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segunda-feira, 25 de março de 2013

13º Congresso do PCdoB: Direção pede mobilização total dos militantes - Portal Vermelho

Direção do PCdoB pede mobilização total dos militantes - Portal Vermelho

O Comitê Central do Partido Comunista do Brasil, reunido em sessão plenária neste final de semana (23 e 24), ao anunciar a realização do 13º Congresso para o mês de novembro, deu a largada para a mobilização política, ideológica e organizativa de toda a militância comunista.
Os debates durante a reunião evidenciaram que a tarefa de debater e decidir sobre a luta atual do povo brasileiro a partir da perspectiva estratégica de um novo projeto nacional de desenvolvimento; a luta anti-imperialista e o empenho para construir um partido mergulhado no curso da luta política concreta do país, na luta das massas populares, mantendo a identidade comunista e o caráter de classe, é algo motivador e mobilizador, que desperta o entusiasmo de toda a militância partidária.


Leia também:
Em reunião plenária, direção do PCdoB anuncia 13º Congresso
Igualmente, o Comitê Central assinalou a necessidade de que tal debate alcance os trabalhadores, largos setores da sociedade, o povo e os círculos avançados.

O período de mobilização e realização do Congresso é prenhe de lutas políticas e sociais, destaca a resolução sobre a organização do Congresso, aprovada na reunião deste final de semana.

A direção do Partido assinala ainda que a mobilização partidária durante todo o período de preparação e realização do Congresso é indissociável da construção do projeto político-eleitoral partidário para 2014.

Tal projeto visa à eleição de ao menos 20 deputados federais em todo o país, um governador de estado no Maranhão e a conquista de mais um mandato ao Senado, no âmbito das eleições nacionais. Trata-se de uma exigência para uma nova arrancada para o desenvolvimento e a democracia no país.

A resolução sobre a preparação organizativa do Congresso destaca que este “será dedicado ao temário nacional, como fundamento para elevar a compreensão política e unir todo o partido em torno de orientações sobre a estratégia do PCdoB para o período de 2013-2017”. Isto significa, destaca o documento, que “não haverá temários estaduais ou municipais concorrentes com a pauta nacional, salvo o balanço de direção e a eleição de novas direções em toda a estrutura partidária”.

A direção nacional promoverá em maio um seminário nacional para quadros partidários versando sobre o temário do Congresso. Iniciativas do mesmo tipo serão programadas nos estados, com eventos voltados ao lançamento público do debate, atos e seminários, mobilizando os quadros partidários e forças avançadas para o debate.

No plano da construção e vida partidária, o Congresso deve representar movimento vigoroso para reforçar o espírito militante consciente, combativo, unido e organizado, diz o documento. O 13º Congresso precisa ser um marco de militantes mobilizados politicamente e organizados em bases estruturadas, de acordo com os consagrados princípios e normas dos Estatutos da organização comunista.

A realização do 13º Congresso do PCdoB é momento propício para formar a militância e os quadros partidários, de acordo com a política de quadros adotada pelo 12º Congresso. É ainda uma ocasião propícia à luta de ideias, para vincar uma corrente comunista no país, em sintonia com os problemas contemporâneos do mundo e do Brasil, empenhada no encaminhamento concreto da nova luta pelo socialismo, em consonância com a realidade e as aspirações do povo brasileiro.

A preparação do Congresso enseja um conjunto de iniciativas nos planos organizativo, das finanças, da luta de massas, do embate político, da comunicação e da formação e requer o empenho militante na estruturação organizativa do congresso propriamente dito.

O Comitê Central constituiu uma comissão organizadora do congresso, formada por André Bezerra, Júlio Filgueiras e Vital Nolasco.

Da Redação do Vermelho, com informações do Comitê Central do PCdoB

PCdoB celebra 91 anos com Jantar na Galeteria Beira do Lago na terça 26/03, participe!





Queridos amigos e amigas! Hoje é uma data muito especial para nós, dos encarnados, é o 91º Aniversário do Partido Comunista do Brasil! Tantos tombaram, tantos lutaram e lutam, que não é estranha a emoção e o desejo de rever os amigos e amigas, para celebrar junto essa linda história de quem mantém seus ideais e essa luta. 

