionais são parte desta vocação maior, a serviço do desenvolvimento do Distrito Federal, do Centro Oeste e do Brasil.

E é por termos em mente esta referência grandiosa que não podemos nos omitir ante a atual perda de sua excelência e prestígio. Assumimos um compromisso para que a UnB possa superar a crônica crise que tem vivido nos últimos anos, dolorosamente exposta diante de todos. Manifestamos a inconformidade com o presente, a nossa certeza de que é possível fazer mais e melhor, e a esperança da mudança. É preciso unir todos e todas que partilham o mesmo compromisso de Viver a UnB.

Por isso, essa Carta programa é um manifesto de compromissos, esperanças e projetos viáveis para mudar a realidade atual. Apresenta valores, princípios, eixos e ações estratégicas referentes ao ensino, à pesquisa, à extensão, à gestão universitária e ao nosso compromisso público para o quadriênio 2012-2016.

Neste período de transição, temos o dever de resgatar a autoestima da instituição e seu papel histórico, para desta forma fortalecer sua autonomia, democracia, transparência e inovação. É preciso BEM VIVER a UnB, com condições institucionais, de qualidade e de convívio no trabalho, de segurança pessoal e profissional, procurando rearticular todo nosso potencial social, acadêmico, cultural, econômico e político para que ela
possa encontrar-se consigo mesma e olhar para o futuro.

Acreditamos que uma nova administração deve atender aos legítimos anseios da comunidade universitária,  fortalecendo seu papel acadêmico, definindo sua relação com o Distrito Federal e com a região  Centro-Oeste e o Brasil, estabelecendo uma relação republicana e de mão-dupla com a sociedade e se reposicionando em face do futuro. Com a união de um amplo coletivo plural, escolhemos Volnei Garrafa e Luis Afonso Bermúdez como portavozes dessas ideias e como nossos candidatos a Reitor e Vice-Reitor
da UnB.

Volnei e Bermúdez possuem larga experiência e capacidade de Carta Programa - Viver UnB - Chapa 89 - 2
ouvir a comunidade que anseia por retomar seu protagonismo diante de uma bela História que nos pertence.

É preciso ter a ousadia de somar esforços e ideias pelo bem da UnB, sem sectarismos e divisões. Volnei e Bermúdez combinam ideais de dedicação de vida inteira à Universidade, de integridade e excelência acadêmica e de gestão que, reunidos num projeto político audaz e generoso, abrirão um novo horizonte para a nossa Instituição.

Como Darcy Ribeiro, queremos a UnB capaz de “ter o inteiro domínio do saber humano” para “pensar o
Brasil como problema”. Para isso, cumpre-nos aproveitar a eleição para Reitor e Vice-Reitor para repensar
a própria UnB, estruturando novos caminhos para superar sua ‘crise de projeto’.

O Brasil de hoje coloca ao nosso alcance uma larga avenida de oportunidades. Aproveitá-las exige que a UnB retome seu lugar de inquietude e vanguarda na produção do conhecimento. Deve ser capaz de pensar o país em suas múltiplas dimensões, aportando uma contribuição singular e indissociável da excelência acadêmica. Para isso, apresentamos medidas concretas para unir a comunidade universitária, aproveitar seus
grandes talentos, beneficiar-se da sua posição geopolítica privilegiada no Brasil e de sua grande legitimidade social. A partir dessas bases, é possível implantar um novo rumo que supere os gargalos político-institucionais que enfraquecem sua gestão financeira, de pessoal e de infraestrutura, com reflexos negativos em todos os
âmbitos da vida da UnB.

Nossos valores são claros eestão na raiz de nossa instituição,  sendo necessário resgatá-los:
1 – Democracia, pluralidade e diálogo. Ética e respeito à diversidade como pedra angular da missão universitária;
2 – Transparência e relacionamento republicano com a comunidade e a sociedade, com omundo do trabalho e com o Estado; 

3 – Excelência acadêmica, compromisso social e empreendedorismo. Ousadia para inovar em tecnologia, debater os grandes temas do mundo, do Brasil, do Centro-Oeste e do Distrito Federal;
4 – Eficiência no uso dos recursos públicos e renovação do marco legal da UnB, para ampliar sua capacidade de financiamento. Esta é exigência fundamental para enfrentar os desafios da excelência acadêmica e da consolidação qualificada da expansão institucional;
5 – Políticas inclusivas, solidariedade e fortalecimento dos laços da comunidade universitária como nossa principal força. Valorização do nosso maior patrimônio: os servidores docentes e técnico-administrativose os estudantes que aqui buscam construir seu futuro.


A partir desses valores, identificamos quatro EIXOS e suas AÇÕES estratégicas, referencias concretas para tornar possível uma gestão universitária contemporânea verdadeiramente comprometida com a sociedade que a mantém e que é sua razão de existir.