Amanhã, 26 de março, o PCdoB-DF faremos um jantar na Galeteria Beira do Lago, que também será de arrecadação de fundos, porque todos sabemos que o PCdoB é um Partido diferente, dos seus militantes e da classe trabalhadora, e por eles mantido, fator importantíssimo para sua independência de classe. Estejam convidados e convidadas, esperamos que possam nos honrar com a sua presença para um abraço comemorando toda essa linda história de lutas!

quarta-feira, 20 de março de 2013

Vídeo mostra soldados israelenses espancando e prendendo crianças palestinas - Opera Mundi


Um vídeo divulgado pela ONG de direitos humanos B’Tselem mostra soldados israelenses detendo crianças palestinas que seguiam para a escola nesta quarta-feira (20/03), em Hebron. Nas imagens, os oficiais agarram e espancam os jovens, que tentam desesperadamente se desvencilhar da prisão. Em uma das cenas, uma criança chora enquanto estende os braços em direção ao pai.




Em Israel, a prisão de crianças maiores de 12 anos é autorizada pela lei militar. A legislação define que crianças com menos de 14 anos não podem ser condenadas a mais de seis meses de cadeia. Na maioria dos casos, as penas ficam entre duas semanas e dez meses.

O flagrante de agressão, filmado por um ativista estrangeiro, foi condenado pela B’Tselem, que demandou “intervenção urgente” para libertar as 20 crianças detidas, que têm, de acordo com a ONG, “entre oito e 10 anos” de idade.

Relatório

Coincidentemente, dia 13 de março o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) lançou relatório no qual acusa Israel de maus-tratos contra menores palestinos presos. "Em nenhum outro país as crianças são sistematicamente julgadas por tribunais militares para menores que, por definição, não fornecem as garantias necessárias ao respeito dos direitos deles", enfatiza o documento.O Unicef avalia em "cerca de 700 por ano o número de crianças palestinas de 12 a 17 anos, em sua maioria meninos, presos, interrogados e detidos pelo exército, a polícia e os agentes de segurança israelenses".

"Esses maus-tratos incluem a prisão de crianças na casa delas entre meia-noite e 5h por soldados armados de maneira pesada, o fato de vendar as crianças e amarrar suas mãos", segundo o relatório, que também cita "confissões forçadas e ausência de acesso a um advogado ou a membros da família durante o interrogatório".

"Essas práticas violam o direito internacional que protege as crianças contra os maus-tratos quando elas entram em contato com as forças da ordem e instituições militares ou judiciárias", conclui o documento.

Venezuela: Canciller anuncia suspensión de canal de comunicación con EEUU

El ministro de Relaciones Exteriores, Elías Jaua, anunció este miércoles que queda suspendido por el momento el canal de comunicación para mejorar las relaciones con Estados Unidos, tras los ataques de la funcionaria norteamericana Roberta Jacobson al poder electoral en Venezuela.

“Ojala haya una rectificación y cese la injerencia de Estados Unidos”, agregó el canciller, tras recordar que el comisionado para mantener el canal de comunicación con Jacobson era el embajador de Venezuela ante la Organización de Estados Americanos (OEA), Roy Chaderton Matos.

“Todas las relaciones diplomáticas y consulares se mantienen”, aclaró el Jefe de la diplomacia venezolana, quien indicó que sólo queda suspendido el canal acordado con Jacobson, en noviembre pasado.

En sus declaraciones, Jaua reiteró que la única transición que hay en Venezuela es hacia el socialismo, impulsado por el líder de la Revolución Bolivariana, Hugo Chavez.

“En Venezuela no hay ninguna transición que no sea la transición al socialismo”, reiteró Jaua durante el acto de condecoración a los diplomáticos venezolanos Víctor Camacaro Mata y Orlando Montañez Olivares, quienes fueron expulsados de Estados Unidos como represalia contra Venezuela por la destitución de dos agregados militares estadounidenses en el país.

Desde la Casa Amarilla Antonio José de Sucre, ubicada en el centro de Caracas, el canciller rechazó las declaraciones emitidas por distintos voceros del Departamento de Estado de Estados Unidos, y puntualizo que, en cumplimiento a la Constitución Bolivariana, ya en el país se convoco a elecciones presidenciales para el 14 de abril.

Jaua denunció que la apuesta de la Casa Blanca es un escenario de inestabilidad en el país, pero recalcó que el Gobierno Bolivariano garantizará la paz de Venezuela.

El diplomático señaló que una prueba de la injerencia de Washington en la política venezolana fue la reciente visita del candidato de la derecha a las presidenciales, Henrique Capriles, a Nueva York.

“Fue a firmar su hipoteca con Estados Unidos”, dijo Jaua.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Repressores argentinos em julgamento comemoram novo Papa - Pagina 12

http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-215821-2013-03-15.html

Los 44 represores acusados por delitos de lesa humanidad cometidos en La Perla entraron a la sala exhibiendo en su pecho una escarapela con lazos amarillos y blancos. “Bergoglio ha sido su padre espiritual después de (Raúl Francisco) Primatesta”, dijo Hugo Vaca Narvaja.

 Por Marta Platía


Desde Córdoba


El flamante papa Jorge Bergoglio tiene su hinchada: ayer los 44 represores acusados por delitos de lesa humanidad cometidos en el campo de concentración de La Perla entraron a la sala exhibiendo en su pecho una escarapela con lazos amarillos y blancos: los colores del Vaticano. Imputados por el secuestro, tortura y desaparición de cientos de personas, el ex jefe de Tercer Cuerpo de Ejército Luciano Benjamín Menéndez, Ernesto “Nabo” Barreiro, Pedro Vergés y el resto de sus cómplices inflaron sus pechos debajo de sus trajes no bien los fotógrafos les apuntaron con sus cámaras: un hábito –el de la foto diaria– del cual se han quejado siempre en éste y en otros juicios, pero que ayer les sirvió para festejar su alegría por el nombramiento de Francisco.

“Yo pienso que así se ve quiénes están muy entusiasmados con la elección de este Papa”, le dijo a Página/12 Guillermo “Quito” Mariani: el cura rebelde que fue echado de su parroquia por publicar un libro en el que contaba, entre otras cosas, sus amores de juventud, y es uno de los principales integrantes del grupo de curas tercermundistas de Córdoba, formado por sacerdotes disidentes, o que dejaron los hábitos para poder casarse. “También creo que (los represores) se van a equivocar si creen que Bergoglio estará plenamente de acuerdo con ellos. Pienso que él no puede identificarse con la causa de los torturadores. Pero, de todos modos, ellos lo intentan. Hacen este gesto para fabricar una especie de popularización de sus conductas, de santificación de lo que hicieron.” Para Mariani “eso es lo que trataron de hacer desde un primer momento: afirmaban su represión durante el golpe militar motivándola en una supuesta defensa de la sociedad argentina, ante todo lo diabólico de una infiltración comunista. Con eso justificaron todo el terrorismo de Estado”. Mariani apuntó que sería un error, de parte del flamante papa, insistir con “el mantenimiento de la vicaría castrense”.

Por su parte, Hugo Vaca Narvaja, uno de los abogados querellantes del megajuicio, opinó que “Bergoglio ha sido su padre espiritual después de (Raúl Francisco) Primatesta, que estaba en la cúspide y el resto comulgaba con estas ideas. Ellos le dieron sustento ideológico a la represión. El terrorismo de Estado sustento: el civil, que les dio la parte económica; el militar, que fue la mano de obra que se encargó de aniquilar, y el ideológico-religioso, que les dio el amparo espiritual para que cometieran sus crímenes en pos de la defensa de la civilización occidental y cristiana”. Vaca Narvaja agregó: “No me sorprende para nada esto que ha pasado hoy. Ellos esperan pronunciamientos de Bergoglio y de la Iglesia que él representa, azuzando a la famosa reconciliación nacional”.
Violadores ofendidos

Durante toda la jornada de ayer una sobreviviente, Patricia Astelarra, dio un testimonio tan completo como desgarrador sobre sus propios padecimientos y los de decenas de compañeros que vio sufrir y morir en La Perla. Uno de los momentos más tensos que se vivieron fue cuando ella denunció las violaciones y vejaciones de las que habían sido objeto sus compañeras y ella misma. “El cura Magaldi –tal el apodo del torturador Roberto Nicanor Mañay– me vejó, a pesar de que yo estaba embarazada de cinco meses. Me desnudó y me ató a un catre. Después de la tortura me sacó la venda y me dijo ‘es para que veas lo que te voy a hacer’. Las más jovencitas y lindas eran las que peor lo pasaban. No sólo nos habían reducido a la esclavitud. También a muchas a la esclavitud sexual. Era un deporte morboso que practicaban habitualmente. Astelarra señaló –algunos hasta con su dedo– a quienes mencionó como “los principales violadores”. Fue entonces cuando nombró a Ernesto “Nabo” Barreiro, Hugo “Quequeque” Herrera, José “Chubi” López a quien, dijo, “le gustaba quemar los senos de sus víctimas con cigarrillos”; a Jorge Exequiel “Rulo” Acosta, Héctor “Palito” Romero, y Roberto Nicanor Mañay. Dicho esto, desencajado y furioso, el represor Chubi López comenzó a gritarle “¡Mentirosa!”; por lo que el juez Jaime Díaz Gavier ordenó a la policía que lo sacara de la sala y lo expulsó de las audiencias hasta que él “considere necesario” que se presente en su banquillo. Astelarra consideró que “estos delitos deberían ser considerados de orden público, porque fueron cometidos por funcionarios públicos”. A esta altura de las cosas, quedaban pocos represores sentados en sus butacas todavía exhibiendo, claro está, la insignia con los colores del Vaticano.