EIXO 1 - UnBEM VIVER: As pessoas em primeiro lugar!
EIXO 2 - Uma UnB que funcione!
EIXO 3 - Construir saberes e cidadania - Compromisso e integração com a sociedade
EIXO 4 - De portas abertas ao futuro - UnB SEM FRONTEIRAS

Continue e baixe a Carta Programa Viver a UnB, com Volnei e Bermúdez - Chapa 89

terça-feira, 20 de março de 2012

PCdoB de Goiânia deixa secretarias do governo municipal

O PCdoB lança nota à imprensa anunciando a decisão de entregar as secretarias que ocupa no Governo Municipal, em razão do lançamento de candidatura própria à Prefeitura de Goiânia. Segue nota abaixo.

PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL -PCdoB
          Em audiência na tarde desta quarta-feira, 14 de março de 2012, com o Prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), em razão do seu projeto de lançar candidatura própria à Prefeitura de Goiânia, decidiu entregar as secretarias que ocupa no governo municipal.
           Durante o período em que participamos da administração municipal, temos consciência que contribuímos para o êxito do governo e com o melhor para o povo de Goiânia.

Fábio Tokarski, Presidente Estadual do PCdoB - Goiás

e
Isaura Lemos, Presidente Municipal do PCdoB - Goiânia

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Reflexões militantes sobre 2012 - Paulo Vinícius Silva


O ano de 2011 marcou uma mudança importante na luta de classes no Brasil. A direita, visando a conter os avanços transformadores - tais como as mudanças na política econômica sempre defendidas pelo PCdoB, o crescimento eleitoral da esquerda e em especial dos comunistas, seu avanço orgânico e comunicacional-, passou a atacá-los sistematicamente, chegando a urdir um factóide para defenestrá-los do governo Dilma e de suas responsabilidades junto à condução da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

Esperava assim atemorizá-los(as), conter o avanço do PCdoB na institucionalidade, na juventude, nas prefeituras, na internet. Maior surpresa não poderia haver que a resistência cibernética levada adiante pela militância, em plena unidade com a direção partidária e sua ainda maior participação na luta para denunciar as guerras e maquinações imperialistas, o capital rentista e o monopólio da mídia a restringir a liberdade de imprensa. À sórdida tentativa de desconstruir a militância e de fazer grudar nos comunistas a pecha de corruptos encontrou intransponível trincheira no coração abnegado dos militantes, nas sua unidade, no brio com que defendem sua honra, e a certeza de quem não deve, como tem se demonstrado, dado o caráter mentiroso das denúncias que os fatos estão a mostrar.

O PCdoB pôde assim frustrar as pretensões da direita, mantendo-se à frente do Ministério dos Esportes através de Aldo Rebelo, sem passar recibo à tentativa de desconstrução de Orlando Silva, inclusive levando à justiça as publicações detratoras. E fechou o ano dando um presente de Natal à altura ao Brasil, quando o camarada Protógenes Queiroz levou adiante o clamor popular de uma década, propondo uma CPI para a investigação do escandaloso crime de lesa-pátria da Privataria Tucano, magistralmente denunciado pelo intimorato Amaury Júnior.

É plenamente possível antever o implacável cerco aos comunistas para conter seu crescimento, fato que se reafirma com a crescente mobilização da imprensa conservadora que, em meio à piora da crise capitalista, tece incessante campanha anticomunista e anti-socialista, como evidenciam as coberturas sistemáticas visando a estigmatizar a luta de resistência da Coréia Popular e o bombardeio da Rede Globo contra Cuba. Buscam esconder o desespero ante a comprovação dos crimes do neoliberalismo cometidos contra a Nação, assim como vingar-se desse resiliente protagonismo dos vermelhos, que aprenderam com Amazonas, Grabois, Pomar, Arruda Câmara e Prestes que não se pode jamais desistir da luta.

Outra frente da grande imprensa visou a pagar com trinta moedas de ouro - na verdade, os 15 minutos de fama - a quem dentre a esquerda se dispusesse a fazer coro com a direita no intento de desconstruir o Partido Comunista do Brasil. E, para registro lamentável da implacável História, encontrou quem o fizesse. Mas não apenas, pois a solidariedade - muito mais representativa - também veio, de todos os lados, acalentando, enternecendo, emocionando, apoiando a militância no combate.

Assim, a estratégia é clara: visa a, por um lado, desmoralizar o ideal socialista e comunista, de outro, deslegitimar o Partido Comunista como legítima organização nacional, brasileira, campeã da defesa da democracia no Brasil, surgida do povo, herdeira de 90 anos de Histórias de lutas, assim como ocultar, desvirtuar e corromper suas ideias sobre o Brasil e o mundo.