UJS se mobiliza na campanha ’18 razões’ contra a maioridade penal





Atualmente, uma das polêmicas que circulam pelo Senado é a discussão sobre a possível redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, no Código Penal Brasileiro.

Se aprovada, os jovens de 16 anos serão penalizados como os adultos. Até o momento, no Brasil, se uma pessoa comete um crime, esta responde por seus atos, mediante Código Penal, se for um jovem, a atitude é considerada ‘ato infracional’, com previsão máxima de três anos, segundo o que estipula o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A UJS, assim como muitos outros movimentos que defendem a juventude e, sobretudo os Direitos Humanos, é categoricamente contra essa medida, pois entende que a redução não é a melhor alternativa para reduzir os índices de violência.

Mais importante que a punição é a construção de políticas públicas, de acesso à educação, esporte, lazer, arte e cultura, entre outros alternativas que proporcionem a autonomia e a integração dos jovens na sociedade.

Foi lançada a campanha 18 Razões, movimento que tal como o nome diz, abordará 18 razões pelo qual à medida que tenta reduzir a maioridade penal não pode ser implantada e não constitui uma solução de fato pata o problema da violência entre os jovens.

A cada dia, a campanha divulga dois motivos pelo qual dizem não à redução penal.

Já foram divulgados seis argumentos, em forma de cartaz ilustrativo. O primeiro justifica que os adolescentes, a partir dos 12 anos, já são responsabilizados por seus atos infracionais (imagem abaixo).



O segundo explica que a Lei e as punições de reclusão de liberdade para os infratores já existe, e basta apenas ser cumprida (imagem abaixo).



Confira as demais imagens e razões explicativas da campanha na página 18 Razões).

Além dessa iniciativa, a campanha também criará mobilizações pelas redes sociais, usando a tag #NaoAReducao.

A UJS participa da campanha e convida toda juventude brasileira a participar também. Seja pela divulgação nas redes sociais, seja através das frases, que podem ser usadas em cartazes e fotografias, para divulgarmos em nossas redes. Participe!

Redação

Veja o Cartaz do 3º Congresso Nacional da CTB - Anhembi - Sampa - 22 a 24 de agosto de 2013


quinta-feira, 14 de março de 2013

Encuentro de Redes Universitarias sobre Nuevo Pensamiento Latinoamericano en Desarrollo | Raúl Prebisch y los desafíos del Siglo XXI

Encuentro de Redes Universitarias sobre Nuevo Pensamiento Latinoamericano en Desarrollo | Raúl Prebisch y los desafíos del Siglo XXI



Página del Encuentro

Montevideo, 14 y 15 de marzo de 2013 Marzo 14 / 2013

Descripción

En el marco del convenio suscrito entre la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL) – Asociación de Universidades del Grupo Montevideo (AUGM) y del proyecto CEPAL-IDRC “Raúl Prebisch and XXIst century challenges”, la CEPAL y la AUGM realizarán el Encuentro de Redes Universitarias sobre Nuevo Pensamiento Latinoamericano en Desarrollo en América Latina y el Caribe, que tendrá lugar en Montevideo, los días 14 y 15 de marzo de 2013.

El objetivo del Encuentro es constituir una instancia de interacción entre investigadores y docentes en temas del desarrollo, referentes en sus respectivos campos y que trabajan en el marco de redes de investigación y docencia o han manifestado su convicción respecto a la pertinencia de esta estrategia de trabajo.

Se trata de crear un ámbito de trabajo y discusión que permita una aproximación al estado del arte en cuanto a los programas de investigación y docencia y que habilite instrumentos y mecanismos de intercambio y cooperación que contribuyan a la conformación y consolidación de redes académicas a nivel regional.

El encuentro, tras las palabras de bienvenida y de la presentación del Proyecto CEPAL-IDRC “Prebisch y los desafíos del Siglo XXI”, contará con 2 mesas redondas y dos bloques de discusión centrados en investigación sobre desarrollo, y en enseñanza del desarrollo.