A imprensa golpista ameaça e investe pesadamente nessa batalha, mas, por outro lado, não pode evitar de difundir a existência e seu incômodo com essa força política que reúne mais de 200 mil membros e que esgrime lideranças reconhecidas, honestas, combativas e representativas do povo, muitas delas favoritas nas eleições municipais de 2012. O tratamento anterior era ignorar, menosprezar os(as) comunistas, e isso não é, nem será mais possível. Mas são desafios ainda maiores, e demandam mais firmeza e inteligência tática e estratégica para saber, com serenidade, vencer a presente quadra, avançando ainda mais na acumulação de forças.

E ante as provocações, ataques e o cerco, o PCdoB tem sua História de lutas, tem sua militância, tem suas opiniões sobre como mudar o Brasil, imediata e no médio e longo prazos. O PCdoB tem seu Programa Socialista para o Brasil, elaborado por sua militância democraticamente, com a singular, rica e democrática vida interna, razão de suas unidade e força. E é por isso que o Coletivizando, vermelho assumido, sem mandato outro que não a mirada sincera de um militante comunista, apresenta para conhecimento de todos um pouco da História e o próprio Programa, como modesta contribuição à monumental luta de ideias que marcará o ano de 2012, que inicia.

Sem receios, ansioso pela peleja, confiante na vitória, esperançoso de grandes conquistas para o Brasil, deixo para todos(as) os(as) democratas verdadeiros, progressistas, socialistas consequentes e aos(às) queridos(as) camaradas esses elementos que considero importantes para o próximo período. E desejo um 2012 de vitórias, saúde, esperanças, de vitórias na vida pessoal de cada um(a), e de muita luta. Como disse sabiamente Gonçalves Dias: "a vida é combate, que aos fracos abate. Aos fortes, aos bravos, só pode exaltar".

Paulo Vinícius Silva

Um vídeo para entender a coragem dos militantes do PCdoB

Programa Socialista para o Brasil

O fortalecimento da Nação é o caminho, o socialismo é o rumo

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pesquisa mostra Flávio Dino com 58% das intenções de voto - Portal Vermelho

Pesquisa mostra Flávio Dino com 58% das intenções de voto em São Luis(MA)- Portal Vermelho

João Castelo(PSDB) é o segundo com 21% na disputa para a prefeitura de São Luís (MA); Max Barros é o terceiro com 6,17%. Num eventual segundo turno o pré-candidato do PCdoB venceria o tucano João Castelo de 60% a 27,33%.

Dados de uma pesquisa divulgada na manhã desta terça-feira (27), pelo jornalista Itevaldo Júnior (itevaldo.com) mostram o pré-candidato Flávio Dino (PCdoB) à frente com larga vantagem sobre o segundo colocado na disputa para a prefeitura de São Luís (MA). Dino aparece com 58% das intenções de voto, o atual prefeito João Castelo(PSDB) tem 21% e o Secretário de Obras do Estado, Max Barros, ficou com 6%. É a segunda pesquisa que mostra o pré-candidato do PCdoB vencendo no primeiro turno.

O levantamento foi feito pelo Instituto Amostragem nos dias 9, 10 e 11 deste mês. Foram ouvidas 600 eleitores em 71 bairros localizados em 11 regiões da cidade. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.

Em vários outros cenários testados na pesquisa o atual prefeito demonstra dificuldades em superar os adversários. Isso sobretudo porque a rejeição dele é de elevados 49%, conforme apurou a pesquisa.

Sem Flávio Dino na disputa, os demais nomes ventilados como possíveis candidatos pelo campo oposicionista tem grandes chances de vencer o atual prefeito. O deputado federal Edvaldo Holanda Júnior (PTC), por exemplo, já aparece neste cenário com 34% contra 29,67% dados a Castelo. Os outros nomes ventilados também demonstram potencial para superar João Castelo na disputa.

As dificuldades do prefeito João Castelo estão demonstradas nas respostas a vários questionamentos feitos na pesquisa. Para 63,17% dos entrevistados “as coisas estão na direção errada em São Luís”. Ou seja, um clima predominante de pessimismo e reprovação. Em outra indagação realizada, 57,17% dizem que não há “nenhuma chance de votar em João Castelo”. E 62,83% dizem que o prefeito “não merece ser reeleito”.

Segundo turno

Num eventual segundo turno a pesquisa mostra Flávio Dino à frente de Castelo com 60% a 27,33%. Em outra simulação Edvaldo Holanda ficaria com 43,33% contra 34,33% de Castelo. Haveria empate técnico entre Castelo (38,33%) e Eliziane Gama(35,17%), bem como entre Castelo(37,5%) e Bira do Pindaré(35,5%). Castelo teria 39,5% contra 30% de Tadeu Palácio; e 38,67% contra 29,17% de Roberto Rocha. O índice dos que não sabem ou não quiseram responder sobre segundo turno ainda é elevado.

Com Blog do Itevaldo

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