La primera mesa redonda analizará el lugar de América Latina y el Caribe en los nuevos escenarios globales, que han implicado profundas transformaciones en la dinámica Centro-Periferia. La segunda mesa tratará el rol de las Universidades para el desarrollo económico y la importancia de la democratización del conocimiento.

En el área de investigación sobre desarrollo, la discusión se articulará en cuatro ejes. En primer lugar, se discutirán las propuestas del documento de CEPAL Cambio estructural para la igualdad: Una visión integrada del desarrollo que será presentado por el Secretario Ejecutivo Adjunto de CEPAL, Sr. Antonio Prado y por el Sr. Gabriel Porcile, participando los señores Roberto Kreimerman, Ministro de Industria y Energía de la República Oriental del Uruguay y Daniel Olesker, Ministro de Desarrollo Social de la República Oriental del Uruguay. En la segunda sesión, se abordarán los principales desafíos de la integración regional. La tercera sesión analizará la situación actual de los enfoques heterodoxos del pensamiento sobre desarrollo económico de América Latina. La cuarta sesión de investigación se centrará en los desafíos de un desarrollo inclusivo socialmente, sustentable y con un fuerte componente de cambio tecnológico.

El bloque de enseñanza del desarrollo económico, tendrá dos sesiones. En primer lugar, las diferentes redes de enseñanza del desarrollo informarán sobre sus actividades específicas y se discutirán estrategias de coordinación entre ellas. La segunda sesión debatirá sobre las estrategias de desarrollo de las redes sobre pensamiento latinoamericano.




Uruguai: “Estrategia de desarrollo industrial” procuran PIT-CNT y Cámara de Industrias - LR21.com.uy

“Estrategia de desarrollo industrial” procuran PIT-CNT y Cámara de Industrias - LR21.com.uy

Con la meta común de priorizar el avance de las manufacturas nacionales y enfrentarlas a los problemas que les afectan para la exportación fundamentalmente, la mesa sindical y la Cámara de Industrias, acordaron iniciar un diálogo a fondo para una “estrategia de desarrollo industrial” que permita dirimir las dificultades.

Miércoles 13 de marzo de 2013 | 10:32

Así lo aseguró el coordinador del PIT-CNT, Marcelo Abdala, quien enfatizó la necesidad de reconocer a “la industria manufacturera como fundamental para el país” lo que exige avanzar en un “planteo común”, más que en diferencias de cualquier índole.
Industriales y delegados sindicales tuvieron una primera reunión este martes con esa finalidad, donde la mesa de la central de trabajadores recibió a la nueva directiva de la Cámara, y se comenzaron a delinear algunos puntos de lo que podría ser el plan de fondo para avanzar en el tema.
“La protección a la producción nacional, frente a la competencia desleal desde el exterior”, fue uno de los temas prioritarios, según Abdala, además de la generación de  “puestos de trabajo de calidad”. Dijo no obstante que temas como los consejos de salarios no fueron abordados todavía, en tanto se aspira “estudiar el tema con tiempo para llegar a un entendimiento en julio y no comenzar en junio para terminar el diciembre”.

Industriales buscan estabilidad ante anticipo de más trabajo

Desde la Cámara de Industrias del Uruguay su presidente Javier Carrau, dijo que existió “voluntad de diálogo” en la reunión y que se encontraron “muchas cosas en común”.
La Cámara prioriza mantener un régimen de estabilidad laboral de cara a una temporada donde hay “un muy probable” incremento de la actividad en la mayoría de las fábricas, anticipándose un aumento particular de los volúmenes físicos a producir. Así lo afirmó el Indicador Adelantado de Producción Industrial, en tanto febrero cerrado fue el tercer mes consecutivo con tendencia al alza productivo y exportador. Enero y febrero de este año tuvieron aumentos en la producción, según el mismo índice.

George Galloway, em Oxford, desmistifica mentiras sobre Hugo Chávez


domingo, 10 de março de 2013

Renato Rabelo no funeral de Chávez: Nunca vi nada parecido antes - Portal Vermelho

Renato Rabelo no funeral de Chávez: Nunca vi nada parecido antes - Portal Vermelho

“O que está ocorrendo na Venezuela é impressionante e demonstra o que representou Hugo Chávez para Venezuela e para o mundo”, declarou Renato Rabelo, presidente nacional do PCdoB, em entrevista à TV Vermelho. O dirigente comunista compôs a comitiva de brasileiros que acompanhou a presidenta Dilma Rousseff nas cerimônias de homenagem a Chávez. Ao falar sobre o que viu em Caracas, ele se emociona.

Renato Rabelo narra o que presenciou na Venezuela e frisa que a mobilização popular é algo nunca visto antes na América Latina.

Saiba mais:
Vermelho presta sua homenagem ao comandante Hugo Chávez

sábado, 9 de março de 2013

Chávez: Los que mueren por la vida no pueden llamarse muertos - Paulo Vinícius Silva


"Los que mueren por la vida no pueden llamarse muertos"
Ali Primera

Paro às vezes e vem essa constatação dolorida, esse vazio, o Chávez morreu...

Não tenho ainda escrito sobre isso, por pura falta de tempo e a certeza de que é preciso refletir. Mas essa tristeza me dá quando sinto que aquela luz, sim, aquela luz que se refletia tão fortemente em todos e todas que partilhamos das mesmas certezas, aquela luz se apagou.

Mas aí, o choro, o punho erguido, a palavra Revolução, dita em tantas bocas, de tantos lugares no mundo, mas sobretudo na Venezuela, aos milhões, animam-me. Dizia o João Amazonas, em pleno domínio neoliberal, que eram tempos de trevas ainda, mas que o século XXI seria um tempo de trevas e luz. Primeiro treva, muita treva, e um ou outro ponto de luz, como era o caso de Cuba.

E ele dizia que a luta do povo, o socialismo, por ser uma necessidade objetiva da vida, ia retomar seu lugar no novo século, com outras luzes, inicialmente uma aqui - Chávez - outra acolá. E fomos vendo, nas ruas, nos governos, as luzes lutando para assombrar tanta treva. E chegamos aqui. E é uma dor lancinante essa de ver o apagar de uma luz tão bonita, e importante para nós.

O próprio fato de nós, brasileiros, sentirmos a perda de um presidente da Venezuela, já é em si um sinal de que a mudança caminha e fortemente. Quando isso chegaria até nós, no passado, com a política do colonialismo e do imperialismo a nos separar de nossos irmãos latino-americanos?! Chávez nos deu isso, e com carinho e coragem, pranteamo-lo. Mas, apenas por ahora, como ele diria. Porque ele também chorava, ria, cantava, dançava, sofria, ele era uma pessoa como nós, e que agigantou-se pela tarefa histórica que não recusou, e que aceitou até o último segundo em vida, e além.

Chávez é bandeira. Mesmo a vela tímida e bruxuleante tem o poder de acender  inúmeras outras.

Observemos, portanto, admirados, quanta luz  das lágrimas de homens e mulheres, nos cerros, nos locais de trabalho e estudo, na Venezuela e alhures, lágrimas de compromisso com o sonho de Bolívar, de Martí, de tantos próceres, sonho a que Chávez deu espinha, estrutura, coração, razão, porque ele mesmo foi instrumento de um povo que lutava atomizado e nele reconheceu sua dignidade e potencialidades. Há que ver essas luzes todas, e enfim sorrir, porque a vida é isso mesmo, né? Curtinha. Em especial para as pessoas boas, que fazem falta porque fazem o mundo avançar. E as coisas ruins acontecem às pessoas boas.

Mas às vezes, em meio à finitude desesperante dessa nossa passagem por aqui, é possível fazer muito mais,e ele fez, cravando-se com sorriso, coragem, ternura e razão nos corações e mentes de milhões. Que vida admirável, que bom termos tido essa chance, que exemplo para o que ainda podemos fazer de nós mesmos por aqui! Brilha, brilha ainda a luz do Comandante Chávez. E é para o combate que somos chamados. Ele, afinal, mostrou: dá para fazer. A História está aí, aberta para a coragem, o sonho, a utopia, o socialismo do século XXI, possível, parecido com a gente, difícil, cheio de problemas, mas cheio também de possibilidades novas, criadoras, lindas, em especial nesse momento em que a humanidade precisa tanto de sonhos e utopias. Não é pouco para a vida de uma pessoas. Alvíssaras! E obrigado, Chávez, amigo querido. Obrigado povo venezuelano, que nos deu Simón Bolívar e ajudou a quebrar as cadeias do colonialismo, e agora pariu Chávez, na hora em que mais a humanidade precisava. O resto é com os povos, porque a Revolução é tarefa de milhões. E há milhões nas ruas da Venezuela dispostos a fazê-la, defendê-la, que lindo!

Portanto, digamos e cantemos, como Ali Primera, tão cantado por Chávez e pela Revolução Bolivariana:

"Los que mueren por la vida no pueden llamarse muertos"



 F#
  Los que mueren por la vida no pueden llamarse muertos
 F#
  y a partir de este momento es prohibido llorarlos

F# B
  Que se callen los redobles en todos campanarios
 B
  vamos pu' pa'l carajo que para amanecer
                                 C#7         F#
  no hacen falta gallinas sino cantar de gallos


 B                    F#
  Ellos no serán bandera
           C#7           F#
  para abrazarnos con ella
 B                    F#
  y el que no la pueda alzar
         C#7         F#
  que abandone la pelea
 B                    F#
  no es tiempo de recular
          C#7          F#
  ni de vivir de leyendas


   F#
   Canta, canta compañero
           C#7         F#
   que tu voz sea disparo

   que con las manos del pueblo
              C#7       F#
   no habrá canto desarmado
   F#
   Canta, canta compañero
           C#7         F#
   canta, canta compañero

   canta, canta compañero
           C#7         F#
   que no calle tu canción

   Si te falta bastimento
           C#7     F#
   tienes ese corazón
  B                      F#
   que tiene latir de bongo
  B                     F#
   color de vino ancestral

   Viene tu cuenca de lucha
               C#7         F#
   cabalgando un viento austral

   Canta, canta compañero
          C#7         F#    F#
   Canta, canta compañero


 F#
   Canta, canta compañero
           C#7         F#
   que tu voz sea disparo

   que con las manos del pueblo
              C#7       F#7
   no habrá canto desarmado
   F#
   Canta, canta compañero
           C#7         F#
   canta, canta compañero

   canta, canta compañero
           C#7         F#
   que no calle tu canción

   Si te falta bastimento
           C#7     F#
   tienes ese corazón
  B                      F#
   que tiene latir de bongo
  B                     F#
   color de vino ancestral

   Viene tu cuenca de lucha
               C#7         F#
   cabalgando un viento austral

   Canta, canta compañero
          C#7         F#
   Canta, canta compañero

   los que mueren por la vida
         C#7         F#
   no pueden llamarse muertos

   Canta, canta compañero
           C#7         F#  F#
   canta, canta compañero

  F#
   Canta, canta compañero
          C#7         F#
   que no calle tu canción

   Si te falta bastimento
          C#7         F#
   tienes ese corazón

   Canta, canta compañero
           C#7         F#
   canta,  canta compañero



SINDIJUS: Na Venezuela, até o STF é eleito pelo povo!


Enquanto, no Brasil, sindicatos e movimentos sociais continuam lutando pela democratização do Judiciário, que insistem em manter a indicação dos ministros dos tribunais superiores mediante o apontamento do dedo político, na “ditadura da Venezuela”, os ministros do STF são eleitos pelo voto do povo.

Será que a Venezuela é uma “ditadura antidemocrática”, como anda propagando a mídia burguesa em todo o mundo – em especial a do Brasil – ou será que os setores conservadores, que mantém a hegemonia dos seus interesses na comunidade internacional, estão incomodados e distorcem o conceito de ditadura para desqualificar o poder que está nas mãos do povo venezuelano?

Enquanto isso, no Brasil, a classe trabalhadora precisa correr atrás do prejuízo de 513 anos de coronelismo nas cúpulas da justiça e democratizar o Judiciário, o único Poder que não tem nenhum controle da população e que se encontra anos luz atrás do venezuelano.

Síria agradece aos BRICS por impedir ataque do ocidente



NEW DELHI: Alta funcionária do regime sírio agradeceu aos países do grupo BRICS, na 6ª-feira, pelo apoio que, segundo ela, impediu a intervenção militar ocidental e a destruição do país.

Bouthaina Shaaban, conselheira do Gabinete de governo do presidente Bashar al-Assad, disse a jornalistas em New Delhi que Damasco é muito grata ao Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul.

“Graças a Deus há Rússia, China, Índia e Brasil, nos BRICS, que, pelo menos, têm conseguido introduzir racionalidade no que acontece hoje na comunidade internacional. Sem esses países, a Síria já teria tido o destino que teve a Líbia” – disse ela.

Shabaan, que se reuniu com o ministro de Relações Exteriores da Índia Salman Khurshid, está viajando pelas capitais dos países do bloco BRICS, organizando o apoio ao governo do presidente Bashar al-Assad da Síria.

“A Síria é extremamente grata à posição equilibrada dos países BRICS, e pelo apoio que tem dado ao povo e ao governo da Síria, mas parece-me que poderiam assumir posição mais proativa, na luta para encontrar uma solução para a crise na Síria,” disse ela.

“Parece-nos necessário que esses grandes países falassem mais na direção de por fim à violência e à agressão em curso contra os sírios e a Síria. Por muito que já tenham feito, os países BRICS, creio, podem fazer ainda mais.”

Rússia e China — países que são membros permanentes e votam no Conselho de Segurança da ONU – têm-se oposto muito eloquentemente contra o uso da dorça e qualquer intervenção externa para superar a crise na Síria, o que tem frustrado os EUA e seus aliados.

Moscou absolutamente não aprova a decisão de Washington de fornecer armas e apoio logístico às gangues armadas da oposição ao regime sírio, e continua a resistir aos norte-americanos, que querem ‘mudança de regime’ antes de que se iniciem conversações entre o governo e a oposição política.

A enviada do governo sírio ao ocidente atacou firmemente também os movimentos ‘diplomáticos’ e de propaganda ocidental que visam a forçar a derrubada do presidente Assad. Disse que “esses países que querem ‘mudança de regime’ à força, na Síria, são os mesmos que querem a destruição da Síria”.

sexta-feira, 8 de março de 2013

61º CONEG REUNIRÁ MAIS DE 500 LIDERANÇAS ESTUDANTIS EM SP | UNE - União Nacional dos Estudantes

61º CONEG REUNIRÁ MAIS DE 500 LIDERANÇAS ESTUDANTIS EM SP | UNE - União Nacional dos Estudantes

Mais de 500 DCEs, federações e executivas participam do fórum em São Paulo
O movimento estudantil brasileiro realiza nos próximos dias 8, 9 e 10 de março, em São Paulo, na Universidade Paulista (UNIP) – Campus Paraíso – um dos seus principais fóruns de discussão: o 61º Conselho Nacional de Entidades Gerais (CONEG). O encontro vai reunir as principais lideranças de Diretórios Centrais e Uniões Estaduais de Estudantes, além de Executivas e Federações de cursos.
Nesta edição, o CONEG tem três grandes destaques: o diálogo com as entidades que participam da Jornada de Lutas da Juventude Brasileira, o 2º Seminário de Assistência Estudantil e a convocação para o 53º Congresso da UNE.
Além disso, convidados e participantes debaterão as prioridades dos estudantes brasileiros e iniciam as discussões sobre os assuntos que vão nortear a Jornada de Lutas de 2013 como a democratização dos meios de comunicação, a Reforma Agrária e o combate à violência contra a juventude negra.
“Vamos receber as principais e mais qualificadas lideranças e a nossa expectativa é muito grande para renovar as nossas bandeiras e para que os DCEs troquem experiências e possam retornar aos seus estados conectados com as lutas do movimento estudantil”, destacou Renan Alencar, diretor da UNE.
A programação terá início nesta sexta-feira (8/3) a partir da 14h e se estende ao longo de todo o fim de semana. No domingo, haverá um ato político e a plenária final. Qualquer estudante pode participar. Saiba como aqui.

PROGRAMAÇÃO
8 a 10 de março – São Paulo
Universidade Paulista – UNIP – Campus Paraíso (Rua Vergueiro, 1211)
Sexta-feira – 8 de Março
14h – 2º Seminário de Assistência Estudantil da UNE

Local: Salas do 8º andar da Unip
Mesa 1: Os desafios do Plano Nacional de Assistência Estudantil
Mesa 2: O desafio da implementação das cotas nas universidades federais
Mesa 3: Assistência Estudantil nas Instituições de Ensino Superior Privadas
18h – Intervalo
19h – Abertura oficial do 61º CONEG da UNE: “Políticas de assistência estudantil para estudantes mulheres”
Local: Auditório

Sábado – 9 de Março

9h – Grupos de discussão
Local: Salas do 1º e 2º andar da Unip
1. Movimento estudantil
2. Conjuntura política
3. Educação: universidades federais
4. Educação: universidades estaduais e municipais
5. Educação: universidades privadas
12h – Intervalo para almoço
14h – Debates
Local: Local: Salas do 1º e 2º andar da UNIP
Mesa 1: Os desafios do financiamento: 10% do PIB, 50% do Fundo Social do Pré-sal e 100% dos royalties do petróleo para educação
Mesa 2: A desnacionalização da universidade privada brasileira
Mesa 3: A democratização dos meios de comunicação
Mesa 4: A atualidade da luta pela Reforma Agrária no Brasil
Mesa 5: Trabalho Decente para Juventude
Mesa 6: Uma Reforma Política democrática para o Brasil
Mesa 7: Combate ao extermínio e violência da juventude negra
Domingo – 10 de Março
9h – Ato político: “Juventude na luta por um novo Brasil”
Local: Auditório
10h – Plenária Final
Local: Auditório
Cristiane Tada

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